Embassy of Angola in Abu Dhabi - UAE

Embassy of Angola in Abu Dhabi - UAE Embassy of the Republic of Angola in Abu Dhabi - UAE

Saudações, Estimados amigos de Angola! Mais uma presença de Angola na Revista CEO Clubs Network do Dubai - edição de JUL...
04/09/2026

Saudações, Estimados amigos de Angola!

Mais uma presença de Angola na Revista CEO Clubs Network do Dubai - edição de JULHO de 2026. Das páginas 30 a 33 pode verificar o artigo “ANGOLA: O GIGANTE ENERGÉTICO QUE O INVESTIMENTO PRIVADO INTERNACIONAL AINDA NÃO DESCOBRIU”.
Boa apreciação!

https://heyzine.com/flip-book/de2c96f3f3.html /31

Qualquer informação que queira obter sobre Angola entre em contacto connosco: A nível dos Emirados Árabes Unidos podem fazê-lo, contactando a Embaixada de Angola em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos sita em Al Mushrif Area, Salama Bint Butti Street, Villa 176, P.O. Box: 36532 Abu Dhabi, United Arab Emirates, aberta de Segunda a Sexta-feira, das 9h00 às 16h00 locais, tel: +971 244 77042, 024 477042 Fax: +971 244 77043 Email: [email protected] www.emiradosarabesunidos.mirex.gov.ao
Pelo Consulado Geral de Angola no Dubai, localizado em Bay Square, Building 2, BB02- 6th Floor - 7 Al Asayel St – Dubai, aberto das 9h às 16h00 locais, Tel: + 971 44 56 58 74, 04 456 58 74 Fax: +971 445 659 11 E-mail: angola12@ angolaconsulate.ae www.angolaconsulate.ae
Todas informações sobre investimento podem ser encontradas nas páginas web da AIPEX: https://www.aipex.gov.ao/ estando traduzida em várias línguas.

https://www.facebook.com/share/p/19AzoZKNW9/
28/08/2026

https://www.facebook.com/share/p/19AzoZKNW9/

CONDOLÊNCIAS AO POVO DA NORUEGA

🔳 PR CONSTERNADO COM FALECIMENTO DO REI HARALD V

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, transmitiu sentimentos de pesar ao povo e ao governo do Reino da Noruega pelo falecimento do Rei Harald V esta sexta-feira em Oslo.

O teor da nota de condolências:

“ SUA EXCELÊNCIA JONAS GAHR STØRE
PRIMEIRO-MINISTRO DO REINO DA NORUEGA

Excelência,
Em nome do Executivo angolano e no meu próprio, apresento ao Povo, ao Governo do Reino da Noruega e a Vossa Excelência, as nossas mais sentidas condolências pelo falecimento do Rei Harald V, ocorrido hoje em Oslo.

Ao longo de mais de três décadas de reinado, Sua Majestade serviu o povo norueguês e contribuiu para a construção de uma Nação próspera, que consolidou no contexto global o seu prestígio no campo da defesa da democracia e dos direitos humanos.

Recordo neste momento de dor a forma afável como o malogrado Rei Harald V se referia a Angola e aos angolanos quando se abordava aspectos atinentes às relações bilaterais e as que vigoram entre as nossas duas Nações e povos.

Este acontecimento trágico deixa o povo norueguês sem a liderança serena que o Rei Harald V imprimiu durante o seu mandato, em que sobressaiu a grande proximidade que tinha com o povo norueguês, cujos anseios soube interpretar com grande sabedoria, deixando, em razão disso, um importante legado que perdurará na memória colectiva da Noruega e da comunidade internacional.

Peço a Vossa Excelência que estenda os nossos sentimentos de pesar à família enlutada e às pessoas que lhe são próximas.

Alta e fraternal consideração.

JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO
PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA

27/08/2026

DECLARAÇÃO À IMPRENSA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO, FÉLIX-ANTOINE TSHISEKEDI TSHILOMBO

Senhor Presidente, caro irmão;
Senhoras e senhores membros das delegações angolana e congolesa;
Senhoras e senhores profissionais dos media,
Senhoras e senhores;

É com real prazer que desejo, em nome do povo congolês e em meu nome próprio, uma calorosa boas-vindas a Kinshasa ao meu querido irmão, o Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, à sua esposa, Senhora Ana Afonso Dias Lourenço, Primeira-Dama da República de Angola, bem como à importante delegação que os acompanha.

Senhor Presidente,
a sua presença entre nós testemunha a profundidade dos laços históricos, humanos e fraternos que unem a República Democrática do Congo e a República de Angola.

Os nossos dois países partilham uma fronteira, uma história e um destino estreitamente ligados. Partilham, sobretudo, a mesma ambição: fazer da sua proximidade geográfica uma poderosa alavanca de paz, integração económica e prosperidade partilhada em benefício dos seus povos.

Os aprofundados e construtivos diálogos que tivemos hoje permitiram-nos reafirmar a nossa vontade comum de elevar as relações entre os nossos dois países a um nível sempre mais elevado.

Examinámos os principais eixos da nossa cooperação bilateral, a situação política e de segurança na nossa região, bem como os meios de acelerar a implementação dos projectos estruturantes já acordados entre os nossos governos.

Quero, a este respeito, saudar o empenho constante do meu irmão, o Presidente João Lourenço, bem como o da República de Angola, em favor da paz, da estabilidade regional e da resolução pacífica dos diferendos.

Partilhamos uma convicção fundamental: não pode haver integração económica duradoura sem paz, nem verdadeira prosperidade sem segurança.

A paz que apelamos deve assentar no respeito pelo direito internacional, pela soberania e integridade territorial dos Estados, bem como na implementação efectiva e de boa fé dos compromissos assumidos. É neste espírito que se insere a nossa ambição comum para o Corredor de Lobito.

Hoje, demos um passo de grande envergadura com a assinatura do contrato de concessão relativo à linha ferroviária Dilolo-Sakania, componente essencial do troço congolês deste corredor estratégico.

Com cerca de 1 004,5 quilómetros de extensão, esta linha ligará Dilolo a Sakania, servindo nomeadamente Kolwezi, Tenke e Lubumbashi, no coração do espaço mineiro, industrial e agrícola do nosso país.

Esta concessão prevê a mobilização de um investimento indicativo de quase 1 258 milhões de dólares americanos. Estes recursos serão consagrados aos estudos, à reabilitação, à modernização, à extensão, à exploração e à manutenção da linha. O período de exploração está fixado em 30 anos. Ao término dste prazo, as infra-estruturas serão transferidas ao Estado congolês nas condições previstas pelo contrato.

Quero, sobre este ponto, tranquilizar plenamente a opinião nacional.

Este contrato não privatiza a Sociedade Nacional dos Caminhos-de-Ferro do Congo. Não cria também um monopólio ferroviário. A linha permanecerá aberta a operadores qualificados, em condições transparentes, equitativas e não discriminatórias. A SNCC conservará a exclusividade do transporte de passageiros e continuará a exercer o seu direito de transportar mercadorias. Os interesses do Estado congolês foram preservados.

O financiamento do projecto e o risco associado ao tráfego serão assumidos pelo concessionário, sem garantia soberana, sem subsídio de exploração e sem garantia de rendimento mínimo a cargo da República.

O Estado beneficiará, além disso, de uma participação de pelo menos 10% na sociedade do projecto, de uma representação nos seus órgãos de governação, bem como de uma redevência de concessão equivalente a 7,5% do volume de negócios anual bruto.

Mas, para além dos montantes, das percentagens e dos mecanismos contratuais, no essencial permanece o impacto concreto deste projecto na vida das nossas populações. O essencial são os empregos que deverão ser criados para as congolesas e os congoleses.

O essencial é a formação da nossa juventude, o desenvolvimento das competências nacionais, o recurso às empresas locais e a transferência efectiva de tecnologias.

O essencial é também a melhoria da segurança do transporte, a redução dos custos logísticos e a abertura de novas perspectivas para os nossos agricultores, industriais, comerciantes e empresários.

A nossa ambição não é construir um simples corredor de evacuação de matérias-primas. Queremos construir um corredor de produção, transformação e criação de valor. Um corredor capaz de transportar minérios, certamente, mas também produtos agrícolas, insumos industriais, hidrocarbonetos, contentores, bens de consumo e passageiros. Um corredor que estimule a transformação local, favoreça a industrialização, atraia investimentos e contribua para a diversificação das nossas economias.

Com o Presidente João Lourenço, acordámos em trabalhar numa interconexão ferroviária fluída e segura, de ponta a ponta, entre Sakania, Lubumbashi, Kolwezi, Dilolo, Luau e o Porto de Lobito.

Os nossos governos deverão doravante acelerar a harmonização das operações ferroviárias, a coordenação da manutenção, a transparência das tarifas, a facilitação aduaneira, a partilha de dados e a melhoria da passagem fronteiriça de Dilolo-Luau.

Acordámos também em encarregar as nossas equipas de implementar um mecanismo conjunto de acompanhamento, com um calendário preciso, de modo a garantir a continuidade das operações e o respeito pelos compromissos assumidos.

O caminho-de- ferro, contudo, não pode produzir todos os seus efeitos se permanecer isolado.

É por isso que pretendemos acompanhar o desenvolvimento do Corredor de Lobito com infra-estruturas complementares: ligações rodoviárias transfronteiriças eficientes, um posto-fronteira integrado, portos secos e plataformas logísticas, zonas industriais, fibra óptica, bem como soluções energéticas adequadas.

Reafirmámos, no mesmo espírito, a necessidade de melhor coordenar os nossos programas rodoviários, para que as infra-estruturas realizadas de um e outro lado da fronteira se encontrem efectivamente e deem origem a verdadeiros corredores económicos transfronteiriços.

As nossas trocas abordaram também a cooperação no domínio dos hidrocarbonetos.

Acordámos em dar um novo impulso político à operacionalização da Zona de Interesse Comum entre os nossos dois países e em acelerar a finalização dos acordos relativos ao abastecimento pela SONANGOL. Os nossos ministros e especialistas deverão prosseguir este trabalho com diligência, num espírito de parceria equilibrada, transparência e benefício mútuo.

No sector da electricidade, reafirmámos a nossa vontade de acelerar a realização das interligações já identificadas entre os nossos dois países, de facilitar o abastecimento das regiões congolesas que dele necessitam, nomeadamente o Grande Katanga, e de finalizar os instrumentos destinados a garantir a estabilidade desse abastecimento.

A energia é uma condição indispensável à industrialização. As nossas ambições ferroviárias, minerais, agrícolas e industriais não poderão plenamente concretizar-se sem uma cooperação energética à altura da sua importância.

Senhor Presidente;

A assinatura de hoje não é um ponto de chegada. Marca o início de uma responsabilidade comum. Devemos doravante passar das intenções às realizações, dos acordos às infra-estruturas e dos compromissos aos resultados.

Endereço os meus agradecimentos à Mota-Engil África, bem como a todos os parceiros técnicos e financeiros que acompanham, ou manifestaram a sua disponibilidade para acompanhar a materialização desta ambição. Esperamos de todos o respeito pelos prazos, a transparência na execução, a protecção das comunidades locais, bem como a rigorosa observância das normas sociais e ambientais.

Senhor Presidente, caro irmão João Lourenço,

Quero agradecer-lhe pela sua liderança, pela sua disponibilidade e pelo seu empenho pessoal em favor do reforço das relações entre os nossos dois países.

A excelência das nossas relações políticas deve doravante traduzir-se mais em infra-estruturas, energia, investimentos, trocas comerciais, empregos e novas perspetivas para a nossa juventude.

Juntos, façamos da fronteira entre a República Democrática do Congo e a República de Angola não uma linha de separação, mas um espaço de circulação, produção, cooperação e prosperidade.

Juntos, façamos do Corredor de Lobito um instrumento concreto de integração africana, de soberania económica e de melhoria duradoura das condições de vida das nossas populações.

Viva a amizade fraterna entre os povos congoleses e angolanos.

Viva a cooperação entre a República Democrática do Congo e a República de Angola.

Obrigado!

27/08/2026

DECLARAÇÕES À IMPRENSA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOÃO LOURENÇO EM KINSHASA | 26 DE AGOSTO DE 2026

Muito obrigado, Senhor Presidente Félix Antoine Tshisekedi, Presidente da República Democrática do Congo!

Nós gostaríamos de começar por agradecer-lhe a si, às autoridades congolesas, ao povo congolês, pela forma bastante calorosa como fomos recebidos esta manhã, à nossa chegada aqui a esta bela cidade-capital, a cidade de Kinshasa.

Realizamos esta breve visita a Kinshasa sobretudo para testemunharmos a assinatura do acordo de reabilitação, modernização e de exploração da linha férrea, na parte concernente ao território congolês, e que constitui, como todos nós sabemos, parte do grande projecto do Corredor do Lobito.

O Corredor do Lobito é um grande projecto transnacional. Não é apenas nem angolano, nem congolês, mas é um projecto que é do interesse dos nossos países, mas também do continente, e que acaba por, igualmente, servir a economia mundial.

Vimos falando dele há cerca de dois anos, mas ele estava amputado pela falta da assinatura destes contratos que acabámos de presenciar, que vão viabilizar a exploração em toda a sua extensão da linha férrea do Caminho-de-Ferro de Benguela, que constitui a principal infra-estrutura do grande projecto do Corredor do Lobito.

Acreditamos que, a partir da assinatura destes contratos que tiveram lugar esta tarde, aqui na cidade de Kinshasa, poderemos ver viabilizado o Corredor do Lobito nos próximos anos.

Aproveitamos a nossa estadia aqui em Kinshasa para também passarmos em revista o estado das relações de cooperação, de amizade, entre os nossos dois países, Angola e a República Democrática do Congo.

Nós temos relações de amizade que são históricas, de alguma maneira mesmo relações de consanguinidade entre os nossos povos. Mas, até relativamente há pouco tempo, não estávamos em condições de dizer pouco mais do que isso. O que não era normal, se tivermos em conta o facto de os nossos países partilharem mais de 2.500 quilómetros de fronteira terrestre comum.

Portanto, era normal que nos interrogássemos o que existe e que está errado entre nós, que não conseguimos dar um único passo em frente ao encontro da cooperação económica que, regra geral, existe entre países vizinhos.

A resposta é que tudo dependia apenas de nós os homens. Sobretudo dependia dos governantes dos dois países. E eu dizia há bocado, no encontro entre as duas delegações, que felicitámos o Presidente Félix Antoine Tshisekedi pelo facto de ser o primeiro governante congolês que, com as autoridades angolanas, conseguiu finalmente fazer as coisas andarem, como na gíria nós falávamos.

Em 2003, foi assinado o primeiro memorando de entendimento entre os nossos dois países sobre a possibilidade de exploração conjunta de petróleo numa zona que hoje chamamos Zona de Interesse Comum e que, uma vez explorado o petróleo ali existente, com certeza que irá beneficiar de forma igual - 50% a 50% - os dois países.

Passados 20 anos, esse memorando de entendimento não saiu do papel. Apenas a partir de 2023, os nossos dois governos começaram a dar passos concretos no sentido de tornar este grande negócio numa realidade.

Durante esses três anos, realizámos um conjunto de encontros, quer a nível técnico, quer a nível ministerial, entre os dois lados, e hoje estamos em condições de dizer que se continuarmos com este mesmo espírito de cooperação, poderemos, dentro de sensivelmente três a quatro anos, começar, de facto, a fazer essa exploração conjunta do petróleo na chamada Zona de Interesse Comum.

Todos os aspectos a negociar estão garantidos, estão salvaguardados. Quem vai gerir - a gestão, em princípio, será conjunta - como será a partilha de produção em benefício de ambas as partes, tudo isso está negociado, estamos entendidos. Precisamos de começar efectivamente a criar as condições técnicas, financeiras, obviamente, para o início efectivo da exploração petrolífera nesta zona.

O Congo tem mais de 100 milhões de habitantes e é óbvio que um país com esta população tem de ter necessariamente um grande consumo de energia. Mas tem também muita indústria, no geral - e particularmente indústria mineira - que igualmente consome bastante energia.

Nós falamos muito da necessidade da integração regional e continental. A integração não é outra coisa senão a partilha dos benefícios, das infra-estruturas, que cada um dos nossos países tem.

Então, se Angola tem capacidade de produção de energia - por sinal, energia barata e limpa, por ser energia de fontes limpas - energia hidroeléctrica, se tiver excedentes, é justo que possa partilhar essas mesmas infra-estruturas com os países vizinhos, no caso, a República Democrática do Congo.

Na sequência disso, os nossos dois países, feliz e finalmente, conseguiram chegar ao entendimento para que se faça a ligação entre a cidade do Soyo, que é produtora de energia, e o Inga, em território congolês, passando por Matadi, pela cidade de Matadi.

Portanto, vai ser construída uma linha de transportação de energia de 400 KW, a ligar esses dois pontos que acabei de citar, e através dessa linha, Angola vai vender energia à República Democrática do Congo.

Mas aprovámos também a construção de uma linha de muito maior extensão, de cerca de 1.300 quilómetros, que vai de Laúca, na província de Malanje, Angola, para a região do Kolwezi, na República Democrática do Congo, levando igualmente energia nesta tensão de 400 KW para a zona mineira do leste da República Democrática do Congo.

Portanto, vai ser colocada a energia produzida em Angola nesses pontos, Inga e Kolwezi, mas existe o entendimento de que as autoridades congolesas, com as empresas privadas ou públicas que entender, poderão estender essas mesmas linhas para o resto do vasto território congolês, fazendo chegar a energia a outros pontos, quer para consumo doméstico quer para consumo industrial.

No quadro dessa cooperação económica, que hoje começa a conhecer uma nova dinâmica, estamos a olhar também para as trocas comerciais de bens e de serviços entre os nossos dois países. Neste quadro, a Sonangol, companhia angolana, e empresas congolesas do mesmo ramo estão praticamente a fechar o negócio de compra e venda de produtos refinados, de combustíveis, diesel e gasolina, produzidos em Angola.

O sector privado dos dois países está sendo encorajado pelas autoridades de ambos os países - nós fazendo a nossa parte e as autoridades congolesas fazendo a sua - para que elas também formalizem contratos de aquisição de bens, particularmente do peixe e do sal, que são produzidos em Benguela e no Namibe, e de outros bens alimentares que são produzidos em Angola, e que sabemos que os consumidores congoleses têm procurado por eles, e que, infelizmente, vêm sendo vendidos de forma muito informal, o que acaba por nem sequer oferecer a segurança e a higiene necessárias para o consumidor final.

Numa palavra, nós estamos a inaugurar uma nova era nas relações entre os nossos dois países, e pensamos que isto é apenas o início e que, portanto, o volume de cooperação económica e de trocas comerciais, com o andar do tempo, vai crescer bastante, vai-se avolumar, em benefício de ambos os povos, em benefício de ambas as economias.

Portanto, só temos que agradecer mais uma vez ao Presidente Félix Antoine Tshisekedi, que, tal como nós, considerou anormal a situação que se vivia até há relativamente pouco tempo. Costuma dizer-se, antes tarde do que nunca. Hoje, ainda vamos a tempo de corrigir, estamos a fazê-lo.

Muito obrigado!

27/08/2026
https://www.facebook.com/share/p/19AA3jwgjS/
27/08/2026

https://www.facebook.com/share/p/19AA3jwgjS/

TRAGÉDIA NO NEPAL

🟥 PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO LAMENTA MOMENTO DE GRANDES PROVAÇÕES

O Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, endereçou uma mensagem ao Presidente Ram Chandra Poudel, do Nepal, na sequência da grave ocorrência de ontem, que deixou um rasto de mortes e destruição.

A seguir, o teor da nota:

“ SUA EXCELÊNCIA
RAM CHANDRA POUDEL
PRESIDENTE DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA FEDERAL DO NEPAL

Excelência,
Tenho acompanhado com bastante pesar a situação difícil que o vosso país enfrenta, em consequência do terramoto ocorrido no passado dia 26 de Agosto, com perdas humanas e materiais avultadas, o que nos leva a apresentar ao povo e às autoridades nepalesas, a nossa profunda solidariedade nesta hora difícil.

Sabemos que as estruturas competentes do vosso país têm socorrido e prestado a ajuda necessária às vítimas, e acreditamos, por isso, que apesar da dimensão da tragédia, conseguirão levar algum conforto aos sinistrados e suas famílias.

Queira aceitar, Excelência, a expressão da nossa amizade e simpatia neste momento de grandes provações a que o povo nepalês faz face.



JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO
PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA”

22/08/2026

Mais uma 🇦🇴🔥🔥

Address

Al Mushrif Area, Salama Bint Butti Street, Villa 176
Abu Dhabi
36532

Opening Hours

Monday 09:00 - 16:00
Tuesday 09:00 - 16:00
Wednesday 09:00 - 16:00
Thursday 09:00 - 16:00
Sunday 09:00 - 16:00

Telephone

+97124477042

Alerts

Be the first to know and let us send you an email when Embassy of Angola in Abu Dhabi - UAE posts news and promotions. Your email address will not be used for any other purpose, and you can unsubscribe at any time.

Contact The Organization

Send a message to Embassy of Angola in Abu Dhabi - UAE:

Shortcuts

Share