16/08/2019
Com frequência encontramos esses pacientes nas emergências intra e pré-hospitalares. Importante o reconhecimento e o devido encaminhamento e orientações.
Estudos americanos e europeus estimam que uma pessoa portadora de TRANSTORNO DE PÂNICO procura, em média de 4 a 7 vezes serviços de Emergência ou Pronto-Socorro até receberem o diagnóstico de transtorno de pânico.
Tal fato se deve aos sintomas desse transtorno de ansiedade simularem outras condições médicas. Principalmente, envolvendo o sistema neurológico e cardiovascular.
Estima-se que 6% dos indivíduos terão um ataque de pânico ao longo da vida.
Os sintomas mais comuns são.
📍Palpitação, dor no peito, taquicardia.
📍 Sudorese.
📍 Tremores.
📍 Visão turva.
📍 Sensação de perda de controle, morte iminente ou de que irá enlouquecer.
📍 Nausea, desconforto abdominal.
📍 Falta de ar.
📍 Dormências, perda de movimentos.
Os sintomas tem um pico de ansiedade em alguns minutos, são de grande sofrimento para o paciente e levam a um comportamento evitativo: medo de ter medo e fobia de ir a lugares ou enfrentar situações que possam precipitar novas crises de pânico.
Todos esses sintomas fazem com que o indivíduo procure o Departamento de Emergência, muitas vezes, pensando se tratar de um infarto agudo do miocárdio ou avc (acidente vascular cerebral). Após toda investigação, constata -se que não há nenhuma causa orgânica com os resultados dos exames normais.
Se você conhece alguém que convive com esse sofrimento encaminhe esse post e oriente procurar um Psiquiatra.