PCB Santos

PCB Santos Partido Comunista Brasileiro de Santos | PCB

Olá, camaradas e amigos(as)!Estamos na pré-campanha à presidência da República, numa conjuntura desafiadora.Não recebemo...
30/05/2026

Olá, camaradas e amigos(as)!

Estamos na pré-campanha à presidência da República, numa conjuntura desafiadora.

Não recebemos dinheiro dos bancos, das empreiteiras nem da burguesia. Contamos com a colaboração de todos(as) os(as) amigos(as) e camaradas para essa jornada de luta.

Sua contribuição é fundamental para que a nossa mensagem chegue a milhões de pessoas em todo o país.

Vamos juntos(as) fazer uma mudança revolucionária acontecer.

Eles são poucos, nós somos milhões!

Contribua financeiramente com a nossa pré-campanha: https://apoiar.me/edmilsonsilvacostadopartidao

É neste sábado!Divulgue e participe!
27/05/2026

É neste sábado!

Divulgue e participe!

22/05/2026

Na última quarta, 20, os estivadores de Santos participaram de uma paralisação nacional e um ato contra o Projeto de Lei 733, que pretende trazer alterações nas formas de contratação dos trabalhadores portuários e ameaça direitos historicamente conquistados pela categoria.

Confira a fala do estivador Lenin Braga sobre este dia nacional de luta da categoria!



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CRIMES DE MAIO: 20 ANOS SEM RESPOSTASNeste domingo, 17, o Partido Comunista Brasileiro de Santos - PCB participou de um ...
18/05/2026

CRIMES DE MAIO: 20 ANOS SEM RESPOSTAS

Neste domingo, 17, o Partido Comunista Brasileiro de Santos - PCB participou de um importante ato na Estação Cidadania sobre os 20 anos dos Crimes de Maio, quando centenas de trabalhadores (em sua maioria negros) foram mortos nas periferias do Estado de São Paulo por grupos de extermínio em retaliação às rebeliões que ocorriam nos presídios paulistas.

A partir de mais um episódio brutal do Estado burguês contra os filhos da classe trabalhadora, surgiu então o Movimento Mães de Maio (), que luta até hoje por memória, justiça e verdade.

PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA, PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA!

É FORÇA E AÇÃO, AQUI É O PARTIDÃO!



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12 DE MAIO – DIA DAS VÍTIMAS DOS CRIMES DE ESTADO NO BRASIL  Entre os dias 12 e 20 de maio de 2006 ocorria em São Paulo ...
13/05/2026

12 DE MAIO – DIA DAS VÍTIMAS DOS CRIMES DE ESTADO NO BRASIL

Entre os dias 12 e 20 de maio de 2006 ocorria em São Paulo um dos maiores massacres contra a classe trabalhadora – negra e periférica, em sua maioria – e de seus filhos por parte das forças repressoras do Estado burguês.

Em resposta às rebeliões ocorridas em dezenas de presídios no Estado de SP - governado pelo então tucano Geraldo Alckmin - resultando em 59 mortes de agentes públicos de segurança, policiais e grupos de extermínio (formados por policiais também) saíram às ruas em retaliação e executaram centenas de pessoas nas periferias paulistas. Ao todo, a carnificina resultou em 564 mortes - 505 civis e 59 agentes públicos, onde a maioria (96%) eram homens, tinham até 35 anos (80%), mais da metade eram negros/as e apenas 6% tinham antecedentes ligados à Justiça. Os Crimes de Maio se tornaram uma das maiores chacinas da história do país, superando até mesmo os números oficiais da ditadura empresarial-militar com 434 vítimas.

A insatisfação com o descaso do poder público em investigar e punir os envolvidos no massacre resultou no movimento popular Mães de Maio, que até hoje atua contra a violência do Estado e unifica familiares do país inteiro em torno desta pauta. Uma das fundadoras, Débora Maria Silva, é mãe de uma das vítimas da chacina: Edson Rogério Silva dos Santos, de apenas 29 anos, executado voltando do trabalho na periferia de Santos. Vera Lúcia Gonzaga dos Santos, que também participou da fundação do movimento, perdeu a filha Ana Paula Gonzaga dos Santos, grávida de 9 meses e o genro Eddie Joey de Oliveira assassinados por homens encapuzados também em Santos. Ao lado de Débora, Vera Lúcia também foi uma combativa militante das Mães de Maio até 2018, quando faleceu em maio do mesmo ano.

Recentemente vimos mais um episódio dos crimes de Estado na Baixada com as Operações Escudo e Verão, que para vingar a morte de policiais, resultou em uma ofensiva com dezenas de mortos nas periferias da região. Com os bolsonaristas Tarcísio e Derrite (este que foi afastado da ROTA pelo excesso de mortes cometidas), a Baixada Santista viu o aumento da violência policial subir a 394% (84 vítimas contra 11 em 2023) só no primeiro trimestre de 2024, segundo a própria SSP-SP.

Nós, do Partido Comunista Brasileiro - PCB, consideramos fundamental resgatar mais um episódio do genocídio sistemático da classe trabalhadora brasileira pelo Estado burguês e seu braço repressor, mas também destacando aquelas e aqueles que seguem em pé lutando contra o terror e a violência que vitimou seus filhos e filhas.

NÃO À VIOLÊNCIA POLICIAL!

PELO FIM DO GENOCÍDIO DA POPULAÇÃO NEGRA!

FORÇA E AÇÃO, AQUI É O PARTIDÃO!

CONSTRUINDO O PODER POPULAR, RUMO AO SOCIALISMO!

PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO - PCB SANTOS

https://www.instagram.com/p/DYRrCQfydKH/?igsh=NnR0bDd5dnoxNGVq

Quando a violência vira regra: por que as mulheres precisam se organizarEm Santos e na Baixada Santista, o avanço da vio...
12/05/2026

Quando a violência vira regra: por que as mulheres precisam se organizar

Em Santos e na Baixada Santista, o avanço da violência contra mulheres revela uma realidade concreta que exige organização política e ação coletiva.
Enquanto este texto é escrito, cerca de quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil em razão da violência de gênero. Crianças e adolescentes seguem sendo violentadas cotidianamente. Esses não são acontecimentos isolados, nem desvios individuais. São expressões de uma realidade que se reproduz todos os dias, sustentada por uma estrutura social que naturaliza a violência e transforma vidas em estatística.

O Brasil vive uma conjuntura marcada pela intensificação dessa violência e pela rearticulação de ideologias regressivas. Fenômenos como a chamada “machosfera” (ambiente digital que reúne conteúdos e grupos que promovem a superioridade masculina e atacam o feminismo), o universo redpill (comunidades que difundem a ideia de que os homens estariam sendo prejudicados pelas mulheres) e iniciativas que buscam restaurar uma suposta autoridade masculina não podem ser tratados como meras manifestações culturais ou comportamentais.
Esses espaços se organizam em torno de valores que combinam a naturalização da desigualdade entre homens e mulheres, a defesa da autoridade masculina no âmbito da família, a desqualificação das lutas por direitos e a ideia de que relações sociais devem ser pautadas pela dominação e pela competição. A autonomia feminina é apresentada como ameaça, enquanto a submissão é revalorizada como ordem natural.

Nesse ambiente, elementos do pensamento ultraconservador ganham nova forma e circulação, combinando ressentimento social, negação da igualdade e rejeição de direitos. Não se trata apenas de machismo difuso, mas de uma construção ideológica que, em diálogo com formas contemporâneas de extremismo político, busca reorganizar valores sociais a partir da reafirmação de hierarquias, da naturalização da violência e da deslegitimação das lutas por emancipação.
Essa operação ideológica cumpre uma função precisa. Ao deslocar o conflito social para o campo da moralidade e da disputa entre indivíduos, obscurece-se o caráter estrutural da desigualdade. Em vez de questionar as condições de exploração, produz-se um cenário em que a ampliação de direitos é apresentada como ameaça, e não como conquista.

Essa ofensiva não se limita ao ambiente digital. Ela também se expressa, no cotidiano das cidades, em determinados segmentos religiosos que, especialmente no campo neopentecostal, têm atuado na difusão de valores que reforçam hierarquias de gênero e restringem direitos. Em nome da defesa da família e da moralidade, são mobilizadas concepções que reafirmam a submissão feminina, deslegitimam a autonomia das mulheres e atacam conquistas históricas.

Não se trata da fé como experiência individual, mas do uso político de discursos religiosos que contribuem para sustentar uma ordem social desigual. Ao deslocar novamente o conflito social para o campo moral, esses discursos dificultam o enfrentamento da violência e reforçam estruturas de dominação também no plano local.

O patriarcado, nesse sentido, não pode ser compreendido como resíduo do passado. Ele se mantém ativo porque cumpre funções concretas na organização da sociedade. Ao controlar o corpo, o tempo e a vida das mulheres, garante-se a reprodução de uma ordem que depende da desigualdade.
O trabalho doméstico e de cuidado, realizado majoritariamente por mulheres, permanece como base invisível da reprodução social. No Brasil, representa parcela significativa da riqueza produzida, embora não seja reconhecido nem remunerado. Ao mesmo tempo, as mulheres seguem concentradas nas ocupações mais precarizadas do mercado de trabalho.

Dados recentes indicam que mulheres recebem, em média, cerca de 20% a menos que homens em funções equivalentes e são maioria nas ocupações informais. Além disso, acumulam jornadas que combinam trabalho remunerado e trabalho doméstico, ampliando sua sobrecarga cotidiana.

Essa posição não é acidental. Ela responde a uma lógica que articula exploração econômica e desigualdade de gênero, garantindo a redução de custos e a manutenção de hierarquias sociais.
Essa realidade se aprofunda no contexto da crise contemporânea do capitalismo. Não se trata apenas de instabilidade econômica. A crise atinge o mundo do trabalho, corrói direitos, amplia a insegurança e reorganiza a vida social em bases mais desiguais. Nesse cenário, o aumento da violência e a difusão de discursos autoritários não são fenômenos paralelos, mas partes de um mesmo processo.

Esse cenário ganha força em meio a transformações no mundo do trabalho. Ao mesmo tempo em que as mulheres ampliam sua presença em diferentes setores, cresce a precarização para amplos segmentos da classe trabalhadora. Esse movimento tensiona hierarquias tradicionais, ainda que de forma limitada.
Paralelamente, observa-se o crescimento de sentimentos de frustração e deslocamento entre homens que enfrentam desemprego, perda de renda ou instabilidade. Em vez de se converter em questionamento das estruturas sociais, esse mal-estar é frequentemente canalizado contra as mulheres.

A machosfera e o universo redpill operam exatamente nesse ponto. Transformam insegurança material em ressentimento dirigido, reforçando a ideia de que a ampliação de direitos femininos seria responsável pela perda de posição masculina. Trata-se de uma operação ideológica que converte um problema estrutural em conflito entre indivíduos.

A violência contra mulheres e crianças cumpre, nesse contexto, uma função social. Feminicídios, estupros e assédio não são apenas crimes isolados. São mecanismos que disciplinam, intimidam e restringem possibilidades.
Em Santos, onde as mulheres são maioria da população, essa realidade assume contornos concretos. Dados recentes indicam que, apenas nos dois primeiros meses de 2026, houve um aumento de quase 20% nos casos de violência contra mulheres em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Na Baixada Santista, os registros de estupro continuam alarmantes, com centenas de ocorrências, a maioria envolvendo crianças e adolescentes. Esse dado revela a profundidade de uma violência que não é episódica, mas estrutural, atingindo de forma brutal a infância e a juventude.

O feminicídio também apresenta crescimento significativo. Em 2025, foram registrados seis casos na região, dois deles em Santos, o que representa um aumento de 200% em relação ao ano anterior. Não se trata apenas de números. Trata-se da expressão extrema de uma lógica que naturaliza a violência como forma de controle sobre a vida das mulheres.

Essa realidade não pode ser compreendida como desvio individual. Ela se insere em um contexto mais amplo, marcado pela intensificação de desigualdades e pela difusão de discursos que buscam reafirmar a autoridade masculina e deslegitimar as lutas por direitos.
Também em Santos e na região circulam conteúdos e grupos vinculados à chamada “machosfera” e ao universo redpill. Esses espaços não são inofensivos. Eles operam como ambientes de formação ideológica que reforçam valores baseados na dominação, na competição e na desqualificação das mulheres, contribuindo para um cenário em que a violência se torna mais tolerada e menos questionada.

Essa disputa não se limita ao ambiente digital. Ela também se expressa nos espaços institucionais. Em episódio recente na Câmara dos Deputados, declarações de parlamentares, entre elas a deputada Rosana Valle, evidenciaram como concepções regressivas sobre o que é ser mulher seguem sendo mobilizadas no debate público.
Ao questionar a legitimidade de mulheres a partir de critérios biológicos e associar características físicas a uma definição de gênero, esse tipo de posicionamento revela não apenas preconceito individual, mas a permanência de uma lógica que busca restringir direitos e redefinir quem pode ou não ser reconhecida como sujeito político.
Quando esse tipo de discurso aparece em espaços institucionais, ele contribui para legitimar socialmente práticas de exclusão e violência, reforçando o ambiente que sustenta a desigualdade.

No Brasil, a luta das mulheres conquistou avanços importantes no campo institucional. A Lei Maria da Penha representou um marco ao reconhecer a violência doméstica como violação de direitos e estabelecer mecanismos de proteção. Mais recentemente, iniciativas em debate no Congresso buscam ampliar esse enfrentamento, incluindo propostas que reconhecem a misoginia como forma específica de violência.

Esse debate dialoga com compromissos internacionais, como a Convenção de Belém do Pará, que estabelece a obrigação dos Estados de prevenir e punir a violência contra as mulheres.
Essas conquistas são resultado de décadas de mobilização. No entanto, a existência de leis não elimina, por si só, as condições que produzem a violência.
Diante disso, o desafio é claro. Não se trata apenas de denunciar, mas de enfrentar as causas estruturais dessa realidade.

O 8 de março, nesse contexto, não é uma data comemorativa. É expressão de uma luta em curso.
E essa luta exige mais do que indignação. Exige organização.
Em Santos, transformar indignação em organização política não é escolha. É necessidade.
A participação política das mulheres, sua presença nos movimentos sociais e sua atuação nos espaços de decisão são condições para enfrentar essa realidade.
Porque não haverá emancipação possível sem enfrentar o patriarcado e o capitalismo. E não haverá transformação real sem a ação consciente e organizada das mulheres trabalhadoras.

O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro/PCB- Santos

11/05/2026

13 DE MAIO E A LUTA DA POPULAÇÃO NEGRA HOJE

✊🏾 Nesse 13 de maio, data que marca 138 anos da Abolição formal da escravidão no Brasil, a Coordenação Nacional do Coletivo Negro Minervino de Oliveira propõe uma reflexão crítica sobre o que foi a Lei Áurea, analisando seu contexto histórico e político, as condições de vida da população negra no pós-Abolição e a atualidade de nossas lutas, enquanto a parcela mais precarizada da classe trabalhadora brasileira.

🎤 A discussão terá como convidado o camarada Gustavo Meyer, militante do PCB e do CNMO/PR, Historiador, Professor de Educação Infantil e Pós-Graduando em Alternativas para uma Nova Educação, tendo na mediação o camarada Geraldinho Jongo, militante do PCB e do CNMO/RJ, Coordenador do Coletivo Jongo di Volta, Vice Presidente do Clube Palmares-VR e membro da CNCNMO.

🗓️ Dia: 13/05
🕑 Horário: 19:00
No canal dO Poder Popular, no YouTube.

Contra o Racismo, Construir o Socialismo! ✊🏾🚩
https://www.youtube.com/watch?v=ef6pt3kNQjM

DIA DA VITÓRIA: 81 ANOS DA DESTRUIÇÃO DO N*ZIFASCISM0 A libertação de Berlim pelas tropas soviéticas, em Maio de 1945, f...
10/05/2026

DIA DA VITÓRIA: 81 ANOS DA DESTRUIÇÃO DO N*ZIFASCISM0

A libertação de Berlim pelas tropas soviéticas, em Maio de 1945, foi o episódio final da guerra na Europa e fez justiça histórica. Fora realmente a URSS, o seu Exército Vermelho, povo e Partido Comunista, que tiveram o papel decisivo na derrota do nazi-fascismo.

O papel determinante da URSS e dos comunistas na vitória sobre o nazi-fascismo alterou profundamente a correlação de forças mundial. Por toda a parte, o prestígio dos comunistas reforçou o movimento operário e as suas organizações, que alcançaram, na nova correlação de forças, conquistas sociais e laborais sem precedentes, quer com a chegada ao poder de governos populares no Leste da Europa, quer em países onde o domínio capitalista se manteve (nalguns com comunistas no governo).

O movimento de libertação nacional dos países colonizados ou semi-colonizados avançou de forma impetuosa, lançando as bases para a derrocada dos impérios coloniais. Países imensos como a Índia e a Indonésia alcançaram a independência. Noutros (China, Vietname, Coreia), a libertação nacional e social fundiram-se com a vitória de revoluções que colocavam expressamente o objectivo do socialismo. Uma nova ordem mundial progressista, consubstanciada nos princípios da Carta da ONU, aflorava no horizonte. Mesmo nos países do centro capitalista foi possível arrancar ao grande capital conquistas importantes, como nacionalizações de sectores básicos da economia ou serviços de saúde, ensino e segurança social em muitos casos gratuitos e universais. A derrota do nazi-fascismo revelava também o seu conteúdo de classe ao obrigar as classes dominantes a fazer concessões até então impensáveis.

Leia na íntegra:
https://pcb.org.br/portal2/8195

MARX, 208 ANOS 🚩KARL MARX nasceu em 05 de maio de 1818 em Tréveris (Trier), capital da província alemã do Reno.Grande am...
06/05/2026

MARX, 208 ANOS 🚩

KARL MARX nasceu em 05 de maio de 1818 em Tréveris (Trier), capital da província alemã do Reno.

Grande amigo e companheiro de vida, com quem partilhou a construção do materialismo histórico e participou das batalhas em defesa da classe operária e do socialismo, Engels proferiu emocionado discurso quando de sua morte, lembrando que Marx foi, acima de tudo, um revolucionário, por ter se dedicado, como ninguém, às lutas pela derrubada da sociedade capitalista e das instituições burguesas e ao atuar em favor da emancipação do proletariado, a quem buscou conscientizar acerca das condições de exploração e das suas necessidades.

A luta era razão de ser de Marx. Toda a sua gigantesca e vital produção teórica mantém-se profundamente atual nos dias de hoje porque, além de retratar com incrível precisão os fundamentos da sociedade capitalista, foi construída com o objetivo maior de servir ao projeto revolucionário da classe trabalhadora. E este é, com certeza, o futuro da humanidade.

Leia mais: https://pcb.org.br/portal2/25462

05/05/2026

O Partido Comunista Brasileiro - PCB de Santos esteve na travessia de barcas entre Santos e Vicente de Carvalho (Guarujá) dialogando com trabalhadores e panfletando a edição especial do Jornal O Poder Popular, que aponta a necessidade de construir um ENCLAT - Encontro Nacional da Classe Trabalhadora, fortalecendo um programa com as bandeiras de luta dos trabalhadores brasileiros, como o fim da escala 6x1, redução da jornada de trabalho para 30 horas sem redução de salário, fim do arcabouço fiscal, revogação das reformas trabalhista e previdenciária, reestatização das empresas estratégicas, entre outros pontos essenciais para nossa classe.

AVANTE, CAMARADAS!

É FORÇA E AÇÃO, AQUI É NO PARTIDÃO!

https://www.instagram.com/reel/DX-PiG9hPRW/?igsh=aHZyZWN4dWJwYmg0

Endereço

Santos, SP

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