Movimento Enfrente - MG

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Somos estudantes, filhas/os da classe trabalhadora, e lutamos pela nossa emancipação, enxergando o Partido dos Trabalhadores como uma ferramenta para a construção da equidade, liberdade, da justiça socioambiental e do socialismo democrático.

Carregamos no peito, cada um, batalhas incontáveis.Somos a perigosa memória das lutas.Projetamos a perigosa imagem do so...
27/05/2020

Carregamos no peito, cada um, batalhas incontáveis.
Somos a perigosa memória das lutas.
Projetamos a perigosa imagem do sonho.
Nada causa mais horror à ordem
do que homens e mulheres que sonham.
Nós sonhamos. E organizamos o sonho.

(Pedro Tierra)

Boa noite, juventude! ✨

Quinta temos um encontro marcado, às 19 horas, para a nossa organização no estado! Contaremos com a presença da Marina Gissi, Secretária Nacional de Organização da Juventude do PT Nacional e da Camila Moreno, da Executiva Nacional do PT.

Vem participar da reunião e organizar os sonhos com a gente! Nos mande uma mensagem que entraremos em contato.✊🏼✊🏾

16/05/2020

ATENÇÃO PETISTAS DE MINAS GERAIS!

Nesse sábado, nós, da Resistência Socialista, faremos o nosso I Seminário Estadual online. Vamos debater o enfrentamento ao neofascismo no Brasil e no mundo, a conjuntura nacional e a conjuntura mineira, as saídas para a esquerda e os desafios do PT.

Sim, também vamos falar de classe, gênero e raça, porque não há como organizar a esquerda sem falar da organização dos trabalhadores e do povo brasileiro.

Estão todos convidados!

Precisa ser da Resistência Socialista pra participar? Não!

Pode enviar perguntas pelo Facebook e pelo Youtube? Pode também!

Como faz pra participar? É só entrar no Canal À esquerda no Youtube ou no Facebook da Resistência Socialista de Minas Gerais.

Data: Sábado, 16 de maio.

Horário: 10h

Onde? Cada um na sua casa.

Até lá, companheiros e companheiras!

14/09/2019

JPT-MG RUMO AO 46º CONUEE
09/2019

Nos dias 20, 21 e 22 de setembro, será realizado o 46º Congresso da União Estadual das e dos Estudantes de Minas Gerais (CONUEE-MG) em Juiz de Fora. Em um contexto de sucateamento do Ensino Público, de precarização de programas que garantiram o acesso à Universidade, de ataques à autonomia universitária, de enfraquecimento da produção científica, estudantes de todo o estado de Minas Gerais debaterão, por um final de semana, acerca do cenário político atual, do desmonte da Educação brasileira e das lutas gerais do movimento estudantil.

Após protagonizar atos públicos importantes na sociedade (15M, 30M, 14J e 13A), o movimento estudantil mineiro deve persistir na oposição combativa ao atual governo - que abarca os ideais mais espúrios existentes na política brasileira. A ofensiva conservadora, que já acumula sucessivos fracassos em nove meses, está comprometida em inviabilizar nosso futuro e em destruir o que foi acumulado em quatorze anos de governos petistas.

Cortes orçamentários nas Universidades e Institutos Federais, nomeações que ferem a autonomia universitária, estrangulamento financeiro de programas como o ProUni e o FIES, cortes estarrecedores na CAPES e no CNPq são alguns dos retrocessos aos quais estamos submetidos. Em Minas Gerais, o cenário não é diferente. O governo Zema está comprometido com a agenda econômica e educacional apresentada pelo governo federal. As soluções para a crise fiscal do estado partem, lamentavelmente, do corte em investimentos providenciais como Educação e Cultura. Os cortes nos recursos destinados às Universidades estaduais (UEMG e Unimontes), o estrangulamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), o corte de mais de 81 mil vagas no ensino integral reproduzem, estadualmente, a lógica nacional de desmantelamento do pensamento crítico e científico.

As políticas adotados pelos governos neoliberais são ataques ao projeto de popularização e democratização da educação dos governos petistas. Começada com o golpe de 2016, a tentativa de silenciamento da classe trabalhadora levou o presidente Lula à prisão. Dessa forma, entendemos que a luta contra tais políticas conservadoras e a defesa de um projeto alternativo de Educação perpassa pela defesa da liberdade do presidente Lula. As políticas educacionais e todos os acertos dos governos petistas tornaram o presidente Lula alvo de um plano arbitrário e político.

O Movimento Estudantil, portanto, é protagonista na resistência cotidiana para desconstruir e combater as atrocidades do atual presidente e do atual governador. Por conta disso, *a Juventude do Partido das Trabalhadoras e dos Trabalhadores de Minas Gerais (JPT-MG) está organizada para fazer do 46º CONUEE um congresso que traga mudanças substanciais para o dia-a-dia da e do estudante de Minas Gerais*. Convidamos, então, todas e todos estudantes mineiros petistas a estarem presentes e contribuírem para a construção e fortalecimento da União Estadual das e dos Estudantes de Minas Gerais (UEE-MG).

Resistir e Sonhar - Por Um Movimento Que Seja a Cara do BrasilNós queremos uma educação emancipadora e o desgoverno fasc...
08/07/2019

Resistir e Sonhar - Por Um Movimento Que Seja a Cara do Brasil

Nós queremos uma educação emancipadora e o desgoverno fascista de Bolsonaro já demonstra que, para eles, a Universidade precisa estar à serviço da classe dominante e fechada pra maioria do povo Brasileiro!!!

Por isso, queremos presentar nossa Pré-Tese Resistir e Sonhar - Por Um Movimento Que Seja a Cara do Brasil para o CONUNE que ocorrerá em Brasília entre os dias 10 e 14 de Julho, pois a gente precisa se organizar, resistir e avançar em defesa da Educação, dos nossos direitos e do nosso futuro!!

Acreditamos que para isso é preciso reinventar o Movimento Estudantil (que hoje tá burocratizado, distante da realidade e desencantador) para recuperar a sua capacidade de representatividade entre as e os estudantes. Precisamos valorizar suas diversas formas de expressão, tornar sua linguagem mais acessível, criar espaços mais participativos e democratizar a forma de organização, funcionamento e atuação da UNE.

Leia nossa Pré-tese na integra em:
https://drive.google.com/file/d/1--xTave5w9q2zLf8z0qIv8KBZCx5UhjU/view?fbclid=IwAR2QO29d9Ls7HmEjlrYVMV6418DEbSMJuDyVe67pQVjyMsBNIlZE4rmMGHM

Venha fazer parte desse movimento!

10/06/2019

Companheirada, bora curtir a página da chapa 1 -"Balbúrdia", das e dos Enfrentantes que concorrem ao DCE da Universidade Federal de Alfenas.

A Chapa 1 - Balbúrdia, está concorrendo a eleição para Diretório Central dos Estudantes em Alfenas!
Conheça nossas propostas e muito mais!

Fotos: Gabriella Garbim | Movimento Enfrente MG
31/05/2019

Fotos: Gabriella Garbim | Movimento Enfrente MG

Fotos: Gabriella Garbim | Movimento Enfrente MG
31/05/2019

Fotos: Gabriella Garbim | Movimento Enfrente MG

BALBÚRDIA É: Estimular turismo sexual;O laranjal do PSL;Ter 13 milhões de pessoas desempregadas no Brasil;A reforma da p...
30/04/2019

BALBÚRDIA É:

Estimular turismo sexual;
O laranjal do PSL;
Ter 13 milhões de pessoas desempregadas no Brasil;
A reforma da previdência;
Liberar agrotóxicos cancerígenos.

Repudiamos o DESGOVERNO de Bolsonaro e jamais deixaremos de lutar por nossos direitos!

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24/04/2019

Nessa conjuntura política, o lugar não poderia ser outro. Vamos pintar o céu de Brasília com a esperança e a força dos estudantes!

Querido presidente (permita-me te chamar assim), primeiramente, além de dizer “Fora, Temer”, gostaria de me apresentar. ...
20/04/2019

Querido presidente (permita-me te chamar assim),

primeiramente, além de dizer “Fora, Temer”, gostaria de me apresentar. Prazer. Meu nome é Maria Eduarda Paschoalini, mas, em síntese, prefiro Duda. Tenho 16 anos - com título de eleitor feito no dia 10/05, dia do seu depoimento ao Moro, como uma forma de homenagem ao melhor presidente que este país já teve.

Sou de Ubá-MG e tenho muito orgulho de minhas raízes. Futura professora. Filha de professores que não se cansam em lutar para que me proporcionem as oportunidades que eles não tiveram. Minha mãe, professora do Estado, sempre me diz que não tem heranças para me deixar. Por isso, pode investir na minha educação.

A minha herança é a educação. Sempre estudei em escola particular, o que faz com que muitos achem que eu não devo estar na militância. Sabe, muitos falam que eu devo me mudar para escola pública, pois é muito injusto estar na particular. Respondo que é necessária a minha insistência em continuar na rede privada.

Quem sabe eu não consigo conscientizar mais pessoas de que o social é muito mais importante do que qualquer lucro presente em nossa sociedade? Quem sabe eu não consiga trazer mais gente para a difícil e árdua militância? Quem sabe eu não ajude pelo menos uma pessoa a abrir os olhos e não só ver, e, sim, enxergar? Não preciso de ser estudante da rede pública para lutar por uma educação pública melhor. Nem de ser negra para lutar pelos negros, nem de ser homossexual para lutar contra a LGBTfobia. Passei por momentos terríveis no ano passado. Problemas psicológicos tomaram conta de mim. Diagnósticos, remédios. Eis que, um dia, consigo me levantar.

Aceitei o convite de minha mãe para ir a um debate sobre a PEC 55 (Na época, PEC 241) na Câmara Municipal daqui de Ubá. Após um dia inteiro de aula (de 07h00 até 17h30), acompanhei-a. Eu nem gostava de política. Na sinceridade, achava suja, corrupta e chata. Eu só defendia a Dilma, sempre defendi. Colei adesivos na campanha de 2014 e saí às ruas com minha mãe para fazer campanha. Tudo isso por pura influência. Eu não tinha base, nem argumentos. Enfim. Cheguei ao local e minha mãe viu a Beatriz Cerqueira, presidenta da CUT Minas e coordenadora-geral do Sind-UTE MG, chegando. Ela ficou toda feliz, disse que era fã de Bia. Encantei-me por ela e por sua luta.

A partir daí, encontrei na luta o meu refúgio. Consegui me reerguer. Um mês depois, eu já estava procurando movimentos para participar. Comecei pelo CRB - Na escola (Curso da Realidade Brasileira), em uma escola da rede pública aqui de Ubá. Do CRB, fui para o Levante Popular da Juventude, em que me encontro como militante. Agora, entrei no Parlamento Jovem de Minas de Ubá, além de participar de movimentos de liderança na escola e na igreja. A luta me reergueu. A luta me levantou à vida de volta. Hoje, tenho base e argumentos suficientes para saber defender os meus ideais, o meu ponto de vista. Falando em meus ideais, eles batem com os seus, meu eterno presidente. Entre transtornos e mais transtornos do dia-a-dia, descobri que gosto de lidar com pessoas, de todos os tipos. Não me importo com classe, raça, etnia.

Não me importo com o exterior. Lidar com ser humano é além de aparência. É lidar com sentimento, com psicológico. É lidar com o interior. Eu gosto disso. Dentro desses transtornos, acabei descobrindo que quero ser professora de Língua Portuguesa. Sou apaixonada por nossa língua, nossa cultura, nossa nação, nossa pátria. Quero ser a mudança, tanto na área da educação, quanto em qualquer outra área. Quero descortinar essa vergonhosa e pavorosa jogatina que infelizmente esse grande e belo país está mergulhado.

Então, descubro que entrei em dois barcos difíceis: professora e militante. Sou de esquerda, com todo o orgulho. E digo, com toda a certeza, que não precisei de ser manipulada, doutrinada para acreditar em algo. Não, minha família não é petista (apenas minha mãe). Conclui, por mim mesma, os meus próprios ideais. Estes consistem em prevalecer o social. Igualdade para todos. É o que quero. Não sou pobre, mas também não sou rica. Tenho condições boas. Boas o suficiente para saber que não devo olhar apenas para mim. O mundo não gira em torno de mim. Precisamos de olhar ao nosso redor e ver as diferenças, aprender a respeitá-las.

Precisamos de saber escutar, enxergar o próximo. Faz-se necessário olhar para cada canto do nosso país e entender que a luta é contínua. Pelo norte, nordeste, sudeste, sul e centro-oeste, a luta é por nós e essa luta se subdivide em muitas outras. Eu luto pelo fim do racismo, do machismo, da cultura do estupro, da homofobia e da misoginia. Estes assuntos matam milhares de pessoas diariamente. Por que isso? Nascemos todos iguais e livres. Livres para sermos o que quisermos. Preto, branco, gay, heterossexual, rico, pobre, santo, ateu. Todos nós somos, além de todos os esteriótipos, humanos. Luto para que os meus filhos e para que os filhos dos meus filhos tenham uma educação de qualidade, assim como eu estou lutando para eu ter. Luto para que a mulher continue conquistando o seu devido lugar em nossa sociedade.

Luto para que a mulher não seja mandada de volta para o lar. Nem seja recatada, nem bela. Luto para que a mulher seja do jeito que ela quiser e esteja no lugar em que ela quiser. Luto para que o negro não seja mandado de volta para a senzala. Nem para que o homossexual seja espancado até a morte. Luto para que não haja a intolerância religiosa. Luto para que não tenhamos mais golpes, em qualquer lugar ou circunstância. Luto contra a corrupção. Luto para que a justiça seja feita, fazendo com que não haja mais impeachments sem crimes de responsabilidade comprovados. Luto por um mundo onde sejamos socialmente iguais. Luto para que a gente vá às ruas sempre. Luto contra o preconceito, a violência e a intolerância. Luto para que a coragem atinja a todas as pessoas, de qualquer idade. A coragem para não nos calarmos diante de tantas injustiças.

Luto para que mais estudantes enfrentem quem quer nos derrubar e soltem a voz. Luto para que ninguém tenha nenhuma palavra presa na garganta. Luto para que nós não elejamos a ganância e o cinismo. Luto contra o fim da poesia. Luto contra o retrocesso, contra o conservadorismo, contra a extinção de direitos. Luto contra governos ilegítimos. Luto para que ninguém fique calado, para que ninguém sofra, seja com tortura física ou psicológica. Luto contra a meritocracia. Luto para que o gás de pimenta, as bombas e meios como estes, não sejam utilizados contra a nossa militância. Luto contra a miséria. Luto contra a fome. Luto contra a invisibilidade de tantos aos olhos da nação. Luto contra o fascismo. Luto para que tenhamos mais ocupações, mais manifestações, mais paralisações. Luto contra a mídia manipuladora. Luto contra o analfabetismo funcional. Luto contra a PEC 55, contra a reforma do Ensino Médio, contra a medida provisória, contra a Reforma da Previdência (PEC 287), contra a Lei da Terceirização, contra a Reforma Trabalhista. Luto para que tenhamos reformas sim, mas uma reforma debatida com profissionais das áreas que sofrerão mudanças.

Luto contra a Lei da Mordaça. Escola sem pensamento crítico/sem partido não é escola. Luto para que a gente não abaixe a cabeça nunca. Luto por minha principal bandeira: a educação. Luto pelo futuro do meu país, do nosso país, do país dos meus filhos e dos meus netos. Luto contra a ditadura, contra a opressão militar. Luto pelos movimentos sindicais. Luto para que o Brasil veja que um filho dele não foge à luta. Luto para que não continuemos com esse cenário abissal. Luto para que não tenhamos que temer. Luto para que tenhamos sempre conhecimento, organização, querer e disposição. Luto para que a resiliência seja constante em nossas vidas. Luto para que a nossa democracia volte, junto com os nossos direitos conquistados ao longo de tanto tempo. Luto para que haja dignidade e honestidade em qualquer área do nosso país. Luto para que ninguém tenha medo de ser feliz, de ter esperança. Luto para que esse cálice seja afastado de nós. Luto para que a chama da esperança se reacenda todos os dias no coração de cada brasileira e brasileiro que ousa lutar. Luto para que o nosso poder popular seja cada vez mais concretizado. Luto para que o sol volte amanhã, sem nenhuma escuridão. O sol vai raiar. A luta não tem fim, é permanente. Só a luta nos garante.

Não há tempo para temer e não temos nada a esperar. É hora de desobedecer. Continuemos nadando contra a correnteza. A minha luta, que é a mesma de tantas pessoas, pode ser vencida. E nós vamos vencer. Jamais vamos desistir. Jamais vou desistir de lutar. Luto é verbo. Verbo é ação. Se existe algo que ainda podemos fazer é resistir. Então, sigamos em frente sempre. Quem sabe assim, a gente consiga minimizar a tolerância de um Brasil tão intolerante. Obrigada, querido presidente, por não se cansar de lutar por nós. Para nós. Conosco. Você é um dos meus maiores exemplos e eu tenho muito orgulho em defender alguém que não era nada. Pobre, filho de analfabetos, imigrante nordestino e operário. Depois, foi sindicalista, deputado. Fundou o PT e foi candidato à presidência da república. Como não era nada, apenas uma voz que acreditava na democracia e acreditava que era possível acabar com a desigualdade, perdeu a eleição três vezes. Mas nunca perdeu a esperança. Por isso, tornou-se tudo.

Gratidão, companheiro, por me ensinar que uma só voz pode ecoar nos corações de inúmeras pessoas. Gratidão por ser quem você é e por me inspirar tanto. Sonho em um dia te conhecer e poder te abraçar, como uma forma de agradecimento por tudo o que você fez e faz por nós. A casa grande surta quando a senzala resolve mandar uma carta ao Lula agradecendo-o por tudo. Conte comigo sempre. Estamos juntos, companheiro!

Com muito amor, companheirismo, resistência, luta, resiliência e força; Duda.

Endereço

Alfenas, MG

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