Instituto de Defesa Nacional - Angola

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LEADS DE NOTÍCIAS O Comandante da Região Militar Centro, Tenente-General Simão Carlitos “Wala”, defendeu terça-feira, na...
12/08/2026

LEADS DE NOTÍCIAS

O Comandante da Região Militar Centro, Tenente-General Simão Carlitos “Wala”, defendeu terça-feira, na cidade do Huambo, a necessidade de se reforçar a formação contínua dos efectivos do Exército, de modo a responderem com eficácia às exigências da Nação.

As declarações foram feitas durante a cerimónia do 15.º aniversário do Instituto Superior do Exército (ISEx), fundado a 9 de Agosto de 2011.

Na ocasião, o Tenente-General Simão Carlitos “Wala” lembrou que o estabelecimento goza de autonomia científica, pedagógica e disciplinar, nos termos da Lei das Carreiras dos Militares das Forças Armadas Angolanas (FAA).

O Comandante sublinhou que o ISEx é a primeira Instituição Militar do género no país, tendo a responsabilidade de liderar actividades de investigação científica e de extensão universitária.

Sob o lema “Instituto Superior do Exército, 15 anos de habilidade, competência e firmeza”, as festividades serviram para homenagear os efectivos que participaram activamente na edificação e consolidação daquela unidade de Ensino Superior Militar.

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LEADS DE NOTÍCIAS O Comandante-adjunto para a Educação Patriótica do Exército, Tenente-General Mário Gustavo da Silva, a...
11/08/2026

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O Comandante-adjunto para a Educação Patriótica do Exército, Tenente-General Mário Gustavo da Silva, apelou, no Huambo, aos militares para que sejam exemplos de civismo, patriotismo, disciplina e responsabilidade, tanto dentro quanto fora dos quartéis.

O Oficial General falou no sábado, em representação do Comandante deste ramo das Forças Armadas Angolanas (FAA), no encerramento da 17.ª Reunião Metodológica dos Órgãos de Educação Patriótica do Exército, realizada no Quartel-General da Região Militar Centro.

Na ocasião, afirmou que o Militar deve constituir um exemplo perante a sociedade, com foco no fortalecimento da ligação entre o Exército e o povo.

Segundo informações avançadas pela Angop, o Comandante-adjunto recomendou o combate à criminalidade, ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas e à fuga à paternidade nas fileiras.
Advertiu, igualmente, contra a exposição não autorizada de fardamentos, instalações castrenses e rotinas dos quartéis nas redes sociais.

O Oficial considerou a Educação Patriótica “a alma do Exército”, dada a sua importância na formação da disciplina, da coesão, do espírito de sacrifício e do amor à Pátria.

Defendeu, por isso, a valorização da história, dos símbolos e dos heróis da Nação no processo de formação do efectivo, reforçando o sentido de pertença.

A assistência psicológica e o bem-estar das tropas também foram apontados como prioridades.

O Tenente-General orientou a identificação precoce de sinais de isolamento ou depressão entre os efectivos, sublinhando que a saúde mental é fundamental para a prontidão combativa.

De acordo com o General, o encontro permitiu analisar os métodos de trabalho e traçar orientações para elevar a qualidade do trabalho educativo-patriótico face aos novos desafios internos e externos.

Mário Gustavo da Silva apelou aos participantes para que transformem as conclusões em acções concretas nas respectivas unidades. “Que os resultados saídos desta reunião honrem o passado, sirvam o presente e garantam o futuro da Pátria”, reforçou.

O Comandante-adjunto defendeu ainda uma posição de vanguarda da Educação Patriótica no processo de reestruturação, redimensionamento e reequipa

QUANDO AS ESTRADAS MATAM COMO UMA GUERRAPorque a Sinistralidade Rodoviária Deve ser Reconhecida como uma Ameaça à Segura...
10/08/2026

QUANDO AS ESTRADAS MATAM COMO UMA GUERRA
Porque a Sinistralidade Rodoviária Deve ser Reconhecida como uma Ameaça à Segurança Nacional

Por: Hélder Cafala - Especialista em Defesa e Segurança Nacional

Há tragédias que chocam o país durante alguns dias. As imagens circulam, as manchetes sucedem-se, as famílias choram os seus mortos e, pouco tempo depois, tudo parece voltar à normalidade. Mas a verdade é que a normalidade nunca regressa para quem perdeu um pai, uma mãe, um filho ou um irmão.

Foi exactamente isso que voltou a acontecer recentemente no Cuanza-Sul, quando um autocarro de passageiros colidiu com uma motorizada de três rodas que transportava combustível. A violência do impacto provocou uma explosão de grandes proporções que tirou a vida a dezenas de cidadãos angolanos e deixou muitos outros gravemente feridos.

Este episódio não deve ser tratado apenas como mais um acidente de viação.

Ele deve ser encarado como um sério alerta nacional.

A verdade é dura, mas precisa de ser dita: AS ESTRADAS ANGOLANAS ESTÃO A MATAR EM SILÊNCIO.

Enquanto concentramos grande parte da nossa atenção nas ameaças tradicionais à segurança, como o terrorismo, o crime organizado ou os conflitos armados, uma ameaça permanente continua a ceifar vidas todos os dias, diante dos nossos olhos.

Segundo dados divulgados pelas autoridades nacionais, a sinistralidade rodoviária continua entre as principais causas de morte em Angola, sendo frequentemente apontada como a segunda causa de mortalidade no país. São milhares de vidas perdidas, milhares de famílias destruídas e enormes prejuízos económicos e sociais todos os anos.

Perante esta realidade, impõe-se uma reflexão que talvez nunca tenha sido colocada com a profundidade necessária:

NÃO SERÁ A SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA UMA VERDADEIRA AMEAÇA À SEGURANÇA NACIONAL?

Na nossa opinião, a resposta é claramente afirmativa.

A Lei n.º 15/24, de 10 de Setembro, ao definir a Segurança Nacional numa perspectiva ampla, ultrapassa a visão tradicional centrada exclusivamente na defesa militar. A segurança nacional consiste igualmente na protecção da vida humana, da estabilidade social, da economia, das instituições e do funcionamento regular do Estado.

Ora, quando um fenómeno provoca milhares de mortos, incapacita cidadãos em idade activa, sobrecarrega hospitais, reduz a produtividade económica, aumenta a pobreza e gera insegurança permanente, deixa de ser apenas um problema de trânsito.

Passa a ser um problema estratégico.

Passa a ser uma questão de Segurança Nacional.

Existe, porém, um elemento que merece particular atenção.

Hoje, em praticamente todas as províncias angolanas, milhares de cidadãos dependem diariamente dos motociclos para trabalhar. Os conhecidos kupapatas, designação popular em muitas regiões do país para os mototaxistas, prestam um serviço importante de mobilidade, sobretudo onde os transportes públicos ainda não conseguem responder às necessidades da população.

É importante deixar claro que O PROBLEMA NÃO É O MOTOCICLO, NEM A PROFISSÃO DE MOTOTAXISTA.

O problema reside na utilização irregular e, muitas vezes, ilegal destes veículos por uma parte dos seus operadores.

Infelizmente, continuam a verificar-se situações como:

• condução sem carta;
• circulação sem matrícula;
• ausência de seguro obrigatório;
• excesso de passageiros;
• transporte de crianças sem qualquer protecção;
• circulação sem capacete;
• excesso de velocidade;
• ultrapassagens perigosas;
• circulação em contramão;
• desrespeito pelos semáforos;
• transporte de cargas incompatíveis com o veículo;
• transporte ilegal de combustível;
• transporte de botijas de gás;
• condução sob efeito de álcool;
• utilização de motociclos sem condições mecânicas.

Cada uma destas infracções representa um risco.

Quando várias delas acontecem em simultâneo, deixam de constituir simples infracções rodoviárias para se transformarem numa ameaça permanente à vida humana.

O acidente do Cuanza-Sul ilustra precisamente esta realidade.

Uma motorizada de três rodas transportava combustível de forma incompatível com os requisitos de segurança. Bastou uma colisão para provocar uma explosão devastadora.

Não foi apenas uma fatalidade.

Foi a consequência de um conjunto de falhas que envolveram fiscalização, prevenção, educação rodoviária e cumprimento da lei.

É precisamente por isso que Angola precisa de dar um novo passo.

Assim como o Estado possui estratégias nacionais para enfrentar outras ameaças, deve igualmente desenvolver uma verdadeira Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária integrada no Sistema de Segurança Nacional.

Isso significa investir mais na prevenção do que na reacção.

Significa reforçar a fiscalização inteligente.

Significa formar e certificar os mototaxistas.

Significa combater o transporte ilegal de combustíveis.

Significa promover educação rodoviária desde a escola primária.

Significa utilizar tecnologia para monitorizar os principais corredores rodoviários.

Significa envolver todos os sectores do Estado, porque este problema não pertence apenas à Polícia Nacional ou ao Ministério dos Transportes.

Pertence a todos.

Mais importante ainda, pertence a cada cidadão.

Nenhuma lei será suficiente se continuarmos a aceitar como normal aquilo que nunca deveria ser normal.

Não é normal conduzir sem habilitação.

Não é normal transportar cinco pessoas numa motorizada.

Não é normal transportar combustível em recipientes improvisados.

Não é normal ignorar o capacete.

Não é normal colocar diariamente vidas em risco.

A cultura da segurança começa em cada decisão individual.

Talvez tenha chegado o momento de Angola reconhecer oficialmente aquilo que a realidade já demonstra há muitos anos.

As nossas estradas também são um espaço de defesa da vida.

Também são um espaço de segurança.

Também são um espaço de protecção da Nação.

Porque uma Nação não se enfraquece apenas quando enfrenta conflitos armados.

Uma Nação também se enfraquece quando perde, todos os dias, os seus cidadãos mais produtivos em acidentes que, na sua grande maioria, poderiam ser evitados.

QUE A TRAGÉDIA DO CUANZA-SUL NÃO SEJA APENAS MAIS UM EPISÓDIO DOLOROSO DA NOSSA HISTÓRIA. QUE SEJA O MOMENTO EM QUE ANGOLA DECIDIU OLHAR PARA AS SUAS ESTRADAS COMO UM VERDADEIRO ESPAÇO DE SEGURANÇA NACIONAL. PORQUE UMA NAÇÃO FORTE NÃO É APENAS AQUELA QUE PROTEGE AS SUAS FRONTEIRAS; É, ACIMA DE TUDO, AQUELA QUE PROTEGE A VIDA DO SEU POVO. ENQUANTO UM ÚNICO ANGOLANO CONTINUAR A MORRER POR CAUSAS EVITÁVEIS NAS NOSSAS ESTRADAS, HAVERÁ UMA BATALHA QUE O ESTADO, AS INSTITUIÇÕES E CADA CIDADÃO AINDA TERÃO DE VENCER. DEFENDER ANGOLA COMEÇA, TAMBÉM, POR SALVAR VIDAS NAS ESTRADAS.

🌊 5.º Curso de Segurança Marítima – Instituto de Defesa NacionalO Instituto de Defesa Nacional convida à participação no...
10/08/2026

🌊 5.º Curso de Segurança Marítima – Instituto de Defesa Nacional

O Instituto de Defesa Nacional convida à participação no 5.º Curso de Segurança Marítima, uma formação estratégica que reforça as capacidades nacionais na proteção, gestão e defesa do espaço marítimo da República de Angola.

📌 Finalidade

Capacitar quadros civis e militares para actuarem na Arquitetura Nacional da Segurança do Mar, assegurando uma resposta coordenada e eficaz às ameaças marítimas contemporâneas.

📈 Resultados Esperados

Os participantes serão capazes de:
• Dominar os fundamentos da Segurança Marítima segundo a Lei n.º 15/24;
• Compreender a Arquitectura Nacional da Segurança do Mar como subsistema da Segurança Nacional;
• Reforçar a coordenação interinstitucional entre órgãos civis e militares;
• Identificar e avaliar riscos e ameaças marítimas com metodologias estratégicas;
• Promover a proteção das infraestruturas críticas e dos interesses marítimos nacionais;
• Contribuir para políticas públicas e estratégias integradas alinhadas com compromissos nacionais, regionais e internacionais.

📅 24 a 28 de Agosto de 2026

📍 Luanda – Instituto de Defesa Nacional
⏱️ 20 horas | 1 semana | Presencial
🎓 Certificação Oficial do IDN
⚠️ Vagas limitadas

07/08/2026

O PAPEL DA DIPLOMACIA DE DEFESA NOS ESTADOS

A Diplomacia de Defesa desempenha um papel fundamental no fortalecimento das relações entre os Estados, na prevenção de conflitos e na promoção da segurança e da estabilidade.

Compreender o seu papel é preparar-se para enfrentar os desafios estratégicos do presente e do futuro.

📚 Inscreva-se e fortaleça o seu conhecimento.

Instituto de Defesa Nacional
Pensamento Estratégico ao Serviço da Nação.

07/08/2026

SEXTA-FEIRA DE LITERATURA

O Instituto de Defesa Nacional (IDN) incentiva a literatura como um instrumento essencial para a produção do conhecimento, o desenvolvimento do pensamento crítico e o fortalecimento da cultura estratégica.

Ler é compreender e fortalecer a Nação.

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Pensamento Estratégico ao Serviço da Nação.

06/08/2026

VISITA DE TRABALHO DE SUA EXCELÊNCIA O SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A DEFESA NACIONAL ÀS INSTALAÇÕES DO INSTITUTO DE DEFESA NACIONAL

No âmbito da agenda de visitas de trabalho às instituições tuteladas pelo Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Sua Excelência o Secretário de Estado para a Defesa Nacional, General Domingos André Tchikanha, efectuou uma visita ao Instituto de Defesa Nacional (IDN).

A visita teve como propósito constatar o estado de funcionamento do Instituto de Defesa Nacional, bem como conhecer os seus principais programas, projectos e actividades, inteirando-se do contributo da instituição para a formação estratégica de quadros civis e militares, para a investigação científica e para a produção do pensamento estratégico ao serviço da Defesa e da Segurança Nacional.

Durante a visita, o Secretário de Estado recebeu uma apresentação institucional sobre a missão, organização, capacidades e perspectivas de desenvolvimento do IDN, tendo igualmente apreciado os principais desafios e prioridades estratégicas da instituição.

Instituto de Defesa Nacional
Pensamento Estratégico ao Serviço da Nação.

VOCÊ SABIA? Que um cidadão civil também pode fazer Diplomacia de Defesa?A Diplomacia de Defesa e a Diplomacia de Seguran...
06/08/2026

VOCÊ SABIA?

Que um cidadão civil também pode fazer Diplomacia de Defesa?

A Diplomacia de Defesa e a Diplomacia de Segurança Nacional são exercidas por civis e militares, quando representam o Estado em matérias relacionadas com a defesa, a segurança, a cooperação internacional e os interesses estratégicos nacionais.

Inscreva-se já e aprofunde os seus conhecimentos sobre Diplomacia de Defesa.

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Pensamento Estratégico ao Serviço da Nação.

O PAPEL DA DIPLOMACIA DE DEFESA NOS ESTADOSA Diplomacia de Defesa desempenha um papel fundamental no fortalecimento das ...
04/08/2026

O PAPEL DA DIPLOMACIA DE DEFESA NOS ESTADOS

A Diplomacia de Defesa desempenha um papel fundamental no fortalecimento das relações entre os Estados, na prevenção de conflitos e na promoção da segurança e da estabilidade.

Compreender o seu papel é preparar-se para enfrentar os desafios estratégicos do presente e do futuro.

📚 Inscreva-se e fortaleça o seu conhecimento.

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LEADS DE NOTÍCIAS As Forças Armadas Angolanas necessitam de Investigadores Militares capazes de produzir soluções adapta...
04/08/2026

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As Forças Armadas Angolanas necessitam de Investigadores Militares capazes de produzir soluções adaptadas à realidade Nacional e que publiquem, investiguem, inovem e contribuam para o desenvolvimento da Doutrina Militar Angolana, defendeu, recentemente, o Chefe do Estado-Maior General Adjunto, General Jaime Manuel Pombo Vilinga.

Fonte: Jornal de Angola

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