As novas tecnologias de comunicação não devem ser instrumentos exclusivos dos ricos e poderosos; devem ser usadas para a interação democrática e para a luta contra a pobreza. Para isso, são necessários um mercado competitivo e um equilíbrio entre eficiência e equidade, entre as preocupações locais e as globais
Com o espírito do inconformismo que transforma e da audácia que faz com que as coisas ac
onteçam, é que resolvemos propor ao nosso partido a criação de um núcleo temático que se preocupe, entre tantas coisas, a pensar, discutir e propor sugestões para que os empresários participem da política sob a ótica da responsabilidade, em aliar o comércio e a produção com o uso de tecnologia a favor de um mundo mais fraterno e tolerante. Assim em 04 de Outubro de 1999, nasceu o projeto de criação do PSDB Empresarial – A Participação e a Responsabilidade do empresário na Política e no Desenvolvimento Nacional, de um PSDB mais presente, unido e transformador. Aliando nossas expectativas, acreditamos na participação indispensável do empresariado sul-mato-grossense no desenvolvimento de nosso País. Esperamos que essa prática se dê sob a égide da fraternidade, com as bênçãos de uma nova ética universal, construída pela nossa capacidade, inventividade e autonomia. Neste momento, estamos propondo o incentivo saudável à competição, mas com a análise aprofundada do custo/benefício, que não pode ignorar problemas como o desemprego, a poluição ambiental, o esgotamento de recursos naturais, as catástrofes ecológicas, a miséria e a ignorância. A busca desenfreada pelo progresso técnico, num mundo inundado pela informação, que é imprescindível, mas perigosa sem o nosso controle, pode desestabilizar a democracia e dificultar a governabilidade.
É necessário buscar o equilíbrio possível, numa ótica humanista entre o movimento de bens, serviços, capitais, entre nós e além das fronteiras regionais. E o homem tem que ser visto como o senhor da demanda e do consumo, e não como moeda descartável, facilmente substituível, cobaia de mentes gananciosas. O bem-estar, a felicidade, o convívio entre si e a natureza, a esperança de uma vida melhor tem que ser perseguida por todos. O progresso e a tecnologia não podem se sobrepor a isso, devem ser aceitos e trabalhados como meios e não como objetivos finais a serem conquistados. Essa é a proposta que fazemos; de um empresariado com responsabilidade social, idéia que toma corpo em nosso País e que pode ser o toque de Midas dessa nova era. Marcionil – Presidente do PSDB Empresarial de Campo Grande – MS.