Ascom Barreirinha

Ascom Barreirinha Informação do Poder Público Municipal de Barreirinha Espaço voltado ao trabalho da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Barreirinha

Como se reconhece uma situação de emergência ou estado de calamidade pública?O primeiro passo é a notificação do desastr...
02/05/2012

Como se reconhece uma situação de emergência ou estado de calamidade pública?

O primeiro passo é a notificação do desastre pela Prefeitura Municipal à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil e à Secretaria Nacional de Defesa Civil, em Brasília. Para reconhecimento de situação de emergência ou decretação de calamidade pública é necessário um relatório sobre a situação dos prejuízos causados ao município, o Avadan (Formulário de Avaliação de Danos), enviado pela prefeitura ao Governo do Estado. São observados os danos humanos, materiais, econômicos, ambientais e sociais, para classificar o desastre como de nível I, II, III ou IV.

Como é feito o Avadan?

O relatório é elaborado por técnicos de defesa civil municipal, como apoio da Defesa Civil estadual, se necessário, e encaminhado à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, para avaliação. O prazo de preenchimento é de cinco dias após o desastre. O preenchimento de informações sobre danos é levado em conta para classificação o nível do desastre. O Avadan deve informar sobre:

Quem decreta situação de emergência ou calamidade pública?
O decreto de situação de emergência ou estado de calamidade pública é elaborado pelas prefeituras municipais e homologado ou não pelo Governo do Estado, de acordo com a avaliação da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. Deve vir acompanhado do Avadan e de mapas ou croquis de regiões atingidas.

Os decretos devem informar o tempo de duração da situação e áreas atingidas. Caso haja a homologação, o decreto é encaminhado ao Ministério da Integração Nacional, para solicitação de recursos a serem aplicados em ações de auxílio à população ou reparo de danos.

A solicitação de reconhecimento de situação de emergência ou de estado de calamidade pública pelo Governo Federal é feita mediante Ofício do Coordenador Estadual de Defesa Civil (ou correspondente), acompanhado obrigatoriamente dos seguintes documentos:

1 - Decreto(s) de Declaração do(s) Prefeito(s) Municipal(ais);
2 - Decreto de Homologação do Governador;
3 - Cópia da publicação do Decreto do Governador no Diário Oficial do Estado;
4 - Formulário(s) de Avaliação de Danos - AVADAN;
5 - Mapa(s) ou Croqui(s) da(s) área(s) afetada(s) pelo desastre;
6 - Parecer do Órgão de Coordenação do Sistema Nacional de Defesa Civil, em nível estadual, sobre a intensidade do desastre e sobre a coerência dos atos, em relação aos critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Defesa Civil.

Atualmente, a Defesa Civil do Estado do Amazonas avalia a documentação com o pedido de inclusão do município de Barreirinha em situação de emergência. A medida é um processo normal para verificar a veracidade do decreto. Após a visita dos técnicos, o município deverá entrar na lista oficial para ajuda humanitária.

Após decretar situação de emergência, no último dia 16 de abril, com a cheia dos rios Paraná do Ramos e Andirá, representantes da Prefeitura de Barreirinha (município a 331 quilômetros de Manaus) estiveram na capital para apresentar o plano de contingência e buscar ajuda humanitária.

O prefeito de Barreirinha, Mecias Batista, pediu apoio do Governo do Estado e Federal. "Tivemos duas reuniões com o governador e vice e já decretamos o estado de emergência. Agora é aguardar as próximas providências que possam beneficiar o nosso povo", declarou.

De acordo com a Defesa Civil do Município, 60% da cidade está tomada pela água. A assessoria da prefeitura informou que muitas famílias não aceitam sair das casas com medo de perder os imóveis, ou os benefícios do governo municipal e estadual.

O poder público municipal já ter iniciou, a construção de pontes e auxiliado as famílias com o deslocamento para os locais com terra firme, mas a água está subindo muito rápido e invadindo ruas e casas, dificultando assim á eficiência da Defesa Civil do Município e Secretária de Obras nas construções de pontes e remoção dos moradores.

01/04/2012

Liberação dos recursos oriundos dos Governos Estadual e Federal para o Amazonas foi firmado nesta sexta-feira (30)

Governador Omar Aziz defende que Baixo Amazonas seja ligado ao linhão de TucuruíO governador Omar Aziz disse que está co...
13/02/2012

Governador Omar Aziz defende que Baixo Amazonas seja ligado ao linhão de Tucuruí


O governador Omar Aziz disse que está confiante na possibilidade do sistema de energia dos municípios do Baixo Amazonas serem integrados ao linhão de Tucurui, que vai ligar Manaus ao Sistema Nacional de Energia Elétrica. A declaração foi feita diante do ministro das Minas e Energia Edson Lobão, durante a inauguração, pela Eletrobrás do Amazonas, da subestação Jorge Augusto de Souza Baird, no Distrito Industrial. Antes da inauguração, o governador e o senador Eduardo Braga falaram sobre o assunto com Edson Lobão.

Os municípios que formam a região do Baixo Amazonas são Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Maués, Nhamundá, Parintins, São Sebastião do Uatumã, Urucará, Itacoatiara, Itapiranga, Silves e Urucurituba.

O ministro demonstrou intenção em atender à reivindicação, apesar de considerar o procedimento muito caro. “O linhão vai passar por algumas cidades no interior. Vamos procurar rebaixar essa energia, que é um procedimento extremamente caro, para atender aquela região e tudo mais que puder ser feito nós vamos fazendo”, declarou.

Para o governador, a interligação do Amazonas ao sistema nacional resolve um dos grandes gargalos para o desenvolvimento da economia no interior do Estado, que é falta de energia elétrica. “O linhão nos dá uma segurança de ter energia com quantidade para que a gente possa pensar e planejar o Estado para o Futuro”. No caso do Baixo Amazonas, ele disse que a energia de Tucuruí possibilitaria a instalação de uma fábrica de cimento, na Vila Amazônia em Parintins, uma vez que aquele município e Nhamundá têm jazidas de calcário em abundância. Outra possibilidade para aquela região é a agroindústria.

“Hoje nos questionam muito porque não procuramos alternativa econômica fora da Zona Franca de Manaus. Nenhum governador que me antecedeu deixou de se esforçar para isso, mas sem infraestrutura, sem energia é impossível produzir e ter um produto competitivo no mercado”. Omar citou como exemplo a fábrica da Coca-Cola, que, atendendo a um apelo seu, se propôs a instalar indústria para a produção de suco no Estado, como contrapartida pelos incentivos fiscais recebidos e que não pode fazê-lo por falta de matéria-prima para produção em larga escala e por falta de energia segura no interior.

Edson Lobão ressaltou que, em breve, o Estado vai ter energia farta e segura. Em um ano e meio, segundo ele, o linhão de Tucuruí chegará a Manaus, que já tem parte de sua demanda atendida pela energia proveniente do gás de Urucu. Em relação ao interior, Lobão disse que novas termelétricas estão sendo implantadas.

Fonte: AGECOM

PAVIMENTAÇÃO DAS RUAS DE CAMETÁ EM RITMO ACELERADOA PAVIMENTAÇÃO DO DISTRITO DE CAMETÁ DO RAMOS INICIOU HOJE. SERÃO PAVI...
13/02/2012

PAVIMENTAÇÃO DAS RUAS DE CAMETÁ EM RITMO ACELERADO

A PAVIMENTAÇÃO DO DISTRITO DE CAMETÁ DO RAMOS INICIOU HOJE. SERÃO PAVIMENTADAS NESTA PRIMEIRA ETAPA 1.320 METROS DE RUA, COM CALÇADAS DE 6 METROS, MEIO FIO E MAIS 1 METRO E 20 DE CALÇADA PARA PEDESTRE.
O PREFEITO MECIAS SATERÉ, ACOMPANHADO DO VEREADOR CUMARÚ, DO EX-VEREADOR TAMPA, DO ENGENHEIRO E CONSTRUTOR CARAM, DO PRESIDENTE DO DISTRITO VAGNER E ASSESSORES ESTEVE HOJE NA LOCALIDADE E ACOMPANHOU O INÍCIO DOS TRABALHOS.

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