Forum Regional de Usuários do SUAS - Varginha Forsuas

Forum Regional de Usuários do SUAS - Varginha Forsuas Somos um coletivo que atua em defesa dos direitos de usuários e usuárias do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Nosso compromisso é garantir a participação popular, fortalecer o controle social e lutar pela efetivação das políticas públicas.

26/08/2026

Bruno Maximo assim que tomou nota , manifestou seu repúdio as falas do Vereador eleito com voto popular. Assistam .

26/08/2026

♿ RESPEITO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA É INEGOCIÁVEL! ✊

O Fórum Regional de Usuários do SUAS / Varginha manifesta sua preocupação diante dos relatos sobre a postura adotada durante a sessão da Câmara Municipal de Três Pontas, envolvendo funcionários, alunos e autodefensores da APAE.

O episódio merece atenção, especialmente por ocorrer durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência e em uma atividade que contava com a participação dos autodefensores na programação oficial.

Defendemos uma sociedade onde todas as pessoas sejam tratadas com respeito, dignidade e igualdade, especialmente nos espaços públicos.

A participação das pessoas com deficiência deve ser valorizada e respeitada. Inclusão não é favor. É direito!

🤝 Fórum Regional de Usuários do SUAS / Varginha
Em defesa dos direitos dos usuários e da participação social.
Parabéns ao Silvano Alves Equipe Positiva e Bruno Máximo por trazer a luz esse questionamento.

APAE Acessibilidade Direitos ParticipaçãoSocial Respeito Cidadania

Bruno Maximo Apae Brasil

📢 CONVOCAÇÃO – PLENÁRIA VIRTUAL DO FÓRUM REGIONAL DE USUÁRIOS DO SUAS – FORUSUAS VARGINHAO Fórum Regional de Usuários do...
27/07/2026

📢 CONVOCAÇÃO – PLENÁRIA VIRTUAL DO FÓRUM REGIONAL DE USUÁRIOS DO SUAS – FORUSUAS VARGINHA

O Fórum Regional de Usuários do SUAS – FORUSUAS Varginha convida todos os usuários do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), representantes dos 60 municípios da Regional de Varginha, para participarem de uma Plenária Virtual Extraordinária.

A reunião terá como objetivo deliberar sobre a participação do Fórum no processo de seleção para a composição do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (CONSEA-MG) – Biênio 2027–2028, bem como realizar a escolha do(a) representante que poderá ser indicado(a) pelo Fórum, caso a participação seja aprovada.

📋 Pauta da Plenária:
✅ Deliberação sobre a participação do FORUSUAS Varginha no processo de seleção do CONSEA-MG;
✅ Escolha do(a) representante do Fórum;
✅ Definição dos encaminhamentos para inscrição e envio da documentação.

🗓️ A data e o horário da plenária serão definidos por meio de enquete, que será disponibilizada logo abaixo desta mensagem.

🗳️ Pedimos que todos participem da votação para que possamos garantir a maior representatividade possível dos usuários do SUAS dos 60 municípios da Regional de Varginha.

🤝 Sua participação fortalece o controle social e amplia a voz dos usuários na defesa dos direitos socioassistenciais.

📞 Mais informações: (35) 98823-7329

📢 Divulgue! Compartilhe! Convide outros usuários do SUAS do seu município para participarem desta importante mobilização regional.

Ricardo Mendes
Coordenador do Fórum Regional de Usuários do SUAS – FORUSUAS Varginha

Vitória....
09/04/2026

Vitória....

📢 BOA ESPERANÇA SE MOBILIZA!🗣️ Fórum Municipal de Usuários do SUAS está em construção.Boa Esperança (MG) dá um passo imp...
26/02/2026

📢 BOA ESPERANÇA SE MOBILIZA!
🗣️ Fórum Municipal de Usuários do SUAS está em construção.

Boa Esperança (MG) dá um passo importante no fortalecimento da participação popular na Assistência Social.
Está em articulação a criação do Fórum Municipal de Usuários do SUAS, um espaço permanente, autônomo e organizado pelos próprios usuários da política pública.

👥 Quem são os usuários? Pessoas atendidas pelo: ✔️ CRAS
✔️ CREAS
✔️ Cadastro Único
✔️ Programa Bolsa Família
✔️ Benefícios eventuais
✔️ Serviços socioassistenciais do SUAS.

A mobilização integra o movimento regional da Regional Varginha e segue as diretrizes nacionais aprovadas na Conferência Nacional de Assistência Social (2025 – Brasília), que orienta a criação de Fóruns Municipais em todo o país.

📜 A iniciativa tem respaldo nas normativas do CNAS e na Lei Orgânica da Assistência Social (Lei 8.742/1993), que reconhecem a participação e o controle social como pilares do SUAS.

🗣️ Segundo Ricardo Mendes, vice-coordenador do ForuSUAS/VGA e conselheiro suplente do segmento usuário no CMAS de Boa Esperança:
“A assistência social é direito constitucional. O usuário precisa ocupar os espaços de decisão, acompanhar o orçamento, fiscalizar serviços e contribuir com propostas concretas.”

🎯 O Fórum vai:
🔹 Organizar coletivamente os usuários
🔹 Fortalecer o controle social
🔹 Ampliar a incidência regional
🔹 Defender o financiamento adequado do SUAS
🔹 Promover formação política e cidadã
Boa Esperança dialoga com municípios da Regional Varginha e fortalece o Sul de Minas na defesa da assistência social como direito.

📅 Em breve será divulgada a data da reunião pública para instituição formal do Fórum.

📲 Informações: Ricardo Mendes
Vice-coordenador ForuSUAS/VGA
Conselheiro Suplente – CMAS Boa Esperança
📞 (35) 98823-7329

20/02/2026
🔥 20 de Fevereiro – Dia Mundial da Justiça Social.Justiça social não é favor.É direito. É luta. É organização popular.No...
20/02/2026

🔥 20 de Fevereiro – Dia Mundial da Justiça Social.

Justiça social não é favor.
É direito. É luta. É organização popular.
No Brasil, o SUAS — Sistema Único de Assistência Social é uma das principais ferramentas de enfrentamento às desigualdades. Mas política pública só se fortalece com participação, controle social e mobilização permanente.
📍 Em Boa Esperança/MG, o Fórum Municipal de Usuários do SUAS reafirma seu compromisso com a defesa intransigente dos direitos socioassistenciais.
Não aceitaremos retrocessos.
Não abriremos mão da dignidade.
Não deixaremos ninguém invisível.
A justiça social começa no território, na comunidade, na organização coletiva e na voz ativa dos usuários.
✊ É tempo de fortalecer o SUAS.
✊ É tempo de ocupar os espaços de participação.
✊ É tempo de garantir direitos.
Porque uma sociedade justa se constrói com política pública forte, participação popular e compromisso com quem mais precisa.
̂nciaSocial

06/02/2026

📢 ASSISTÊNCIA SOCIAL NÃO É FAVOR. É DIREITO.

Infelizmente, muitas vezes o Código de Ética do/a Assistente Social não é colocado em prática — seja no atendimento direto à população, seja dentro dos Conselhos Municipais de Assistência Social.

Há situações em que o usuário não é reconhecido como sujeito de direitos.
Não é escutado com respeito.
E ainda é tratado como se estivesse recebendo um favor.

Mas a Constituição Federal, a LOAS e o SUAS são claros: a Assistência Social é um DIREITO do cidadão e dever do Estado.

O Código de Ética também é claro:
✔ Defesa intransigente dos direitos humanos
✔ Ampliação e consolidação da cidadania
✔ Respeito à dignidade e autonomia dos usuários
✔ Fortalecimento da participação popular

E o que acontece quando o usuário conhece seus direitos e decide reivindicá-los?

Muitas vezes ele passa a ser visto como “incômodo”.
É criticado.
É isolado.
É deslegitimado.
E, em casos ainda mais graves, é excluído — mesmo sendo representante legítimo de organização de usuários dentro do Conselho.

Isso fere os princípios democráticos do controle social.

Usuário que questiona não é problema.
Usuário que participa não é ameaça.
Usuário que conhece seus direitos é exercício de cidadania.

Silenciar, desqualificar ou tentar afastar quem reivindica direitos não combina com ética profissional, nem com a essência da política de Assistência Social.

Defender direitos não é opção.
É obrigação ética, legal e profissional.

📸 Confira registros do Evento Técnico: Primeira Infância no SUAS, realizado nesta segunda-feira (1/12), no Auditório da ...
02/12/2025

📸 Confira registros do Evento Técnico:
Primeira Infância no SUAS, realizado nesta segunda-feira (1/12), no Auditório da Fundação João Pinheiro, em Belo Horizonte/MG.

🖊O evento marcou a assinatura oficial da adesão do Estado de Minas Gerais ao Programa Primeira Infância no SUAS. O Secretário Nacional de Assistência Social, André Quintão (SNAS/MDS), esteve presente, representando o governo federal, enquanto a Secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, assinou em nome do governo estadual.

✅️ Minas Gerais possui 318 municípios aderidos ao Primeira Infância no SUAS/Criança Feliz, sendo o segundo estado com maior número de municípios aderidos. A agenda reforça o pacto federativo e fortalece a atuação conjunta entre MDS e Governo de Minas Gerais.

A programação também incluiu a oficina “Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Gestantes e Crianças de 0 a 6 anos – Atenção à Primeira Infância no SUAS”, com participação do diretor do Departamento de Proteção Social Básica (DPSB/MDS), Elias de Oliveira, e da coordenadora-geral de Programas Intersetoriais, Tuanny Ramos. O encontro apresentou orientações técnicas e operacionais para qualificar a implementação do serviço nos territórios.

📰 *Leia notícia na íntegra:*
https://blog.mds.gov.br/redesuas/

*Compartilhe no Instagram:*
https://www.instagram.com/p/DRvR5RODd7H/?img_index=5&igsh=MXNzZGF3bmxyNmZ6cQ==

A Resolução CEAS/MG nº 903/2025 e o Risco de Enfraquecimento da Participação Popular no SUAS.A Assistência Social brasil...
25/11/2025

A Resolução CEAS/MG nº 903/2025 e o Risco de Enfraquecimento da Participação Popular no SUAS.

A Assistência Social brasileira possui um dos arcabouços participativos mais sólidos das políticas públicas no país. O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) foi construído sobre a base do controle social, da participação democrática e da escuta dos usuários. Por isso, qualquer decisão que afete diretamente a presença dos segmentos populares nas conferências precisa ser tratada com responsabilidade técnica, sensibilidade política e diálogo amplo. Infelizmente, não foi o que ocorreu em Minas Gerais.

A Resolução CEAS/MG nº 903/2025, aprovada em 24 de outubro de 2025, trouxe um conjunto de distorções que impactam não apenas a delegação mineira, mas o próprio equilíbrio democrático da 14ª Conferência Nacional de Assistência Social. A resolução autoriza a utilização do Piso Mineiro Fixo e destina recurso adicional por delegado, valor que deveria garantir condições dignas de participação. Entretanto, ao determinar que esse recurso seja transferido aos Fundos Municipais de Assistência Social (FMAS) – e não diretamente ao delegado –, a medida introduziu barreiras administrativas, desigualdades e riscos que poderiam ter sido evitados com um debate mais qualificado.

Um processo sem pactuação e sem escuta: a raiz do problema:
É preciso ser tecnicamente honesto: decisões de financiamento que envolvem municípios de realidades tão distintas não podem ser tomadas de forma acelerada, sem análise de impactos e sem o devido diálogo com gestores, entidades, usuários e trabalhadores. A ausência de pactuação gerou insegurança jurídica, operacional e política, especialmente porque muitos municípios:
• não tinham clareza sobre como executar o recurso;
• não sabiam se poderiam repassar integralmente o valor;
• temiam cometer irregularidades na prestação de contas;
• não receberam orientações suficientes sobre o termo aditivo.
O resultado foi imediato: retenção indevida de parte dos valores, repasses parciais – alguns delegados receberam apenas cerca de 30% do previsto –, além de atrasos que colocaram em risco a própria ida dos representantes mineiros à etapa nacional.

O papel dos 15 conselheiros que aprovaram a resolução:
É preciso registrar de maneira transparente que 15 conselheiros do CEAS/MG, incluindo representantes de usuários e da sociedade civil, votaram favoravelmente à resolução. Ao fazê-lo, assumiram a responsabilidade política e institucional por uma decisão que afetou diretamente a mobilidade e a participação dos segmentos populares.
Não se trata de criminalizar a atuação dos conselheiros, mas de reconhecer que esta votação ignorou alertas já apresentados e desconsiderou o impacto real sobre os delegados. Quando o controle social falha em proteger as bases, a democracia interna do SUAS é fragilizada.

O risco concreto de esvaziamento da Conferência Nacional
A Conferência Nacional é o ápice da participação no SUAS. É nela que usuários, trabalhadores e entidades constroem, juntos, diretrizes que repercutem no país inteiro. Por isso, qualquer medida que dificulte a participação plena dos delegados de um estado – especialmente de Minas Gerais, que possui um dos maiores territórios e desigualdades regionais – precisa ser avaliada com extrema cautela.

Ao condicionar o repasse dos recursos aos municípios, a resolução criou um cenário de barreiras e desigualdades, onde:

• delegados de municípios pequenos tiveram maior dificuldade;
• municípios com gestão fragilizada não conseguiram operacionalizar o valor;
• usuários ficaram sem garantia de custeio mínimo;
• houve risco real de cadeiras vazias na etapa nacional — o que compromete não apenas Minas, mas a legitimidade da Conferência como um todo.

*Por que o repasse direto ao delegado é a solução mais técnica*
Do ponto de vista administrativo, jurídico e operacional, o repasse direto ao delegado é o modelo que:
• reduz etapas intermediárias;
• evita retenção indevida;
• garante transparência;
• facilita a prestação de contas;
• e protege os usuários, cuja participação depende 100% do custeio.
Nada impede – tecnicamente – que o Estado elabore normativas específicas para repasse direto com prestação de contas individual, como ocorre em outros tipos de custeio e em outros estados.
O argumento de que isso não seria possível é mais político do que jurídico.

O que essa situação revela sobre o SUAS em Minas Gerais

O episódio expõe fragilidades que precisam ser enfrentadas:
1. A falta de planejamento prévio para momentos de grande mobilização social.
2. A necessidade de fortalecer a assessoria técnica de municípios pequenos.
3. A urgência de recuperar o espírito democrático e participativo do SUAS.
4. A importância de decisões fundamentadas em análise de impacto real.
O SUAS não pode retroceder em seu compromisso com a participação social. Esse é um valor inegociável.

Conclusão: Participação popular não é obstáculo – é fundamento
A Resolução CEAS/MG nº 903/2025 não é apenas uma decisão administrativa. Ela representa um tensionamento entre dois projetos: um que fortalece a democracia interna do SUAS e outro que burocratiza, restringe e, na prática, limita a presença dos que mais precisam ser ouvidos.

Como defensor do SUAS e da participação popular, reafirmo:
nenhuma política pública será verdadeiramente democrática enquanto suas etapas forem decididas sem os sujeitos que a constroem, sem ouvir quem vive a realidade e sem garantir condições reais de participação.
Decisões técnicas só são legítimas quando são também democráticas.

Por Ricardo Mendes - Vice coordenador do Forum Regional de Usuários do SUAS / FORUSUAS- VARGINHA.

Endereço

Três Pontas, MG
37190-000

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