1min de saber

1min de saber Aprenda mais

11/07/2023

Algumas vezes, é necessário...
Desligar o celular.
Assitir um bom filme.
Ouvir uma boa música, ler um bom livro.
Sair sozinho.
Sentar-se em uma mesa e curtir sua própria companhia.
Às vezes...
Precisamos nos perder para nos reencontrar.

12/09/2022
05/11/2021

Eh amigo, segure firme, você vai conseguir, saiba que Deus está do seu lado mesmo nos momentos ruins, nem tudo acontece por acaso, abre os olhos, Deus está contigo.

09/08/2021

. A MASTURBAÇÃO promete satisfação, mas produz culpa, tristeza, e outras consequências irreversíveis.
2. O S**O NO NAMORO promete ser demonstração de amor, mas produz NOJO DO CORPO um do outro.
3. A MENTIRA promete esperteza, mas produz deficiência no CARÁCTER.
4. O NAMORO PREMATURO promete dar tudo certo, mas pode produzir GRAVIDEZ PRECOCE, TRAUMAS EMOCIONAIS e FRIEZA ESPIRITUAL.

5. A PORNOGRAFIA promete alegria nos olhos, mas produz ESCRAVIDÃO no CORPO.
6. O PECADO promete vida, mas produz MORTE.
7. A TRAIÇÃO promete ser apenas uma aventura, mas DESTRÓI CONFIANÇA que foi conquistada durante muito tempo.
- Entenda bem essas 8 lições:
1. O pecado custa caro!
2. Ninguém é tão espiritual ao ponto de Satanás desistir de tentá-lo.
3. Não importa o quanto você esconde bem o seu pecado, tarde ou cedo virá à superfície.
4. Quem não consegue destrói pecado, o pecado lhe destrói.
5. Não importa o nível que você atingiu na vida cristã, você vai precisar policiar seus desejos.
6. Seus amigos, pais, irmãos espirituais podem fazer tudo por você, menos fugir do pecado por você, porque fugir do pecado é responsabilidade sua.
7. Um pecado pode afundar uma longa caminha cristã e acabar com uma família.
8. Minutos de prazer podem destruir um ministério construído a vários anos de baixo de grandes sacrifícios.
9. « No final das contas, o pecado sempre destrói o próprio pecador. » Deus ama o pecador, mas odeia o pecado. Cuidado com essa frase, porque quem vai ao inferno é o pecador e não o pecado!
a) Hoje, o pecado pode até fazer sorrir, amanhã fará chorar.
b) Agora, o pecado nos traz satisfação, daqui a pouco nos trará dor.
c) A principal coisa que o pecado pode fazer ao ser humano é afastá-lo de Cristo.
d) Nem que for só um pouquinho, pecado é sempre pecado, ainda que for só um bocadinho.

e) Não permita que o prazer que sentes pelo pecado te faça sentir o gosto do inferno.
Em cada ano seja santo, assim como é Santo aquele que te chamo.
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28/06/2021

Ensaios e Notas
Os estágios morais de Kohlberg
leonardomalves leonardomalves
4 anos atrás

Kohlberg, Lawrence (1963). The development of children’s orientations toward a moral order: sequence in the development of moral thought. Vita Humana, 6, 11-33.
Como nos tornamos seres morais? Como aprendemos distinguir entre o certo e o errado? As respostas filosóficas são tão díspares quanto interessantes. Agostinho afirmava que já nascemos depravados[1] e inclinados a naturalmente escolher o mal, enquanto Rousseau contesta que originalmente o ser humano é bom, mas nos corrompemos mediante o contato social[2]. Mais tarde, em uma abordagem psicodinâmica, Freud dava explicações como a repressão das pulsões (a influência do superego) para a origem da moral. O psicólogo Jean Piaget deu um grande passo ao notar que a formação moral é construída e difere entre a construção da moralidade extrínseca e a internalizada.

Caberia ao psicólogo norte-americano Lawerence Kohlberg (1927—1987) demonstrar o processo da construção da moral. Em um notável experimento, Kohlberg descobriu que a construção da moral ocorre por estágios, paralelos aos estágios desenvolvimentais então estudados por Piaget. Ainda mais, para uma criança atingir certo estágio de desenvolvimento moral, deveria antes alcançar um estágio intelectual que a permitisse assimilar as questões morais e produzir seu próprio raciocínio.

O meio pelo qual Kohlberg descobriu esses estágios desenvolvimentais nem foi tão elaborado. Entrevistou 72 garotos de 10, 13 e 16 anos dos arredores de Chicago. Metade era de classe média alta e a outra metade, classe média trabalhadora. Acompanhou longitudinalmente alguns dos sujeitos por cerca de 20 anos. Apresentou-lhes uma série de dez dilemas morais, sem importar em encontrar a resposta “correta”, mas que eles o explicassem como chegaram a conclusões.

Os problemas morais eram do tipo do “dilema de Heinz”. Imagine qual seria a reação do pobre Heinz ao descobrir que sua mulher está morrend

29/05/2021

O N**ismo (pronúncia em português: /naˈzizmʊ/),[1] oficialmente Nacional-Socialismo (em alemão: Nationalsozialismus; pronúncia em alemão: [nat͡sjoˈnaːlzot͡sjaˌlɪsmʊs]​), é uma ideologia associada a Adolf Hi**er e ao Partido N**ista (em alemão: Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, NSDAP, ou partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores) na Alemanha N**i. Durante a ascensão de Hi**er ao poder era frequentemente referido como Hi**erismo. O termo relacionado "Neo-nazismo" é aplicado a outros grupos de extrema-direita com ideias semelhantes que se formaram após o colapso do regime nazista.
O nazismo é uma forma de fascismo[2][3][4][5] que despreza a democracia liberal e o sistema parlamentar. Incorpora o racismo científico, o antissemitismo, o anti-comunismo e o uso de eugenia no seu credo. O seu nacionalismo extremo tem origem no pangermanismo e do movimento do nacionalismo étnico Völkisch que tem sido um dos principais aspectos do nacionalismo alemão desde o século XIX, e foi fortemente influenciado por grupos paramilitares chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar após a derrota alemã na Primeira Guerra Mundial, de onde surge o "culto à violência" do partido.[6] O termo "nacional-socialismo" surgiu a partir da tentativa de redefinição nacionalista do conceito de "socialismo", para criar uma alternativa tanto ao socialismo internacionalista marxista quanto ao capitalismo de livre mercado. A ideologia rejeitava o conceito de luta de classes, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães.[7]
O nazismo apoiava teorias pseudo

29/05/2021

O apartheid trouxe violência e um significativo movimento de resistência interna, bem como um longo embargo comercial contra a África do Sul.[5] Uma série de revoltas populares e protestos causaram o banimento da oposição e a detenção de líderes antiapartheid. Conforme a desordem se espalhava e se tornava mais violenta, as organizações estatais respondiam com o aumento da repressão e da violência.
Reformas no regime durante a década de 1980 não conseguiram conter a crescente oposição, e em 1990, o presidente Frederik Willem de Klerk iniciou negociações para acabar com o apartheid,[6] o que culminou com a realização de eleições multirraciais e democráticas em 1994, que foram vencidas pelo Congresso Nacional Africano, sob a liderança de Nelson Mandela.

29/05/2021

Apartheid [apartáid][1] (pronúncia em africâner: [ɐˈpɐrtɦəit], significando "separação") foi um regime de segregação racial implementado na África do Sul em 1948 pelo pastor protestante Daniel François Malan — então primeiro-ministro —, e adotado até 1994 pelos sucessivos governos do Partido Nacional, no qual os direitos da maioria dos habitantes foram cerceados pela minoria branca no poder.[2]

29/05/2021

Bantustão

Um bantustão (em africâner: bantoestan) era um território separado para os habitantes negros da África do Sul e do Sudoeste Africano (atual Namíbia), como parte da política de apartheid adotada no final da década de 1940. Dez bantustões foram estabelecidos na África do Sul, e dez no Sudoeste Africano (na época, sob administração sul-africana), com o propósito de concentrar os membros de grupos étnicos designados, tornando cada um desses territórios etnicamente homogêneos como base para a criação de Estados “autônomos” para os diferentes grupos étnicos negros da África do Sul.

29/05/2021

Bantustão

Um bantustão (em africâner: bantoestan) era um território separado para os habitantes negros da África do Sul e do Sudoeste Africano (atual Namíbia), como parte da política de apartheid adotada no final da década de 1940. Dez bantustões foram estabelecidos na África do Sul, e dez no Sudoeste Africano (na época, sob administração sul-africana), com o propósito de concentrar os membros de grupos étnicos designados, tornando cada um desses territórios etnicamente homogêneos como base para a criação de Estados “autônomos” para os diferentes grupos étnicos negros da África do Sul.

Bantustão
Um bantustão (em africâner: bantoestan) era um território separado para os habitantes negros da África do Sul e do Sudoeste Africano (atual Namíbia), como parte da política de apartheid adotada no final da década de 1940. Dez bantustões foram estabelecidos na África do Sul, e dez no Sudoeste Africano (na época, sob administração sul-africana), com o propósito de concentrar os membros de grupos étnicos designados, tornando cada um desses territórios etnicamente homogêneos como base para a criação de Estados “autônomos” para os diferentes grupos étnicos negros da África do Sul.

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