Central Angola 7311

Central Angola 7311 Ponto de encontro, de informação e de debate sobre a situação política em Angola
https://twitter.com/Central7311

E-mail: [email protected]
Twitter: https://twitter.com/Central7311
Youtube: https://www.youtube.com/user/Central7311


Google Plus: https://plus.google.com/u/0/+Centralangola7311Net

Este site surgiu como espaço de comunicação pública dos jovens que organizaram a manifestação pela "Liberdade de Expressão em Angola", no dia 2 de Abril 2011, na sequência do que aconteceu no Largo da Independência

dia 7 de Março (7/3/11). Aqui publicamos não só a correspondência com o Governo Provincial de Luanda como também alguma informação independente, fora da redoma dos nossos viciados meios de comunicação social, na linha do chamado "jornalismo do cidadão". Também publicamos alguns textos de opinião de diferentes colaboradores e estamos abertos a outros textos que vão ao encontro do que temos vindo a defender. A Central 7311 pretende ser somente um espaço de convergência, de troca de ideias e de comunicação dessa juventude, dessa minoria(?) que está descontente, cansada e revoltada com a situação social e política em Angola. ENGLISH
This website came about as a space of public discussion from the youngsters who organized the protest for “Freedom of Expression in Angola”, on the 2nd of April 2011, as a consequence of what happened on Independence Square on the preceding 7th of March (7/3/11). Here we publish not just the correspondence with the Provincial Government of Luanda as also some independent information, outside the atmosphere of our addicting channels of social communication, in the line of the so called “journalism of the citizen”. We also publish a few opinion pieces from various collaborators and we are welcoming other articles that meet what we have defended so far. Central 7311 intends to be no more than a space of convergence, an exchange of ideas and communication of this youth, this minority (?) who is unhappy, tired and outraged because of the social and political situation in Angola.

CAMINHOS DE FERRO DE BENGUELA - CFB | Mercadorias retidas e tratamento diferenciado: Pedido urgente de averiguação sobre...
17/08/2026

CAMINHOS DE FERRO DE BENGUELA - CFB | Mercadorias retidas e tratamento diferenciado: Pedido urgente de averiguação sobre tratamento desigual de clientes.

Pedido de averiguação sobre carregamento de mercadorias

Vimos, por este meio, apresentar um apelo e solicitar a devida averiguação sobre uma situação que, segundo os factos presenciados, terá prejudicado a cliente Tchissingui, comerciante e cliente habitual do CFB, que regularmente utiliza os serviços da instituição para o transporte das suas mercadorias com destino à província do Moxico.

No dia 16 de agosto de 2026, na estação do Lobito, a referida cliente deslocou-se para efectuar o carregamento das suas mercadorias, algumas das quais perecíveis. Segundo o relato, o inspetor de serviço, identificado como Kelson, terá informado que já não havia espaço disponível, tendo posteriormente fechado o compartimento de carga, apesar de haver indicação, por parte dos próprios trabalhadores responsáveis pelo carregamento, de que ainda existia espaço.

A situação tornou-se ainda mais preocupante quando, na manhã seguinte, 17 de agosto, foi permitido o carregamento de mercadorias pertencentes a outra cliente, alegadamente próxima a um dos funcionários. Quando chegou a vez da mercadoria da senhora Tchissingui, o carregamento terá sido novamente interrompido, sob a alegação de falta de espaço.

Não pretendemos fazer acusações sem uma investigação. O que solicitamos é simplesmente que o Conselho de Administração do CFB apure os factos, verifique os procedimentos adoptados e esclareça se houve tratamento desigual entre clientes que pagam pelos mesmos serviços.

A situação merece atenção especial porque se trata de mercadorias perecíveis, sendo que parte da carga da senhora Tchissingui, já teria ficado retida anteriormente, provocando perdas e prejuízos significativos.

Por isso, apelamos à Direção do CFB para que averigue o ocorrido na estação do Lobito, inclusive a conduta do referido inspetor, e determine se foram respeitadas as normas de carregamento e os princípios de igualdade de tratamento entre os clientes.

A senhora Tchissingui é uma cliente que paga pelos serviços do CFB e merece ser tratada com o mesmo respeito e consideração que qualquer outro cliente.

Este não é apenas um pedido de satisfação pessoal. É um apelo por transparência, justiça e igualdade no atendimento aos clientes do Caminho de Ferro de Benguela.

Esperamos que o Conselho de Administração tome conhecimento desta situação e proceda à necessária averiguação, ouvindo todas as partes envolvidas e verificando, se possível, os registos de carregamento e demais elementos que permitam esclarecer o sucedido.

CFB, pedimos apenas que os factos sejam apurados e que a justiça prevaleça.

Abaixo, os produtos negados.

LUBANGO | Crise no Centro Ortopédico do Lubango: trabalhadores acusam direcção de perseguição, ameaças e retaliaçõesTrab...
14/08/2026

LUBANGO | Crise no Centro Ortopédico do Lubango: trabalhadores acusam direcção de perseguição, ameaças e retaliações

Trabalhadores do Centro Ortopédico do Lubango denunciam alegadas práticas de perseguição, falta de valorização profissional e abuso de autoridade por parte da direcção da instituição. Segundo os funcionários, a situação envolve a directora-geral, Paula da Silva, e o director administrativo, Augusto Nungui.

De acordo com os trabalhadores, existe um clima de descontentamento generalizado entre as diferentes classes profissionais da instituição, que acusam a direcção de adoptar medidas consideradas injustas e de exercer pressão sobre os funcionários.

Uma das principais queixas está relacionada com alguns profissionais de enfermagem, que, segundo os denunciantes, se encontram suspensos desde Março, na sequência do desaparecimento de um televisor que estava instalado no alpendre do Centro Ortopédico.

Os trabalhadores relatam que, após o desaparecimento do equipamento, alguns colegas foram encaminhados para a polícia, onde teriam permanecido detidos durante cerca de quatro horas. Posteriormente, teria sido emitida uma ordem de serviço determinando a suspensão dos referidos funcionários, responsabilizando-os pelo desaparecimento do televisor.
E desde o sucedido a gestão do hospital se nega a ouvi-los, ja pediram várias vezes e nada.
Por outra, quando roubaram a televisão eles preferiram reunir com os seguranças e ignorar os funcionários visados até a este momento.

Os denunciantes contestam a medida e defendem que a segurança dos equipamentos colocados no alpendre deveria estar sob responsabilidade dos serviços de segurança da instituição. Acrescentam ainda que, mesmo depois de os seguranças terem comprado e devolvido o equipamento desaparecido, as medidas de retaliação contra os trabalhadores continuam.

Os funcionários afirmam também que a situação tem provocado dificuldades financeiras e profissionais aos trabalhadores suspensos, que dizem não se sentir valorizados pela instituição.

Outra acusação apresentada pelos trabalhadores diz respeito à alegada postura da directora-geral, Paula da Silva, que, segundo os denunciantes, teria proferido ameaças contra funcionários e adoptado comportamentos considerados desrespeitosos perante o público.

Os trabalhadores levantam ainda dúvidas sobre a alegada influência de relações pessoais na administração da instituição. Segundo os denunciantes, o director administrativo, Augusto Nungui, é afilhado do director provincial da Saúde na Huíla, circunstância que, na visão dos trabalhadores, contribue para uma sensação de impunidade e protecção dentro da instituição.

Procuramos contactar a directora Paula, via telefónica, não nos foi possível até ao fecho desta reportagem.

Os trabalhadores afirmam que a situação já é do conhecimento da Direcção Provincial da Saúde na Huíla, mas alegam que, até ao momento, não foram tomadas medidas capazes de solucionar os problemas denunciados.

Diante do cenário, os funcionários apelam à intervenção das autoridades competentes para que sejam averiguadas as alegações, analisadas as condições laborais dos trabalhadores suspensos e esclarecidas as responsabilidades relacionadas com o desaparecimento do equipamento.

Os denunciantes pedem ainda que seja garantido um ambiente de trabalho baseado no respeito, na justiça e na valorização dos profissionais do Centro Ortopédico do Lubango.

Os trabalhadores apelam às autoridades superiores e aos órgãos de fiscalização para que ouçam as suas preocupações e promovam uma investigação independente sobre os factos relatados.

Os funcionários pedem que se devolva a paz na instituição

CASO INÁCIO PESSELA: FAMÍLIA EXIGE JUSTIÇA, TRATAMENTO MÉDICO E EVACUAÇÃOA família de Inácio Pessela continua a exigir r...
13/08/2026

CASO INÁCIO PESSELA: FAMÍLIA EXIGE JUSTIÇA, TRATAMENTO MÉDICO E EVACUAÇÃO

A família de Inácio Pessela continua a exigir respostas e responsabilização na sequência da violência policial registada nos dias 28 e 29 de Julho de 2025.

Segundo a família, o jovem recebeu alta hospitalar sem que a bala alojada no corpo tivesse sido removida. Inácio permanece com graves ferimentos na região da anca e da perna e apresenta paralisia na parte inferior do corpo.

Os familiares denunciam ainda alegadas falhas no acompanhamento médico e de enfermagem durante o internamento, bem como a falta de fisioterapia adequada à sua condição clínica.

Outra preocupação apontada pela família é a alegada ausência de um relatório médico entregue no momento da alta, com informações detalhadas sobre o estado de saúde do jovem, os procedimentos realizados e a continuidade do tratamento.

Perante a situação, o pai de Inácio, Carvalho, apela à solidariedade da sociedade para que o filho tenha acesso ao tratamento de que necessita e para que sejam esclarecidas as circunstâncias do caso.

A família e os promotores da campanha Justiça e Responsabilização defendem a responsabilização pelos factos denunciados, tratamento médico especializado, reabilitação adequada, transparência sobre o estado clínico e, caso exista indicação médica, a evacuação de Inácio para o exterior.

O caso reacende o debate sobre a garantia do direito à saúde e à dignidade das pessoas feridas, independentemente das suas posições ou circunstâncias.

A família pede que as instituições competentes e organizações de defesa dos direitos humanos acompanhem o caso e contribuam para o esclarecimento dos factos e para a proteção de Inácio Pessela.

Como ajudar?
Banco: BAI
Titular: Carvalho Faustino Pessela
IBAN: AO06.0040.0000.7549.9037.1013.2
WhatsApp: +244 934 266 348

A sua solidariedade pode mudar esta história.

Doe. Partilhe.

13/08/2026

Eleições

11/08/2026

GANDA | Clamor da população

Assunto: Pedido de intervenção urgente para pôr fim ao terror, emboscadas e ameaças de morte na Caçola Central e Lomumu.

Exmo. Senhor Francisco Prata
Administrador Municipal da Ganda
Exmo. Senhor Comandante Municipal da Polícia Nacional da Ganda

Eu, Ana Lopes na qualidade de ativista social recebi um pedido de socorro do município da Ganda, venho por este meio pedir a vossa intervenção urgente.

O que está a acontecer é o seguinte:

Na povoação da Caçola Central, sob a autoridade do Soba Kayoquela, existe um grupo de jovens que anda a semear terror e medo naquela localidade. Esse grupo já é conhecido por causar confusão e as pessoas vivem com muito medo.

O caso mais recente envolve o jovem Zacarias Kondu Félix, residente no Lomumu.
No dia 7 de Agosto de 2026, as famílias reuniram-se para tratar de um assunto que envolve uma gravidez. O jovem Zacarias manifestou a intenção de assumir a responsabilidade pela criança, por razões pessoais que não cabe aqui detalhar.

Porém, essa posição gerou insatisfação por parte do Senhor Abreu Nguelegue, o pai da jovem, terá pedido um tempo porque pretendia reportar a situação aos irmãos da jovem residentes na Caçola Central.

No dia 10 de Agosto de 2026 domingo, o jovem Zacarias e alguns familiares foram agredidos por um grupo de indivíduos da Caçola Central. O próprio Zacarias desconfia que foi o Senhor Abreu quem acionou esse grupo.

Desde então esse grupo montou barreiras e faz emboscadas na Caçola. Eles têm impedido a passagem de alguns dos parentes próximos do Senhor Zacarias, inclusive para irem trabalhar nas suas lavras. Por causa das ameaças de morte, o jovem Zacarias Kondu Félix teve que abandonar o seu quimbu e está refugiado aqui na sede municipal.

“Nós já levamos essa situação duas vezes à polícia. Na primeira vez disseram que não tinham combustível. Na segunda vez disseram que iam reportar o caso na regedoria. Até agora não houve nenhuma intervenção.” Assim o dizem.

O Soba Kayoquela também já tentou intervir,mas sozinho não está a conseguir controlar esse grupo. Para agravar, no ano passado já morreu um jovem na Caçola Central em situação parecida.

Senhor Administrador e Senhor Comandante, nós pedimos:

1. Que garantam meios e combustível para que a polícia faça uma operação urgente na Caçola Central.
2. Que ajudem o Soba Kayoquela a restaurar a ordem e a segurança.
3. Que desfaçam as barreiras e protejam a vida do Zacarias e de todas as famílias.

Se o Estado não agir agora, as pessoas vão começar a fazer justiça com as próprias mãos e isso pode se transformar num conflito maior entre as duas povoações.

Pedimos que não esperem por mais uma morte para agir. A vida das pessoas está em risco.

Contamos com a vossa sensibilidade e ação imediata.

Ganda, 11 de Agosto de 2026

Atenciosamente,
Ana Lopes

10/08/2026
Luaty Beirão realizou um ato de manifestação espontânea diante da persistente recusa de credenciamento para a observação...
10/08/2026

Luaty Beirão realizou um ato de manifestação espontânea diante da persistente recusa de credenciamento para a observação independente das próximas eleições, sob a alegação de falta de previsão legal para a figura do observador.

​Com essa recusa, torna-se ainda mais evidente a interpretação de que falta vontade política para abraçar a transparência do processo.

ANGOLA VOLTA A SANGRAR | Manuel Homem e a mão de Lourenço Uíge regista novos episódios de violência política quase um an...
08/08/2026

ANGOLA VOLTA A SANGRAR | Manuel Homem e a mão de Lourenço

Uíge regista novos episódios de violência política quase um ano depois da repressão a protestos de taxistas de Julho de 2025 em Luanda.

A província do Uíge registou novas vítimas neste sábado, 8 de Agosto, evidenciando um contexto de crescente tensão política no país um ano antes das eleições. Segundo relatos que circulam sobre os acontecimentos, a operação teria contado com orientação directa de JoãoLourenço.

O episódio reacende o debate sobre o uso da força como instrumento de controlo político e sobre a resposta das autoridades às manifestações e actividades dos partidos da oposição.

Para os críticos do Governo, os acontecimentos demonstram que a repressão continua a ocupar um lugar central na forma como o poder responde à contestação. A avaliação é de que, enquanto a estratégia política estiver concentrada na neutralização das principais lideranças da oposição, o discurso de que o poder do MPLA é permanente continuará a encontrar espaço.

Críticas também atingem a oposição

A tensão não se limita às críticas ao Governo. Parte da sociedade civil manifesta igualmente frustração com a actuação das forças políticas da oposição, acusadas de não apresentarem uma estratégia capaz de enfrentar eficazmente o partido no poder.

Em declarações partilhadas nas redes sociais, a cidadã Ana Lopes comparou o MPLA a “um marido narcisista” e afirmou que, na sua leitura, a oposição parece não estar preparada para provocar uma mudança política.

«“Estou a acompanhar as tensões políticas do momento e isso está a me fazer crer que nenhum partido na oposição está preparado para derrubar o M.”»

A cidadã criticou ainda aquilo que considera ser a repetição das mesmas tácticas por parte das forças oposicionistas, sobretudo perante episódios em que militantes acabam feridos.

«“Nunca mudam de tática, assim os seus militantes foram feridos e tenho a certeza que isso ficará por isso mesmo.”»

Ana Lopes dirigiu também críticas particularmente duras aos protagonistas da oposição, questionando a sua capacidade estratégica e acusando-os de não conseguirem responder de forma eficaz à actuação do poder.

As declarações, embora marcadas por linguagem emocional e opiniões pessoais, reflectem um sentimento de frustração que começa a ganhar espaço no debate público: a percepção de que a oposição continua fragmentada e sem uma estratégia comum para enfrentar um partido que permanece no poder há décadas.

Um novo teste para o sistema político

Os acontecimentos no Uíge colocam novamente em evidência a questão da violência política em Angola e a capacidade das instituições de garantirem o direito à participação política e à manifestação.

Por outro lado, a oposição enfrenta o seu próprio teste. Para além de denunciar a repressão, terá de demonstrar capacidade de organização, mobilização e construção de uma alternativa política credível.

Entre a força do poder e a fragilidade da oposição, permanece uma pergunta central: até quando a política angolana continuará a ser marcada pela repressão de um lado e pela incapacidade estratégica do outro?

04/08/2026

MONITORIA ELEITORAL | Um direito que a lei não proíbe

De acordo com a lei eleitoral angolana e com os compromissos assumidos por Angola junto da SADC e da União Africana, existe uma diferença de entendimento entre nós, cidadãos que pediram autorização para fazer a monitoria do processo eleitoral, e a Comissão Nacional Eleitoral (CNE).

O nosso entendimento é que a Constituição e os acordos internacionais permitem que a sociedade civil acompanhe todas as fases do processo eleitoral, incluindo o registo eleitoral e o uso da tecnologia.

Já a CNE entende que só pode agir conforme a lei angolana. Por isso, recusou o pedido, afirmando que a legislação apenas prevê a "observação eleitoral", regulada pela Lei n.º 11/12, de 22 de Março. Segundo a Comissão, a lei não reconhece a "monitoria" como uma atividade distinta nem permite a realização de atos fora dos prazos e procedimentos definidos.

Como a lei não proíbe a monitoria, começamos a monitorar. Até porque o que não é proibido...😏

Endereço

Luanda/
Luanda

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Central Angola 7311 publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Central Angola 7311:

Atalhos

Compartilhar