Resistência/PSOL - Paraná

Resistência/PSOL - Paraná A Resistência é uma corrente política que resultou da união de diferentes militantes e organiza?

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É amanhã, não percam!
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Vem para PSOL com a gente!
21/03/2023

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PSOL: O partido onde a luta das mulheres se encontra!!!Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na política!Temos qu...
17/03/2023

PSOL: O partido onde a luta das mulheres se encontra!!!

Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na política!

Temos que ocupar todos os espaços

Venha para o PSOL!

Filie-se!

VENHA SER SEMENTE DE MARIELLE5 anos após o assassinato de Marille e Anderson, seguimos na luta por justiça para que os m...
14/03/2023

VENHA SER SEMENTE DE MARIELLE

5 anos após o assassinato de Marille e Anderson, seguimos na luta por justiça para que os mandantes sejam identificados e punidos.

Mas seguimos sobretudo na luta pelo legado de Marielle Franco, em defesa de justiça social para todas e todas.

Venha para o PSOL! O Partido de Marille Franco* e faça parte da construção e defesa do seu legado!

Marielle e Anderson
PRESENTES! ✊🏿👊🏿

https://vocenopsol.com.br/

🔴 CARTA ABERTA A TODA MILITÂNCIA DO PSOL NO PARANÁ🌻 UNIFICAR TODA A ESQUERDA NAS CAMPANHAS DE LULA E REQUIÃONo último sá...
05/08/2022

🔴 CARTA ABERTA A TODA MILITÂNCIA DO PSOL NO PARANÁ

🌻 UNIFICAR TODA A ESQUERDA NAS CAMPANHAS DE LULA E REQUIÃO

No último sábado (30), a Convenção da Federação PSOL-REDE, respaldada pela executiva estadual do PSOL e a direção estadual da REDE, deliberou por abrir negociações para coligação eleitoral com a Federação PT-PCdoB-PV, com o objetivo de unificar os partidos que estão com Lula na campanha de Requião para governador.

Saudamos esta decisão e avaliamos como necessária, responsável e correta. Apesar de ambas às Federações já estarem com discussões bastante avançadas na construção de suas chapas e de termos demorado demais em abrir esta possibilidade de coligação, todo o esforço político é válido no sentido de unificar a esquerda nas campanhas majoritárias Lula e Requião para derrotar Bolsonaro, Ratinho Jr., Moro, Álvaro Dias, a extrema direita e o lavajatismo.

Após negociações nesta semana, a proposta apresentada foi de coligação na candidatura de Requião e manter duas chapas de Senado com mesmo peso político e visibilidade, construindo ainda algumas dobradas prioritárias nas proporcionais, com figuras públicas fortes, para deputados federais e estaduais. Esta também é a tática, configuração eleitoral que o partido adotou em outros estados.

Diante da situação política difícil e considerando o atraso que tivemos em buscar efetivamente essas negociações, avaliamos que a proposta é boa e deve ser aceita pela Federação PSOL-REDE no Paraná.

🌻 A CORRELAÇÃO DE FORÇAS POLÍTICA E ELEITORAL EXIGE UNIDADE NAS RUAS E NAS ELEIÇÕES

O contexto político do país é muito grave. O golpismo bolsonarista está em marcha, visa mobilizar as massas reacionárias do campo da extrema direita, na perspectiva de viabilizar o ambiente político de golpe contra o resultado das eleições, é isso que pretendem com o ato reacionário convocado pra 7 de setembro. A carta aos brasileiros e brasileiras, que teve ampla adesão num espectro amplo das forças políticas e sociais do Brasil, é o sinal de que a situação política é perigosa.

No Paraná, Ratinho Jr. representa a coalizão de extrema direita que aplica a mesma política de Bolsonaro em nosso estado. Esta candidatura aglutina direita, extrema direita, bolsonarismo e lavajatismo, com o objetivo de derrotar a esquerda e os movimentos sociais, para manter o projeto de destruição das conquistas sociais, dos serviços públicos, do meio ambiente e da democracia.

A conjuntura, nacional e estadual, exige uma política que localize o PSOL PR e sua militância socialista junto ao movimento de massas de esquerda que estará nas ruas na campanha de Lula pra derrotar Bolsonaro e de Requião pra derrotar seu aliado Ratinho Jr. Nosso partido precisa contribuir nesta mobilização nas ruas e na disputa pelo voto.

Já são mais de uma centena de Comitês Populares de Luta em todo estado, todos estarão mobilizados para a disputa decisiva nas eleições. Em Curitiba, são cerca de 70 Comitês Populares já organizados, que unifica a ampla vanguarda que estará conectada às massas populares pra tentar derrotar a extrema direita que está no poder.

Ainda há tempo de mudar a política do partido. É preciso refletir sobre isso. É preciso mudar a política e orientar corretamente a militância socialista do nosso partido e esta responsabilidade está sob os ombros da direção majoritária do PSOL PR. É necessário e possível localizar nossas candidaturas proporcionais neste grande movimento que estará mobilizado nas ruas durante a campanha, pra disputar o voto neste espaço de esquerda que está se ampliando no Brasil e no nosso estado. Temos que evitar o isolamento do PSOL PR nessas eleições que serão as mais importantes desde a redemocratização com a CF de 88.

No Rio Grande do Sul, a Direção Estadual do PSOL mudou a política e corretamente decidiu compor a aliança eleitoral com a Federação PT-PCdoB-PV. Precisamos da mesma atitude política aqui no Paraná. Ainda há tempo de salvar o partido de um grave erro político.
Confiamos que esta reflexão e mudança de rumo ainda é possível no Paraná.

ASSINAM:

RESISTÊNCIA, PRIMAVERA SOCIALISTA E REVOLUÇÃO SOLIDÁRIA.

🔴 Qual deve ser a posição do PSOL no Paraná?➡️ Frente de Esquerda para derrotar Bolsonaro e Ratinho➡️ Nenhum acordo com ...
30/04/2022

🔴 Qual deve ser a posição do PSOL no Paraná?

➡️ Frente de Esquerda para derrotar Bolsonaro e Ratinho

➡️ Nenhum acordo com a Rede pra favorecer Ratinho

A eleição deste ano é a mais importante desde a redemocratização do país e exige enorme responsabilidade de todas as lideranças da esquerda brasileira.

A tarefa principal é derrotar o projeto fascista liderado por Jair Messias Bolsonaro e todos os seus aliados que concorrerão nas chapas majoritárias e proporcionais nos estados. Portanto, esta eleição, mais do que qualquer pleito anterior, terá um caráter nacionalizado devido a polarização entre extrema direita e esquerda, entre Bolsonaro e Lula.

Não se pode fechar os olhos para o gigantesco retrocesso que o país sofreu desde o impeachment de Dilma Rousseff (PT), que teve como principal consequência a chegada da extrema direita ao poder. Foram vários retrocessos no âmbito do meio ambiente, das conquistas sociais, dos serviços públicos, das reivindicações das pessoas oprimidas e das conquistas democráticas. A vida do povo piorou muito nos últimos anos, a maioria dos trabalhadores e da classe média sofre com a crise social e econômica, o desemprego está elevado, as tarifas de água e luz caras, a gasolina não para de subir e o gás de cozinha inacessível para parcela significativa da população. O mal estar social cresce a cada dia.

A experiência recente no Brasil não autoriza nenhuma organização de esquerda a menosprezar a força política, social e eleitoral que o bolsonarismo tem na sociedade. Bolsonaro está mais fraco em relação ao início do seu governo, mas ainda não está derrotado, recuperou-se nas últimas pesquisas, mas tem a máquina do estado, o apoio de parte da classe dominante, do alto comando das forças armadas e de partidos importantes do “centrão”. Além disso, a extrema direita tentará ampliar a sua força no Congresso Nacional e nos estados, elegendo governadores e parlamentares da aliança de extrema direita.

🟠 Frente de esquerda no Brasil e no Paraná

Para enfrentar esta situação política difícil a tática nacional do PSOL deve ser de Frente de Esquerda sem alianças com partidos de direita, tendo Lula como candidato à presidência e se contrapondo a presença do neoliberal Alckmin na vice. Com esta tática de independência de classe, o PSOL se prepara desde já para uma política contrária à presença, em um provável governo Lula, de ministros burgueses ligados ao sistema financeiro, agronegócio, imperialismo norte-americano, que certamente se oporão às reformas estruturais tão necessárias para uma mudança real na vida do povo. Se localiza como oposição de esquerda a um eventual governo de colaboração de classes, caso Bolsonaro seja derrotado nas eleições.
No entanto, Bolsonaro ainda não foi derrotado e a primeira tarefa do PSOL é ser parte do grande movimento de massas de esquerda que mobilizará milhões de pessoas para derrotá-lo por meio da eleição de Lula, sabendo ser crítico sempre que necessário e mantendo a defesa do seu programa.

No Paraná, o atual governador e candidato à reeleição, Ratinho Jr. (PSD), terá muita força política e a máquina do estado mobilizada na campanha. É um dos governadores mais alinhados à política do governo Bolsonaro, que lidera uma coalizão poderosa que abarca direita e extrema direita no estado e articula-se para ter os votos bolsonarista e lavajatista. O seu governo atacou os servidores e os serviços públicos estaduais, aplicou um projeto de enorme retrocesso na educação estadual, de militarização de diversas escolas, oprimiu indígenas , atuou para destruir o meio ambiente e foi contra os movimentos sociais do campo. Um governo completamente alinhado aos interesses das elites econômicas do Paraná.

Na atual situação política estadual, o único candidato capaz de fazer frente a Ratinho Jr. é Roberto Requião, recém-filiado ao PT. Diversas lideranças dos movimentos sociais já indicaram apoio às candidaturas Lula/Requião e dirigentes da Força Sindical do Paraná também se filiaram ao PT. Requião sempre ocupou o espaço à esquerda no estado, tem muita força nos movimentos sociais, no movimento sindical (metalúrgicos, rodoviários, serviços públicos, por exemplo) e, principalmente, na educação estadual. Sem dúvida é a principal figura pública com influência no eleitorado de esquerda e progressista do estado. Requião, inclusive, defende posições programáticas mais progressistas que a própria direção majoritária do PT, expressas por Lula, posicionou-se contra a aliança com Alkimim.

🟠 Porque a candidatura própria no Paraná é um erro grave

A política adotada pela direção majoritária do Diretório Estadual (DE) do PSOL-PR (Movimento Esquerda Socialista – MES) tem levado o partido ao isolamento em relação às demais forças da esquerda e ao próprio movimento de massas que se mobiliza pela esquerda. O boicote e o esvaziamento das iniciativas de frente única têm sido a tônica desta maioria no DE. A tática de candidatura própria, sem qualquer diálogo com os partidos que têm mais força política e social na classe trabalhadora, é mais um exemplo disso.
O atual momento exige responsabilidade política, temos a nível federal um governo de extrema direita com um presidente que lidera um projeto neofascista, no estado um governador alinhado com este projeto, ambos têm aplicado uma política que leva a classe trabalhadora à fome, ao desemprego, a miséria, ao desespero e a morte. Além disso, Jair Bolsonaro ameaça um golpe caso perca nas urnas. Diante disso, a tarefa número um neste ano é derrotar Bolsonaro e Ratinho, precisamos garantir uma poderosa unidade para impor uma derrota contundente a Bolsonaro já no primeiro turno, para diminuir a chances de questionamento do resultado da eleição e a ameaça de um golpe autoritário.

Diante da dramática situação brasileira é errado apostar, como defende o MES, em unidade da esquerda apenas no segundo turno, correndo o risco da direita e extrema direita se unificar contra Lula. No Paraná, precisamos fortalecer a frente de esquerda com Requião para evitar que Ratinho se reeleja já no primeiro turno.

É falsa a afirmação do MES que: “sem candidatura própria nosso programa não será apresentado”. A história dos partidos de esquerda demonstra que é possível fazer a luta programática com independência política por meio de táticas de unidade no terreno eleitoral. A defesa do programa poderá ser realizada através de nossas candidaturas proporcionais, dos materiais de campanha e por nossos militantes nas centenas de comitês de campanha que a frente de esquerda Lula e Requião terá nos movimentos sociais, bairros, universidades, igrejas, escolas e nos locais de trabalho e estudo. A candidatura própria, ao contrário, isolará o PSOL, sua militância e suas candidaturas de um poderoso movimento de massas de esquerda que envolverá milhões de pessoas no país.

🟠 A Federação com a Rede é um erro que favorecerá Ratinho Jr. e Bolsonaro

Não basta se dizer de esquerda, é preciso ter uma política de esquerda na prática. Boa parte da militância do PSOL Paraná ficou surpresa com a posição da maioria do DE (MES), corrente majoritária na direção estadual, em defender a federação partidária com a Rede Sustentabilidade, um partido que a principal figura pública compôs até o início de abril o governo Ratinho Jr. Nós não ficamos surpresos, porque a política sectária desta corrente leva, na prática, a capitulação à direita e extrema direita, foi assim com a Lava Jato e o culto à Sérgio Moro. Além disso, esta corrente se move pelo pragmatismo eleitoral, usa o aparato do partido apenas para sua autoconstrução e manutenção de seus mandatos. Para isso, vale tudo.

Pelo seu peso no estado, a federação será dirigida por quatro anos pela Rede Sustentabilidade, um partido que tem uma ala direita que fez parte do governo Ratinho até dias atrás. A única justificativa para a defesa desta federação parte de uma avaliação eleitoreira que visa apenas a manutenção dos mandatos nacionalmente, e uma autoconstrução do MES via candidatura própria no Paraná. As necessidades do movimento de massas que luta pra derrotar Bolsonaro e Ratinho, infelizmente foram relegadas ao último plano.
Salta aos olhos a contradição do MES, é contra a frente de esquerda com Lula e Requião, um movimento tático pontual para derrotar Bolsonaro e Ratinho, mas é a favor da fusão, por quatro anos, com um partido ligado à Ratinho Jr. Qual deve ser a hierarquia do PSOL para a tática? Pra garantir mandatos é valida a federação com a Rede por quatro anos, mas a frente de esquerda pontual pra derrotar um presidente neofascista não é uma tática necessária?

A federação com a Rede é um erro nacional e por isso fomos contrários a esta política, no Paraná é um erro ainda mais grave devido aos acordos do MÊS com a ala deste partido ligada a Ratinho. Um dos principais dirigentes da Rede no estado é Mauro Rockenbach, que já ocupou cargo no governo estadual, inclusive secretaria no governo Ratinho, se afastou do cargo recentemente para ser o principal pré-candidato a deputado federal da Rede.

Na última reunião do diretório estadual o presidente do PSOL Paraná, dirigente do MES, informou que já se reuniu com lideranças da Rede e que construíram um acordo em que esse partido apoiará a candidatura própria do PSOL ao governo estadual, em troca a Rede terá a maioria das vagas na chapa para deputados e deputadas. Esse é o acordo absurdo que está para ser efetivado e sequer os diretórios municipais e militância do partido foi consultada.

O acordo de candidatura própria ao governo estadual, vindo de um partido que faz parte do governo Ratinho, não é por acaso. Com esta política o PSOL favorecerá a reeleição de Ratinho Jr. por meio da divisão das candidaturas majoritárias de esquerda. Ao favorecer um aliado de Bolsonaro, consequentemente favorecerá a sua campanha de extrema direita em nosso estado. Além disso, o acordo garante que a Rede terá mais vagas na chapa proporcional, aumentando as suas chances para eleição de deputados e deputadas. É muito grave que os votos nas candidaturas do PSOL ajudem a eleger deputados desta ala direita da Rede, a começar por Mauro Rockenbach. A legenda do PSOL será utilizada pela ala direita da Rede ligada a Ratinho/Bolsonaro para alçar cadeiras no parlamento.

Enquanto isso, para o PSOL, esse acordo significará que, além de termos que cortar candidaturas de valorosos companheiros e companheiras que constroem nosso partido para dar espaço a ala direita da Rede que compõe o governo Ratinho, nossos votos proporcionais servirão para eleger deputados e deputadas aliados de Ratinho e Bolsonaro. Essa política do MES é errada e danosa a afirmação do PSOL enquanto alternativa de esquerda.

A política que o PSOL deve assumir no Paraná
Considerando o cenário político nacional, estadual, a polarização das eleições, a força da candidatura Requião no espaço de esquerda, junto aos movimentos sociais e a vanguarda progressista, levando em conta a caracterização do que representa a Rede Sustentabilidade no Paraná. Considerando ainda a situação minoritária do PSOL no estado diante do movimento de massas e na política institucional, a posição do PSOL Paraná para 2022 deve focar em dois pontos políticos:

➡️ 1. Defesa irrestrita da Frente de Esquerda sem alianças com a direita! Precisamos ser responsáveis diante da conjuntura e defender a política de frente de esquerda sem alianças com a direita em âmbito nacional e estadual, sendo parte da campanha de Lula e Requião com esta posição crítica, pois nesse momento derrotar Bolsonaro e Ratinho diz respeito a defender a vida da classe trabalhadora diante do nefasto projeto de extrema direita instalado no poder. Não se pode colocar a autoconstrução de qualquer corrente e o pragmatismo eleitoreiro acima disso. A tarefa número um da militância do PSOL é derrotar Bolsonaro e Ratinho.

➡️ 2. Nenhuma aliança e acordos com a Rede no Paraná! Em aprovada a federação com a Rede, pelo diretório nacional, a maioria do diretório estadual no PSOL não pode aceitar nenhum acordo que retire candidaturas a deputados do PSOL da disputa. Não pode acordar a candidatura própria ao governo estadual que dividirá a frente de esquerda e favorecerá a reeleição de Ratinho. Devido a sua ala direita, a Rede no Paraná está alinhada a Ratinho e consequentemente a Bolsonaro. No Paraná, qualquer acordo com este partido será uma capitulação a direita, extrema direita e ao bolsonarismo.

Psol não pode ser linha auxiliar do Ratinho no Paraná.
19/04/2022

Psol não pode ser linha auxiliar do Ratinho no Paraná.

O PSOL cometeu um erro ao aprovar a federação com a Rede. Nós da Resistência tivemos um posicionamento nítido: somos con...
30/03/2022

O PSOL cometeu um erro ao aprovar a federação com a Rede. Nós da Resistência tivemos um posicionamento nítido: somos contra a federação. O problema central é político, tem relação com o conteúdo da proposta e não com a forma de encaminhamento. Sempre é bom ter mais tempo para discussão, porém o maior ou menor tempo de debate não deve ser o centro da luta política sobre este tema que ainda vai continuar no Diretório Nacional do dia 18 de abril.

Veja como se deu, na executiva do Psol reunida no dia de hoje, a votação se deu da seguinte forma:

*Proposta 1* – Aprovar a federação e a forma de conduzir o debate – *Teve 12 votos (Primavera, MES, Revolução Solidária e Subverta)*; Após o MES destacou pela supressão apenas do item IV desta resolução, que está disponível na íntegra abaixo;

*Proposta 2* – Método de como fazer o debate (não tinha posição sobre o tema das federações e apenas encaminha uma forma de debate, com mais tempo e mecanismos prévios à votação no Diretório) – Teve 4 votos *(Fortalecer, Comuna e APS)*

*Abstenção com declaração de voto*, por ser contrária à federação – Teve 3 votos *(Resistência e Insurgência)*

Ainda que tenhamos solicitado para que as duas propostas fossem votadas em separado (contra e a favor sobre cada uma), por considerar que tratam de terrenos diferentes (o conteúdo e como fazer a discussão), infelizmente nosso pedido não foi acatado pela mesa.

O PSOL cometeu um erro ao aprovar a federação com a Rede. Nós da Resistência tivemos um posicionamento nítido: somos contra a federação. O problema central é político, tem relação com o conteúdo da proposta e não com a forma de encaminhamento. Sempre é bom ter mais tempo para discussã...

Estamos todas e todos na torcida pela recuperação do companheiro Guiga e vamos cobrar pela punição dos responsáveis por ...
14/03/2022

Estamos todas e todos na torcida pela recuperação do companheiro Guiga e vamos cobrar pela punição dos responsáveis por essa barbárie.

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