ADN Distrital de Coimbra

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04/09/2026

ADN Figueira da Foz:
Prontos para construir o futuro com sentido de Estado e proximidade

​O debate em torno das acessibilidades e da ligação entre a Figueira da Foz e Coimbra regressou com força à atualidade política local, na sequência dos recentes anúncios e reuniões encabeçadas pelo edil figueirense com o Governo, nomeadamente com o ministro Miguel Pinto Luz.

​A ADN (Alternativa Democrática Nacional) tem acompanhado este dossier com total rigor, tendo defendido no seu programa autárquico uma aposta estrutural centrada no comboio pesado — com a otimização e maior rentabilidade da Linha do Oeste (servindo localidades a sul do concelho como Alqueidão, Paião e Marinha das Ondas) e a reativação da ligação pela Beira Alta através do ramal Figueira–Pampilhosa via Cantanhede. Esta última servia historicamente as populações a norte, com paragens e estações fundamentais em freguesias como Maiorca, Alhadas, Santana e Ferreira-a-Nova, prolongando-se por Montemor-o-Velho e Cantanhede. Na nossa visão, a articulação com o Metro Mondego deveria surgir sempre como um desdobramento complementar a uma ferrovia forte.

​Face ao anúncio recente de que se aposta diretamente no metrobus em via dedicada por representar uma execução mais rápida e um custo inferior (cerca de 20% do valor da eletrif**ação ferroviária), deixando a ferrovia pesada de linha dupla num plano secundário, a ADN congratula o executivo camarário da Figueira da Foz, na pessoa do seu edil, por trazer novamente para a mesa este debate essencial para o concelho.

​O diagnóstico que motivou estas discussões — focado na urgência de combater o isolamento e a degradação crónica das nossas acessibilidades — é uma bandeira que a ADN assume por inteiro. Ainda que subsistam divergências quanto ao caminho técnico ideal a seguir, a ADN regozija-se por ver o tema na ordem do dia e mantém um posicionamento estritamente construtivo, pautado pelo rigor e pela defesa intransigente dos interesses dos figueirenses.

​Este mesmo sentido de justiça e de apoio a iniciativas positivas para a cidade aplica-se a outras medidas locais de grande impacto no quotidiano, como é o caso do encerramento temporário de parte da avenida aos fins de semana.

Para a ADN, ser um partido atento não signif**a apenas apontar o que deve ser evitado ou melhorado, mas também reconhecer e aplaudir o que beneficia a qualidade de vida. Esta medida de dinamização urbana — que devolve o espaço público aos peões, às famílias e aos visitantes, desde que devidamente articulada com a mobilidade e o comércio local — é um passo encorajador para tornar a nossa cidade mais viva, humana e sustentável.

​É com esta postura de proximidade, exigência e abertura ao diálogo que continuaremos a trabalhar pelo futuro da Figueira da Foz!

𝗟𝗚𝗕𝘀, 𝗻ã𝗼 𝘀ã𝗼 𝗧𝗤𝗜𝗔+.A posição que o ADN tem defendido, é agora defendida pelos g**s e lésbicas fartos de verem a sua lut...
02/09/2026

𝗟𝗚𝗕𝘀, 𝗻ã𝗼 𝘀ã𝗼 𝗧𝗤𝗜𝗔+.
A posição que o ADN tem defendido, é agora defendida pelos g**s e lésbicas fartos de verem a sua luta sequestrada por uma agenda que já não os representa.Durante décadas, o movimento LGB lutou por uma coisa simples: o direito de amar quem quisessem, sem serem perseguidos por isso.

Hoje, essa luta foi anexada por uma sopa de letras que inclui ideologias, identidades sem base científ**a e uma pressão constante para impor tudo isto a crianças em salas de aula.O ADN sempre disse: não é tudo a mesma coisa. Defender a igualdade de g**s e lésbicas nada tem a ver com empurrar teorias de género para o currículo escolar ou branquear intervenções médicas irreversíveis em menores.

A verdade, mais uma vez, incomoda quem vive da confusão.𝗵𝗮𝘀𝗵𝘁𝗮𝗴
#𝗔𝗗𝗡 #𝗩𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗡 #𝗦𝗼𝗺𝗼𝘀𝗔𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮

Assina a petição! 👇
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=sns-sem-mudanca-s**o

A MOÇÃO DE CENSURA QUE FALTA E NINGUÉM QUER SABER.O ADN considera que a moção de censura anunciada pelo Chega vem tarde,...
31/08/2026

A MOÇÃO DE CENSURA QUE FALTA E NINGUÉM QUER SABER.

O ADN considera que a moção de censura anunciada pelo Chega vem tarde, porque há em Portugal problemas bem mais graves do que este e que nunca mereceram do partido uma iniciativa semelhante.

Quanto ao ministro em causa, a nossa posição é clara: deve ser imediatamente demitido. A sua permanência no Governo é indefensável. Mas o Governo devia cair não por causa de um ministro, devia cair pelas políticas que continua a impor contra o país e contra os portugueses.

A moção do Chega deve ser analisada com seriedade. Não pode, porém, ser confundida com uma operação de propaganda política. Uma moção de censura serve para questionar a política geral de um Governo e a sua continuidade, não para instrumentalizar a demissão de um ministro e gerar pressão mediática em torno dela. Censurar todo um executivo, essencialmente por causa de uma pessoa, depois de tudo o que aconteceu e continua a acontecer em Portugal, é tratar o assunto como uma brincadeira de crianças.

E é aqui que o ADN questiona a moção do Chega.

Onde esteve a moção de censura pela gestão da pandemia e pela mortalidade excessiva dos últimos anos?

Durante a pandemia tomaram-se decisões que afectaram profundamente as liberdades, os direitos e a vida dos portugueses. O ADN esteve na linha da frente a denunciá-las. Hoje sabe-se que existe uma mortalidade excessiva por explicar e não há sequer uma Comissão de Inquérito Parlamentar, quanto mais uma moção de censura. Os principais responsáveis pelas inoculações forçadas, pela coerção sanitária, pela ausência de consentimento informado e pelas decisões tomadas sem salvaguarda de direitos fundamentais estão a ser julgados nos Estados Unidos, muitos deveriam sê-lo também em Portugal. Mas todos os partidos se calam, o Chega incluído, que nunca considerou isto motivo de censura ao actual Governo, nem sequer perante os graves ataques à Constituição ocorridos nos executivos anteriores.

Onde esteve a moção de censura pela política de imigração e de atribuição de nacionalidade?

O ADN denuncia há anos a falta de controlo e de coragem política nesta matéria. O Chega diz defender posições semelhantes, mas quando teve a oportunidade de transformar essa preocupação numa verdadeira batalha parlamentar, onde esteve essa moção de censura?

E onde esteve a moção de censura pela carga fiscal, pelo custo de vida e pelos impostos sobre os combustíveis? Os portugueses continuam a pagar impostos elevadíssimos, enquanto enfrentam uma habitação incomportável, a perda de poder de compra e dificuldades crescentes para sustentar as suas famílias.

Estes não são problemas de um ministro. São problemas de Portugal.

Por isso a pergunta é inevitável: se nada disto foi, até agora, suficiente para o Chega apresentar uma moção de censura, porque é que um único ministro passou a sê-lo?

O ADN não defende este Governo, pelo contrário, quer a sua queda. Temos sido críticos quando outros preferiram o silêncio. Mas não nos vamos alinhar com iniciativas pensadas mais para produzir manchetes do que para resolver os problemas dos portugueses.

Estamos aqui para defender uma alternativa. Se este Governo merece ser censurado, que o seja pela sua política, pela incompetência, pelas decisões e pelos resultados, e não porque a Assembleia da República se transformou em palco de guerras partidárias.

O ADN desafia o Chega a apresentar, em Outubro, uma nova moção de censura, desta vez sobre um dos três temas aqui identif**ados: a gestão da pandemia e a mortalidade excessiva, a política de imigração e de atribuição de nacionalidade, ou a carga fiscal e os impostos sobre os combustíveis.

A moção agora apresentada, nestes moldes, dificilmente será levada a sério pelos restantes partidos na Assembleia da República. Se o Chega quer mesmo censurar a política deste Governo e defender os portugueses, aqui tem a oportunidade de o demonstrar. Menos espectáculo, mais coragem política.

Portugal não precisa de brincar às moções de censura. Precisa de quem tenha coragem para fazer diferente.

27/08/2026

Comunicado / Tomada de Posição
ADN – Figueira da Foz

​Em defesa da dignidade dos 3.589 votos e do futuro da Figueira da Foz

​Perante a tomada de posição pública de Gonçalo Mano (LIVRE) sobre o destino dos 3.589 votos depositados na direita conservadora nas últimas eleições autárquicas, o ADN – Figueira da Foz não pode f**ar em silêncio nem permitir que a esquerda aproveite momentos de instabilidade para tentar manobrar e condicionar a vontade soberana dos figueirenses.

​Solidariedade com a coragem dos deputados municipais
O ADN manifesta a sua total solidariedade com os três deputados municipais eleitos que, perante o sufoco e o centralismo partidário, escolheram a dignidade e a fidelidade aos figueirenses em detrimento da obediência cega. Exercer um mandato local exige coragem para defender a honra e a verdade. Nenhum eleito deve ser transformado num mero fantoche de aparelhos partidários.

​A inoperância das estruturas centrais e partidárias
Esta rutura não é um facto isolado: é a consequência direta de uma gestão partidária superior completamente moribunda, incapaz de liderar, agregar ou construir. Tal como já tinha demonstrado total incapacidade e silêncio perante sucessivas polémicas e escândalos no concelho, essa direção provou mais uma vez que não tem autoridade política, capacidade de diálogo nem visão para unir a direita na Figueira da Foz. Preferem o espetáculo do abandono à construção de uma alternativa sólida.

​Os 3.589 votos são da direita conservadora e dos figueirenses
Responder à questão "O que fazer a 3.589 votos?" é simples: respeitá-los na sua matriz original. Esses milhares de cidadãos não votaram na agenda da esquerda nem no centralismo sufocante. Votaram na defesa da família, do desenvolvimento local, da segurança, da transparência e dos valores conservadores. A esquerda, representada pelo LIVRE, não tem autoridade moral para tentar resgatar ou condicionar um eleitorado cujas convicções combate diariamente.

​O ADN assume a firmeza da oposição e a defesa das causas conservadoras
O ADN – Figueira da Foz não permitirá o assalto político nem que este momento de reconfiguração sirva para desarmar a oposição ao executivo camarário.

​Assumimos, com total responsabilidade e maturidade, o compromisso de acompanhar e reforçar o nosso papel e dar voz aos valores da direita conservadora no concelho.
​Enquanto outros se afundam no seu próprio vazio e a esquerda tenta tirar dividendos, o ADN continuará no terreno, focado nas freguesias, a fiscalizar o poder municipal e a defender uma Figueira da Foz forte, livre e fiel às suas raízes.

​ADN – Alternativa Democrática Nacional | Figueira da Foz
Pelos Figueirenses. Pelos portugueses

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Ferrovia e Porto: Dezassete Anos de Imobilismo que a Região Não Pode Continuar a PagarComunicado de posição do ADN — Alt...
19/08/2026

Ferrovia e Porto: Dezassete Anos de Imobilismo que a Região Não Pode Continuar a Pagar

Comunicado de posição do ADN — Alternativa Democrática Nacional | Distrito de Coimbra
O ADN exige uma tomada de posição conjunta e formal dos municípios da Figueira da Foz, Montemor-o-Velho, Cantanhede e Coimbra junto do Governo para a reativação do Ramal ferroviário Figueira da Foz–Pampilhosa, a sua articulação com a Linha do Oeste, e o arranque de um plano de transferência de tráfego portuário para a margem esquerda do Mondego. São três peças do mesmo puzzle — e todas continuam por resolver por falta de vontade política.

Uma linha fechada há 17 anos, sem que ninguém assuma a decisão
O Ramal da Figueira da Foz — que liga a cidade à Pampilhosa, entroncando aí com a Linha do Norte e com a Linha da Beira Alta rumo a Vilar Formoso — está encerrado desde 5 de janeiro de 2009, alegadamente para obras de modernização que nunca aconteceram. Desde então:

Em 2011, o próprio processo de reabertura foi suspenso.

Em 2014 e 2017, a CIM da Região de Coimbra "defendeu" a requalif**ação — sem qualquer execução.

Em dezembro de 2020, a IP assinou um contrato de subconcessão do ramal com a CIM-RC e os quatro municípios servidos pela linha — e a única iniciativa concreta que daí resultou foi uma candidatura a fundos europeus para transformar a plataforma ferroviária numa ecopista. Foi recusada.

O Plano Ferroviário Nacional, em consulta pública desde 2022, admite apenas uma reativação parcial — o troço Pampilhosa–Cantanhede, ao serviço de passageiros, e nem isso está decidido.

Em maio de 2026, a própria presidente da CIM-RC admitiu publicamente que a comunidade intermunicipal ainda não tem posição definitiva sobre a reativação.

Em junho de 2026, foi a Câmara da Mealhada, isoladamente, a pedir ao Governo que não esqueça esta infraestrutura.

Dezassete anos depois, o que existe é um processo às migalhas, município a município, sem coordenação nem prazo.
O ADN considera esta indecisão coletiva incompreensível: é a própria região que se recusa a falar a uma só voz sobre uma infraestrutura que, na sua origem, foi construída precisamente para ligar o porto da Figueira à rede ferroviária nacional e à fronteira espanhola.

A ligação esquecida:
Linha do Oeste e eletrif**ação
Reativar o ramal para a Pampilhosa sem o articular com a Linha do Oeste é resolver metade do problema. A Linha do Oeste liga a Figueira da Foz a Leiria, Caldas da Rainha e à área de Lisboa — mas continua por eletrif**ar na quase totalidade do seu traçado, e sujeita a horários instáveis e cortes frequentes, motivo recorrente de queixas das populações. Sem eletrif**ação e sem um nó funcional entre as duas linhas na Figueira da Foz, a região f**a com dois corredores ferroviários que nunca se complementam: um para norte (via Pampilhosa/Beira Alta), outro para sul (via Oeste), sem que as mercadorias ou os passageiros possam tirar proveito de nenhum dos dois.

O ADN exige que a reativação do ramal e a modernização da Linha do Oeste — incluindo a sua eletrif**ação no troço da Figueira da Foz — sejam tratadas como um projeto único, não como dois dossiers paralelos e desligados.

O porto tem de sair da cidade — a começar pelos granéis urge devolver o rio às pessoas.

O Cais Comercial está hoje dentro do tecido urbano da Figueira da Foz, na margem norte do Mondego, com todas as limitações de calado e de espaço que isso implica. O ADN já defendeu, em sede própria, a relocalização do porto comercial para a margem esquerda do rio.

É tempo de transformar esse princípio em calendário:
Transferência progressiva dos granéis do Cais Comercial para a margem esquerda, começando pelas cargas que já dispõem de infraestrutura ferroviária de apoio — nomeadamente o ramal industrial que serve a unidade de celulose e que já liga à Linha do Oeste. Não se trata de construir do zero, mas de aproveitar e reforçar o que já existe.

Extensão dessa ligação à Zona Industrial da Gala, hoje dependente quase exclusivamente da estrada, sobrecarregando a rede viária local com tráfego pesado que uma ligação ferroviária eliminaria.

Um calendário público e vinculativo, não mais uma "intenção" sem prazo — a região já viu o suficiente de projetos anunciados e nunca executados.
O que o ADN exige aos cinco municípios

O ADN apela às Câmaras Municipais da Figueira da Foz, de Montemor-o-Velho, de Cantanhede e da Mealhada e de Coimbra para que:

Assumam uma posição conjunta e pública, através da CIM-RC, exigindo ao Governo um calendário vinculativo para a reativação integral do Ramal Figueira da Foz–Pampilhosa — não apenas o troço parcial até Cantanhede previsto no PFN;
Exijam que essa reativação seja articulada, desde o início, com a modernização e eletrif**ação da Linha do Oeste;
Solicitem formalmente ao Governo e à Infraestruturas de Portugal um plano faseado de transferência de granéis do Cais Comercial para a margem esquerda do Mondego, com ligação ferroviária reforçada via o ramal industrial das Celuloses, estendida à Zona Industrial da Gala;
Deixem de tratar este dossier como três (ou quatro) problemas municipais separados, e passem a apresentá-lo ao Governo como uma única prioridade regional, com data e orçamento.
A região de Coimbra tem hoje um porto subaproveitado, uma linha fechada há quase duas décadas e uma zona industrial sem ferrovia — três problemas que se resolvem com a mesma decisão política. O que falta não é diagnóstico. É vontade.

ADN — Alternativa Democrática Nacional | Coordenação Distrital de Coimbra

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