01/10/2016
A assistência das pessoas vítimas de minas é uma questão de coordenação e monitoria conjunta entre diferentes parceiros. De a cordo com a teoria de divisão do trabalho proposta por Emile Durkheim, cada parceiro realiza o trabalho da sua especialidade e a final, teremos a pessoa reabilitada integralmente. Ora, vejamos: se uma pessoa , por exemplo, aciona uma mina logo, a instituacao A-aparace para dar os primeiro socorros, transferido para uma unidade hospitar (instituição B), é tratada na área de cirurgia. Antes, durante e depois da cirurgia, beneficia de apoio psicológico (instituição C), recorre-se depois aos serviços de fisioterapia ou massagem (instituição B ou D), terminada esta fase, são solicitados os serviços ortoprotesicos, para obtenção de meios de compensacão e ajudas técnicas ....uma próteses, ortoses, canadiana, cadeira de rodas, etc (instituição E). Finda esta fase, a pessoa é encaminhada para institituicoes de formação profissional, de educação , de emprego, etc para sua integração na vida económica e social (instituições F, G, H etc).....na medida em que vai realizando a sua vida profissional, escolar ou de outra, os serviços de assistência médica contínua, apoio psicólogo e social e de reabilitação física, devem estar sempre mas sempre presentes. Para uma reabilitação integral bem sucedida, é imperativo que cada pessoa vitima de mina, tenha o seu PLANO INDIVIDUAL DE REABILITAÇÃO, nele devem estar reflectidos todos os serviços que a pessoa deve beneficiar, o calendário, prestadores de serviços, etc etc. Por: Nsimba Samuel Paxe