05/08/2026
𝐎 𝐂𝐎𝐋𝐀𝐏𝐒𝐎 𝐃𝐀 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐏𝐀𝐑Ê𝐍𝐂𝐈𝐀 𝐄 𝐎 𝐄𝐍𝐃𝐈𝐕𝐈𝐃𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 𝐃𝐄 𝟕,𝟓 𝐌𝐈𝐋𝐇Õ𝐄𝐒 𝐄𝐌 𝐂𝐄𝐋𝐎𝐑𝐈𝐂𝐎 𝐃𝐄 𝐁𝐀𝐒𝐓𝐎
O partido chega de Celorico de Basto assume o seu dever de mandato e vem denunciar publicamente uma deriva de gestão que ameaça gravemente a sustentabilidade futura e a saúde democrática do nosso concelho.
Sob uma capa de festividades e propaganda contínua, o atual executivo municipal tem conduzido Celorico de Basto a um sufoco financeiro inaceitável e a um preocupante apagão democrático.
𝐎 𝐄𝐬𝐜â𝐧𝐝𝐚𝐥𝐨 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞𝐢𝐫𝐨: 𝟕,𝟓 𝐌𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐞𝐦 𝐃í𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐁𝐚𝐧𝐜á𝐫𝐢𝐚
A propaganda oficial tenta vender o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e a habitação social como um sucesso absoluto. O que o executivo omite deliberadamente aos celoricenses é o preço dessa fatura: a aprovação de um empréstimo bancário astronómico de 7,5 MILHÕES DE EUROS.
A gravidade desta decisão exige respostas urgentes:
• Sendo o PRR uma dotação europeia de fundos a fundo perdido, desenhada para apoiar os municípios 𝐒𝐄𝐌 𝐎𝐒 𝐅𝐀𝐋𝐈𝐑, como se justifica que Celorico de Basto tenha de se endividar desta forma na banca privada?
• Quais serão os custos reais com juros e amortizações que vão hipotecar o orçamento municipal e sufocar as próximas gerações?
O Chega apoia totalmente a habitação social.
O que não apoiamos é a incompetência de gestão que, para fazer essa habitação, endivida o concelho em 7,5 milhões na banca privada. Exigimos habitação social com responsabilidade financeira, e não à custa do bolso das próximas gerações.
Recorrer sistematicamente ao crédito bancário para camuflar a incapacidade de captação e execução de fundos europeus diretos não é competência;
é irresponsabilidade financeira.
𝐀 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭é𝐠𝐢𝐚 𝐝𝐨 𝐃𝐞𝐬𝐛𝐚𝐧𝐪𝐮𝐞: 𝐅𝐞𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐋𝐮𝐱𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐃𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐢𝐫 𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨
Assistimos a uma gritante e imoral inversão de prioridades. Enquanto as contas do município são empurradas para o limite legal de endividamento, o executivo canaliza verbas desproporcionais para eventos e cartazes milionários, como nas Festas do São Tiago.
Esta política de "pão e circo" funciona como uma autêntica cortina de fumo: gasta-se o que não se tem em cosmética política e entretenimento efémero para anestesiar a opinião pública e esconder a ausência total de investimento estruturante na economia local, no emprego e na fixação dos nossos jovens.
𝐎 𝐀𝐩𝐚𝐠ã𝐨 𝐃𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫á𝐭𝐢𝐜𝐨: 𝐀 𝐀𝐬𝐟𝐢𝐱𝐢𝐚 𝐏𝐫𝐨𝐩𝐨𝐬𝐢𝐭𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐚 𝐈𝐦𝐩𝐫𝐞𝐧𝐬𝐚 𝐋𝐢𝐯𝐫𝐞
Uma governação rigorosa desafia o escrutínio; uma governação assente na ilusão teme as perguntas. É neste contexto que assistimos ao alarmante desaparecimento da comunicação social independente na nossa região, transformando Celorico de Basto num autêntico "deserto de notícias".
Esta ausência de jornalismo livre não é um acaso. Tal como tem sido denunciado por associações do setor, como a APMEDIO, as autarquias promovem uma concorrência desleal intolerável:
Asfixia por Decreto:
Cortam-se os apoios legítimos e a publicidade institucional aos órgãos de informação livres que ousam questionar o poder.
Monopólio da Narrativa:
Substitui-se a imprensa independente por gabinetes de comunicação municipais hiper financiados, jornais institucionais encapotados e páginas de redes sociais controladas pelo regime.
O resultado é uma gravíssima violação do pluralismo: uma narrativa única e oficial, paga com o dinheiro de todos os contribuintes, onde este empréstimo de 7,5 milhões passa em silêncio, a oposição é censurada e os abusos de poder ficam ocultados da população.
𝐄𝐱𝐢𝐠𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐑𝐢𝐠𝐨𝐫 𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐭ó𝐫𝐢𝐨.
Não toleraremos que Celorico de Basto seja gerido como uma empresa de eventos pessoal e a crédito.
Exigimos a disponibilização imediata do plano de encargos deste empréstimo bancário, o fim da instrumentalização da informação pública e o respeito escrupuloso pela transparência demográfica.
Ajudem a quebrar o bloqueio informativo e exija responsabilidade a quem nos governa.
𝐅𝐢𝐬𝐜𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫 é 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨!
Chega
Celorico de Basto