Cidade de Arceburgo MG

Cidade de Arceburgo MG Notícias sobre o município de Arceburgo e as mineirices do Estado.

Uma bela lembrança da Praça Matriz em 1986. No registro, um ônibus preparado para uma romaria rumo ao Santuário Nacional...
03/06/2026

Uma bela lembrança da Praça Matriz em 1986. No registro, um ônibus preparado para uma romaria rumo ao Santuário Nacional de Aparecida, levando consigo a fé, a esperança e as orações de muitos arceburguenses.

Ao fundo, um detalhe que desperta a memória de quem viveu aquela época: os tradicionais canteiros que ornamentavam a Praça da Matriz, em frente à Igreja São João Batista.

Quem se lembra desses canteiros? E das romarias que partiam da praça, reunindo famílias, amigos e devotos em uma emocionante jornada de fé?

📸 Um retrato de um tempo que permanece vivo na memória e no coração de nossa comunidade.

Para uma geração inteira de católicos arceburguenses, a fé foi construída por pessoas simples, dedicadas e silenciosas, ...
03/06/2026

Para uma geração inteira de católicos arceburguenses, a fé foi construída por pessoas simples, dedicadas e silenciosas, que fizeram da missão um verdadeiro testemunho de vida.
Entre elas, a ilustre Dona Alzira Stephani Fernandes, que recebeu, em 1988, a missão canônica de Ministra Extraordinária da Comunhão Eucarística pela Diocese de Guaxupé. Mais do que um documento, esta credencial representa anos de serviço, compromisso e amor à Igreja, levando a Eucaristia aos fiéis e fortalecendo a comunidade de São João Batista, em Arceburgo.
Uma bela recordação de um tempo em que a fé era vivida com profunda devoção, dedicação e espírito de serviço.
Memórias que merecem ser preservadas. Histórias que ajudam a construir a identidade de nossa comunidade. 🙏📜⛪️
Paróquia São João Batista Arceburgo

Um registro histórico e orginal do tradicional Hotel David, em Arceburgo, nos idos da década de 1970.Sob os cuidados de ...
03/06/2026

Um registro histórico e orginal do tradicional Hotel David, em Arceburgo, nos idos da década de 1970.

Sob os cuidados de Dona Cecília Galvani e do saudoso Senhor Paulo David, o hotel tornou-se muito mais do que um estabelecimento de hospedagem: foi um ponto de encontro, acolhimento e convivência para gerações de arceburguenses e visitantes. Ao longo de décadas, atendeu incontáveis pessoas com dedicação, simplicidade e hospitalidade exemplar.

As famosas marmitas do Hotel David entraram para a memória afetiva da cidade, conquistando fama pela fartura, pelo sabor e pelo carinho com que eram preparadas.

Na fotografia, sentado na escada, aparece o próprio Paulinho do Hotel, Paulo Guidorizzi David, figura muito querida por todos que tiveram o privilégio de conhecer sua história.

Quem se lembra de quando era assim?

Acervo: Douglas David e Família.

ARCEBURGO UNIDA POR UM GRANDE SONHO!A Paróquia São João Batista está dando um importante passo para o futuro de nossa co...
01/06/2026

ARCEBURGO UNIDA POR UM GRANDE SONHO!
A Paróquia São João Batista está dando um importante passo para o futuro de nossa comunidade: a construção do Salão Paroquial “Dona Adma Maffud Perucello”, um espaço que será dedicado à evangelização, à formação cristã, aos encontros pastorais e às atividades que fortalecem nossa fé e a convivência entre as famílias.
Mais do que uma obra de concreto e tijolos, este salão será um local de acolhimento, união, serviço e crescimento espiritual para as gerações de hoje e de amanhã.
Por isso, convidamos toda a população de Arceburgo a abraçar esta causa. Cada contribuição, independentemente do valor, representa um gesto de amor, solidariedade e compromisso com o futuro de nossa comunidade.
🤝 Sua ajuda faz a diferença!
Cada doação é um tijolo colocado na construção deste sonho coletivo.
❤️ Vamos unir forças e transformar este projeto em realidade. Contamos com você, sua família e seus amigos para que esta grandiosa obra saia do papel e se torne um patrimônio de todos nós.
Ajude. Compartilhe. Participe.
Juntos construiremos um espaço de fé, esperança e fraternidade para toda Arceburgo.

01/06/2026

Os carnês do IPTU começaram a chegar às residências e, junto com eles, uma verdadeira enxurrada de reclamações tomou conta das redes sociais.
Moradores afirmam que os valores cobrados neste ano sofreram aumentos expressivos, chegando, segundo relatos publicados nas redes, a praticamente dobrar muitas vezes o valor em alguns casos. A repercussão foi imediata e o sentimento predominante entre muitos contribuintes é de indignação e inconformismo com a Lei Municipal nº 2.133/2025 de autoria e sancionada pela Prefeitura, que reajustou os valores.
Em meio às críticas, diversos cidadãos passaram a questionar como os recursos arrecadados serão utilizados. Entre os assuntos mais comentados está a contratação de um show da dupla Gian & Giovani, cujo custo será de R$ 317 mil (somente de cachê artístico), valor que tem sido comparado por moradores ao peso do aumento tributário suportado pela população: Um cachê artístico altíssimo para uma dupla que está há anos e anos fora das paradas de sucesso.
Outras publicações nas redes sociais também têm levantado questionamentos sobre os recentes reajustes nos salários dos secretários municipais, que passaram a receber R$ 8 mil mensais. Internautas têm associado o aumento da arrecadação às novas despesas da administração.
A polêmica ganhou ainda mais força porque o carnê do IPTU traz a imagem do Paço Municipal JK (prédio da Prefeitura que está em obras), viabilizada com recursos federais, (e não com dinheiros próprios de IPTUs) o que gerou novos debates e críticas sobre a mensagem transmitida aos contribuintes. A propósito, as obras de revitalização do prédio da Prefeitura foram motivadas após sucessivas cobranças do vereador Tim da Égua.
Enquanto a Prefeitura ainda é cobrada por esclarecimentos mais detalhados, as redes sociais seguem tomadas por comentários, críticas e questionamentos. Uma coisa é certa: o aumento do IPTU se transformou em um dos assuntos mais discutidos da cidade.

Notícias sobre o município de Arceburgo e as mineirices do Estado.

Um projeto de lei que limita o uso de recursos públicos para custear shows em Minas Gerais conquistou apoio unânime de p...
23/05/2026

Um projeto de lei que limita o uso de recursos públicos para custear shows em Minas Gerais conquistou apoio unânime de parlamentares, durante audiência pública realizada pela Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O PL 5.656/26, de autoria do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), estabelece que o valor máximo para contratação de artistas, fixa limite de R$ 500 mil para cachês de shows em Minas, ou 1% da receita corrente líquida do município. O limite inclui cachê, transporte até a cidade, alimentação e demais despesas específ**as do espetáculo. Hospedagem e translado terão teto adicional de 10%.
Felizmente, o show da dupla Gian & Giovani em Arceburgo ainda escaparia das amarras do projeto de lei do deputado Arantes. Afinal, o cachê artístico de modestos R$ 316,8 mil permanece abaixo do teto previsto no projeto de lei estadual. O valor do show corresponde a cerca de 90% do custo da Elevatória de Esgoto do Loteamento Gimar Mello, obra que precisou ser financiada junto a instituições bancárias.
A festa com uma das maiores duplas do Brasil, promete reunir milhares de pessoas ao som de sucessos nacionais para celebrar o aniversário de emancipação política do município.

TCE EMITE ALERTA AOS MUNICÍPIOS
Por conta dos caríssimos shows pagos com dinheiro público. O TCE-MG emitiu um alerta direto para todos os prefeitos e prefeitas de Minas Gerais. Por meio do Ofício Circular nº 9923/2026, o Tribunal identificou impropriedades recorrentes em contratações de artistas e estruturas para eventos festivos com recursos públicos.
As orientações do Tribunal, são para evitar:
1. Sobrepreço — o valor pago ao artista precisa ser compatível com o mercado. Pesquisa de preços é obrigatória antes da contratação.
2. Gastos com festas em contexto de restrição financeira — gastar com shows enquanto saúde, educação e saneamento f**am comprometidos pode configurar despesa ilegítima.
3. Ausência de retenção tributária — o município tem obrigação de reter os impostos devidos sobre serviços artísticos.
4. Contrato sem crédito orçamentário — todo contrato precisa indicar o crédito pelo qual correrá a despesa, com classif**ação funcional programática.
5. Contratação fora do PCA — se o evento não está previsto no Plano de Contratações Anual, a contratação pode ser questionada.
📌 Fundamento: Ofício Circular TCE-MG nº 9923/2026 | Arts. 18, 23, 92 e 94 da Lei 14.133/2021 | Recomendação Conjunta nº 01/2022.

A tradicional caminhada de Santa Rita reuniu fé, devoção e espírito de comunidade em Arceburgo. Em um momento marcado pe...
23/05/2026

A tradicional caminhada de Santa Rita reuniu fé, devoção e espírito de comunidade em Arceburgo. Em um momento marcado pela oração, reflexão e união entre famílias e amigos, os participantes demonstraram a força da religiosidade e a importância de manter vivas as tradições que fazem parte da história da cidade. Mais do que uma caminhada, foi um verdadeiro testemunho de fé e esperança, celebrado com emoção e grande participação popular.
Fotos: .breve
Paróquia São João Batista Arceburgo

15/05/2026

MUDANÇA NO NOME DO PAÇO MUNICIPAL PROVOCA REAÇÃO E DIVIDE CÂMARA DE ARCEBURGO. PREFEITURA TENTA SUBSTITUIR NOME DE JK EM PRÉDIO PÚBLICO E ENFRENTA QUESTIONAMENTOS LEGAIS ⬇️

A tentativa da Prefeitura de Arceburgo de alterar a denominação do Paço Municipal provocou forte reação política e jurídica no município. O Projeto de Lei encaminhado pelo Executivo pretende substituir o nome do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek de Oliveira — JK — por homenageado local que exerceu o cargo de prefeito em período em que os chefes do Executivo municipal ainda eram nomeados pelo Governador do Estado, e não escolhidos pelo voto popular.

A proposta gerou imediata controvérsia por envolver a retirada do nome de uma das figuras mais emblemáticas da história política brasileira. JK foi presidente da República, governador de Minas Gerais, senador, deputado federal, prefeito de Belo Horizonte, médico, oficial da Polícia Militar mineira e personagem central da construção de Brasília, sendo reconhecido nacionalmente como um dos maiores líderes políticos da história do país.

Além do debate político e simbólico, o tema também levanta questionamentos jurídicos relevantes. Vereadores e setores da sociedade sustentam que o projeto possui vício de origem legislativa e afronta normas municipais já existentes. Isso porque o prédio da Prefeitura já possui denominação oficial estabelecida pela Lei Municipal nº 766/1982, aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito da época em 1983.

Documentos históricos e fotografias do período demonstram a oficialização da homenagem a JK durante a inauguração do Paço Municipal. Nas imagens aparecem o então prefeito Jamil Nicolau e o ex-prefeito José Carlos Pedreira de Freitas, apontado como idealizador da construção do prédio público.

Outro ponto levantado pelos críticos da proposta é a existência da Lei Municipal nº 1610/2011, também aprovada pelo Legislativo e sancionada pelo Executivo municipal, que determina que alterações de denominação de vias públicas e logradouros — incluindo prédios públicos — somente possam ocorrer mediante consulta popular ou referendo. Segundo defensores da manutenção do nome de JK, a norma foi criada justamente para evitar mudanças casuísticas motivadas por interesses políticos transitórios ou conveniências administrativas de governos momentâneos.

A discussão dividiu a Câmara Municipal e intensificou o debate público em Arceburgo. A propositura teve pedido de “vista” pelo plenário da Casa e na sessão de ontem (dia 14) houve deliberação de um sobrestamento do Projeto, o que foi acatado pela maioria. Enquanto a Prefeitura demonstra intenção de manter a tramitação da matéria, vereadores defendem a preservação da legalidade das leis já vigentes e ressaltam a importância histórica do nome de Juscelino Kubitschek para Arceburgo, Minas Gerais e o Brasil.

Nos bastidores, também ganhou força a interpretação de que a mudança estaria associada à reforma atualmente realizada no Paço Municipal, após cobranças do Legislativo. Parte da população questiona se haveria interesse político em substituir a identif**ação histórica do prédio para inserir nova placa institucional com os nomes dos atuais representantes públicos do município, hipótese que ampliou ainda mais a repercussão da proposta.

A Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal um projeto para alterar a denominação do Paço Municipal, sede administrativa ...
13/05/2026

A Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal um projeto para alterar a denominação do Paço Municipal, sede administrativa do Executivo. O detalhe que transforma a proposta em algo digno de espanto político é que o prédio já possui nome: Paço Municipal Juscelino Kubitschek, atraves da Lei Municipal nº 766/1982.
Sim, Juscelino Kubitschek. O ex-presidente da República, ex-governador de Minas Gerais, ex-senador, ex-deputado federal, ex-prefeito de BH, médico, oficial da Policia Militar mineira, fundador de Brasília e um dos maiores personagens da história política mineira e nacional aparentemente virou um obstáculo burocrático a ser removido por conveniência administrativa.
A iniciativa não apenas causa perplexidade jurídica — já que existe legislação municipal disciplinando alterações dessa natureza — como também demonstra um curioso desapego à memória institucional do município. Afinal, o prédio foi inaugurado sob essa denominação pelos ex-prefeitos Jamil Nicolau e João Carlos Pedreira de Freitas, com cerimônia solene, placa oficial e bênção do Monsenhor Ornellas. Tudo isso, ao que parece, agora pode ser tratado como mero detalhe decorativo.
Evidentemente, a proposta não atinge apenas o nome de JK. Ela acaba lançando uma sombra sobre toda a construção histórica daquele momento: ex-prefeitos, vereadores da época, lideranças religiosas e a própria memória administrativa do município passam a ser tratados como peças facilmente descartáveis, substituíveis conforme o humor da gestão da vez.
A ironia ganha contornos ainda mais curiosos quando se lembra que a reforma do prédio conta justamente com recursos públicos federais — dinheiro oriundo da mesma estrutura estatal que JK ajudou a consolidar e modernizar durante sua trajetória política. Nada mais simbólico do que utilizar verba federal para retirar da fachada o nome de um dos maiores defensores do desenvolvimento nacional.
Mas talvez o ponto mais emblemático seja outro: a Prefeitura parece ter encontrado tempo e energia para travar uma cruzada contra uma placa histórica enquanto Arceburgo convive com problemas muito mais concretos e urgentes. O caso do Loteamento Gimar Mello é um exemplo evidente. Mais de 190 famílias aguardam há mais de sete anos pela regularização e entrega de seus lotes. Ainda assim, a prioridade administrativa parece ser uma batalha nominal contra o Paço JK.
O projeto também escancara um certo amadorismo político e jurídico. Isso porque a Lei Municipal nº 1.610/2011 aprovada na gestão Toninho da Bolsa estabelece que alterações de denominação dessa natureza devem ser precedidas de referendo. Ou seja: além da controvérsia histórica e simbólica, existe ainda um possível atropelo legislativo no caminho.
A proposta de substituir o nome de JK pelo de um ex-prefeito causa ainda mais estranheza quando se observa que o homenageado já possui reconhecimento público no município, dando nome à principal e mais importante via da Vila Progresso. O mais coerente — e verdadeiramente respeitoso com sua memória e com seus familiares — seria que a Prefeitura direcionasse esforços para solucionar demandas concretas ligadas ao legado de seu nome, empenhando-se também na regularização do Loteamento Alfeu Lippi. Isso sim representaria uma homenagem legítima, útil à população e compatível com a relevância histórica de quem se pretende enaltecer.
Será que o Paço JK será apenas mais um capítulo da já tradicional política municipal de “reciclagem de homenagens”, onde nomes históricos vão sendo convenientemente apagados conforme o improviso administrativo da vez? Afinal, Arceburgo já assistiu ao sumiço simbólico das referências a Dona Zé, Dona Alice Andrade Terra e Professora Inês Perez Fernandes Moraes, mulheres ilustres cuja memória parece ter perdido espaço nos prédios públicos.
No fim, a sensação que f**a é a de que Arceburgo entrou numa fase administrativa peculiar, onde a solução dos grandes problemas pode esperar, mas a substituição de nomes históricos virou pauta urgente. E Juscelino Kubitschek, responsável por erguer Brasília em meio ao cerrado, agora corre o risco de não conseguir permanecer nem na fachada da Prefeitura de Arceburgo.

Padre Marcelo será homenageado com o título de Cidadão Arceburguense - A Câmara Municipal de Arceburgo prestará uma just...
04/05/2026

Padre Marcelo será homenageado com o título de Cidadão Arceburguense - A Câmara Municipal de Arceburgo prestará uma justa e signif**ativa homenagem ao Padre Marcelo Nascimento, que será agraciado com o título de Cidadão Arceburguense. Em mais de dois anos de sacerdócio no município, sua atuação já deixa marcas profundas na vida da comunidade, destacando-se pela espiritualidade sólida, dedicação pastoral, capacidade de acolhimento, liderança comunitária, compromisso com a tradição e a liturgia, comunicação clara e inspiradora. sensibilidade social, pelo carinho e dedicação com as crianças nos eventos da Paróquia e pela presença firme e atuante nos festejos católicos da cidade — sempre com caráter beneficente e espírito de serviço.
A iniciativa da homenagem é de autoria do vereador Matheus Donato e contou com a adesão unânime de todos os demais vereadores, demonstrando o reconhecimento coletivo pelo trabalho pastoral e social desenvolvido pelo sacerdote.
A cerimônia solene de entrega do título acontecerá no dia 03 de junho, em um momento especial em que outras personalidades também serão agraciadas com a outorga legislativa. São elas:
André Vinícius Portes da Silva
Gabriel Miachon Santos
Luis Fernando dos Reis
Cristiano Antônio Fachi
Gian Augusto Batista de Mello
Gabrieli Vieira de Jesus
Francisco Faustino dos Santos
Patrícia Helena Rodrigues Greghi
Elias César Leandro
Será, sem dúvida, uma noite de celebração, reconhecimento e gratidão àqueles que contribuem de forma signif**ativa para o desenvolvimento humano, social e espiritual de Arceburgo.
Foto: .breve
Paróquia São João Batista Arceburgo

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Arceburgo, MG

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