Camões I.P. - Leitorado no Senegal

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Centro de Língua Portuguesa na Universidade Cheikh Anta Diop de Dacar | Centro de Língua Portuguesa na Universidade Assane Seck de Ziguinchor |
Formação de Português no Senegal

CLP_DacarINFORMAÇÃO AO PÚBLICOA Coordenadora informa que o Centro de Língua Portuguesa de Dacar está encerrado ao públic...
04/08/2026

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INFORMAÇÃO AO PÚBLICO

A Coordenadora informa que o Centro de Língua Portuguesa de Dacar está encerrado ao público entre os dias 01 de agosto e 15 de outubro de 2026, de acordo com o Calendário Académico da Universidade Cheikh Anta Diop e com as diretrizes do Chefe de Departamento de Línguas Românicas.

Boas férias a todos!



CLP_DacarConclusão do Curso de Português Língua Estrangeira - A2O curso de Português Língua Estrangeira, nível A2, inici...
04/08/2026

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Conclusão do Curso de Português Língua Estrangeira - A2

O curso de Português Língua Estrangeira, nível A2, iniciado a 11 de junho, terminou no passado dia 30 de julho.

Com uma carga horária de 50 horas, distribuída por 10 horas presenciais e 10 horas de trabalho autónomo acompanhado pela leitora, a formação contemplou a realização de uma avaliação diagnóstica e de uma avaliação sumativa, em conformidade com o Programa de Ensino de Português no Estrangeiro (EPE) dos Serviços de Língua do Camões, I.P.

Todos os formandos estão de parabéns por terem concluído o curso com sucesso e por terem alcançado os objetivos definidos, encontrando-se agora aptos a receber a respetiva certificação.




CLP_DacarÚltimos trabalhos antes das férias grandesNo Centro de Língua Portuguesa de Dacar, os trabalhos de organização ...
31/07/2026

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Últimos trabalhos antes das férias grandes

No Centro de Língua Portuguesa de Dacar, os trabalhos de organização e preparação para a pausa letiva continuam a decorrer a bom ritmo.

Os bolseiros do Programa Fernão Mendes Pinto, sob a coordenação da leitora, encontram-se empenhados em diversas tarefas essenciais para o bom funcionamento do Centro. Entre as atividades em curso destacam-se a inventariação e verificação do fundo bibliográfico, o levantamento de equipamentos e de obras suscetíveis de abate, a reorganização do arquivo físico e digital e a atualização dos registos documentais.

Paralelamente, está a ser realizada a manutenção dos espaços e dos recursos tecnológicos, incluindo a limpeza, verificação e desligamento de todos os computadores antes do período de férias. Estas ações visam garantir uma melhor gestão dos recursos do Centro, preservar o património documental e tecnológico e assegurar que as atividades possam ser retomadas, após as férias, em condições adequadas.

Hoje, também o nosso Técnico Martin Claude, se juntou à equipa para prestar apoio na limpeza dos discos dos computadores e arquivo documental.




CLP_DacarCentro de Língua Portuguesa de Dacar celebra 20 anos de promoção da língua e da cultura portuguesasOntem, dia 3...
31/07/2026

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Centro de Língua Portuguesa de Dacar celebra 20 anos de promoção da língua e da cultura portuguesas

Ontem, dia 30 de julho, assinalou-se o 20.º aniversário do Centro de Língua Portuguesa de Dacar com uma cerimónia comemorativa que reuniu representantes institucionais, docentes, estudantes, bolseiros e membros da comunidade académica no Senegal.

A celebração teve início com a receção dos convidados, seguida de uma mensagem de boas-vindas da leitora do Camões, I.P., Celina Martins Santos. O programa contou ainda com um momento musical dinamizado pelos bolseiros e com intervenções de várias personalidades ligadas à cooperação académica e à promoção da língua portuguesa, entre as quais Mamadou Saliou Boiro, em representação do responsável pela Secção de Português, Djibril Mbaye, chefe do Departamento de Línguas Românicas da Universidade Cheikh Anta Diop de Dacar, e Christopher Marques, chefe de Missão Adjunto e Encarregado da Secção Consular da Embaixada de Portugal.

Um dos momentos altos da cerimónia correspondeu à partilha de testemunhos pelo Diretor de Estudos e Cooperação, no Ministério do Ensino Superior, da Pesquisa e da Inovação, El Hadji Omar Thiam, e pelo assessor do Reitor, Oumar Diallo. Também os professores Ahmet Kebé e Gilbertha Manga contribuíram com a partilha de algumas histórias relacionadas com os 20 anos do Centro.

A projeção e o visionamento do vídeo “+ PORTUGUÊS no Senegal” destacaram o impacto e o crescimento do ensino da língua portuguesa no país, com incidência na realização das atividades do primeiro semestre de 2026.

A fadista Ana Paula Martins e o mestre de guitarra portuguesa Custódio Castelo juntaram-se a esta celebração, desvendando o fado do CLP de Dacar, num momento de partilha de música tradicional portuguesa.

O evento terminou com uma mensagem da leitora do Camões, I.P., seguida de um momento de convívio entre os participantes, assinalando-se duas décadas de trabalho, cooperação e promoção da língua e da cultura portuguesas no Senegal.

A iniciativa constituiu uma oportunidade para celebrar a língua e a cultura portuguesa, desejando-se vivamente que o projeto “+ PORTUGUÊS no Senegal” continue a alcançar mais e melhores resultados.



29/07/2026

Leitorado no Senegal
CulturARTE com Ana Girão e Stewart Sukuma

No âmbito do programa Português com CulturArte, estivemos com os músicos Ana Girão e Stewart Sukuma, duas figuras de destaque da música lusófona.

A conversa abordou os seus percursos artísticos, os desafios da carreira musical, a importância da preservação das identidades culturais e o papel da música na aproximação dos povos da CPLP.

Num ambiente de partilha e reflexão, os convidados falaram ainda dos seus projetos mais marcantes, dos sonhos para o futuro e da responsabilidade dos artistas na construção de pontes entre culturas através da língua portuguesa e da arte.







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CLP_DacarCelebração dos 20 anos do Centro de Língua Portuguesa de Dacar30.07 | 10hAmanhã, dia 30 de julho, às 10h, vamos...
29/07/2026

CLP_Dacar
Celebração dos 20 anos do Centro de Língua Portuguesa de Dacar
30.07 | 10h

Amanhã, dia 30 de julho, às 10h, vamos assinalar os 20 anos do Centro de Língua Portuguesa de Dacar.

Há músicas que contam histórias. Há vozes que unem povos. Há momentos que merecem ser vividos. Assim sendo, a fadista Ana Paula Martins e o reconhecido mestre da guitarra portuguesa Custódio Castelo vão juntar-se a nós, como convidados especiais.

Deixe-se levar pela magia do Fado e celebre connosco 20 anos de pontes entre culturas, vozes e afetos.
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ANA PAULA MARTINS

Ana Paula Martins Gonçalves é uma fadista portuguesa, nascida a 26 de agosto de 1980, em Cebolais de Cima, Castelo Branco. Desde jovem revelou interesse pela música, começando a cantar fado em karaokes e concursos musicais locais.

Paralelamente à música, desenvolveu uma carreira ligada ao desporto e à educação. Concluiu formação de treinadora de atletismo e licenciou-se em Ensino Básico – variante de Educação Física, no Instituto Politécnico de Castelo Branco. Mais tarde, tornou-se empresária na área da educação infantil, assumindo funções de direção técnica e pedagógica em creches.

O grande sonho artístico concretizou-se em 2015, quando lançou o seu primeiro álbum, “À Beira do Fado”, trabalho que marcou a sua entrada profissional no panorama fadista. Nesse mesmo ano gravou também “Do Ano os Meses”. Posteriormente editou o álbum “A Mesma Saudade”, com produção do guitarrista e compositor Custódio Castelo, reforçando a sua afirmação como intérprete do fado contemporâneo.

A sua interpretação caracteriza-se pela valorização da tradição fadista, aliada a uma sensibilidade pessoal marcada por temas como a saudade, a memória, o amor e as raízes portuguesas. Tem participado em espetáculos e programas de rádio dedicados ao fado, divulgando este género musical reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

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CUSTÓDIO CASTELO

Custódio Castelo (Custódio Azevedo Fidalgo do Castelo), nascido em Almeirim a 23 de dezembro de 1966, é um dos mais prestigiados guitarristas, compositores e produtores portugueses da atualidade. Iniciou o seu percurso musical muito cedo e, após descobrir a guitarra portuguesa através da obra de Amália Rodrigues, dedicou-se profundamente ao estudo deste instrumento, tornando-se uma referência incontornável do fado contemporâneo.

Ao longo da sua carreira, acompanhou alguns dos maiores nomes do fado, como Camané, Mísia, Carlos do Carmo, Nuno da Câmara Pereira, Vicente da Câmara, Fernando Farinha e Cidália Moreira. Paralelamente, desenvolveu uma importante atividade como compositor, produtor e arranjador, destacando-se a sua colaboração com Cristina Branco, para quem criou e produziu vários álbuns de enorme projeção internacional, distinguidos com prémios e discos de ouro e de platina.

Reconhecido pela inovação com que alia a tradição da guitarra portuguesa a novas sonoridades, Custódio Castelo apresentou-se como solista em festivais e salas de prestígio em diversos países da Europa, América e África. Autor de cerca de duas centenas de obras registadas na Sociedade Portuguesa de Autores, tem contribuído decisivamente para a renovação estética do fado e para a divulgação internacional da guitarra portuguesa.

Entre os seus projetos mais relevantes destacam-se o espetáculo Sobre Camões, criado para a Casa da Música, e o projeto Encores, desenvolvido com a cantora Margarida Guerreiro. Da sua discografia destacam-se, entre outros, The Art of the Portuguese Guitar (2011), InVentus (2012) e Amália Classics on Portuguese Guitar (2020), obras que confirmam o seu estatuto como um dos grandes embaixadores da música portuguesa no mundo.



Leitorado no SenegalCulturARTE com Ana Girão e Stewart SukumaAMANHÃ!!  | 20hNo próximo CulturARTE vamos até Moçambique a...
28/07/2026

Leitorado no Senegal
CulturARTE com Ana Girão e Stewart Sukuma
AMANHÃ!! | 20h

No próximo CulturARTE vamos até Moçambique ao encontro de Ana Girão e de Stewart Sukuma, reconhecido cantor internacional.
Tome nota na sua agenda, dia 29 de julho, às 20h, com transmissão em direto na nossa página institucional.

ANA GIRÃO

Ana Girão nasceu na cidade de Braga em Portugal e vive, atualmente, em Maputo. Cantora e compositora, tem na música uma forma de expressão que a acompanha desde a infância. A sua formação artística iniciou-se no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, onde consolidou as bases de um percurso marcado pela versatilidade e pelo interesse por diferentes universos musicais, do fado à Música Popular Brasileira.
Nos últimos anos, a cantora tem reforçado a sua presença na cena musical, participando em diversos projetos de relevo. Depois de integrar o TP50, faz atualmente parte da Banda Nkhuvu, dirigida pelo reconhecido músico moçambicano Stewart Sukuma.
O seu percurso inclui atuações em alguns dos mais prestigiados palcos e festivais internacionais. Entre os momentos mais marcantes destacam-se a participação no SESC Pompéia, em São Paulo, no festival Sauti za Busara, em Zanzibar, os concertos realizados em colaboração com a Orquestra Clássica Chameleon, na Áustria, bem como apresentações no Panamá.
Com uma trajetória artística em constante afirmação, Ana Girão destaca-se pela capacidade de transitar entre diferentes estilos musicais e contextos culturais, consolidando uma carreira marcada pela abertura ao diálogo entre tradições e sonoridades contemporâneas.
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STEWART SUKUMA

Stewart Sukuma (Luís Pereira) nasceu em 1963, em Cuamba, província do Niassa, Moçambique. Desde criança demonstrou interesse pela música, influenciado por uma viola de plástico que recebeu como presente e pelo hábito de ouvir rádio. Aos 10 anos integrou um grupo de dança tradicional, onde aprendeu a tocar guitarra.
Aos 14 anos mudou-se para Maputo e entrou numa banda escolar. Quatro anos depois tornou-se músico profissional, atuando em espaços de entretenimento noturno. Inicialmente interpretava músicas de artistas famosos, mas começou a compor para participar num concurso musical, destacando-se com a canção Música Quente.
Posteriormente integrou a Orquestra Marrabenta, com a qual realizou várias digressões internacionais. Em 1995 gravou o seu primeiro álbum, Afrikiti, na África do Sul, contando com a participação do músico Hugh Masekela. Mais tarde estudou música na Berklee College, nos Estados Unidos.
Além da carreira musical, tornou-se apresentador de televisão em 2005. Em 2008 lançou o álbum Nkhuvu e, em 2012, registou a marca “Stewart Sukuma”, sendo o primeiro músico moçambicano a fazê-lo. Em 2014 lançou o projeto Os Sete Pecados Capitais/Boleia Africana, acompanhado de um livro.
Stewart Sukuma destaca-se também pelo seu trabalho social e cívico, colaborando com o Ministério da Saúde, o STAE e a UNICEF em campanhas de sensibilização sobre saúde, cidadania e direitos das crianças. Em 2012 foi nomeado Embaixador Nacional da Boa Vontade da UNICEF.
Com mais de 30 anos de carreira, é considerado um dos mais importantes músicos moçambicanos e um dos principais representantes da Marrabenta. Ao longo da sua trajetória recebeu diversos prémios nacionais e internacionais pela qualidade da sua obra musical e pelo seu contributo para a cultura moçambicana.

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Leitorado no SenegalCELEBRAÇÕES DOS 30 ANOS DA CPLPIntercâmbio Literário: 30 anos de história, identidade e futuroVozes ...
28/07/2026

Leitorado no Senegal
CELEBRAÇÕES DOS 30 ANOS DA CPLP
Intercâmbio Literário: 30 anos de história, identidade e futuro
Vozes da Literatura, com Olinda Beja
AMANHÃ!!! | 10h

Amanhã, dia 29 de julho, às 10h, vamos receber a escritora Olinda Beja no programa "Vozes da Literatura", integrado no Intercâmbio Literário: 30 anos de história, identidade e futuro.

Olinda Beja junta-se a nós nas celebrações dos 30 anos da CPLP.

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OLINDA BEJA (Maria Olinda Beja Martins Assunção) é uma escritora, poetisa, contadora de histórias e professora são-tomense, nascida em Guadalupe, São Tomé e Príncipe, em 1946. Ainda criança, mudou-se para Portugal, experiência que marcou profundamente a sua obra literária, centrada nas questões da identidade, da memória, da diáspora e do diálogo entre a África e a Europa.

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português-Francês) pela Universidade do Porto, possui formação complementar em Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, Estudos Franceses Modernos e na arte dos griots. Exerceu funções como professora durante cerca de 40 anos, em Portugal e na Suíça.

Olinda Beja iniciou a sua carreira literária em 1992 com a publicação de Bô Tendê?, livro de poemas editado pela Câmara Municipal de Aveiro. Seguiram-se Leve, Leve (1993), também publicado pela Câmara Municipal de Aveiro, e o romance 15 Dias de Regresso (1994), posteriormente reeditado pela Pé-de-Página Editores em 2007. Em 1996 publicou No País do Tchiloli, igualmente com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro.

Em 1999 lançou o romance A Pedra de Villa Nova, pela Palimage Editores, e em 2000 publicou Pingos de Chuva, obra de prosa poética editada pela mesma editora. Em 2001 surgiu Quebra-Mar, livro de poemas. Em 2002 publicou Pé-de-Perfume, coletânea de contos distinguida com uma Bolsa de Criação Literária. Em 2003 editou A Ilha de Izunari, conto publicado pelo Instituto Camões e pela Universidade de Milwaukee, nos Estados Unidos. No ano seguinte lançou Água Crioula, através da Pé-de-Página Editores e do Instituto Camões.

Em 2009 a Editora Escrituras, de São Paulo, publicou Aromas de Cajamanga, antologia poética que reuniu vários dos seus livros. Em 2011 surgiram O Cruzeiro do Sul, edição bilingue português-espanhol da Pontevedra Editores, A Casa do Pastor, livro de contos, e Histórias da Gravana, publicado pela Escrituras e finalista do Prémio Portugal Telecom, atual Prémio Oceanos.

A sua produção para a infância e juventude inclui Um Grão de Café (2013), Tomé Bombom (2016), Simão Balalão (2018), Bom Dia Mamã-Flor (2021), Histórias da Avó Flindó (2024), distinguido com o selo da UNICEF, O Natal da Marianita (2024) e Mikoló, A Nossa Estrela (2025).

Entre as obras poéticas mais recentes destacam-se À Sombra do Oká (2014), vencedora do Prémio Literário Francisco José Tenreiro; Kilêlê – A Dança Sagrada do Falcão (2021), publicada pela Rosa de Porcelana Editora; e Entre o Mar e o Deserto (2024), editada na Grécia pela Bakxikon. Na narrativa breve publicou ainda Chá do Príncipe (2017) e Chão de Canela (2022).

Em 2013 recebeu o Prémio Literário Francisco José Tenreiro, a mais alta distinção literária de São Tomé e Príncipe, pela obra À Sombra do Oká. As suas obras encontram-se traduzidas para diversas línguas, incluindo inglês, francês, espanhol, árabe, japonês, alemão, chinês e grego, sendo estudadas em universidades de vários países.
Membro da União Nacional dos Escritores e Artistas de São Tomé e Príncipe (UNEAS) desde 1992, tem desenvolvido uma intensa atividade cultural internacional através de conferências, recitais de poesia, encontros literários e ações de promoção da língua portuguesa e da cultura lusófona em vários continentes.

Reconhecida como uma das principais embaixadoras da cultura são-tomense, Olinda Beja continua a dividir o seu tempo entre Portugal e São Tomé e Príncipe, promovendo a literatura, a interculturalidade e a valorização das raízes africanas através da sua escrita e intervenção cultural.

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Dakar
5005DAKAR-FANN

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