ADN Madeira

ADN Madeira Pela Madeira e pelo Porto Santo: autonomia evolutiva, proximidade, transparência e responsabilidade.

🏠 SANTA CRUZ: A DÍVIDA HERDADA MERECE MEMÓRIA. 12 ANOS DE GOVERNAÇÃO TAMBÉM.Por Maíza FernandesA habitação é demasiado s...
07/09/2026

🏠 SANTA CRUZ: A DÍVIDA HERDADA MERECE MEMÓRIA. 12 ANOS DE GOVERNAÇÃO TAMBÉM.

Por Maíza Fernandes

A habitação é demasiado séria para f**ar presa numa guerra de culpas entre a Câmara de Santa Cruz e o Governo Regional.

É verdade que o JPP recebeu em 2013 uma Câmara fortemente endividada. Também é verdade que houve recuperação financeira e que esse trabalho merece ser reconhecido.

Mas há uma consequência que não pode ser ignorada: quando uma autarquia recupera capacidade financeira, aumenta também a responsabilidade de transformar essa recuperação em respostas concretas para a população.

Élia Ascensão não chegou agora a esta história. Integrou durante 12 anos o executivo liderado por Filipe Sousa, foi vice-presidente e hoje preside à Câmara. Se esses 12 anos contam para reivindicar os méritos da recuperação financeira, também contam quando se avaliam atrasos, prioridades e aquilo que ficou por concretizar.

Agora são anunciados cerca de 240 fogos para a Camacha e zonas altas de Santa Cruz.

É uma intenção importante. Mas quem precisa de casa tem direito a saber:

Qual é o financiamento garantido?
Quando é lançado o procedimento?
Quando começa a construção?
Quando entra a primeira família?

E a mesma exigência vale para o Governo Regional.

Há procedimentos para nova habitação em Santa Cruz e isso conta como avanço. Mas procedimento não é casa entregue.

Para o ADN Madeira a régua deve ser igual para todos:

✅ Casa entregue é resultado.
🏗️ Obra em curso é execução.
📑 Concurso lançado é procedimento.
📢 Anúncio continua a ser promessa.

A dívida herdada pode explicar condicionamentos dos primeiros anos. Não pode explicar tudo, para sempre.

E o Governo Regional também não pode responder a anúncios municipais com novos anúncios seus.

Quem espera por habitação não precisa de saber quem ganhou a discussão política.

Precisa de uma casa.

O ADN Madeira defenderá o cidadão e exigirá de Câmara e Governo Regional aquilo que deve ser elementar na política pública: prazos, financiamento, execução e resultados.

Menos guerra de culpas. Mais casas entregues.

Fontes: DNOTÍCIAS (7/09/2026 e 13/03/2026); RTP Madeira (4/05/2025); Câmara Municipal de Santa Cruz; JORAM, Resolução n.º 228/2026.

♿ DEFICIÊNCIA: ESTUDAR NÃO PODE DEPENDER DO DINHEIRO DA FAMÍLIAPor Mara FariaEntrar na universidade é uma conquista. Mas...
07/09/2026

♿ DEFICIÊNCIA: ESTUDAR NÃO PODE DEPENDER DO DINHEIRO DA FAMÍLIA

Por Mara Faria

Entrar na universidade é uma conquista. Mas, para alguns estudantes com deficiência, conseguir uma vaga pode não chegar.

Se precisam de ajuda para se deslocar, alimentar-se, utilizar as instalações ou permanecer autonomamente no campus, quem assegura esse apoio?

No continente existe o Modelo de Apoio à Vida Independente, o MAVI. O próprio regime nacional prevê assistência pessoal para a frequência do ensino superior e investigação. Os Centros de Apoio à Vida Independente que operacionalizam esta resposta estão atualmente distribuídos pelo território continental. (Diário da República)

E na Madeira?

Em julho deste ano, a própria Assembleia Legislativa Regional recomendou ao Governo Regional que avaliasse a implementação do MAVI na Região. (Diário da República)

Mas os estudantes não podem f**ar à espera indefinidamente.

Uma família não deve ter de pagar do próprio bolso uma pessoa para acompanhar um filho na universidade. E os pais não podem ser colocados perante a escolha entre manter o emprego ou substituir uma resposta pública que falta.

O ADN Madeira propõe que o Governo Regional assegure já no ano letivo de 2026/2027 uma solução transitória de assistência pessoal, articulada com a Segurança Social da Madeira, a Universidade da Madeira e as entidades competentes.

Queremos respostas concretas:

Quem pode pedir este apoio hoje na Madeira?
Quem avalia a necessidade?
Quem paga?
Quantos estudantes precisam dele?
E quando estará disponível uma resposta regional estável?

Não estamos a pedir um privilégio.

Estamos a falar de igualdade de oportunidades.

A autonomia deve servir para adaptar e melhorar direitos, não para deixar os madeirenses à espera de respostas que já existem noutros territórios.

O direito de estudar não pode depender do dinheiro da família, nem da disponibilidade dos pais para acompanhar um filho às aulas.

Fontes: Portaria n.º 415/2023; Resolução da ALRAM n.º 25/2026/M; Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência.

https://www.jm-madeira.pt/notícias/regi-o/30004559/adn-madeira-propoe-apoio-a-estudantes-com-deficiencia.html

https://www.dnoticias.pt/2026/9/7/504552-adn-defende-assistencia-pessoal-para-estudantes-com-deficiencia-no-ensino-superior/?utm_source=facebook&utm_medium=facebook&fbclid=IwdGRjcAULoKpwZG9mAWZkaWQWUN_KmpYKiUI94OYQUzVS4p0-gGOgWWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR7HuqempEoKPzf3-UlAY7ZvpxOrvOsN6C-tA537_sffsWQ_6EJ77HUz_qxQFQ_aem_D8FoF6dfxZ42mQzG_QHz0w

👵🏻 A VISITA ACABA. A NECESSIDADE DE APOIO CONTINUA.O ADN Madeira chamou a atenção. Ao Governo cabe garantir respostas.Po...
05/09/2026

👵🏻 A VISITA ACABA. A NECESSIDADE DE APOIO CONTINUA.

O ADN Madeira chamou a atenção. Ao Governo cabe garantir respostas.

Por Carolina Martins

O ADN Madeira colocou uma pergunta concreta: que proteção existe para uma pessoa idosa que vive sozinha, sobretudo depois de regressar do hospital?

Não basta dizer que pode f**ar em casa. É preciso que tenha condições para f**ar em segurança.

No dia 4 de setembro, os deputados do PSD visitaram a Casa Esperança, da Associação Garouta do Calhau, destacando o acompanhamento das pessoas idosas e as alternativas ao internamento permanente em lares. É uma preocupação que merece concordância. (DNOTICIAS.PT⁠)

O trabalho da associação e dos seus profissionais merece reconhecimento. A Casa Esperança foi inaugurada em dezembro de 2025 e representa uma resposta concreta, com investimento público. Não desvalorizamos o que já foi feito. (DNOTICIAS.PT⁠)

Mas uma resposta útil não responde a todas as necessidades.

E convém não meter tudo no mesmo s**o.

Um centro de noite recebe a pessoa na instituição durante a noite, permitindo-lhe regressar a casa durante o dia. É diferente de garantir acompanhamento na própria habitação. São respostas que se podem complementar, não substituir automaticamente. (DNOTICIAS.PT⁠)

A pergunta mantém-se:

E quem continua sozinho em casa, quem o acompanha?

Quem verif**a se o apoio precisa de ser reforçado depois de uma alta hospitalar? Quem responde a um alerta? Como chega a teleassistência a quem precisa? Quanto tempo se espera pelo apoio domiciliário?

E fora do Funchal? Nas zonas altas, nas freguesias mais afastadas e no Porto Santo?

A proteção não pode f**ar à porta de quem mora mais longe.

O PSD integra a maioria que sustenta o Governo Regional. Tem, por isso, uma responsabilidade política diferente da de quem apenas alerta: exigir e demonstrar execução, meios e resultados. (RTP Madeira⁠)

Ao Governo Regional cabe organizar essa resposta com a saúde, a Segurança Social, as autarquias e as instituições. O próprio Estatuto da Pessoa Idosa prevê reforço do apoio domiciliário, expansão da teleassistência e atenção às diferenças territoriais. (Diário da República⁠)

Por isso, propõe-se a publicação de informação por concelho sobre cobertura, pedidos pendentes, tempos de espera e resposta aos alertas, acompanhada de um calendário para corrigir as insuficiências identif**adas.

Sem expor a vida privada de ninguém. Com contas claras sobre o funcionamento dos serviços.

O mérito do ADN Madeira está em colocar estas perguntas e insistir para que tenham resposta. Não reclamamos a autoria de estruturas anteriores à nossa intervenção.

Também não deixaremos que uma visita encerre uma discussão que continua por esclarecer.

Queremos reconhecer o que funciona e exigir que a proteção chegue a quem ainda precisa dela.

Porque os idosos não precisam de uma disputa pela fotografia.

Precisam de apoio quando a porta se fecha e f**am sozinhos.

A visita acaba. A necessidade de apoio continua.

Fontes:
DNOTÍCIAS, «PSD destaca nova resposta social para apoiar idosos no domicílio», 04/09/2026.
DNOTÍCIAS, inauguração da Casa Esperança, 03/12/2025.
RTP Madeira, aprovação do Orçamento Regional para 2026, 17/12/2025.
Decreto Legislativo Regional n.º 14/2026/M, de 3 de agosto.

⛴️ FERRY: JERSEY NÃO APAGA A PROMESSA DE 2025Por Mara FariaO JPP diz que foi a Jersey a convite da comunidade madeirense...
04/09/2026

⛴️ FERRY: JERSEY NÃO APAGA A PROMESSA DE 2025

Por Mara Faria

O JPP diz que foi a Jersey a convite da comunidade madeirense.

Muito bem. Ouvir os nossos emigrantes é legítimo e importante.

Mas um convite a Jersey não responde a uma promessa feita aos madeirenses na Madeira.

Em 2024, o JPP dizia já ter ido duas vezes às Canárias, reuniu com o diretor comercial da Armas Trasmediterránea e afirmou ter encontrado soluções para o ferry.

Depois foi mais longe.

Em fevereiro de 2025, em plena campanha eleitoral, Élvio Sousa anunciou que «está fechado o acordo para o ferry» e que a parceria para passageiros e mercadorias tinha sido fechada no fim de semana anterior.

Não revelou o parceiro nem os termos, alegando receio de sabotagem.

Garantiu, porém, que se o JPP fosse Governo haveria ferry, semanal ou quinzenal.

Passou mais de um ano.

Depois ouvimos falar em «operadores ibéricos».

Depois em negociação com as Canárias.

Depois em concurso público.

Agora mostram-nos Jersey e a experiência da DFDS.

Mas a pergunta continua exatamente onde ficou:

Onde está o acordo que disseram estar fechado?

Com quem foi feito?

Era escrito ou apenas um entendimento?

Ainda existe?

Caducou?

Foi abandonado?

Mudaram as condições?

E, se deixou de existir, porque não foi explicado aos cidadãos que ouviram aquela promessa durante a campanha?

O JPP pode visitar Jersey. Pode estudar modelos internacionais. Pode ouvir os emigrantes.

O que não pode é esperar que cada novo comunicado apague aquilo que foi dito antes.

Aliás, se Jersey serve de exemplo, então aprendamos também essa parte: quando existe uma solução concreta, existe operador identif**ado, modelo conhecido, obrigações definidas e contas que podem ser escrutinadas.

Na Madeira, continuamos sem conhecer sequer os termos da parceria que o JPP anunciou como «fechada».

Não afirmamos que esse acordo era com a Armas. Sabemos, isso sim, que o JPP manteve contactos públicos com a Armas antes de anunciar posteriormente uma parceria cuja identidade nunca revelou.

Por isso, a questão é política e muito simples:

Jersey pode ser uma boa experiência. Mas não pode servir de borracha para promessas anteriores.

O ADN Madeira acompanha a cronologia.

Novos comunicados não apagam compromissos antigos.

Antes de nos mostrarem o ferry de Jersey, expliquem aos madeirenses o que aconteceu ao ferry que disseram já ter fechado para a Madeira.

Fontes: DNOTÍCIAS, 21/05/2024, 06/06/2024 e 07/02/2025; JPP, visita institucional a Jersey, 29/08/2026; DNOTÍCIAS, 01 e 02/09/2026.

🇪🇺 FUNDOS EUROPEUS: ALERTAR NÃO BASTA. MADEIRA PRECISA DE RESULTADOS EM BRUXELAS.Por Otilia SousaO eurodeputado Sérgio G...
04/09/2026

🇪🇺 FUNDOS EUROPEUS: ALERTAR NÃO BASTA. MADEIRA PRECISA DE RESULTADOS EM BRUXELAS.

Por Otilia Sousa

O eurodeputado Sérgio Gonçalves alerta agora que a proposta da Comissão Europeia para o próximo quadro financeiro pode deixar os municípios mais dependentes dos governos nacionais e afastar decisões sobre fundos europeus das regiões e das autarquias. É uma preocupação legítima e particularmente séria para uma Região Autónoma e Ultraperiférica como a Madeira.

Mas há uma pergunta que não pode f**ar por fazer:

os deputados eleitos para representar a Madeira em Bruxelas estão lá apenas para nos avisar do perigo ou também para impedir que ele se transforme em regra?

O Parlamento Europeu já está a contrariar a proposta da Comissão. Defende capítulos regionais, gestão partilhada, participação efetiva das autoridades regionais e locais e acesso mais direto destas aos fundos europeus. Defende também proteção específ**a para as Regiões Ultraperiféricas.

Portanto, o debate agora não pode f**ar pela constatação.

Que alterações foram apresentadas?
Que maiorias foram construídas?
Que garantias concretas foram conquistadas para a Madeira?
E o que chegará efetivamente ao texto final?

A Assembleia Legislativa da Madeira já recomendou oficialmente a criação de condições para um acesso direto e simplif**ado das autarquias das Regiões Autónomas aos fundos europeus.

É isso que deve ser levado até ao fim.

Porque a Madeira é uma Região Autónoma, não uma divisão administrativa à espera que Lisboa decida quanto, quando e como pode investir.

E os nossos municípios conhecem melhor do que qualquer gabinete nacional as necessidades das suas populações.

Bruxelas não é apenas lugar para anunciar problemas depois de aparecerem.
É lugar para trabalhar antes, negociar, construir maiorias e mudar decisões.

O ADN Madeira considera essencial preservar a política de coesão, garantir capítulos regionais efetivos, proteger as especificidades das Regiões Ultraperiféricas e aproximar os fundos europeus das autarquias e das pessoas.

Menos centralização.
Mais Madeira nas decisões que dizem respeito à Madeira.

E a quem nos representa na Europa fazemos uma pergunta simples:

mostrem-nos o que conseguiram mudar.

Fontes: DIÁRIO, 04/09/2026; Parlamento Europeu, posição sobre o QFP 2028–2034; Resolução da Assembleia Legislativa da Madeira n.º 28/2026/M.

💛 SAÚDE MENTAL NO TRABALHO: PREVENIR É AGIR ANTES DO LIMITEPor Carolina MartinsO DN Madeira deu hoje destaque à proposta...
04/09/2026

💛 SAÚDE MENTAL NO TRABALHO: PREVENIR É AGIR ANTES DO LIMITE

Por Carolina Martins

O DN Madeira deu hoje destaque à proposta do ADN Madeira para uma estratégia específ**a de saúde mental no trabalho.

Porque o Setembro Amarelo não pode ser apenas um laço durante um mês.

Há profissões onde a pressão, o trauma, os turnos, a responsabilidade e o desgaste emocional exigem atenção especial.

Na medicina veterinária, um estudo português com 833 profissionais encontrou 27,4% com burnout, 27,7% com fadiga por compaixão e 3,5% com historial de tentativa de suicídio. (CDC⁠)

E os polícias também não podem ser esquecidos.

Quem trabalha por turnos, enfrenta violência, acidentes, sofrimento humano e elevada responsabilidade operacional não é uma máquina.

Não basta elogiar quem veste a farda. É preciso proteger quem está dentro dela.

A Organização Mundial da Saúde identif**a a sobrecarga, falta de pessoal, horários longos ou irregulares, violência, assédio e supervisão autoritária entre os riscos para a saúde mental no trabalho. (orsmmadeira.uma.pt⁠)

Por isso, prevenir também é falar de efetivos, escalas, descanso, chefias, assédio, apoio psicológico confidencial e acompanhamento depois de situações traumáticas.

O ADN Madeira quer dados próprios da Madeira e do Porto Santo, avaliação séria dos riscos psicossociais e respostas ajustadas às profissões mais expostas.

Porque não faz sentido dizer a um trabalhador:

“procura ajuda”

e manter exatamente iguais as condições que o estão a levar ao limite.

O trabalho deve permitir viver.

Não adoecer em silêncio.

E há uma pergunta que não pode f**ar apenas para setembro:

“Está tudo bem?”

É preciso estar preparado para ouvir a resposta.

E agir quando ela é não.

📌 Fonte: DNOTÍCIAS, 04/09/2026, «ADN quer estratégia específ**a para a saúde mental no trabalho».

https://www.dnoticias.pt/2026/9/4/504269-adn-quer-estrategia-especif**a-para-a-saude-mental-no-trabalho/?utm_source=facebook&utm_medium=facebook&fbclid=IwdGRjcAUHa5BwZG9mAWZkaWQWUNwCPND7oeCDpaEn-V5EI50BeuAVoWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR6qo4_ggFwY317a36QEsirGbVXs02pZL3QDuDiJdl6eHS6kiVd7p6lvKNd0rA_aem_JNK9n81hUItV6a-bYAuTEg

🍌 BANANA DA MADEIRA: PROTEGER ANTES DO PREJUÍZOPor Eduardo QuintalO DIÁRIO de Notícias da Madeira deu hoje destaque à pr...
03/09/2026

🍌 BANANA DA MADEIRA: PROTEGER ANTES DO PREJUÍZO

Por Eduardo Quintal

O DIÁRIO de Notícias da Madeira deu hoje destaque à proposta do ADN para uma monitorização específ**a da banana no âmbito do acordo UE-Mercosul.

A questão é simples.

A União Europeia criou um mecanismo de monitorização reforçada para vários produtos agrícolas considerados sensíveis. Carne, arroz, açúcar, mel, alho e citrinos estão incluídos.

A banana ficou de fora.

Para a Madeira, isto não é um pormenor.

Somos uma Região Ultraperiférica. Produzimos em pequenas explorações, num território insular, montanhoso e fragmentado, com custos de produção e transporte que não podem ser comparados com os dos grandes produtores latino-americanos.

O ADN Madeira não afirma que o acordo Mercosul já esteja a causar a quebra da produção regional. Os dados disponíveis apontam sobretudo para fatores meteorológicos.

Mas esperar pelo prejuízo para começar a medir o risco seria governar tarde demais.

Defendemos que o Governo Regional, a República e as organizações de produtores promovam junto da Comissão Europeia:

a monitorização específ**a da banana;

a avaliação da sua inclusão na lista dos produtos sensíveis;

um acompanhamento regular das importações, preços e vendas da banana madeirense;

e a preparação antecipada dos dados necessários para uma eventual salvaguarda.

A Madeira deve ainda trabalhar com Canárias, Guadalupe e Martinica. A banana europeia produzida nas Regiões Ultraperiféricas ganha mais força quando fala a uma só voz.

Proteger a banana da Madeira não é fechar mercados.

É garantir que a abertura comercial não ignora a ultraperiferia, a insularidade e as condições reais em que os nossos agricultores produzem.

A política de salvaguarda deve servir para agir antes do dano, não para explicar depois porque nada foi feito.

Fonte: DIÁRIO de Notícias da Madeira, 03/09/2026; Regulamento (UE) 2026/687; DREM.

https://www.dnoticias.pt/2026/9/3/504168-adn-propoe-monitorizacao-especif**a-da-banana/?utm_source=facebook&utm_medium=facebook&fbclid=IwdGRjcAUGJ-9wZG9mBWZkaWQWUNvsj-4-ZZOyNDaZ325zX0UgrcN3BWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR7N2w_BJgKPMEEygnHM4fhveuMe0mG97Z4995p3CnlQXAyzcsmP8g5Qfxo_Hw_aem_Wc3QCT4ZT3nJCcpwHuPeRA

𝗟𝗚𝗕𝘀, 𝗻ã𝗼 𝘀ã𝗼 𝗧𝗤𝗜𝗔+.A posição que o ADN tem defendido, é agora defendida pelos g**s e lésbicas fartos de verem a sua lut...
02/09/2026

𝗟𝗚𝗕𝘀, 𝗻ã𝗼 𝘀ã𝗼 𝗧𝗤𝗜𝗔+.
A posição que o ADN tem defendido, é agora defendida pelos g**s e lésbicas fartos de verem a sua luta sequestrada por uma agenda que já não os representa.Durante décadas, o movimento LGB lutou por uma coisa simples: o direito de amar quem quisessem, sem serem perseguidos por isso.

Hoje, essa luta foi anexada por uma sopa de letras que inclui ideologias, identidades sem base científ**a e uma pressão constante para impor tudo isto a crianças em salas de aula.O ADN sempre disse: não é tudo a mesma coisa. Defender a igualdade de g**s e lésbicas nada tem a ver com empurrar teorias de género para o currículo escolar ou branquear intervenções médicas irreversíveis em menores.

A verdade, mais uma vez, incomoda quem vive da confusão.𝗵𝗮𝘀𝗵𝘁𝗮𝗴
#𝗔𝗗𝗡 #𝗩𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗡 #𝗦𝗼𝗺𝗼𝘀𝗔𝗹𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮

Assina a petição! 👇
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=sns-sem-mudanca-sexo

👮 O ESTADO DESINVESTIU. O POLÍCIA TEM PAGO A DIFERENÇA.Por Maíza FernandesO próprio ministro da Administração Interna re...
02/09/2026

👮 O ESTADO DESINVESTIU. O POLÍCIA TEM PAGO A DIFERENÇA.

Por Maíza Fernandes

O próprio ministro da Administração Interna reconheceu na Madeira que o país sofre as consequências de “décadas de desinvestimento” nas forças de segurança. Para o ADN Madeira, reconhecer o problema é apenas o primeiro passo. Agora é preciso corrigi-lo.

Quando faltam efetivos, alguém f**a a fazer mais horas. Quando as escalas apertam, alguém perde descanso. E quando se tenta compensar a falta de recrutamento mantendo por mais tempo quem já cumpriu décadas de serviço, a fatura volta a cair sobre o polícia.

Queremos mais polícias efetivamente disponíveis para patrulhamento e proximidade, melhores condições de trabalho e uma gestão dos recursos humanos que respeite quem veste a farda.

Também queremos respostas claras sobre jornadas excessivas, proteção dos polícias cuidadores, saúde e desgaste profissional e o modelo de pré-aposentação.

Investir em esquadras, viaturas e equipamentos é necessário. Mas uma esquadra nova não cria um polícia. Uma viatura não substitui descanso. E mais tecnologia não substitui presença humana nas ruas.

A segurança pública começa por quem a garante.

O polícia também é cidadão. A farda não pode transformar direitos em palavras que só existem no papel.

A posição do ADN Madeira já foi destacada hoje pelo Diário de Notícias da Madeira.

Ler a notícia no Diário de Notícias da Madeira⁠

https://www.dnoticias.pt/2026/9/2/504045-adn-madeira-acusa-estado-de-desinvestimento-nas-forcas-de-seguranca/?utm_source=facebook&utm_medium=facebook&fbclid=IwdGRjcAUEymBwZG9mAWZkaWQWUNocso2WyUyWsrKNaePGeVwT9UzG02V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkCjY2Mjg1NjgzNzkAAR6NkSEBadW788txp5Xk_hsE1feMyEdaiQ338pLO9jL5MVEYVfo9LO9VdyFpCQ_aem_Ado1Ao1azPUFVcEUvq__9g

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