Dr. Gwalter CFernandes

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O RH de raiz era, acima de tudo, um RH próximo das pessoas. Conhecia os colaboradores, ouvia as suas preocupações, acomp...
31/08/2026

O RH de raiz era, acima de tudo, um RH próximo das pessoas. Conhecia os colaboradores, ouvia as suas preocupações, acompanhava as suas dificuldades e procurava compreender o que realmente viviam dentro da organização. Hoje, o RH tornou-se mais estratégico, apoiado por dados, indicadores, tecnologia e processos. Essa evolução é necessária, mas não podemos permitir que a procura por resultados faça o RH perder o contacto humano.

Afinal, nem tudo o que um colaborador sente aparece numa estatística.

Olha tenho como visão, que o melhor RH é aquele que consegue juntar os dois lados. Precisamos dos dados para medir, analisar e tomar melhores decisões, mas precisamos igualmente da proximidade para compreender o que os números não conseguem explicar.

Por isso, defendo que um RH com 60% da essência do RH de raiz e 40% das ferramentas do RH actual: mais escuta, presença, confiança e acompanhamento, sem abandonar a tecnologia, os indicadores e a estratégia. O dado deve apoiar a decisão, não substituir a conversa.

A verdadeira evolução do RH não está em deixar o passado para trás, mas em levar os seus melhores valores para o futuro. Antes de olhar para um colaborador como um indicador de desempenho, devemos lembrar que estamos diante de uma pessoa, com expectativas, dificuldades, sentimentos e sonhos. Um RH verdadeiramente estratégico não é aquele que apenas conhece os números da organização, mas sim aquele que conhece as pessoas por trás desses números.

E talvez seja este o momento de perguntarmos: na busca por um RH mais moderno, será que estamos a deixar para trás aquilo que nos tornava verdadeiramente humanos?

28/08/2026

A fotografia no Curriculum Vitae (CV) pode ser uma ferramenta que aproxima o candidato do recrutador, pois permite uma primeira identificação visual antes mesmo de existir um contacto presencial.

Quando apresentada de forma profissional, com boa iluminação, vestuário adequado, expressão natural e imagem cuidada, pode transmitir organização, seriedade e atenção aos detalhes. Para determinadas funções, especialmente aquelas que envolvem contacto directo com o público, a apresentação pessoal pode assumir ainda maior relevância.

É fundamental compreender que a fotografia deve ser apenas um complemento do CV e não o elemento principal de avaliação. As competências, experiências, formação, comportamento profissional e capacidade de contribuir para a organização devem continuar a ocupar o centro da decisão de recrutamento.

A grande desvantagem surge quando percebemos que a nossa imagem não se resume à fotografia que colocamos no CV. Vivemos numa sociedade em que os nossos comportamentos podem ser observados muito antes de chegarmos a uma entrevista:

A forma como nos apresentamos em público, como comunicamos, aquilo que publicamos nas redes sociais, as fotografias que partilhamos e até determinadas atitudes, podem contribuir para a imagem que outras pessoas constroem sobre nós.

Um recrutador pode reconhecer um candidato pela fotografia e, dependendo da situação, associá-lo a experiências anteriores ou a comportamentos que considera incompatíveis com os valores ou exigências da organização.

Em alguns casos, uma percepção negativa pode fazer com que o CV seja colocado de lado antes mesmo de o candidato ter a oportunidade de demonstrar as suas competências. É aqui que surge uma reflexão importante:

será que estamos a construir, diariamente, uma imagem que gostaríamos que um recrutador encontrasse quando procurasse o nosso nome?

Na minha visão, esta questão deve servir principalmente como um alerta educativo, e não como uma forma de dizer que devemos viver para agradar aos recrutadores.

Todos temos direito à nossa vida pessoal, à nossa personalidade e às nossas escolhas; porém, também precisamos compreender que as nossas acções produzem consequências e que a reputação profissional começa a ser construída muito antes da entrada numa empresa.

O CV pode apresentar as nossas qualificações, mas a nossa conduta apresenta quem somos. Por isso, antes de colocar uma fotografia no CV, publicar algo nas redes sociais ou assumir determinado comportamento em público, devemos aprender a perguntar:

“Se amanhã esta imagem chegar ao conhecimento de alguém responsável pelo meu recrutamento, ela representará a pessoa e o profissional que desejo ser?”

A oportunidade pode surgir através de um CV, mas a confiança é conquistada pela reputação, pela postura e pela coerência entre aquilo que apresentamos no papel e aquilo que demonstramos na vida.

28/08/2026
A fotografia no Curriculum Vitae (CV) pode ser uma ferramenta que aproxima o candidato do recrutador, pois permite uma p...
26/08/2026

A fotografia no Curriculum Vitae (CV) pode ser uma ferramenta que aproxima o candidato do recrutador, pois permite uma primeira identificação visual antes mesmo de existir um contacto presencial. Quando apresentada de forma profissional, com boa iluminação, vestuário adequado, expressão natural e imagem cuidada, pode transmitir organização, seriedade e atenção aos detalhes.

Para determinadas funções, especialmente aquelas que envolvem contacto directo com o público, a apresentação pessoal pode assumir ainda maior relevância. É fundamental compreender que a fotografia deve ser apenas um complemento do CV e não o elemento principal de avaliação. As competências, experiências, formação, comportamento profissional e capacidade de contribuir para a organização devem continuar a ocupar o centro da decisão de recrutamento.

A grande desvantagem surge quando percebemos que a nossa imagem não se resume à fotografia que colocamos no CV. Vivemos numa sociedade em que os nossos comportamentos podem ser observados muito antes de chegarmos a uma entrevista: a forma como nos apresentamos em público, como comunicamos, aquilo que publicamos nas redes sociais, as fotografias que partilhamos e até determinadas atitudes podem contribuir para a imagem que outras pessoas constroem sobre nós.

Um recrutador pode reconhecer um candidato pela fotografia e, dependendo da situação, associá-lo a experiências anteriores ou a comportamentos que considera incompatíveis com os valores ou exigências da organização. Em alguns casos, uma percepção negativa pode fazer com que o CV seja colocado de lado antes mesmo de o candidato ter a oportunidade de demonstrar as suas competências. É aqui que surge uma reflexão importante: será que estamos a construir, diariamente, uma imagem que gostaríamos que um recrutador encontrasse quando procurasse o nosso nome?

Na minha visão, esta questão deve servir principalmente como um alerta educativo, e não como uma forma de dizer que devemos viver para agradar aos recrutadores. Todos temos direito à nossa vida pessoal, à nossa personalidade e às nossas escolhas; porém, também precisamos compreender que as nossas acções produzem consequências e que a reputação profissional começa a ser construída muito antes da entrada numa empresa.

O CV pode apresentar as nossas qualificações, mas a nossa conduta apresenta quem somos. Por isso, antes de colocar uma fotografia no CV, publicar algo nas redes sociais ou assumir determinado comportamento em público, devemos aprender a perguntar: “Se amanhã esta imagem chegar ao conhecimento de alguém responsável pelo meu recrutamento, ela representará a pessoa e o profissional que desejo ser?”

GUARDA ISSO: A oportunidade pode surgir através de um CV, mas a confiança é conquistada pela reputação, pela postura e pela coerência entre aquilo que apresentamos no papel e aquilo que demonstramos na vida.

O sucesso de uma empresa não depende apenas de grandes estratégias, mas, sobretudo, do compromisso de cada pessoa que fa...
25/08/2026

O sucesso de uma empresa não depende apenas de grandes estratégias, mas, sobretudo, do compromisso de cada pessoa que faz parte dela.

Cada tarefa realizada com responsabilidade, cada atendimento feito com dedicação, cada ideia partilhada, cada desafio enfrentado com profissionalismo e cada atitude positiva contribuem para construir uma organização mais forte e preparada para crescer.

Quando cada colaborador compreende que o seu trabalho tem valor e que o seu desempenho influencia directamente os resultados da equipa, nasce uma verdadeira cultura de responsabilidade, união e excelência.

Uma empresa cresce quando as suas pessoas crescem com ela e quando cada colaborador coloca compromisso, respeito e dedicação naquilo que faz, o sucesso deixa de ser apenas um objectivo e passa a ser uma construção diária de todos.

Acredita que uma boa organização não cresce apenas através de estratégias, números ou grandes investimentos. O verdadeir...
25/08/2026

Acredita que uma boa organização não cresce apenas através de estratégias, números ou grandes investimentos. O verdadeiro crescimento começa nas pessoas. São elas que transformam planos em acções, desafios em oportunidades e objectivos em resultados. Por isso, grandes resultados são construídos por equipas unidas, onde cada colaborador compreende o seu valor e reconhece que o seu contributo é essencial para o sucesso coletivo.

Uma equipa verdadeiramente unida não significa apenas trabalhar no mesmo espaço, mas caminhar na mesma direcção. Significa também, comunicar com respeito, partilhar conhecimentos, apoiar quem precisa, reconhecer o mérito do outro e compreender que o sucesso de um colega também fortalece toda a organização. Quando existe união, a confiança cresce, os conflitos são tratados com maturidade e o ambiente de trabalho torna-se mais saudável, produtivo e motivador.

O papel dos Recursos Humanos é, precisamente, cuidar das pessoas para fortalecer a organização. É promover uma cultura baseada na colaboração, no respeito, na comunicação, na aprendizagem contínua e na valorização de cada profissional. Uma empresa que investe nas suas pessoas constrói mais do que uma equipa: constrói uma identidade, um propósito e uma força capaz de enfrentar desafios e alcançar resultados extraordinários.

Porque nenhum grande resultado é obra de uma única pessoa. Cada conquista é formada por pequenas contribuições, diferentes talentos e esforços que se encontram num mesmo propósito. Quando cada colaborador faz a sua parte com responsabilidade, compromisso e espírito de equipa, a organização deixa de ser apenas um conjunto de pessoas e passa a ser uma verdadeira equipa.

Sabias que muitos trabalhadores assinam o contrato de trabalho sem conhecer verdadeiramente aquilo que nele está escrito...
23/08/2026

Sabias que muitos trabalhadores assinam o contrato de trabalho sem conhecer verdadeiramente aquilo que nele está escrito.
Seus:
Direitos, deveres, horários, períodos...
Suas: obrigações, remuneração, funções...
E demais cláusulas acabam muitas vezes, esquecidos até surgir uma situação que exige uma resposta.

OLHA 👀
O contrato, porém, não deve ser visto como um simples documento para assinar e arquivar; é o instrumento que estabelece as regras da relação entre trabalhador e entidade empregadora. Conhecer o seu conteúdo é compreender o compromisso assumido e saber, com segurança, o que pode exigir, cumprir ou questionar ao longo da relação laboral.

E há uma questão que merece especial atenção: antes de assinar, o trabalhador pode procurar orientação adequada para compreender o documento que lhe é apresentado, sobretudo quando existam cláusulas que não compreenda ou que possam produzir efeitos importantes na sua relação laboral. Não é necessário esperar pelo conflito para abrir o contrato e descobrir os seus termos.

A verdadeira segurança começa antes da assinatura: leia cada cláusula, compreenda o que ela estabelece e saiba aquilo a que está a comprometer-se.

A entidade empregadora terá as suas responsabilidades e o trabalhador terá as suas. Mas quem conhece o seu contrato não depende apenas da interpretação dos outros para compreender os seus próprios compromissos.

Puxa o Zoooooom e tome leitura desse texto.Ela te interessa bastante
22/08/2026

Puxa o Zoooooom e tome leitura desse texto.
Ela te interessa bastante

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José Anchietano
Huila

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