Movimento Revolucionário Pó de Terra

Movimento Revolucionário Pó de Terra Somos filhos da terra, unidos pela força da transformação.

Movimento Revolucionário Pó de Terra é a voz do povo que brota do chão da Guiné-Bissau. 🌍✊
Lutamos por justiça social, igualdade, desenvolvimento sustentável e valorização da identidade africana.

A LUTA CONTINUA!
15/07/2026

A LUTA CONTINUA!

Abo ki guineensi, patrota, residenti na Lisboa i utrus cantos di Portugal, kontrada i na sede di CPLP, sexta-feira, 16 di julho. No bai anos no bai exigi libertason imediatu incondicional di sequestradus, em destaque di Domingos Simões Pereira, líder di Parlamentu, aplicasin di sansons individual i colectivu pa bandidus assaltantis di puder, retorno pa ordem constitucional i toma di posse di Presidenti Eleito.
Participa!

REPUBLIKA I ANOS!

13/07/2026

A LUTA CONTINUA!

MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO PÓ DE TERRACOMUNICADO OFICIALA PÁTRIA SEQUESTRADAO Movimento Revolucionário Pó De Terra vem, po...
11/07/2026

MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO PÓ DE TERRA

COMUNICADO OFICIAL

A PÁTRIA SEQUESTRADA

O Movimento Revolucionário Pó De Terra vem, por meio deste comunicado oficial, manifestar o seu mais profundo e veemente repúdio diante do ato de banditismo institucional perpetrado nas últimas horas contra o cidadão, Deputado e Presidente da Assembleia Nacional Popular, Domingos Simões Pereira. O que a Guiné-Bissau testemunha não é um ato de justiça, não é a aplicação do Direito e não possui um único pingo de legalidade: trata-se, sim, de um sequestro político brutal, mais uma vez executado por capangas fardados e togados sob as ordens diretas de um regime ditatorial e falido.

Cobardemente mascarado sob a capa de uma pretensa “prisão preventiva” decretada por um Tribunal Militar manifestamente incompetente, este ato rasga a Constituição da República e enterra os últimos vestígios do Estado de Direito no nosso país. Arrastar um líder político civil para uma instância militar, ignorando imunidades e competências constitucionais, é a prova cabal de que as instituições guineenses foram completamente vandalizadas e privatizadas por uma associação criminosa que assaltou o poder. O veredito já estava assinado nos corredores do palácio presidencial muito antes de qualquer farsa processual começar.

Este simulacro de justiça expõe o pânico de um regime que governa pelo medo, pelo suborno e pelas armas. Diante da incapacidade de vencer no debate de ideias, na via democrática e no voto popular, os assaltantes do poder recorrem à violência institucional e ao sequestro para silenciar a oposição e paralisar a sociedade. É uma perseguição política nua e crua, um plano macabro que visa não apenas a aniquilação política de uma liderança, mas a submissão total de todo o povo guineense.

O Movimento Revolucionário Pó De Terra alerta a sociedade civil, as forças vivas da nação e a comunidade internacional de que tolerar este ultraje signif**a consentir com a destruição definitiva da nossa soberania. Estes golpistas estão a hipotecar o presente e a assassinar o futuro desta e das próximas gerações, transformando a nossa pátria num feudo de impunidade, miséria e terror. Não podemos assistir paralisados enquanto os verdugos da nação banqueteiam-se com o sangue e o suor do povo.

A história ensina-nos que nenhuma tirania é eterna e que o cansaço do povo tem um limite. A Guiné-Bissau não pertence aos assaltantes que hoje ocupam ilegalmente as cadeiras do poder; a Guiné-Bissau pertence aos filhos da sua terra que se recusam a ver a pátria de Amílcar Cabral ser humilhada e reduzida a cinzas. Exigimos a libertação imediata e incondicional de Domingos Simões Pereira e o fim imediato de todas as farsas processuais em curso.

Que fique bem claro para os golpistas: cada ato de opressão acelera a vossa própria ruína. O Movimento Revolucionário Pó De Terra reafirma o seu compromisso inabalável com o povo guineense, com a resistência popular e com a mobilização total contra este regime de exceção. A Guiné-Bissau vai libertar-se das garras destes criminosos. A vossa batota política chegará ao fim e o verdadeiro XEQUE-MATE será dado pelo povo.

11 de julho de 2026.

A Direção do Movimento Revolucionário Pó De Terra
A pátria não se vende, a liberdade conquista-se!

01/05/2026

Compartilhamos com vocês o poema da escritora portuguesa Judite Canha Fernandes, em homenagem ao nosso herói imortal Vigário Luís Balanta e ao papel histórico da Guiné-Bissau na Revolução. Balanta foi assassinado de forma brutal e covarde pelo atual regime da Guiné-Bissau, mas seu legado permanece vivo.

Mantenha para quem luta.
A luta continua.
Judite Fernandes

MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO PÓ DE TERRA NOTA À IMPRENSA E AO POVO GUINEENSE.UM MÊS DE IMPUNIDADE: ONDE ESTÁ A JUSTIÇA PARA ...
01/05/2026

MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO PÓ DE TERRA
NOTA À IMPRENSA E AO POVO GUINEENSE.

UM MÊS DE IMPUNIDADE: ONDE ESTÁ A JUSTIÇA PARA VIGÁRIO BALANTA?

O Movimento Revolucionário Pó de Terra vem a público manifestar a sua mais profunda indignação e revolta ao assinalar que hoje, dia 1 de maio de 2026, completa-se exatamente um mês desde que o nosso Secretário-Geral, Vigário Luís Balanta, foi encontrado brutalmente assassinado. No passado dia 31 de março, o país foi abalado pela notícia de uma execução sumária e covarde que tirou a vida a um dos mais corajosos defensores da liberdade na Guiné-Bissau. Trinta dias depois, o que o povo guineense recebe das instituições do Estado é apenas um silêncio cúmplice e uma inércia que envergonha a nossa justiça e afronta a memória de um patriota.

Ao longo deste primeiro mês, não vimos um único passo concreto, nenhuma declaração oficial de progresso nas investigações e nenhum esforço real para identif**ar os executores e os mandantes deste crime hediondo. Este vazio de respostas não é fruto de incompetência, mas sim de uma estratégia deliberada de abafamento. Sabemos que o silêncio das autoridades serve para proteger as milícias e as redes de poder que sequestraram a nossa nação. Estão a tentar ganhar tempo, esperando que o esquecimento se instale, mas o Movimento Revolucionário Pó de Terra avisa: não permitiremos que o sangue de Vigário Balanta seja ignorado. O tempo não apagará este crime; o tempo apenas aumentará a nossa sede de justiça e a nossa determinação em expor os responsáveis.

A justiça que se cala perante um assassinato político desta magnitude é uma justiça morta. Se o sistema judicial guineense se recusa a agir com a celeridade e a seriedade que este caso exige, está a declarar-se aliado dos criminosos. O Movimento continua atento a todas as manobras feitas nos submundos do regime para ocultar provas e desviar a atenção do público. Exigimos que as autoridades saiam do seu esconderijo de silêncio e apresentem resultados. O povo guineense tem o direito de saber quem assassinou o Vigário Luís Balanta e quem deu a ordem para silenciar a sua voz.

Em conclusão, neste dia 1 de maio, trinta dias após o encontro do corpo do nosso líder, a nossa mensagem é de resistência absoluta. Vigário Luís Balanta não foi assassinado para ser esquecido em gavetas de tribunais amordaçados. Ele vive em cada cidadão que se recusa a aceitar a tirania. O Movimento Revolucionário Pó de Terra não descansará, não recuará e não dará tréguas enquanto os carrascos não enfrentarem a mão pesada da justiça. O silêncio institucional é uma agressão contínua, mas a nossa voz será cada vez mais alta.

Justiça para Vigário Balanta!
A Luta Continua!

1 de maio de 2026.
@maioresfas

COMUNICADO OFICIAL À IMPRENSA E À NAÇÃOO Movimento Revolucionário Pó de Terra vem a público, num momento de profunda gra...
20/04/2026

COMUNICADO OFICIAL À IMPRENSA E À NAÇÃO

O Movimento Revolucionário Pó de Terra vem a público, num momento de profunda gravidade para a República da Guiné-Bissau, reafirmar o seu compromisso inabalável com a verdade, a justiça e a dignidade do nosso povo. Perante o agravamento da crise política e social e a persistência de práticas autoritárias que tentam silenciar as vozes patriotas, não poderíamos permanecer em silêncio. Este comunicado serve para esclarecer a nossa posição firme sobre os acontecimentos recentes que ameaçam o futuro da nossa nação e para convocar cada cidadão à vigilância ativa. Nesse sentido:

1. Exigimos a justiça e celeridade no processo que envolve o
assassinato bárbaro do nosso Secretário-Geral, Vigário Luís Balanta.
Não aceitaremos que o tempo apague a memória deste crime ou que o silêncio das instituições se torne cúmplice dos carrascos. Temos pleno conhecimento das manobras que ocorrem nos submundos do crime e nos corredores do poder atual na Guiné-Bissau, onde figuras do regime tentam desesperadamente ocultar provas e proteger os executores. O rastro de sangue deixado por este ato de terrorismo de Estado não pode ser limpo com mentiras jurídicas ou investigações de fachada; estamos atentos a cada tentativa de obstrução e denunciamos antecipadamente qualquer manobra que vise garantir a impunidade dos que atentaram contra a vida de um patriota.

2. A par desta luta jurídica, manifestamos o nosso mais profundo
repúdio perante as manobras políticas em curso para a realização de novas eleições, que não passam de uma tentativa repugnante de legitimar e consolidar o golpe de Estado perpetrado contra a vontade soberana do povo. O sistema atual procura, através das urnas, lavar a face de um regime que se impôs pela força, ignorando o mandato legítimo conferido pelos guineenses no último pleito. O Movimento Revolucionário Pó de Terra mantém- se firme na defesa do respeito pela vontade popular expressada nas últimas eleições e avisa que qualquer processo eleitoral que ignore a legalidade democrática anterior é nulo, servindo apenas para prolongar o sofrimento de uma nação sequestrada por interesses de grupo.

3. A situação económica do país atingiu um ponto de rotura que não podemos ignorar, especialmente no que toca ao custo insuportável dos combustíveis. Esta subida desenfreada de preços não é apenas um reflexo do mercado, mas sim o resultado de uma má gestão que privilegia o lucro de poucos em detrimento da sobrevivência de muitos. Denunciamos com gravidade o impacto desta crise sobre os moradores das nossas ilhas. Enquanto o regime se foca em manobras políticas de sobrevivência, o povo guineense, do interior à costa, sofre as consequências de um Estado que se demitiu das suas funções básicas de proteção social e regulação económica.

4. Finalmente, alertamos para as tentativas de usurpação de espaços comunitários, com especial atenção ao Campo de Rádio no Bairro Militar. O Movimento Revolucionário Pó de Terra está atento aos abusos de indivíduos de mau caráter que, movidos pela ganância e sob a sombra do regime, pretendem realizar obras ilegais naquele espaço histórico e desportivo. Deixamos claro que não estamos de acordo com qualquer intervenção que não beneficie a comunidade e exortamos os moradores do Bairro Militar a não permitirem este atropelo aos seus direitos. Não admitam que o vosso património seja vendido ou transformado em benefício privado; a resistência começa no bairro e estende-se a toda a nação. O Pó de Terra continuará vigilante, posicionando-se estrategicamente contra todas as injustiças, pois a nossa luta pelo resgate da dignidade guineense não conhece pausas nem recuos.

Estamos atentos, organizados e presentes em cada canto deste país para denunciar os abusos e defender os direitos de quem não tem voz. A libertação da Guiné-Bissau é uma tarefa coletiva e não descansaremos enquanto a justiça não for feita e a soberania do povo não for plenamente restaurada.

Pela Memória de Vigário Luís Balanta. A Luta Continua!
A Direção do Movimento Revolucionário Pó de Terra

@maioresfas

MANIFESTO DE RESGATE NACIONAL: O SACRIFÍCIO E O SANGUE DE VIGÁRIO BALANTA SERÁ A NOSSA FORÇA.O sangue de Vigário Luís Ba...
06/04/2026

MANIFESTO DE RESGATE NACIONAL: O SACRIFÍCIO E O SANGUE DE VIGÁRIO BALANTA SERÁ A NOSSA FORÇA.

O sangue de Vigário Luís Balanta ainda está quente sobre o solo da nossa pátria, e o seu eco não será abafado pelo medo. O Movimento Revolucionário Pó de Terra vem a público declarar que o assassinato do nosso Secretário-Geral foi o último ato de uma tirania que se esqueceu de que o povo é o único dono do poder. Vigário não foi vítima de um crime comum; ele foi alvo de uma execução política planeada e executada por milícias ao serviço deste regime que sequestrou a Guiné-Bissau. Ele morreu porque a sua voz era mais alta que o barulho das armas e porque a sua integridade era um insulto aos que vendem o país por moedas de sangue.

Enganam-se os que pensam que o Movimento parou. Enquanto os assassinos celebram nas sombras, nós estamos a trabalhar. O Movimento Revolucionário Pó de Terra está, neste exato momento, a reunir cada detalhe, cada indício e possíveis provas sobre este crime bárbaro. Sabemos quem deu a ordem, sabemos quem vigiou e sabemos quem torturou e quem puxou o gatilho. O regime pode controlar os tribunais hoje, mas não controlará a verdade para sempre. Estamos a reestruturar a nossa casa: informamos com toda a clareza que o novo Secretário-Geral Interino já foi escolhido e já assumiu as suas funções trabalhando para que o Movimento continue em pé e redefinindo novas estratégias de luta junto com a Direção. Por uma questão de inteligência e segurança estratégica, a sua identidade será revelada apenas quando a nossa nova estratégia estiver madura e assim que for necessário. Não estamos em luto passivo; estamos em restauração ativa, delineando estratégias.

Esta luta, porém, não pertence apenas ao Movimento Revolucionário Pó de Terra e outros Movimentos. Para derrubar um gigante de pés de barro que sobrevive do terror, precisamos de cada guineense. O sequestro do nosso país só termina quando todas as camadas sociais entenderem o seu papel nesta libertação.

Chamamos os Jovens, que são a alma deste país. Esta luta é vossa porque vos roubaram o futuro. Vocês são a força que o regime mais teme, pois não têm medo de sonhar. Se vocês cruzarem os braços hoje, o destino que deram ao Vigário será o destino de toda uma geração que apenas queria trabalhar e viver com dignidade. Chamamos as Mulheres, o pilar da nossa sobrevivência. A luta é vossa porque são vocês que choram os filhos assassinados e que carregam o peso de uma economia destruída. Sem a vossa coragem de mães e de líderes, a resistência não tem coração.

Chamamos os Intelectuais e Académicos. A vossa luta é essencial porque o regime odeia o pensamento livre. É vosso dever usar a vossa voz e o vosso conhecimento para desmascarar as mentiras oficiais e mostrar ao mundo que a Guiné-Bissau não é um curral de ditadores, mas uma nação de gente pensante. Chamamos os Trabalhadores e Camponeses, que sustentam esta terra com o suor do rosto. A luta envolve-vos porque o fruto do vosso trabalho está a ser roubado para alimentar o luxo de generais e políticos que nada produzem a não ser miséria.

Chamamos os Militares Patriotas e as Forças de Segurança. Sabemos que nem todos concordam com o que está a acontecer. A vossa luta é recordar o juramento que fizeram de proteger o povo, e não de servir de jagunços para um ditador. Um soldado que mata o seu próprio irmão por ordem de um tirano não é um herói, é um escravo. Chamamos a Diáspora Guineense, espalhada pelo mundo. Vocês são os nossos embaixadores da liberdade. A vossa luta é pressionar a comunidade internacional, fechar as portas diplomáticas a este regime e garantir que os recursos que enviam para casa sirvam para a libertação, e não para financiar quem nos oprime.

Lançamos um apelo direto e urgente à comunidade internacional: é hora de assumirem as vossas responsabilidades perante o que se passa na Guiné-Bissau. Não podem continuar a ser espectadores passivos enquanto um regime sanguinário, alimentado pelo crime organizado, aniquila a oposição e silencia o povo. O vosso silêncio é, na prática, uma forma de cumplicidade. Alertamos que a paciência do povo guineense tem limites e a situação está prestes a escapar definitivamente de qualquer controlo. É necessário agir agora, com sanções claras e pressão diplomática real, antes que a instabilidade se transforme num incêndio que ninguém conseguirá apagar. A Guiné-Bissau não pede esmolas, pede justiça e o respeito pelos direitos humanos que vocês dizem defender perante o mundo.

É um facto conhecido por todos os guineenses atentos: a nossa pátria não está apenas sob uma tirania política, mas sequestrada por uma rede nacional e internacional ligada ao submundo do crime e aos negócios ilícitos. O nosso solo sagrado foi transformado em entreposto para interesses escuros que nada têm a ver com o bem-estar do povo. Por isso, esta luta não é uma simples disputa de poder; é a nossa segunda independência. O resgate da Guiné-Bissau das mãos destas máfias exige, mais do que nunca, o envolvimento total de cada camada social. Só uma nação unida e consciente pode expulsar o crime organizado que se instalou no coração do Estado e devolver a dignidade a cada cidadão.

Exigimos uma justiça que seja rápida, mas sabemos que a imparcialidade é quase impossível num país onde o sistema judicial foi amordaçado. Por isso, o nosso clamor não é apenas por tribunais de papel, mas pela justiça das ruas e da consciência nacional. O sequestro da Guiné-Bissau tem de acabar. Vigário Luís Balanta tornou-se uma semente que agora germina no peito de cada cidadão revoltado. O regime pode ter as armas, mas nós temos a razão e temos o povo.

Aos guineenses de todas as regiões, de todas as etnias e de todas as crenças: este é o momento de resgatar a nossa casa. A tirania só sobrevive enquanto os bons se calam. O Movimento Pó de Terra está de pé, mais forte, mais organizado e mais decidido do que nunca. Não vamos recuar perante as ameaças, não vamos aceitar migalhas de paz falsa e não descansaremos até que a bandeira da verdadeira liberdade volte a flutuar sem manchas de sangue inocente.

Reforçamos que o Movimento Revolucionário Pó de Terra manterá um posicionamento estratégico e rigoroso sobre cada passo dado por este regime, sem nunca baixar a guarda. Estamos em vigilância total e permanente sobre a situação atual do país, analisando cada movimentação dos opressores e das instituições sequestradas. Não seremos meros observadores da nossa própria destruição; o Movimento agirá com inteligência e prontidão sempre que for necessário para defender o povo guineense. A nossa presença será sentida em cada decisão, em cada denúncia e em cada ato de resistência, pois os nossos olhos estão postos no presente para garantir que o futuro não nos seja roubado.

Justiça para o Secretário-Geral Vigário Luís Balanta! Pelo resgate da nossa dignidade! Pelo fim da tirania!
Que fique claro para quem nos oprime e para quem nos apoia: esta luta não vai parar. Ela apenas começou.

MRPT
06/04/2026
A Direção do Movimento Revolucionário Pó de Terra

A familia de Vigário Luís Balanta encontra-se a atravessar um momento de grande fragilidade e necessita do apoio solidár...
01/04/2026

A familia de Vigário Luís Balanta encontra-se a atravessar um momento de grande fragilidade e necessita do apoio solidário da comunidade.

O Movimento Pó de Terra organiza esta campanha de apolo, reforçando o compromisso com a justiça social e a dignidade humana.

COMUNICADO DO MOVIMENTO PÓ DE TERRAO REGIME ASSASSINOU O NOSSO LÍDERO Movimento Pó de Terra vem informar ao povo da Guin...
31/03/2026

COMUNICADO DO MOVIMENTO PÓ DE TERRA

O REGIME ASSASSINOU O NOSSO LÍDER

O Movimento Pó de Terra vem informar ao povo da Guiné-Bissau e ao mundo que o nosso Secretário-Geral, Vigário Luís Balanta, foi covardemente assassinado. Ele não morreu por doença, nem por acidente. Foi morto por este regime porque tinha coragem de dizer “não” às injustiças que o nosso povo sofre todos os dias.

Este crime prova que vivemos num sistema de terror. O regime de Sissocó não quer diálogo, quer silêncio. Não quer paz, quer medo. Matar um líder que defendia a vontade do povo é um dos atos mais baixos que um regime pode cometer.

Aos que deram a ordem e aos que dispararam, f**a claro que podem matar um homem, mas não conseguem matar uma ideia. O Movimento Pó de Terra não vai recuar. O sangue do nosso Secretário-Geral dá mais força à nossa luta.

Ao povo da Guiné-Bissau, não podemos aceitar que o nosso país seja um lugar onde quem pensa diferente é eliminado. Hoje foi o Vigário, amanhã pode ser qualquer um de nós.

Exigimos justiça, embora saibamos que quem deveria investigar é quem manda matar. Mas a história não esquece. O mundo está a ver. O medo não vai vencer a nossa vontade de sermos livres.

Que fique claro que esta luta apenas começou. O silêncio de um líder não signif**a o fim da nossa voz. Pelo contrário, o sangue derramado do nosso Secretário-Geral serve agora de força para a nossa coragem. O Movimento Pó de Terra não vai dar um passo atrás. Não vamos parar, não vamos descansar e não nos vamos esconder até que a justiça seja feita e o nosso povo seja verdadeiramente livre.

Tentaram enterrar um homem, mas esqueceram-se de que ele era uma semente. Agora somos milhares a carregar a sua bandeira. Se achavam que o medo nos ia paralisar, enganaram-se: a nossa vontade de mudar a Guiné-Bissau é maior do que qualquer ameaça.

Pelo nosso líder, pelo Pó de Terra e pela Guiné-Bissau.

A luta continua....

30/03/2026

Bom dia Combatentes, mantenha de luta e de revolução!

Repara bem:
quando o injusto se torna hábito,
o rebelde passa a ser tratado como ameaça.
Mas há um sinal que nunca falha:
quando começas a perder o medo de perder…
já não podem controlar-te.
Esse é o ponto onde o cidadão morre
e nasce o revolucionário.

Unidade, Consciência e Resistência Popular🫡

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Bissau

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