03/04/2021
assim éramos nõs Tônico e Eu,passeavamos e víamos gentes do alto, e do baixo... se encontrando e o barulho das batucadas dos pés,faziam dançar a terra.
Era São Paulo cidade prometida, e a mutamba que não era fruta, mais dava gosto de invejar de tanto lá apreciar! O sol chorava porque o dia,já se despedia na saudade antecipada.
Aquela Rua Da Tatuagem, trazia nos seus caminhos,muitos dilemas mais...também festas; Piolos comendo poeira na casa sem teto, e pés no caminho de vir mostravam a cor da bauca, e as rachaduras no calcanhar que parenciam novas trincheiras de se esconder.
Chegava o dia 25 e em cada rua encontrava-se enfeites de papel de , de **o, e jogo de luz de ; nos quintais,isso já não se falava... Parecia um paraíso dentro do rio kwanza, onde e , erão todos irmãos.
Tônico com seu violão, era melodia no ar,e Eu com peito silêncioso, e sem voz de imprestimo, era Poesia a declamar; e a rua ficava marcado nos corações de cada.
Se aqui era mato, e o mato de mato era o que então? questionara o ... E o respondeu: ché menino! Musseque é areia, e não existe mato de mato; Mais sim zonas rurais onde as coisas,são ainda menos desenvolvidas, és a razão de chamarem de mato;ficou o aprendizado... e o Soba foi resolver outros problemas no Jango.
Mulheres com saias de varrer eram virgens, as com saiotes, eram das descotecas onde as águas, já estavam turvas, e isso fazia os mais velhos tirarem o chapéu no cossar de uma frustração, sempre que arralhavam as suas filhas... Luto brilhando outra cor.
Largo lamentoso, e o destino azedo,banharam no rio da esperança...e quando a luz voltou deu nova vida aos que souberam esperar.
Aquela Rua:
é ;
é ;
é ;
é ;
é ;
é ;
é de todos nós...no amanhecer de um novo sorriso, sem dor nos pés.
Por: