Bancada Hip Hop - PT

Bancada Hip Hop - PT Bancada Hip Hop, página cidade de São Paulo. Hip Hop como ferramenta de desenvolvimento social, cultural e econômico da periferia!

Bancada Hip Hop: Mais cultura, menos viatura
A Bancada Hip Hop é composta por três artistas e militantes do movimento Hip Hop paulistano: Lua Rodrigues, Rapper Pirata e Abrantes MC. Todos são articuladores de diversas ações para efetivação das políticas públicas culturais e de inclusão social, voltadas aos territórios periféricos. Nosso projeto político está constituído na luta contra o racismo es

truturado e o desenvolvimento de políticas públicas para inclusão social das juventudes periféricas da cidade de São Paulo. A Bancada Hip Hop, propõe um Mandato Popular composto, construído e compartilhado pela força e luta dos movimentos sociais, raciais, culturais, dos direitos humanos, das diversidades sexual e de gênero, além de apoiadores e da militância. Defendemos que as Políticas Públicas voltadas para o setor cultural sejam dinâmicas mediante uma cadeia produtiva periférica sustentável: financiamento, reestruturação/requalificação, territorialização dos equipamentos culturais, gestão participativa, diversidade cultural e monitoramento das ações culturais. A Bancada Hip Hop, têm como propostas legislativas: a efetivação das leis voltadas a políticas culturais; fortalecimento dos movimentos culturais periféricos; fortalecimento da estrutura política do movimento Hip Hop na cidade; ações afirmativas socioculturais, o enfrentamento do racismo institucional, o fortalecimento da luta contra o genocídio da população preta, pobre e periférica; descentralização da estrutura da secretaria de cultura, principalmente dos setores de expansão cultural e programação; fortalecimento da estrutura econômica do setor da área da cultura voltado para geração de emprego e combate à desigualdade socioeconômica (economia solidaria da cultura); fortalecimento dos grupos históricos que desenvolve o movimento Hip Hop e a luta contra o racismo na cidade; fortalecimento do sistema municipal de cultura da cidade; fortalecimento da transversalidade da área das culturas voltadas para políticas de direitos humanos e combate ao racismo institucional; rede sociocultural voltada para saúde; políticas de fomento culturais para igualdade de gênero, diversidade e orientação sexual na periferia e o monitoramento do Plano Municipal de Cultura. Para saber mais, entre em contato através de nossas redes sociais:
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No mundo objetivo, o Brasil não tem um governo aliado ao cotidiano da população, mas sim grupos que o interpretam e cons...
05/04/2026

No mundo objetivo, o Brasil não tem um governo aliado ao cotidiano da população, mas sim grupos que o interpretam e constroem programas políticos sem diálogo e sem ação popular.

*A DEMOCRACIA E O BATE O CARTÃO DE PONTO*Rapper PirataVivemos um momento decisivo para a continuidade da história humana...
01/04/2026

*A DEMOCRACIA E O BATE O CARTÃO DE PONTO*
Rapper Pirata
Vivemos um momento decisivo para a continuidade da história humana. Em diversos países, quase metade da população mundial vai às urnas e nelas deposita a garantia da democracia. No entanto, existe um lugar onde a democracia é silenciada, um espaço em que a maior parte da humanidade passa a maior parte da vida: o local de trabalho.
A Confederação Sindical Internacional (ITUC-CSI) lançou um alerta sobre a erosão dos direitos democráticos nas nações, o que inclui a perda de poder dos trabalhadores dentro das empresas. A pergunta é simples: se não há voz onde se produz valor, o que resta da cidadania real?
CSI/ITUC Criada em 1º de novembro de 2006, resultante da fusão da Confederação Internacional de Sindicatos Livres (CISL) e da Confederação Mundial do Trabalho (CMT).
*Poder sem Rosto*
Enquanto governos tentam equilibrar as contas públicas, gigantes corporativas com orçamentos superiores ao PIB de países inteiros, seus proprietários exercem uma influência desproporcional nas políticas globais. Seja por meio de plataformas digitais que transformam trabalhadores em algoritmos, ou de mineradoras que transgridem normas ambientais e sociais, o lucro domina as transformações das sociedades. Nesse processo, as pessoas, que são a essência da sociedade, são esquecidas e sofrem a metamorfose de reservas de capital.
*Multinacionais*
Empresas como a Tesla e a ExxonMobil, citadas frequentemente em fóruns internacionais, mantêm resistências sistemáticas à Organização Sindical. Nessas estruturas, trabalhadores e trabalhadoras são reduzidos a meros "recursos humanos". Contra décadas de desmandos, a livre associação sindical permanece como um pilar fundamental da liberdade de expressão humana.
O Sindicato como Escola de Cidadania -É no coletivo que se aprende a negociar, a ceder e a exigir transparência. Ao enfraquecer essas instituições, abre-se caminho para regimes autoritários e para o crescimento da extrema-direita, que se alimenta do sentimento de desproteção e abandono da classe trabalhadora.

14/03/2026
Alargam o valor do pensar humano sobre até onde o ser humano quer chegar, mas, para mim, a questão é: aonde chegamos? Po...
12/03/2026

Alargam o valor do pensar humano sobre até onde o ser humano quer chegar, mas, para mim, a questão é: aonde chegamos? Porque, se vivermos apenas de projeções, a humanidade não chegará a lugar nenhum. Rapper Pirata

08/03/2026

Tem gente tentando colocar a pauta do Banco Master como prioridade popular, sendo que aqui em São Paulo o que nos incomoda é a privatização da Sabesp, a tentativa de privatização da educação, o aumento do transporte público, a privatização dos espaços públicos e o cancelamento cultural da periferia.
Pautas reais e populares.
Rapper Pirata.

08/03/2026

O ano é político e haverá várias irracionalidades publicitárias, como se fossem representantes de um vazio cultural, para desviar o foco central. Mas é tempo de haver política real em defesa dos bens materiais e imateriais públicos da cultura, onde o fazer e o ter são princípios coletivos. Não dá para assistir ao seu sucateamento e ver tudo se transformar em negócios de aparelhamento do Estado por suas diversas vias. Rapper Pirata

08/03/2026

Critica um grupo de brasileiros (muitos deles influenciadores, empresários ou pessoas de alta renda, frequentemente associados a visões liberais/bolsonaristas) que migraram para Dubai nos últimos anos principalmente para evitar a alta carga tributária brasileira (impostos sobre renda, patrimônio etc.). Dubai é atrativa por ter zero imposto de renda para pessoas físicas, ambiente de luxo e estilo de vida ostentação.
Essas pessoas fugiram do Brasil criticando o "Estado grande", os impostos que financiam políticas sociais, saúde, educação etc.
̇ran

07/03/2026

Fórum Hip Hop MSP

Trump e Netanyahu não são ninguém diante de qualquer história humana: a de um ser humano morto por suas bombas de ódio c...
05/03/2026

Trump e Netanyahu não são ninguém diante de qualquer história humana: a de um ser humano morto por suas bombas de ódio contra a humanidade. Parem de interromper histórias únicas e de deixar familiares com saudade, sem jamais entender por que inocentes precisaram morrer.
Rapper Pirata

23/02/2026

*A "Gentrificação Orçamentária" e o Sequestro do Espaço Público em SP*

A denúncia trazida pelo Rapper Pirata (Fórum Hip Hop MSP) expõe uma ferida invisível na gestão cultural de São Paulo desde 2017: a gentrificação cultural financiada pelo próprio Estado. Ao contrário da gentrificação imobiliária, que expulsa moradores pelo aumento do aluguel, a gentrificação cultural opera pela asfixia de recursos.

*O mecanismo descrito é perverso e pouco percebido no cotidiano:*
Apropriação do Investimento: O dinheiro público (nossos impostos) reforma o espaço (ex: R$ 94 mi no Anhangabaú).

Privatização do Lucro: A gestão é passada à iniciativa privada (concessão) por um valor irrisório comparado ao investimento (R$ 6,5 mi da WTorre).

Dupla Cobrança: O cidadão paga a obra com impostos e depois paga ingresso para entrar. Pior: a própria Prefeitura paga aluguel à concessionária para realizar eventos públicos em um espaço que era dela.

Enquanto "grandes eventos" da indústria cultural servem de vitrine política e captam milhões, a cultura de base como o Hip Hop, as Casas de Cultura da periferia e as leis de fomento (como a Aldir Blanc), sofrem com o desvio de finalidade, R$ 17 milhões vão para reforma de equipamentos públicos, da Secretaria de Cultura da cidade; já as diversas linguagens culturais paulistanas ficam R$ 5 milhões para fazerem cultura pela e para a cidade. A periferia não é convidada para a festa que ela mesma pagou porque não tem o CNPJ somente o CPF para quitar o imposto.

Endereço

Rua 7 De Abril, 176
São Paulo, SP

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