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UIP - MINSA Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Saúde | Financiado pelo Banco Mundial

MINSA ACELERA FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS INTENSIVISTAS COM APOIO DE ESPECIALISTAS BRASILEIROSNova etapa do PFRHS aproxima f...
27/08/2026

MINSA ACELERA FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS INTENSIVISTAS COM APOIO DE ESPECIALISTAS BRASILEIROS

Nova etapa do PFRHS aproxima formação da prática clínica, com simulação avançada e futuros estágios em serviço

Angola prepara uma nova geração de enfermeiros especializados em cuidados intensivos, com o reforço da componente clínica e prática da formação através da participação de especialistas e docentes brasileiros.
O avanço da formação foi analisado nesta Quinta-feira, 27 de Agosto, em Luanda, durante um encontro técnico presidido pelo Gestor Técnico da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos em Saúde (UIP-PFRHS), Prof. Dr. Job Monteiro, ladeado pelo Consultor de Formação, Dr. Adão Chimuanji, e pela Coordenadora do Curso de Enfermagem em Cuidados Intensivos, Dra. Kátia Estrada.
O encontro contou igualmente com a participação da Dra. Cláudia Fabião, representante da Open Mind, parceira da iniciativa de reforço da formação em enfermagem.

A reunião marcou o acolhimento da equipa brasileira que passa a integrar esta nova fase do curso, numa parceria desenvolvida no âmbito das acções de formação do Ministério da Saúde, através do Instituto de Especialização em Saúde (IES) e da UIP-PFRHS.
A presença dos especialistas brasileiros reforça uma etapa do percurso formativo centrada no desenvolvimento de competências clínicas, segurança do paciente, tomada de decisão e resposta perante situações críticas.
Entre os especialistas envolvidos está a Dra. Vitória, profissional com experiência em Unidade de Terapia Intensiva Adulto, Urgência e Emergência e Docência, que realiza a sua primeira missão em Angola.
"Não viemos apenas para ensinar, mas também para aprender. A troca de conhecimentos permite formar profissionais qualificados e, sobretudo, humanizados", afirmou.

A especialista destacou também a importância de acompanhar o investimento que Angola tem realizado no sector da saúde com a qualificação dos recursos humanos.
"Quando falamos de educação, falamos de profissionais. Precisamos investir na formação para termos profissionais preparados. Na verdade, estamos a formar formadores", sublinhou.

A formação assume particular importância pela complexidade dos cuidados prestados nas Unidades de Terapia Intensiva, onde os pacientes necessitam de vigilância permanente, suporte avançado e intervenção rápida.
Segundo os especialistas, o enfermeiro intensivista deve dominar procedimentos, interpretar alterações clínicas e actuar com segurança perante situações que podem evoluir rapidamente.
É neste contexto que a formação passa da componente predominantemente teórica para uma fase de simulação clínica, treino de procedimentos e preparação para ambientes reais de cuidados intensivos.
Para a Dra. Romilda Cavaleiro, especialista em Terapia Intensiva Adulto, Pediátrica e Neonatal, controlo de infecção e segurança do paciente, o impacto da iniciativa ultrapassa a dimensão profissional.
"Este é um projecto extraordinário. É a primeira formação de enfermeiros intensivistas e vai trazer oportunidades não apenas para os enfermeiros, mas para toda a sociedade", afirmou.
A especialista considera que os futuros profissionais poderão melhorar a qualidade da assistência e contribuir para a implementação de protocolos e práticas mais seguras.
"Eles vão terminar a formação como especialistas e levar para os serviços de saúde uma assistência mais qualificada, com capacidade para implementar protocolos e prestar um atendimento diferenciado ao paciente crítico", explicou.

O Gestor Técnico da UIP-PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, destacou a importância estratégica da formação de especialistas para o reforço da capacidade nacional de resposta aos desafios do sector da saúde.
A formação deverá permitir a criação de quadros capazes de melhorar práticas, implementar protocolos, apoiar equipas e multiplicar conhecimentos dentro das unidades sanitárias.

Por sua vez, a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Lutucuta, tem defendido o investimento na formação e especialização dos profissionais como parte fundamental do processo de modernização do Sistema Nacional de Saúde.

Na próxima semana, os docentes brasileiros deverão acompanhar os exames de época especial do segundo semestre, incluindo a aplicação e correcção das avaliações, permitindo a sua integração com a dinâmica académica do curso.
A etapa seguinte será dedicada à simulação clínica e à prática avançada em cuidados intensivos, inicialmente prevista para Setembro, podendo ser antecipada em função da preparação técnica e pedagógica.
Os formandos estarão concentrados em Luanda para desenvolver competências em ambiente de simulação, praticando procedimentos e tomando decisões em cenários próximos da realidade hospitalar.
Posteriormente, está prevista a passagem para a componente de estágio, projectada para o final de Outubro, aproximando a formação da realidade dos serviços de saúde.
O docente brasileiro Rodrigues, que regressa a Angola pela segunda vez no âmbito do projecto, considera esta fase determinante para consolidar os conhecimentos adquiridos.
"Estamos a entrar numa fase mais clínica, em que vamos desenvolver o ensino prático com os alunos e, posteriormente, colocá-los em contacto directo com o paciente", explicou.
Segundo o especialista, a cooperação permite acrescentar experiência clínica à formação dos profissionais angolanos e contribuir para a criação de competências que permaneçam no país.
Os docentes brasileiros destacaram a evolução que têm observado nas infra-estruturas de saúde em Angola, incluindo unidades hospitalares dotadas de equipamentos e tecnologias diferenciadas.
Contudo, salientaram que a tecnologia precisa ser acompanhada por profissionais capacitados.
"Temos observado hospitais bem estruturados e com tecnologia necessária para uma boa assistência. Mas, para utilizar todos esses equipamentos, precisamos de uma equipa igualmente bem estruturada", afirmou Rodrigues.
A formação de especialistas surge, assim, como complemento estratégico aos investimentos realizados nas infra-estruturas e equipamentos hospitalares.
Os especialistas defendem ainda que profissionais mais qualificados poderão contribuir para uma melhor resposta dentro das Unidades de Terapia Intensiva e para o acompanhamento adequado de pacientes antes que determinadas condições clínicas evoluam para situações críticas.

A expectativa é que os formandos concluam o percurso como enfermeiros especialistas em terapia intensiva adulto, preparados para actuar junto de pacientes críticos e contribuir para uma assistência mais segura, qualificada e humanizada.
Mais do que formar especialistas, o projecto pretende criar profissionais capazes de multiplicar conhecimentos, fortalecer equipas e elevar a qualidade dos cuidados de saúde em Angola.

Fonte: IES/UIP-PFRHS, Ministério da Saúde, Luanda, 27 de Agosto de 2026


COOPERAÇÃO ANGOLA–BRASILMINSA E INCA REFORÇAM FORMAÇÃO EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA E CUIDADOS PALIATIVOS PARA SALVAR VIDAS E...
27/08/2026

COOPERAÇÃO ANGOLA–BRASIL
MINSA E INCA REFORÇAM FORMAÇÃO EM ONCOLOGIA PEDIÁTRICA E CUIDADOS PALIATIVOS PARA SALVAR VIDAS EM ANGOLA

O Ministério da Saúde, através da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (UIP-PFRHS), e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) do Brasil estão a reforçar a cooperação técnica para elevar a capacidade de Angola no diagnóstico e tratamento do cancro infantil, bem como no aprimoramento da capacitação técnico e científica de profissionais em cuidados paliativos.
A nova etapa da parceria foi discutida Quarta-feira, 26 de Agosto, em Luanda, durante uma reunião de coordenação do programa de formação de recursos humanos em saúde, realizada em formato híbrido e que juntou responsáveis e especialistas angolanos e brasileiros.
O encontro, presidido pelo Coordenador e Gestor Técnico da UIP-PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, serviu para avaliar os resultados da missão técnico-formativa realizada pelo INCA em Angola, de 26 de Maio a 3 de Junho de 2026, e definir as prioridades para o próximo ciclo de formação, previsto para 2027.
Sob o lema "Capacitar para salvar, transformar para o futuro", a reunião concluiu que Angola dispõe de profissionais com competências importantes na área, mas precisa de reforçar a articulação entre as diferentes especialidades envolvidas no atendimento às crianças com cancro.

O INCA recomendou, por isso, uma abordagem multidisciplinar, envolvendo oncologistas, cirurgiões, radiologistas, anestesistas, anatomopatologistas, enfermeiros, intensivistas e outros profissionais.
Entre as medidas propostas está a realização regular de reuniões multidisciplinares para discussão de casos oncológicos, permitindo decisões terapêuticas mais integradas e atempadas.

A formação especializada deverá ainda abranger a oncologia cirúrgica pediátrica e o acesso vascular, com destaque para a implementação do cateter central de inserção periférica (PICC), técnica importante para crianças submetidas a tratamentos prolongados.

A proposta prevê a capacitação inicial de uma equipa angolana, seguida de acompanhamento técnico, elaboração de protocolos, padronização de procedimentos e formação de novos profissionais.

A cirurgia oncológica pediátrica será outro dos focos da cooperação. A estratégia prevê o reforço das competências das equipas cirúrgicas, anestésicas e de cuidados intensivos, assim como a melhoria dos protocolos de segurança do paciente, e capacitação em cuidados paliativos.

Está igualmente prevista a discussão de casos entre Angola e Brasil através de plataformas digitais, com análise de exames e definição conjunta das indicações cirúrgicas e seguimento de pacientes oncológicos em estádio terminal.
Em casos seleccionados, especialistas brasileiros poderão realizar novas missões presenciais a Angola para acompanhar procedimentos em conjunto com as equipas nacionais, privilegiando a transferência prática de conhecimento.

A meta é que a cooperação não se limite à realização de procedimentos, mas permita formar equipas angolanas capazes de assumir progressivamente casos de maior complexidade.

O Hospital Pediátrico Heróis de Quifangondo assume um papel central nesta estratégia, enquanto unidade de referência para o tratamento oncológico pediátrico.
O reforço das competências nesta unidade deverá contribuir para a consolidação de uma equipa nacional especializada e, numa segunda fase, para a expansão das competências a outras unidades sanitárias.
A estratégia articula-se também com o reforço das capacidades instaladas no Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha "Pedalé", que dispõe de serviços diferenciados relacionados com a oncologia.

A cooperação deverá igualmente fortalecer a organização dos serviços, através da definição de fluxos assistenciais, protocolos institucionais e mecanismos de registo sistemático dos casos.
O registo permitirá apoiar a investigação científica, a produção de trabalhos académicos e a avaliação dos resultados clínicos.
Outro eixo considerado essencial é a humanização dos cuidados, com maior atenção às famílias das crianças diagnosticadas com cancro e à disponibilização de informação adequada para familiares e profissionais de saúde.

Ao intervir no encontro, o Prof. Dr. Job Monteiro destacou a necessidade de garantir continuidade às acções iniciadas pelas missões técnicas e transformar cada actividade de cooperação em capacidade instalada no país.
"O mais importante é a continuidade do processo", foi uma das ideias centrais defendidas durante a reunião, numa perspectiva de acompanhamento sistemático, discussão de casos e actualização permanente dos profissionais.
Por sua vez, o Director-Geral do Instituto de Especialização em Saúde (IES), Dr. Djamel Kitumba, reforçou a importância de transformar o conhecimento transferido pelos especialistas brasileiros em competência permanente no sistema nacional de saúde.
A reunião contou, do lado brasileiro, com especialistas do INCA envolvidos na missão técnica e no programa de cooperação, incluindo o Dr. Ricardo Piranha, a Dra. Lívia Costa Ribeiro, o Dr. Alonso Ribeiro Alonso Cunha e o Dr. Alonso Moura Júnior.

Do lado angolano, participaram os especialistas e responsáveis da UIP-PFRHS, do Instituto de Especialização em Saúde e das unidades hospitalares envolvidas na estratégia de formação.
As discussões permitiram transformar a avaliação da primeira missão num plano de continuidade, com prioridades nas áreas de formação especializada, cirurgia oncológica pediátrica, acesso vascular, segurança do paciente, investigação científica e acompanhamento clínico.
A cooperação Angola–Brasil entra, assim, numa nova fase: menos centrada em intervenções pontuais e cada vez mais orientada para a criação de equipas angolanas especializadas e sustentáveis.
A ambição é clara: transformar a transferência de conhecimento em capacidade nacional permanente, melhorar a qualidade dos cuidados e contribuir para que mais crianças com cancro tenham acesso a tratamento especializado em Angola.
Capacitar hoje para salvar amanhã.

Fonte: GTICI–IES/UIP, Ministério da Saúde, Luanda, 27 de Agosto de 2026

MINSA LANÇA, PELA PRIMEIRA VEZ EM ANGOLA, PLATAFORMA MUNDIAL PARA APOIAR DECISÕES CLÍNICASUpToDate beneficia profissiona...
25/08/2026

MINSA LANÇA, PELA PRIMEIRA VEZ EM ANGOLA, PLATAFORMA MUNDIAL PARA APOIAR DECISÕES CLÍNICAS

UpToDate beneficia profissionais de saúde inscritos no programa de formação e permite acesso a informação científica actualizada para apoiar diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes

O Ministério da Saúde (MINSA), através do Instituto de Especialização em Saúde (IES) e da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (UIP-PFRHS), promoveu, esta segunda-feira, 24 de Agosto, a primeira formação nacional sobre a UpToDate, plataforma internacional de apoio à decisão clínica baseada em evidências científicas.
A iniciativa marca um novo passo na transformação digital do Sistema Nacional de Saúde e destina-se a todos os profissionais de saúde inscritos nas acções de formação do programa de desenvolvimento de recursos humanos em saúde, permitindo-lhes o acesso a conteúdos científicos actualizados para apoiar a prática clínica.
Participaram do acto inaugural o Coordenador e Gestor Técnico da UIP-PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro; o Especialista de Bases de Dados, Eng. Joaquim Agostinho; a especialista em Salvaguardas Ambientais, Dra. Isabel Gria; e a especialista de Comunicação, Informação e Gestão do Conhecimento, Dra. Neusa Cumbe, que testemunharam o início da capacitação.
Só no primeiro dia, participaram cerca de 700 profissionais de saúde inscritos na formação, incluindo os Directores Pedagógicos das principais Unidades de Formação do país, num processo que terá continuidade através de sessões online, durante os meses de Agosto e Setembro.
A UpToDate permite aos profissionais consultar, de forma rápida e estruturada, conteúdos clínicos, referências científicas, informações farmacológicas, calculadoras clínicas e actualizações das práticas de saúde, apoiando a avaliação, o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento dos pacientes, com auxílio a protocolos clínicos actualizados.
A plataforma não se destina exclusivamente aos médicos. Enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, técnicos de diagnóstico e terapêutica, médicos internos de especialidades, outros profissionais de saúde poderão beneficiar dos conteúdos, de acordo com as respectivas áreas de actuação.
Na abertura da formação, o Prof. Dr. Job Monteiro transmitiu uma mensagem da Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, destacando a importância de garantir aos profissionais não apenas formação especializada e materiais técnicos, mas também ferramentas digitais que permitam uma consulta rápida, permanente e actualizada da evidência científica.
Neste sentido, a Ministra orientou a UIP-PFRHS a assegurar a disponibilização da UpToDate como ferramenta complementar de consulta, destinada a apoiar a tomada de decisões clínicas e a contribuir para a melhoria da qualidade dos cuidados prestados aos cidadãos.
O primeiro acesso à plataforma deverá ser realizado dentro da instituição de saúde abrangida, através da internet ou da rede disponibilizada pela unidade.
Após efectuar o registo e criar a sua conta institucional, o profissional poderá continuar a utilizar a UpToDate fora da instituição, através do computador ou do telemóvel.
Desta forma, o profissional terá a possibilidade de consultar a informação científica de que necessita também fora da unidade sanitária, mantendo o acesso à plataforma disponibilizada pelo MINSA.
Durante a formação, conduzida por Amanda Fagundes, farmacêutica e responsável pela área de Customer Success da Wolters Kluwer para a América Latina, foi apresentado o UpToDate Expert AI, recurso de inteligência artificial generativa integrado na plataforma.
A ferramenta permite facilitar a pesquisa e a síntese de informação clínica, tendo sido reforçado que a inteligência artificial não substitui o julgamento clínico nem a decisão final do profissional de saúde.
O recurso deve ser utilizado como instrumento complementar para tornar o conhecimento científico mais acessível e apoiar o profissional no momento da decisão.
A iniciativa terá abrangência nacional, com implementação progressiva nas províncias que possuem polos de formação e nas unidades do Ministério da Saúde abrangidas pelo projecto.
Segundo o Gestor Técnico da UIP-PFRHS, Prof. Dr. Job Monteiro, o objectivo é garantir que o acesso ao conhecimento científico actualizado não fique concentrado apenas em Luanda.
"Todas as províncias que têm polos de formação serão contempladas. Ninguém ficará de parte. Serão beneficiárias todas as unidades do Ministério da Saúde."
A próxima sessão de formação está prevista para Quinta-feira, às 14h00, dando continuidade ao processo de capacitação dos profissionais.

Com a introdução da UpToDate, o MINSA reforça a aposta na formação contínua, transformação digital e utilização de evidências científicas na prática clínica, criando melhores condições para que os profissionais tenham acesso ao conhecimento actualizado no momento em que dele necessitam.

Informação científica actualizada para apoiar melhores decisões e contribuir para cuidados de saúde de maior qualidade.

Fonte: GTICI – IES/UIP, Ministério da Saúde, Luanda, 24 de Agosto de 2026

PELA PRIMEIRA VEZ, ANGOLA CAPACITA PROFISSIONAIS DE SAÚDE COM PLATAFORMA MUNDIAL DE DECISÃO CLÍNICAFormação sobre a UpTo...
24/08/2026

PELA PRIMEIRA VEZ, ANGOLA CAPACITA PROFISSIONAIS DE SAÚDE COM PLATAFORMA MUNDIAL DE DECISÃO CLÍNICA

Formação sobre a UpToDate marca novo passo na transformação digital do sector e aproxima profissionais angolanos do conhecimento científico actualizado para decisões clínicas mais seguras e fundamentadas

Angola dá, esta Segunda-feira, 24 de Agosto, um novo passo na modernização do Sistema Nacional de Saúde, com a realização da primeira formação no país sobre a UpToDate, uma plataforma internacional de apoio à decisão clínica baseada em evidências científicas.

Mais do que uma formação sobre tecnologia, a iniciativa representa uma aposta na aproximação entre conhecimento científico, prática clínica e qualidade dos cuidados, colocando ao alcance dos profissionais uma ferramenta concebida para apoiar decisões no momento em que estas podem fazer a diferença na vida dos pacientes.
Promovida pelo Ministério da Saúde, através do Instituto de Especialização em Saúde (IES) e da Unidade de Implementação do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (UIP-PFRHS), a iniciativa enquadra-se na estratégia de reforço da formação contínua, especialização e actualização dos profissionais de saúde, associada à introdução de soluções digitais de suporte à actividade clínica.
A formação será conduzida por especialistas da Wolters Kluwer, responsável pelo desenvolvimento da UpToDate, uma das plataformas de referência mundial em informação clínica baseada em evidências e utilizada por profissionais de saúde em mais de 190 países.

Pela primeira vez, profissionais de saúde angolanos terão contacto directo, em contexto de formação, com uma ferramenta tecnológica concebida para disponibilizar informação clínica actualizada e apoiar a tomada de decisões fundamentadas.
A UpToDate reúne mais de 13 mil tópicos clínicos, milhares de gráficos e imagens, calculadoras médicas, informações farmacológicas e conteúdos actualizados permanentemente por uma rede de mais de 7.600 especialistas.
A plataforma pode apoiar diferentes categorias profissionais, incluindo médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos de diagnóstico e terapêutica, gestores de saúde, médicos residentes e estudantes, promovendo uma abordagem integrada e multidisciplinar.
A sua utilização pode contribuir para reduzir incertezas, apoiar a adopção de condutas clínicas baseadas em evidências, melhorar a segurança dos pacientes e facilitar decisões mais rápidas e fundamentadas no momento do atendimento.
É, neste sentido, uma mudança que vai além do acesso à informação: pretende colocar o conhecimento certo, no momento certo e ao serviço da decisão clínica.
Durante a formação serão abordados aspectos relacionados com o registo dos utilizadores, funcionamento da plataforma, aplicação no contexto clínico e utilização como instrumento de aprendizagem permanente e de desenvolvimento profissional contínuo.

A iniciativa procura aproximar o conhecimento científico actualizado da realidade dos serviços de saúde, criando condições para que os profissionais possam recorrer a informação relevante no momento em que dela necessitam.
Para o Ministério da Saúde, a transformação digital não deve ser entendida apenas como a introdução de novas tecnologias nos serviços. O verdadeiro desafio consiste em fazer com que essas ferramentas sejam incorporadas na prática profissional e produzam resultados concretos na assistência à população.

A tecnologia só ganha verdadeiro sentido quando se transforma em conhecimento aplicado, e o conhecimento só cumpre plenamente a sua função quando contribui para cuidar melhor do paciente.
A capacitação abrangerá profissionais de instituições estratégicas do Sistema Nacional de Saúde, entre as quais o Centro Especializado de Tratamento de Endemias e Pandemias (CETEP), o Complexo Hospitalar de Doenças Cardio-Pulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, o Hospital de Referência do Bié Walter Strangway, o Hospital do Prenda, o Hospital Geral de Cabinda, o Hospital Geral de Cacuaco, Heróis de Kifangondo, o Hospital Geral de Viana, Bispo Emílio de Carvalho, o Hospital Geral do Bengo, Reverendo Guilherme Pereira Inglês, o Hospital Geral do Cunene, o Instituto Hematológico Pediátrico Dra. Victória do Espírito Santo e a Maternidade Lucrécia Paim.

Segundo o gestor técnico do projecto, Prof. Job Monteiro, a iniciativa terá uma abrangência progressiva e nacional, devendo chegar às províncias que dispõem de polos de formação, com o propósito de garantir que nenhum território ou unidade fique excluído do processo.
"Todas as províncias que têm polos de formação serão contempladas. Ninguém ficará de parte. Serão beneficiárias todas as unidades do Ministério da Saúde", garantiu o gestor técnico do projecto, Prof. Job Monteiro.
A declaração reforça a dimensão nacional da iniciativa e evidencia a intenção de transformar a formação numa estratégia contínua de capacitação dos profissionais, permitindo que a ferramenta seja progressivamente incorporada nas diferentes estruturas do Sistema Nacional de Saúde.

A abrangência da formação permitirá, assim, levar a ferramenta a profissionais de diferentes áreas, especialidades e unidades hospitalares, reforçando uma abordagem multidisciplinar e baseada no conhecimento científico actualizado.

A aposta na qualificação dos recursos humanos constitui um dos eixos centrais do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde (PFRHS), que procura aumentar a capacidade técnica nacional através da formação, especialização e actualização permanente dos profissionais.

A implementação desta iniciativa reflecte a visão estratégica do Executivo Angolano, liderado pelo Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, de promover projectos estruturantes destinados a elevar a qualidade dos serviços públicos de saúde e ampliar o acesso a cuidados especializados.

Neste quadro, a introdução de plataformas digitais de conhecimento clínico acrescenta uma nova dimensão à formação dos profissionais, ao combinar ciência, tecnologia, especialização e aprendizagem contínua.

Para a Ministra da Saúde, Dra. Sílvia Paula Valentim Lutucuta, investir na formação e no conhecimento é indispensável para construir um sistema de saúde capaz de responder aos desafios actuais.
"A formação é a ferramenta basilar para termos bons quadros. Um sistema de saúde forte depende de profissionais bem preparados, actualizados e com acesso aos melhores instrumentos disponíveis para apoiar a sua actividade", tem reiterado a governante.

A visão coloca os recursos humanos no centro da transformação do sector: não há modernização sustentável dos serviços de saúde sem profissionais preparados para utilizar o conhecimento e as ferramentas disponíveis em benefício do paciente.

A introdução da UpToDate no processo de formação dos profissionais angolanos representa, assim, uma aposta na utilização estratégica da tecnologia para apoiar a prática clínica.
Mais do que disponibilizar informação, a iniciativa pretende criar condições para que o conhecimento científico se transforme em decisões concretas no local de atendimento, contribuindo para melhores condutas clínicas, maior segurança dos pacientes e melhores resultados na assistência.
O impacto esperado não se limita ao profissional que utiliza a plataforma. Estende-se ao paciente que recebe uma decisão mais fundamentada, ao serviço que procura melhorar a qualidade da assistência e ao próprio Sistema Nacional de Saúde, que precisa de profissionais cada vez mais preparados para responder à complexidade dos desafios actuais.
É nesta perspectiva que a transformação digital assume uma dimensão estratégica: digitalizar não é apenas modernizar ferramentas; é transformar a forma como o conhecimento chega ao profissional e como esse conhecimento se converte em cuidado.
Com esta iniciativa, Angola reforça o compromisso de transformar conhecimento em prática clínica, consolidando uma nova etapa na melhoria da qualidade dos serviços de saúde e no caminho para a Cobertura Universal de Saúde.
A aposta em formação, evidência científica e ferramentas digitais procura, em última instância, construir um sistema de saúde mais moderno, seguro e preparado, onde a inovação tecnológica esteja ao serviço de uma finalidade maior: melhorar a vida e proteger a saúde dos cidadãos.

Fonte: GTICI – IES/UIP, Ministério da Saúde, Luanda, 23 de Agosto de 2026

*FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS JÁ ALCANÇA 19.482 PROFISSIONAIS E REFORÇA APOSTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE NA SUSTENTABILIDAD...
23/08/2026

*FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS JÁ ALCANÇA 19.482 PROFISSIONAIS E REFORÇA APOSTA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE NA SUSTENTABILIDADE DO SECTOR*

*Mais 21 profissionais de saúde seguem para o Brasil e Portugal para formação em áreas prioritárias do Sistema Nacional de Saúde*

O Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde em Angola (P180631), do Ministério da Saúde, já alcançou *19.482 profissionais, correspondentes a 51,3% da meta global de 38 mil beneficiários directos*, segundo os dados apresentados durante o acto de acolhimento e despedida de novos bolseiros, realizado na tarde de Sexta-feira , 21 de Agosto, em Luanda.

A iniciativa, implementada pelo Ministério da Saúde, através do Instituto de Especialização em Saúde (IES) e da Unidade de Implementação do Projecto (UIP-PFRHS), prevê formar 38 mil profissionais de saúde até 2028, através de diferentes modalidades, entre as quais cursos de curta e longa duração, especializações, residências, fellowships, mestrados e doutoramentos.
A aposta na formação enquadra-se na estratégia do Ministério da Saúde de reforçar a capacidade nacional de resposta e garantir maior sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde. Sob orientação da *ministra da Saúde, Dra. Sílvia Lutucuta*, a qualificação dos recursos humanos constitui uma componente essencial da estratégia de fortalecimento dos serviços de saúde e de melhoria da assistência à população.

No âmbito desta estratégia, *21 profissionais de saúde foram seleccionados para prosseguir formação no Brasil e em Portugal*, em áreas consideradas prioritárias para o reforço da capacidade do Sistema Nacional de Saúde.
Durante a cerimónia, o coordenador e gestor técnico da UIP-PFRHS, *Prof. Doutor Job Monteiro*, defendeu que a formação dos profissionais deve ser encarada como um investimento estratégico que ultrapassa o benefício individual de cada bolseiro.
“*Temos uma esperança grande nos colegas porque, ao voltarem, não serão as mesmas pessoas, independentemente do tempo de formação que vão fazer nas instituições, cidades ou países onde forem. Virão diferentes, com dupla responsabilidade de melhorar a qualidade dos serviços onde estão inseridos, mas também de serem replicadores*”, afirmou.
Segundo Job Monteiro, embora uma parte dos profissionais seja formada no exterior, a maioria das acções decorre em Angola, através de modalidades presenciais e mistas.
O responsável sublinhou que os profissionais enviados para instituições estrangeiras deverão regressar ao país preparados para aplicar os conhecimentos adquiridos e contribuir para a capacitação de outros quadros.
“*Os colegas que forem para os sítios onde a formação é prioritária para o Ministério da Saúde deverão, no regresso, aplicar aquilo que aprenderam. Muitos profissionais estarão à vossa espera para poderem beber do conhecimento que vocês vão adquirir*”, acrescentou.
Os dados do projecto indicam que, *até 21 de Agosto de 2026, foram alcançados 19.482 profissionais, o que representa 51,3% dos 38 mil beneficiários directos previstos*.
O resultado significa que o projecto já ultrapassou a metade da meta global estabelecida, reforçando a estratégia de desenvolvimento e qualificação dos recursos humanos do sector da saúde.
Para o *director-geral do Instituto de Especialização em Saúde, Neurocirurgião Dr. Djamel Kitumba*, a prioridade não deve limitar-se à formação individual dos profissionais, devendo igualmente criar-se uma capacidade nacional sustentável de formação.
“*Os colegas, certamente, já sabem que, quando regressarem, deverão obter os seus títulos de especialista e ser enquadrados como docentes nos diferentes cursos de especialidade*”, afirmou.
O responsável destacou particularmente a área de enfermagem e defendeu o aumento progressivo da capacidade nacional de formação.
“*Do ponto de vista da sustentabilidade, estamos a programar que tenhamos, no final do projecto, 100 por cento de formadores nacionais, pelo menos para os cursos para os quais já estamos a formar*”, explicou.
Djamel Kitumba apelou ainda aos bolseiros para encararem a formação com dedicação, disciplina e resiliência.
“*Penso que vamos conseguir atingir estes objectivos. Então, dediquem-se ao máximo, colegas*”, afirmou.
Os profissionais seleccionados terão como destinos instituições de ensino e unidades hospitalares do Brasil e de Portugal, onde frequentarão programas com duração entre três meses e três anos, dependendo da modalidade e da área de formação.
No Brasil, estão previstas formações em Botucatu, Campinas, Ribeirão Preto e Santa Maria. Entre as instituições de acolhimento encontram-se a Universidade Estadual Paulista (UNESP), a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), a Universidade Federal de Santa Maria, a Faculdade São Leopoldo Mandic e o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
Entre os beneficiários, *Dorito Mário Manuel* frequentará uma pós-graduação lato sensu em Fisioterapia Pélvica, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC).
Para formação em Enfermagem Cirúrgica, na UNESP, em Botucatu, seguem *Evandra Djanira Manuel Assis*, *Lourdes Marilene Pontes Lutonda*, *Marcelina Lourenço Fortunato*, *Rodolfo Valdez Silva Lino*, *Maria da Conceição Vakambissa de Melo e Vanessa Luísa Monteiro de Araújo Manuel*. Integra igualmente o grupo *Maria Manuela Indeinão*, que frequentará fellowship em Medicina da Família e Comunidade, na UNESP; *Angelina Wendo Muenjila Eduardo*, para estágio de curta duração em Fisioterapia, no Hospital Universitário de Santa Maria da Universidade Federal de Santa Maria; e *Benvinda Lemba Dunda Capita*, que realizará formação em Medicina da Família e Comunidade, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
Na área de Medicina Dentária, seguem para a Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas, *Joana do Nascimento Simões*, para especialização em Reabilitação Oral, com enfoque em Implantes e Prótese;*Dércio dos Abreus Mateque Savei e Florença Mandeca Jambela Correia Vitor*, para formação em Radiologia Odontológica e Imaginologia; e *Alexandre do Nascimento Miguel Eduardo*, para o mestrado em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.
Para a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) seguem *Jorge Carlos Faztudo Gonçalves*, para fellowshipem Radioterapia; *Glória Suely Lima Arnaldo Afonso*, para fellowship em Medicina Nuclear;*Crisela Nahossi Manuel Chamgomba* , fellowship em Radiologia; e *Rita Yuca Mário*, para fellowship em Oncologia.
Em Portugal, foram seleccionados *Denilson Jorge António*, para o mestrado em Gestão e Economia de Serviços de Saúde, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto; *Jalloud Osvaldo José Muanza*, para estágio médico em Psiquiatria, na Unidade Local de Saúde do Alto Ave, em Guimarães; e *Ivone Francisco Nhang*.
A maioria dos profissionais tem partida prevista para hoje, sábado, 22 de Agosto, devendo cumprir períodos de formação que variam entre três meses e três anos.
A cerimónia contou igualmente com o *testemunho de Celestino Ferreira Pembe, farmacêutico do Hospital Provincial do Bengo e finalista do projecto na área de Farmacologia Clínica*, que regressou ao país depois de concluir a sua formação no exterior.
Ao partilhar a experiência, o antigo bolseiro aconselhou os novos beneficiários a encararem a formação com dedicação, disciplina e responsabilidade, reconhecendo que a adaptação à carga horária pode ser exigente nos primeiros dias.
“*Foi difícil nos primeiros dias, de facto, aguentar essa carga horária. Mas depois conseguimos contrapor com vontade, com dedicação*”, afirmou.
Celestino Ferreira Pembe destacou igualmente a responsabilidade dos profissionais angolanos de apresentarem uma imagem real do país durante a sua permanência no exterior.
“*É importante enfocar a realidade de Angola lá fora*”, sublinhou.
O farmacêutico chamou ainda a atenção para a necessidade de uma gestão responsável do subsídio de bolsa, recomendando aos colegas que planifiquem as despesas e evitem gastos desnecessários.
“*A disciplina financeira é muito importante*”, alertou.
O testemunho do antigo bolseiro reforçou, assim, a importância de aproveitar a oportunidade de formação, superar os desafios de adaptação e regressar ao país com conhecimentos que possam ser colocados ao serviço do Sistema Nacional de Saúde.
Durante a actividade, os bolseiros receberam orientações sobre os seus direitos e deveres, normas académicas e administrativas, relação com os preceptores, cumprimento de horários e carga horária, bem como procedimentos relacionados com a documentação de imigração.
No caso dos profissionais destinados ao Brasil, foi destacada a importância da regularização documental, incluindo a obtenção do CPF e dos documentos necessários à permanência legal no país e à realização de procedimentos administrativos.
Os responsáveis alertaram ainda para a necessidade de manter uma relação adequada com os preceptores, uma vez que cada etapa da formação poderá envolver diferentes responsáveis pelo acompanhamento e avaliação.
“*Cada preceptor faz a sua avaliação. Então, é importante o cumprimento do horário, da carga horária e das tarefas que são incumbidas por cada preceptor*”, explicou Djamel Kitumba.
Aos bolseiros foi igualmente recomendado que encarem cada etapa da formação como uma oportunidade de aprendizagem, avaliação e crescimento profissional.
As intervenções realizadas durante a actividade convergiram na necessidade de transformar a formação dos recursos humanos em resultados concretos para o Sistema Nacional de Saúde.

O Ministério da Saúde pretende que os profissionais formados contribuam para a melhoria da qualidade da assistência, o reforço das equipas multidisciplinares e o aumento da capacidade nacional de formação.
Na área de enfermagem especializada, a expectativa é que o investimento permita criar progressivamente um corpo de docentes e formadores nacionais capaz de assegurar a continuidade dos cursos de especialidade.

A actividade de acolhimento e despedida serviu ainda para apresentar aos bolseiros as normas do programa, o Código de Conduta, aspectos relacionados com acidentes de trabalho, violência baseada no género, salvaguardas sociais e ambientais, monitoria e avaliação, auditoria e gestão financeira.
O programa incluiu uma sessão de perguntas e respostas e culminou com a entrega dos passaportes e assinatura dos termos de compromisso.
Mais do que aumentar o número de profissionais qualificados, a iniciativa procura criar uma capacidade nacional sustentável, em que os quadros especializados regressem ao país, contribuam para a melhoria dos serviços de saúde e transmitam os conhecimentos adquiridos às novas gerações.

Participaram no evento a especialista de salvaguardas sociais; a especialista de salvaguardas ambientais; o especialista de finanças; o especialista de monitoria e avaliação; o especialista de violência baseada no género; o especialista de auditoria interna; o especialista de comunicação e gestão do conhecimento; o especialista de bases de dados; o consultor de formação; a responsável de aquisições e administração; a consultora de formação; e o consultor de formação.

Para o Ministério da Saúde, a aposta na formação dos recursos humanos constitui um investimento estratégico na consolidação de um Sistema Nacional de Saúde mais qualificado, resiliente e preparado para responder às necessidades da população.

*Fonte: GTICI – IES/UIP, Ministério da Saúde*, 22 de Agosto de 2026

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