Setorial de Segurança Pública - PSOL SP

Setorial de Segurança Pública - PSOL SP Página oficial do setorial de segurança pública do PSOL-SP. Vem pro PSOL!

REDE DE APOIO PARA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA Entender que sofre violência doméstica é o primeiro passo, já que o agressor dist...
28/01/2022

REDE DE APOIO PARA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA

Entender que sofre violência doméstica é o primeiro passo, já que o agressor distorce os fatos entorpece os sentidos da vítima, seja com mentiras e afastamento de todos que poderiam auxiliá-la ou até mesmo usando medicamentos.

O segundo passo é identificar as possíveis redes de apoio que existem e conseguir pedir ajuda. Pode não é fácil. Portanto, entenda a forma como pode vencer os obstáculos.

Possibilidades de apoio:
COPOM – 190 – Polícia Militar: 24 horas. Se não puder falar, peça uma pizza ou lance e dê o endereço. A polícia já começou a identificar esse importante código para pedido de ajuda.

Dados do Anuário de Segurança Pública do Brasil apontam que, só em 2020, o Disque 190 recebeu 694.131 ligações com denúncias de violência doméstica (16,3% a mais do que o ano anterior).
A pandemia da COVID-19, por conta do isolamento piorou essa situação.

SINAL VERMELHO ( X ) na palma da mão, mostrada em farmácias e cartórios, que já estão recebendo orientações para acolher as vítimas e chamar a polícia.

CENTRAL DE ATENDIMENTO À MULHER – 180: 24 horas. Também funciona como órgão informativo.

CASAS DE APOIO:
Casa de Apoio Marta e Maria (11) 2692-4416
Centro de Referência à Mulher Casa Eliane de Grammont (11) 5549-9339
Casa Florescer - Centro de Acolhida Especial para Mulheres Transexuais e Travestis (11) 3228-0502
Casa Carolina Maria de Jesus (11) 97873-4389 ABC Paulista
Casa da Mulher Brasileira (11) 3275-8000

Além de muitos outros espaços.

Informe-se! Se você conhece alguém que seja vítima de violência, não julgue e ofereça apoio.
https://www.instagram.com/p/CZSk0vfPLF8/?utm_medium=share_sheet

15/01/2022

E se ele fosse branco? Abordagem Policial contra um Policial Negro.

Circula nas redes sociais, um vídeo que causa medo e repulsa da abordagem policial realizada contra um policial civil, jovem e negro, no RGS. Mais de 06 policiais (todos brancos), com armas em punho, o abordaram. É possível observar a forma truculenta, através de gritos, que o impediam de pegar seus documentos e de se apresentar como um policial civil.
O que foi presenciado foi o uso abusivo da força dos Agentes de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul. Infelizmente, isso é comum ocorrer nas periferias das grandes capitais do Brasil, pois policiais militares tem a mesma abordagem violenta contra a população negra, principalmente, contra os jovens negros.
O uso da violência contra este policial reforça as inúmeras denúncias da população negra que são vitimizadas por estas abordagens, institucionalmente racializados. O uso da força como forma de intimidar as vítimas, racialmente escolhidas para serem abordadas, configuram as cenas do racismo institucional.
Um homem contra mais de 06 policiais militares armados!
Conhecemos bem a participação da polícia militar em execuções extras judiciais, que escolhe suas vítimas baseadas no local onde moram, nas roupas que usam, nos horários que circulam, mas principalmente, na cor de sua pele. O que mais define a diferença de tratamento entre as pessoas é a cor da pele. A prática escravista, através dos 380 anos, reforça os ilícitos penais possíveis entranhados no critério da cor da pele.
Os indicadores de incidência do fenômeno da violência institucional/racial, principalmente contra população negra, demonstram a total ausência de parâmetro para a abordagem. Pois, quanto mais o negro afirmava ser policial, mais aumentava a violência contra ele. O que representava risco a sua própria vida, tendo em vista que os Policiais Militares investiam de forma cada vez mais agressiva ao ouvi-lo, ao ponto de ser jogado no chão e correndo o risco de ser asfixiado como George Floyd. A forma de detenção utilizada com as armas apontadas em sua direção...continua no Facebook

Por Deise Benedito
https://www.instagram.com/p/CYu90bNt99v/?utm_medium=share_sheet

O QUE SÃO OS CONSEGs E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?CONSEG é a sigla para Conselho de Segurança, também entendido como Conselh...
26/12/2021

O QUE SÃO OS CONSEGs E QUAL A SUA IMPORTÂNCIA?

CONSEG é a sigla para Conselho de Segurança, também entendido como Conselho Comunitário de Segurança. É um espaço onde a população leva as suas demandas para as autoridades (Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal, Prefeitura, SABESP, CET, OAB e etc).
Para muitos, é uma aplicação da Filosofia de Policiamento Comunitário, afinal, é o local onde os(as) moradores(as) são ouvidos(as) e buscam alguma solução para o seu problema.

Esses conselhos são coordenados por uma presidência e seu corpo de secretários(as) que funcionam como intermediadores entre as autoridades e a população. Eles(as) nada recebem para cumprir esta função que exige grande responsabilidade.

Nessas reuniões também comparecem acessores de parlamentares, que podem levar as demandas mais complexas para virar projeto de lei na câmara de vereadores.

Estes espaços de decisões sobre a forma de condizir a segurança pública no seu território devem ser acompanhados por moradores, mas, principalmente por pessoas que se preocupam com o coletivo e não com seus próprios interesses.

Se não os ocuparmos, outros ocuparão. Não podemos deixar a condução de nossas vidas serem afetadas por soluções simplistas e preconceituosas.

Participe das reuniões do CONSEG e proponha mudanças acolhedoras e transformadoras para seu território.

Polícia para quem precisa de polícia - parte 2Mudando o sistema de segurança pública brasileira para melhorPara efetivar...
16/12/2021

Polícia para quem precisa de polícia - parte 2

Mudando o sistema de segurança pública brasileira para melhor

Para efetivar mudanças no sistema de segurança pública, se faz necessária a adoção de medidas que transformem as corporações policiais, sua gestão e controle pela maioria da sociedade (1*) e que sejam assegurados os mesmos direitos e garantias aos trabalhadores das forças de segurança dos demais trabalhadores (2*).

Na prática:

1- Constituição de Conselhos formados pelos movimentos sociais e sociedade civil organizada no território para disciplinar as ações das forças policiais.

2- Para que os trabalhadores das forças policiais sejam vistos como "trabalhadores" que "são de fato" devem ter o direito a organização sindical e política, com direito à greve, que possam expor suas demandas sem perseguições e punições.

Uma das medidas que irá auxiliar nesta questão é a desmilitarização das polícias.

Fique atento! Detalharemos esta proposta na próxima publicação.


POLÍCIA MILITAR DE SP: 190 ANOS DE REPRESSÃO.No dia 15/12/2021 a PMESP (Polícia Mgilitar do Estado de São Paulo) complet...
16/12/2021

POLÍCIA MILITAR DE SP: 190 ANOS DE REPRESSÃO.
No dia 15/12/2021 a PMESP (Polícia Mgilitar do Estado de São Paulo) completa 190 anos. Cabe lembrar o contexto em que ela foi criada: em 15 de dezembro de 1831, durante o período regencial, com o Brasil mergulhado em revoltas, foi criada a Guarda Municipal Permanente na Província de São Paulo sob a tutela do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1794 - 1857). Essa guarda já nasceu com um caráter repressivo, visto o objetivo de manter a "ordem".
Em 1906, as missões francesas vieram para São Paulo para fornecer o treinamento às forças de segurança do Estado. Essas missões duraram até 1924 e foram responsáveis pela influência na formação e na estética. As escolas militares tiveram forte influência dessa missão.
Em 1926, foi criada a Guarda Civil (não confundir com a GCM) com a função de patrulhamento, ficando a Força Pública (o novo nome da Guarda Municipal permanente) responsável pelo caráter repressivo.
Em 1932, esses corpos tiveram participação ativa na Revolução Constitucionalista, onde as forças paulistas foram derrotadas pelo governo de Vargas.
Quando o Brasil vai para a Segunda Guerra Mundial, o efetivo das forças de segurança participa ativamente, seja de forma externa (enviando contingente para a Itália), seja de forma interna (vigiando imigrantes oriundos dos países do Eixo).
As mulheres passam a integrar na polícia ostensiva em 1955, quando é criado um Corpo de Policiamento Especial Feminino (efetivo de apenas 13 mulheres).
Durante o Golpe Militar de 64, a Força Pública esteve ao lado das forças que derrubaram Jango e impuseram uma Ditadura de 20 anos. Segundo eles, era para "proteger a sociedade civil paulista".
Em 1970, são unificadas a Força Pública e a Guarda Civil, dando início à Polícia Militar do Estado de São Paulo. O caráter militar ficou mais forte, visto a imposição da Doutrina de Segurança Nacional de se combater a "guerrilha urbana", o que fez com que a criminalidade explodisse nesse período.
Tal policiamento se manteve na Constituição de 1988.
Em 2006, com os ataques do crime organizado em maio contra bases da PM, a Polícia Militar responde massacrando pessoas nas periferias como forma de vingança.
Cabe ressaltar que, nestes 190 anos, a polícia ostensiva de SP participou ativamente do massacre em Canudos (hoje, há um "memorial" do fato no Batalhão da Rota, onde os "rotarianos" fazem um juramento quando ganham o braçal).
O caráter militar de tal instituição é o que faz com que ela seja a polícia que mais mata e mais morre".
Comemorar o que, nestes 190 anos?

O QUE FOI O SAV (SERVIÇO AUXILIAR VOLUNTÁRIO) DA POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO?  Foi um quadro que durou entre 2002 a 201...
12/12/2021

O QUE FOI O SAV (SERVIÇO AUXILIAR VOLUNTÁRIO) DA POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO?

Foi um quadro que durou entre 2002 a 2014, onde jovens de 18 a 23 anos ingressaram na PM e ficavam 2 anos, podendo renovar por mais 2 anos. A diferença é que o PM temporário era contrato apenas para serviços administrativo, não sendo permitido a sua ida para o policiamento ostensivo com os policiais efetivos. O vínculo empregatício era precário: os temporários (como eram conhecid@s) não tinham direito à férias 13o e FGTS, só possuíam um salário mínimo. Por conta disso, em 2014 foi extinto tal quadro por conta dos questionamentos jurídicos nas questões trabalhistas.

O que revela muito bem a precarização do sistema trabalhista que o atual regime quer impor, uma "uberização" das relações trabalhistas.

O que está por trás da precarização?

Privatização. Beneficiar empresários com a exploração de serviços que eram públicos.



Polícia para quem precisa de polícia - parte 1Em 2018, a segurança pública foi a segunda maior preocupação dos brasileir...
06/12/2021

Polícia para quem precisa de polícia - parte 1

Em 2018, a segurança pública foi a segunda maior preocupação dos brasileiros conforme pesquisa Datafolha e não será diferente nas próximas eleições.

Abrem-se oportunidades para os partidos e as candidaturas de esquerda desmascarar os partidos e candidatos conservadores das falsas soluções para segurança pública, como as falas já conhecidas da grande maioria da população: “Pena de morte”, “Prisão perpétua”, “Rota e exército na rua”, “Redução da maioridade penal”, “Bandido bom é bandido morto” e “Bandido não deve ter direitos humanos”.

A preocupação da população com segurança pública é legitima, no entanto as elites usam o seu monopólio dos meios de comunicação para fomentar estas falsas soluções disseminando ódio, medo e desespero do povo contra o próprio povo. Na prática, desviando das soluções reais. As soluções reais para violência e a criminalidade urbana passam por um programa de segurança pública que atenda toda a população, como parte de uma luta para reduzir a injustiça social.

No Brasil, o 1% dos mais ricos concentraram 49,6% de toda riqueza do país, aponta relatório de 2021 sobre riqueza global do banco Credit Suisse. Esse sistema político-econômico tão perversamente concentrador da renda, nega aos milhões de brasileiros os meios e as oportunidades para poderem morar, trabalhar, estudar, cuidar da saúde, ter lazer e cultura. Nega a dignidade, constituindo-se em uma sociedade que produz a violência social.

O crime organizado movimenta cerca de 2 trilhões de dólares, o que corresponde a 3,6% de toda a riqueza produzida no planeta, dados da UNODC. Estima-se que, só o mercado de dr**as ilícitas, movimenta cerca de 900 bilhões de dólares ao ano, equivalente a 35% do produto interno bruto (PIB) brasileiro, ou 1,5% do PIB mundial.

Cifras por si só astronômicas do tráfico de dr**as ilícitas, de armas, orgãos e pessoas, contrabando, prostituição, lavagem de dinheiro e outras atividades associadas que envolvem mega-especuladores, banqueiros e magnatas. Enquanto as elites exigem mais repressão sobre os mais pobres envolvidos nestas atividades, seguem gozando de total impunidade quando envolvidas com estas mesmas atividades.
Logo, é incorreto afirmar que, com mais repressão policial teremos o fim da criminalidade. As polícias, como estão constituídas hoje, são parte do problema e estão longe de ser a solução.

São frequentes as denúncias do envolvimento de policiais com o crime organizado, milícias, esquadrões da morte, prostituição, tráfico de dr**as e de armas, corrupção ativa e passiva. No Brasil, as corporações policiais têm mantido a lei e a ordem para que as elites continuem a usufruir de seus privilégios e seguir explorando os mais pobres.

As eleições de 2022 poderão abrir caminhos para um processo de mudança nesta conjuntura. Candidatos de esquerda, ligados às lutas sociais populares, poderão dar início a um movimento unificado entre todos, trabalhadores em geral e trabalhadores das forças de segurança, na busca por uma segurança pública cidadã, com participação popular e mantedora dos direitos humanos.

Para tanto, enfrentar os problemas da falta de segurança pública e da criminalidade, é necessário se comprometer em adotar medidas efetivas que resolvam os problemas estruturais básicos como emprego, salário, moradia, saúde, educação. Além de promover a desmilitarização das polícias e do sistema de segurança pública brasileiro combinando com a democratização e o controle popular sobre todas as forças de segurança. Com o objetivo de neutralizar a ação repressiva e assassina das corporações policiais sobre os corpos subalternizados: pobres, negros, LGBTQIA+, povos originários, quilombolas, e lideranças dos movimentos sociais.

Fiquem atentos, pois publicaremos nossas propostas para um sistema de segurança pública cidadã

Quando a Educação é necessáriaVivemos momentos difíceis da nossa história, cada dia os desafios que nos são apresentados...
28/11/2021

Quando a Educação é necessária

Vivemos momentos difíceis da nossa história, cada dia os desafios que nos são apresentados têm demonstrado que o caminho a construir ainda é muito grande. Inicio este texto por esta reflexão, pois quando penso em Segurança Pública no Brasil, também penso que ela representa uma gama de políticas públicas que se integram e formam uma importante rede de proteção, contribuindo para que esta política tenha a sua eficácia. E construir uma Política intersetorial ainda é colocado como maior desafio dentro da Política de Segurança Pública no Brasil.
Quando cito, uma Política Intersetorial, trago a reflexão que estas são ações que dialogam e complementam, se tornando fundamentais e que os gestores públicos se atente para que se tenha uma Política de Segurança que não fique só no âmbito das forças repressoras ligadas ao policiamento ou a ações investigativas à aquilo que convencionamos chamar de combate à criminalidade.
Combatemos a criminalidade com a presença fortíssima do Estado nos lugares em que a vulnerabilidade social, terreno fértil para criminalidade, se faz presente e o Estado deve ser o principal agente dentro destes territórios.
Uma das políticas públicas fundamentais na diminuição destes índices de vulnerabilidade e consequentemente da violência é a Educação, porta de entrada para milhares de crianças e adolescentes que podem a partir da presença de uma Escola forte e bem presente na comunidade ter seus ciclos rompidos por uma outra perspectiva que a Educação pode proporcionar a eles e a seus Familiares. O Papel da escola dentro destes territórios é um debate urgente e necessário que precisa ser feito como o grande motor, que coloque não só a formação acadêmica como centro de seu papel mais também o papel social da Escola como referência na formação para a cidadania e a busca de direitos sociais muitas vezes negligenciados pelo próprio Estado.
Neste sentido, a Escola como instituição pública do Estado pode contribuir com ações práticas e pontuais que leve para a comunidade na qual ela se insere uma nova cultura, uma destas ações que já vem sendo colocada em prática em muitos lugares é a Justiça Restaurativa, um importante instrumento de mediação de pequenos conflitos que visa primordialmente a reparação de danos sem a perspectiva de uma punição mas sim de reparação.
Pensar uma Educação que contribua com este papel é pensar na amplitude de uma Segurança Pública que possa ser mediadora, que possa pensar em meios que previna e que não coloque a punição como único meio de combate a criminalidade e por fim que tenha na Escola um meio eficaz de construção de uma nova Cultura de Paz e que nela esteja a busca incessante de conquista de direitos, e a Escola pode e deve ter este papel.

Bruno Francisco Pereira
Professor de História e Sociologia
na Rede Estadual de Ensino

A Casa Carolina precisa da sua ajuda!!!MULTIRÃO DE LIMPEZA. DIA 10/10/21 (domingo)HORÁRIO: 9h LOCAL: AV. PEDRO I, 935/93...
07/10/2021

A Casa Carolina precisa da sua ajuda!!!

MULTIRÃO DE LIMPEZA.

DIA 10/10/21 (domingo)
HORÁRIO: 9h
LOCAL: AV. PEDRO I, 935/939 - Santo André

Se não puder ir, doe e ajude na compra de material para limpeza.

Doe através do *PIX: 442.399.728-25*

https://www.instagram.com/p/CUs5Mi5vTcd/?utm_medium=copy_link

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"A Casa de Passagem Carolina Maria de Jesus, localizada no Grande ABC, é um dos poucos lugares onde as mulheres vítimas ...
30/09/2021

"A Casa de Passagem Carolina Maria de Jesus, localizada no Grande ABC, é um dos poucos lugares onde as mulheres vítimas de violência doméstica encontram refúgio para não caírem nas mãos novamente dos agressores. No Brasil, o índice de mulheres vítimas de violência em sua própria casa é elevado e a morosidade em se conseguir uma medida protetiva é o que contribui para tal problema.

Na situação de tamanha vulnerabilidade, a quem recorrer?

Voltar para casa e ser agredida e morta pelo parceiro?

Procurar a família que, na maioria dos casos, não estendem a mão?

É aí que a Casa aparece como uma alternativa.

A Casa de Passagem é o principal esteio para as mulheres em situação de desamparo. Quantas vidas são salvas por conta desta casa?

A Casa precisa da nossa ajuda! Precisa ser defendida para que cumpra o seu propósito!

Acompanhe nas redes sociais e participe das ações!"

01/09/2021

Mas um recado do nosso camarada Tenente Coronel Paula Ribeiro aos policiais que ainda pensam em se aventurar em golpismo contra o povo brasileiro.

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São Paulo, SP

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