PAIGC Central London

PAIGC Central London Uma das estruturas de base do partido em Londres

📢 Guardem estas datas! Londres recebe uma série de iniciativas no âmbito do Mês Contra as Sanções — com encontros dedica...
15/10/2026

📢 Guardem estas datas! Londres recebe uma série de iniciativas no âmbito do Mês Contra as Sanções — com encontros dedicados à História Negra, à Guiné-Bissau e ao papel dos estudantes na revolução.

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14/10/2026
12/10/2026
12/10/2026

É sempre um prazer ouvir o nosso Presidente, político, engenheiro e escritor — Domingos Simões Pereira (DSP). Uma voz de conhecimento, experiência e inspiração. ✨

It is always a pleasure to listen to our President, politician, engineer and writer — Domingos Simões Pereira (DSP). A voice of knowledge, experience and inspiration. ✨

09/10/2026

DOMINGOS SIMÕES PEREIRA PEDE AOS MILITARES QUE RESPEITEM A NORMALIDADE CONSTITUCIONAL NA GUINÉ-BISSAU.🇬🇼‼️

O presidente do PAIGC, em Bragança para uma conferência, reagiu ao adiamento das eleições de dezembro e disse temer que a Guiné-Bissau siga o caminho dos países do Sahel.

O líder do PAIGC manifestou preocupação com a possibilidade de os militares permanecerem no poder e defendeu sinais concretos de regresso à ordem constitucional.

O líder do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, manifestou, esta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, em Bragança, Portugal, a esperança de que os militares não permaneçam indefinidamente no poder na Guiné-Bissau, apelando ao respeito pelos princípios da reposição da normalidade constitucional.

“Se as entidades que controlam o país querem um voto de confiança e uma oportunidade, devem alinhar-se com os princípios da reposição da normalidade constitucional”, afirmou Simões Pereira, em declarações à agência de notícias Lusa, ao ser questionado sobre o risco de a Guiné-Bissau seguir o percurso de países do Sahel que passaram por golpes de Estado.

A declaração surge num contexto de instabilidade política, depois de as autoridades de transição terem anunciado a inexistência de condições para a realização das eleições gerais previstas para 6 de dezembro de 2026.

Questionado sobre o adiamento do processo eleitoral, Simões Pereira afirmou que ainda não tinha conhecimento oficial da decisão no momento em que prestou declarações. Acrescentou que apresentará a posição do PAIGC depois de consultar as estruturas do partido, de que é presidente.

O dirigente considerou, contudo, que a realização das eleições já enfrentava dificuldades devido ao calendário eleitoral, uma vez que o prazo para a apresentação das candidaturas tinha terminado na terça-feira, 6 de outubro.

“Era só uma questão de confirmação política daquilo que tecnicamente já estava ultrapassado”, afirmou.

Simões Pereira manifestou ainda receio de que a Guiné-Bissau siga o exemplo do Níger, do Mali e do Burkina Faso, países que passaram por golpes militares e processos de transição política nos quais os militares permaneceram no poder.

O presidente do PAIGC foi detido na sequência da tomada do poder pelos militares na Guiné-Bissau e libertado em julho de 2026, tendo-se deslocado a Portugal para tratamento médico.

Segundo as declarações reproduzidas pela Lusa, o dirigente afirmou não saber quando poderá regressar a Bissau. Disse também que não lhe foram comunicadas eventuais condições associadas à sua libertação, que considera poder ter sido condicional ou negociada.

Relativamente à decisão judicial que atribui uma indemnização de 30 milhões de francos CFA, aproximadamente 46 mil euros, a cinco políticos detidos na sequência da crise política, incluindo Simões Pereira, o dirigente considerou que a decisão confirma as críticas à legalidade das detenções.

“Esta decisão por um tribunal da CEDEAO vem confirmar a leitura que se faz, mesmo a nível internacional, e igual àquela que nós já tínhamos: a prisão foi, não só ilegal, como arbitrária”, declarou.
As declarações foram feitas à margem de uma conferência subordinada ao tema “Juventude e Participação Cívico-Política”, realizada na Universidade Politécnica de Bragança (UPB), a convite do Núcleo de Estudantes Guineenses.

Durante o encontro, foi também abordado o impacto da instabilidade política nas oportunidades dos jovens guineenses, sobretudo no acesso ao emprego e nas perspetivas de regresso ao país após a formação académica.

O presidente do Núcleo de Estudantes Guineenses, Rajik Mendes, defendeu a necessidade de os jovens continuarem a acreditar no futuro da Guiné-Bissau, reconhecendo, porém, que a falta de oportunidades leva muitos estudantes a permanecer em Portugal.

O reitor da UPB, Orlando Rodrigues, lamentou igualmente as dificuldades em estabelecer um diálogo institucional com as autoridades guineenses, referindo que iniciativas de cooperação para o desenvolvimento do ensino superior na Guiné-Bissau não tiveram continuidade.

Bissau, 09 de outubro de 2026
Fonte: Agência Lusa / Digital Mídia Global TV

09/10/2026

Marcolino Moco, primeiro secretário executivo da CPLP, considera que a organização falha em países como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, "completamente desestruturados".

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