GERAL PITA

GERAL PITA PLATAFORMA INTERNACIONAL PARA TRANSIÇÃO DE ANGOLA. Organização 100%Angolano.

POSICIONAMENTO SOBRE O INVESTIMENTO ESTRANGEIRO EM ANGOLA.A Plataforma Internacional para Transição de Angola (PITA), en...
18/07/2026

POSICIONAMENTO SOBRE O INVESTIMENTO ESTRANGEIRO EM ANGOLA.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola (PITA), enquanto Oposição Extraparlamentar e Governo Sombra da Diáspora, considera o investimento direto estrangeiro um instrumento essencial para a diversificação da economia, a industrialização, a criação de emprego qualificado, a transferência de tecnologia e o aumento da competitividade nacional.

Portugal é, historicamente, um dos principais parceiros comerciais de Angola e figura entre os maiores investidores estrangeiros no país.

Contudo, na avaliação da Plataforma Internacional para Transição de Angola, importa distinguir o volume das relações comerciais do impacto efetivo do investimento produtivo.

A Plataforma entende que uma parte significativa do capital associado a empresas portuguesas tem estado concentrada em atividades de comércio, serviços, distribuição e prestação de serviços, com um impacto relativamente limitado na transformação estrutural da economia angolana.

Na perspetiva da Oposição Extraparlamentar Angola necessita de um modelo de investimento estrangeiro orientado para a produção, a industrialização, a inovação tecnológica, a formação de quadros nacionais e a criação de cadeias de valor capazes de reduzir a dependência das importações e aumentar as exportações.

Neste contexto, a Plataforma considera que, em rigor, Angola raramente recebeu um número significativo de grandes grupos empresariais portugueses com elevada capacidade de mobilização de capital próprio para financiar projetos estruturantes de grande dimensão.

Em muitos casos, os investimentos dependeram de financiamento bancário, de linhas de crédito internacionais ou de parcerias empresariais, sendo predominantes empresas vocacionadas para os setores do comércio, distribuição e serviços.

Por essa razão, a PITA defende que Angola deve privilegiar investidores que demonstrem capacidade financeira, tecnológica e industrial para desenvolver projetos de elevado impacto económico, independentemente da sua nacionalidade como por exemplo Aliko Dangote e Elon Mask.

A visão estratégica da Plataforma Internacional para Transição de Angola assenta no princípio de que os principais investidores da economia angolana devem ser, em primeiro lugar, os próprios empresários angolanos, através do fortalecimento do setor privado nacional, da promoção do empreendedorismo e da criação de condições favoráveis ao investimento interno.

Paralelamente, um eventual Governo liderado pela Plataforma Internacional procurará atrair investimento direto estrangeiro de economias altamente industrializadas e tecnologicamente avançadas, privilegiando parceiros capazes de contribuir para a modernização da base produtiva nacional.

Entre esses parceiros, a Alemanha é identificada como um dos mercados prioritários, tendo em conta a reconhecida qualidade da sua indústria, a sua capacidade tecnológica, a cultura de inovação, a formação técnica especializada e a reputação internacional das suas empresas em matéria de engenharia, indústria transformadora, energias renováveis, infraestruturas e produção de equipamentos.

A PITA reafirma que a política de investimento estrangeiro de Angola deve deixar de privilegiar apenas a entrada de capitais e passar a exigir contrapartidas concretas, como a criação de emprego para cidadãos angolanos, a transferência de conhecimento, a incorporação de conteúdo local, a formação profissional, o desenvolvimento industrial e o aumento da capacidade produtiva nacional, garantindo que o investimento estrangeiro contribua efetivamente para o desenvolvimento sustentável e para a prosperidade do povo angolano.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

Lausanne.

REFLEXÃO DA PLATAFORMA INTERNACIONAL PARA TRANSIÇÃO DE ANGOLA. A fragilidade da oposição institucional angolana. A Plata...
18/07/2026

REFLEXÃO DA PLATAFORMA INTERNACIONAL PARA TRANSIÇÃO DE ANGOLA.

A fragilidade da oposição institucional angolana.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola (PITA), na qualidade de Oposição Extraparlamentar e Governo Sombra da Diáspora, manifesta a sua profunda preocupação com o desempenho da oposição institucional angolana, que considera insuficiente para responder aos desafios políticos, económicos e sociais que o país enfrenta.

Angola continua confrontada com graves problemas sociais, elevados níveis de pobreza, profundas assimetrias regionais, desemprego, dificuldades no acesso aos serviços públicos essenciais e reduzidos programas sociais capazes de proteger as populações mais vulneráveis.

Em muitos aspetos, o cidadão angolano continua a sentir-se abandonado por um Estado que tarda em responder às suas necessidades fundamentais.

Perante este cenário, seria expectável que a oposição institucional liderada pelo partido Unita, apresentasse uma ação política firme, consistente e capaz de mobilizar a sociedade em torno de soluções concretas.

Contudo, na perspetiva da Plataforma Internacional para Transição de Angola Oposição Extraparlamentar, essa oposição institucional com 90 deputados tem demonstrado reduzida capacidade de fiscalização, de iniciativa legislativa e de afirmação política, não conseguindo transformar as fragilidades do Governo em oportunidades para construir uma verdadeira alternativa de poder.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola, entende que a política deve ser um instrumento de realização do bem comum.

Um político mede-se pela sua capacidade de melhorar a vida dos cidadãos através de propostas, ações e resultados concretos.

Da mesma forma, a oposição institucional não deve limitar-se à ocupação de espaços institucionais, deve exercer, de forma permanente e responsável, o seu dever constitucional de fiscalização, crítica e apresentação de alternativas.

Na avaliação da Plataforma Internacional para Transição de Angola, a atual legislatura aproxima-se do seu termo sem que tenham sido alcançados resultados legislativos e políticos proporcionais às expectativas de milhões de angolanos que depositaram confiança na oposição institucional.

Esta realidade constitui motivo de reflexão sobre a necessidade de uma oposição mais dinâmica, interventiva e estrategicamente preparada.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola Oposição Extraparlamentar, considera igualmente que, em vários momentos, as maiores pressões enfrentadas pelo Executivo Angolano têm resultado de dinâmicas internas do próprio partido no poder, da comunidade internacional e da intervenção da sociedade civil e da oposição extraparlamentar, mais do que da atuação da oposição institucional.

Por essa razão, a Plataforma Internacional para Transição de Angola reafirma a necessidade de construir uma oposição patriótica, competente, independente e verdadeiramente comprometida com os interesses do povo angolano.

Os cidadãos exigem uma alternativa política credível, capaz de defender os seus direitos, fiscalizar o poder e apresentar um projeto nacional que responda aos desafios do presente e do futuro.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola continuará a defender uma transição democrática baseada no Estado de Direito, na boa governação, na justiça social, na transparência e na dignidade do povo angolano, apelando a todas as forças patrióticas para que coloquem os interesses nacionais acima de quaisquer interesses partidários.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

Lausanne

História do RPP – Real Partido do Povo.O RPP – Real Partido do Povo é um projeto político concebido pelo Dr. Mukanda Dya...
18/07/2026

História do RPP – Real Partido do Povo.

O RPP – Real Partido do Povo é um projeto político concebido pelo Dr. Mukanda Dya Nzambi (Líder Mukanda LM32), cuja origem remonta ao ano 2000, na República da África do Sul.

A sua idealização nasceu de um profundo período de reflexão sobre a realidade política, económica e social de Angola, numa fase em que o país enfrentava um dos momentos mais difíceis da sua história contemporânea.

Naquele período, Angola encontrava-se mergulhada numa intensa guerra civil.

Inicialmente, o conflito opunha as FAPLA, forças ligadas ao Governo liderado pelo MPLA, às FALA, braço militar da UNITA.

Após a criação das Forças Armadas Angolanas (FAA), em 1991, e o recomeço da guerra em 1992, os confrontos passaram a envolver diretamente as tropas governamentais e as forças militares da UNITA, prolongando um cenário de destruição, deslocamentos populacionais e graves consequências humanitárias.

Durante a sua permanência na África do Sul, Líder Mukanda participou ativamente em debates de juventude e fóruns panafricanistas, onde discutia temas ligados à democracia, ao desenvolvimento africano e ao futuro do continente.

Nesse contexto, estabeleceu uma relação cordial de respeito mútuo com Julius Malema, figura que mais tarde se tornaria líder da Juventude do ANC e fundador do partido Economic Freedom Fighters (EFF).

Líder Mukanda movido pelo patriotismo e pelo desejo de contribuir diretamente para a defesa da sua pátria, Líder Mukanda regressou voluntariamente a Angola e alistou-se nas Forças Armadas Angolanas, sendo colocado no Centro de Recrutamento R20.

Após concluir a instrução militar, foi destacado para o setor das transmissões por decisão de um oficial superior, mas o líder Mukanda preferiu regressar a África do Sul.

Segundo o seu testemunho, essa decisão do oficial superior acabou por lhe preservar a vida, uma vez que muitos dos militares do seu pelotão enviados para a frente de combate perderam a vida ou ficaram gravemente feridos durante a fase final da guerra.

Posteriormente regressou à África do Sul e, pouco antes do fim definitivo do conflito armado, voltou novamente a Angola para acompanhar o processo de reconstrução nacional.

Com a paz alcançada em 2002, Líder Mukanda dedicou-se intensamente às artes, à formação académica e ao ativismo social, defendendo que a transformação de Angola dependeria igualmente da transformação da consciência cívica do seu povo.

Durante esse período, recebeu convites para integrar organizações políticas ligadas tanto ao MPLA como à UNITA, mas optou por manter a sua independência política, preservando o projeto que vinha estruturando desde o início da década.

Em 2007, deslocou-se ao Brasil, onde aprofundou conhecimentos em literacia crítica, análise política e cidadania.

Durante essa estadia, estabeleceu contactos com diversos movimentos culturais e organizações da sociedade civil, promovendo intercâmbios sobre juventude, participação política e intervenção social entre Angola e o Brasil.

Com o impacto da Primavera Árabe e o surgimento de novos movimentos de contestação em África, Líder Mukanda participou na mobilização de cidadãos angolanos que defendiam maior abertura democrática, liberdade de expressão e participação cívica.

Juntamente com outros ativistas e artistas, fundaram o Movimento Revolucionário Angolano que deu origem aos 15 + 2, integrou iniciativas de mobilização social que marcaram uma nova geração de ativismo em Angola.

Ao longo desse percurso, conciliou permanentemente três áreas de intervenção: a política, o ativismo social e a produção artística, enfrentando, segundo o relato de testemunhos jornalistas e organizações cívicas diversos constrangimentos, perseguições, detenções e exclusões sociais em consequência da sua atividade pública.

Em 2022, durante as eleições gerais angolanas, destacou-se na mobilização da diáspora angolana residente em Portugal em defesa da participação cívica, da transparência eleitoral e do fortalecimento da democracia e cidadania.

Foi neste contexto que, em 12 de outubro de 2022, juntamente com o Engenheiro Nathaniel Nsimba Toneco e outros patriotas angolanos residentes na diáspora, fundou o MPP-ANGOLA – Movimento Pró e Por Angola, organização apresentada como um movimento patriótico orientado para a renovação política nacional.

Posteriormente, o MPP-ANGOLA expandiu a sua estrutura organizativa e designou representantes em Angola e na diáspora, procurando consolidar a sua presença política.

Mais tarde, diversos movimentos políticos, organizações da sociedade civil e dirigentes da diáspora decidiram criar a Plataforma Internacional para Transição de Angola (PITA), apresentada como uma estrutura de coordenação política da oposição extraparlamentar.

Nesta organização, Líder Mukanda Dya Nzambi exerce as funções de Primeiro-Ministro e Chefe do Executivo, enquanto o Engenheiro Nathaniel Nsimba Toneco exerce as funções de Presidente, apoiados por uma equipa de ministros, secretários de Estado e outros responsáveis políticos.

Neste quadro de evolução organizacional, surge o RPP – Real Partido do Povo, apresentado pelos seus fundadores como a evolução institucional do MPP-ANGOLA, representando a transição de movimento político para partido político.

Segundo a organização, o RPP pretende afirmar-se como uma força política inspirada nos princípios do patriotismo, da soberania nacional, da justiça social, da boa governação, da participação cidadã e do desenvolvimento sustentável de Angola.

Atualmente, o RPP encontra-se em processo de legalização.

O seu Coordenador-Geral é o Dr. Mukanda Dya Nzambi (Líder Mukanda LM32), estando prevista a sua integração na Plataforma Internacional para Transição de Angola, ao lado de outras formações políticas, incluindo o Partido Moderno de Angola (PMA), liderado pelo Engenheiro Nathaniel Nsimba Toneco, bem como organizações da sociedade civil que integram esta plataforma política.

Significado Institucional da Bandeira do RPP  Real Partido do Povo.A bandeira do RPP  Real Partido do Povo representa a ...
18/07/2026

Significado Institucional da Bandeira do RPP Real Partido do Povo.

A bandeira do RPP Real Partido do Povo representa a identidade, os princípios e a visão política do partido, traduzindo o compromisso com o patriotismo, a justiça, a unidade nacional e o desenvolvimento de Angola.

Significado das cores

Preto – Representa a identidade africana, a dignidade do povo angolano, a firmeza, a resistência histórica e a soberania nacional. Simboliza também a determinação do partido em defender os interesses do povo.

Vermelho – Representa o sacrifício dos heróis nacionais, a coragem, a força transformadora e a determinação para construir uma Angola mais justa, próspera e inclusiva.

As duas estrelas douradas simbolizam o ideal de uma nova governação orientada para o bem comum.

Significado do símbolo

O emblema circular representa a unidade, a continuidade institucional e a estabilidade do Estado.

RPP – A sigla identifica o Real Partido do Povo, afirmando que o partido existe para servir o povo e colocar os interesses nacionais acima de interesses individuais ou partidários.

As três estrelas Simbolizam os três pilares fundamentais do partido:

1. Patriotismo;

2. Justiça;

3. Progresso Nacional.

A estrela azul ao centro representa a liderança, a esperança e a visão estratégica que orientam o projeto político do RPP.

As duas estrelas douradas representam o resgate da ancestralidade.

As figuras humanas – Representam o povo angolano em toda a sua diversidade, reafirmando que os cidadãos são o centro da ação política e os verdadeiros protagonistas do desenvolvimento nacional.

O círculo dourado Simboliza a união, a proteção da soberania nacional, a integridade territorial e a responsabilidade de governar para todos os angolanos.

Lema do RPP

O Povo no Centro, a Nação em Primeiro.

Este lema expressa o compromisso do RPP de colocar o cidadão no centro das políticas públicas, sem perder de vista que o interesse nacional deve prevalecer sobre qualquer interesse particular, partidário ou ideológico.

O partido defende um Estado forte, justo, transparente e orientado para o desenvolvimento económico, social e institucional de Angola.

RPP-REAL PARTIDO DO POVO.Representa a Transição do MPP-ANGOLA _Movimento Pró e Por Angola, a vanguarda do patriotismo na...
18/07/2026

RPP-REAL PARTIDO DO POVO.

Representa a Transição do MPP-ANGOLA _Movimento Pró e Por Angola, a vanguarda do patriotismo nacional de Movimento para Partido Político.

COMUNICADO POLÍTICO SOBRE O INVESTIMENTO EXTERNO DO ESTADO ANGOLANO.A Plataforma Internacional para Transição de Angola ...
18/07/2026

COMUNICADO POLÍTICO SOBRE O INVESTIMENTO EXTERNO DO ESTADO ANGOLANO.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola (PITA), Governo Sombra da Diáspora e Oposição Extraparlamentar, no âmbito da sua política externa patriótica, acompanha com elevado sentido de responsabilidade os investimentos externos realizados pelo Estado angolano, por considerar que todo o património público deve estar permanentemente sujeito aos princípios da transparência, da boa governação, da legalidade, da prestação de contas e da defesa do interesse nacional.

No âmbito das suas pesquisas, a Plataforma Internacional para Transição de Angola acompanha a participação angolana na Galp, uma das maiores empresas energéticas da Península Ibérica, com atividades nos setores do petróleo, gás natural, eletricidade e energias renováveis, estando presente em mercados como Portugal, Espanha, Brasil, Moçambique e Angola.

Segundo informações amplamente divulgadas, Angola, através da Sonangol, detém uma participação relevante no capital da Galp, superior à participação direta do Estado português.

Este facto demonstra a dimensão estratégica do investimento angolano numa empresa considerada um dos principais ativos do setor energético português.

Todavia, a Plataforma Internacional para Transição de Angola entende que a principal questão não reside na existência do investimento em si, mas sim na sua rentabilidade económica, no seu impacto social e no retorno efetivo para o povo angolano.

Num Estado de Direito Democrático, todos os investimentos públicos devem traduzir-se em benefícios concretos para os cidadãos, através da criação de riqueza, emprego, desenvolvimento tecnológico, melhoria das infraestruturas e aumento da qualidade de vida.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola não é contra o investimento externo nem contra a cooperação económica internacional.

Pelo contrário, reconhece que a internacionalização dos investimentos pode constituir um importante instrumento de fortalecimento financeiro do Estado.

Contudo, considera legítimo questionar quais são os dividendos efetivamente recebidos por Angola, qual o destino dessas receitas e de que forma elas contribuem para reduzir a pobreza, combater a fome, diminuir as desigualdades sociais e promover o desenvolvimento sustentável do país.

Do ponto de vista jurídico e económico, os recursos públicos pertencem ao povo angolano.

Consequentemente, qualquer participação do Estado em empresas estrangeiras deve ser regularmente avaliada com base em critérios de eficiência, rentabilidade, interesse estratégico e responsabilidade perante os cidadãos.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola defende, por isso, que seja realizada uma avaliação técnica, financeira e estratégica da participação angolana na Galp, de forma independente e transparente, permitindo apurar se este investimento continua a servir os interesses nacionais ou se necessita de ser reestruturado, renegociado ou redefinido.

O patriotismo económico exige que os recursos nacionais sejam prioritariamente utilizados para impulsionar a industrialização, modernizar a agricultura, melhorar os serviços públicos, criar empregos para a juventude e promover um crescimento equilibrado em todas as províncias.

Enquanto persistirem elevados níveis de pobreza, fome, desemprego e profundas assimetrias regionais, é legítimo que os cidadãos exijam maior transparência e melhores resultados na gestão dos investimentos públicos.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola reafirma o seu compromisso com uma governação responsável, transparente e patriótica, onde cada investimento realizado em nome do Estado tenha como objetivo supremo a prosperidade do povo angolano, a defesa da soberania económica nacional e a construção de uma Angola desenvolvida, justa e socialmente inclusiva.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

Lausanne

Comunicado de Solidariedade a Domingos Simões Pereira, Plataforma Internacional Para Transição de Angola. A nova detençã...
15/07/2026

Comunicado de Solidariedade a Domingos Simões Pereira, Plataforma Internacional Para Transição de Angola.

A nova detenção de Domingos Simões Pereira, um dos principais líderes políticos da Guiné-Bissau e presidente do PAIGC, sob a acusação de alegada participação numa tentativa de golpe de Estado, volta a colocar o país no centro das preocupações da comunidade internacional quanto à estabilidade política, ao respeito pelo Estado de Direito e às garantias fundamentais do processo judicial.

Independentemente da gravidade das acusações, qualquer processo desta natureza deve respeitar os princípios da presunção de inocência, do direito de defesa, do contraditório e da independência dos tribunais.

Num Estado de Direito democrático, nenhuma pessoa pode ser considerada culpada antes de uma decisão judicial transitada em julgado.

Perante estes acontecimentos, a Plataforma Internacional para Transição de Angola manifesta profunda preocupação com a detenção de Domingos Simões Pereira e exige a sua libertação imediata, caso não existam fundamentos legais suficientes que justifiquem a manutenção da privação da sua liberdade, defendendo que sejam integralmente respeitados os direitos e garantias consagrados na Constituição e no direito internacional.

O Dr. Mukanda Dya Nzambi, Primeiro-Ministro do Governo Sombra da Diáspora e Líder da Oposição Extraparlamentar, manifesta a sua solidariedade para com Domingos Simões Pereira, a sua família, os seus apoiantes e todos os democratas da Guiné-Bissau, apelando para que qualquer processo judicial decorra com total independência, imparcialidade, transparência e respeito pelos direitos humanos.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola considera que a estabilidade política, a democracia e o Estado de Direito na Guiné-Bissau devem ser preservados através do diálogo, do respeito pelas instituições e da observância rigorosa da legalidade constitucional, rejeitando qualquer forma de perseguição política ou instrumentalização da justiça.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola apela ainda à Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), à União Africana, à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e às Nações Unidas para que acompanhem atentamente a evolução da situação, promovendo soluções pacíficas, constitucionais e respeitadoras dos direitos fundamentais de todos os cidadãos.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

Lausanne.

O Primeiro Ministro do Governo Sombra de Angola  na Diáspora Oposição Extraparlamentar tem dúvidas se o cidadão Adalbert...
13/07/2026

O Primeiro Ministro do Governo Sombra de Angola na Diáspora Oposição Extraparlamentar tem dúvidas se o cidadão Adalberto Costa Júnior, tenha renunciado a nacionalidade portuguesa.

No âmbito do debate público sobre os requisitos constitucionais e legais para o exercício de altas funções do Estado, os patriotas entendem que subsistem questões que merecem esclarecimento por parte do cidadão Adalberto Costa Júnior.

Neste contexto, o Dr. Mukanda Dya Nzambi, amplamente conhecido politicamente por Líder Mukanda, Líder do Governo Sombra da Diáspora e da Oposição Extraparlamentar da Plataforma Internacional para Transição de Angola, solicita ao cidadão Adalberto Costa Júnior que, em nome da transparência e da confiança pública, torne pública a documentação oficial que esclareça a sua situação relativamente à nacionalidade portuguesa.

Caso entenda não divulgar essa documentação, o Dr. Mukanda Dya Nzambi manifesta a disponibilidade de receber uma procuração bastante que lhe permita consultar, junto das entidades competentes em Portugal, a eventual existência de registos oficiais relacionados com uma renúncia à nacionalidade portuguesa, essa consulta é legalmente admissível.

Os patriotas defendem que o debate político deve assentar em factos verificáveis, transparência institucional e respeito pelo Estado de Direito, permitindo que os cidadãos formem a sua opinião com base em elementos objetivos e oficialmente comprovados.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

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A Plataforma Internacional para Transição de Angola informa que, na sequência da sua comunicação institucional dirigida ...
13/07/2026

A Plataforma Internacional para Transição de Angola informa que, na sequência da sua comunicação institucional dirigida à Presidência da República de Angola, solicitando esclarecimentos sobre o paradeiro do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, obteve a informação de que o Chefe de Estado tem previsão de regressar ao país na próxima terça-feira.

A Plataforma reitera que não orienta a sua atuação política com base em rumores ou deduções difundidas nas redes sociais.

A nossa atuação pauta-se pela coerência, responsabilidade institucional, respeito pelos canais oficiais e pelo compromisso com uma comunicação séria e responsável perante os cidadãos.

Gabinete de Comunicação e Imagem da Plataforma Internacional para Transição de Angola.

12/07/2026

A Plataforma Internacional para Transição de Angola tomou conhecimento de informações e de um áudio do Dr Abdu Ferraz, que circulam nas redes sociais sobre o alegado estado de saúde do Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, onde o mesmo afirma que o presidente de Angola faleceu.

Até ao momento, a Plataforma não dispõe de elementos oficiais e independentes que permitam confirmar a veracidade dessas informações.

Por esse motivo, considera fundamental que qualquer afirmação desta natureza seja tratada com responsabilidade, rigor e respeito pelos princípios do Estado de Direito.

A Plataforma apela às autoridades competentes, em particular aos órgãos oficiais da Presidência da República, para que prestem esclarecimentos públicos, transparentes e atempados, de forma a evitar a propagação de rumores e a salvaguardar a estabilidade institucional.

A Plataforma Internacional para Transição de Angola continuará a acompanhar a situação e apenas se pronunciará de forma conclusiva com base em informação oficial ou devidamente confirmada por fontes credíveis.

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