21/01/2021
| Pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Instituto Locomotiva sobre a violência doméstica contra a mulher na pandemia revela que há uma ampla compreensão da sociedade sobre a gravidade da violência de gênero. Os dados apontam o aumento do reconhecimento dos diferentes tipos de violência e da importância da denúncia às autoridades, além da percepção de que o apoio de pessoas próximas e do Estado são os principais motivadores para que mulheres que sofrem violência doméstica rompam esse ciclo.
Para debater esses dados e refletir se esses avanços no discurso da população podem estar prenunciando mudanças nas práticas — ou se são apenas “da boca pra fora” —, na próxima quarta-feira (27/01), às 16h, o Instituto Patrícia Galvão promove o webinário O que a sociedade brasileira pensa sobre a violência doméstica contra mulheres, que contará com a participação de especialistas no tema.
Confira a programação:
✅ Apresentação da pesquisa Violência doméstica contra a mulher na pandemia (nov/2020), por Marisa Sanematsu, diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão;
✅ Percepção da sociedade brasileira sobre violência doméstica contra a mulher, por Beatriz Accioly Lins, pesquisadora da USP e Unicamp;
✅ O papel da mídia na percepção da sociedade sobre a violência doméstica contra a mulher, por Jacira Melo, diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão;
✅ Percepções dos homens sobre a violência doméstica contra a mulher no Brasil, por Sérgio Barbosa (.sergio.barbosa), professor e coordenador de grupos reflexivos de autores de violência doméstica.
⏩ Acompanhe a transmissão nos canais da Agência Patrícia Galvão no Youtube (https://www.youtube.com/agenciapatriciagalvao) e Facebook.
⏩ Para mais informações sobre a pesquisa Violência doméstica contra a mulher na pandemia, realizada com apoio do Consulado da Irlanda (Irlanda no Brasil) em São Paulo e da Fundação Heinrich Böll Brasil, acesse:
https://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/violencia-domestica/nova-pesquisa-para-87-dos-brasileiros-a-violencia-contra-mulheres-aumentou-na-pandemia/