Coletivo Abre Alas

Coletivo Abre Alas Somos o primeiro coletivo feminista da Unesp de Bauru, atuando no combate às opressões e na discussão sobre feminismo.

O "Coletivo Abre Alas" nasceu em 2014, inicialmente com a proposta de ser uma roda de samba feminista para a semana dxs calouros. Com o tempo, nos fortalecemos sendo o primeiro coletivo feminista da Unesp de Bauru, atuando de forma incisiva no combate às opressões e realizando debates para ampliar o conhecimento das mulheres sobre feminismo. Nossas reuniões acontecem todas às Segundas, às 17h30, n

o Bosque da Unesp de Bauru, e são abertas para mulheres (cis e trans*) da comunidade e da universidade que queiram compor e fortalecer o nosso coletivo. Grupo de discussões sobre feminismo aberto a homens e mulheres: http://goo.gl/HZrOYv

Grupo FECHADO às mulheres cis e trans* que desejam acompanhar e interagir diretamente com o Coletivo: https://goo.gl/til2Z4

Grupo de carona exclusivo para mulheres criado pelo coletivo em inspiração ao movimento "vamos juntas": https://goo.gl/BTqgvK

Vocês já estão sabendo do Março das Mulheres de Bauru que está rolando esse mês?É uma programação repleta de atividades ...
07/03/2017

Vocês já estão sabendo do Março das Mulheres de Bauru que está rolando esse mês?

É uma programação repleta de atividades culturais e políticas com o objetivo de unif**ação de todas as mulheres da cidade.

Saiba mais curtindo a página Março das Mulheres - Bauru e se liga na programação do dia 06 ao 12 de março que já começou!

Lembrando que todos os eventos são ABERTOS e GRATUITOS
Participe! :)

Confira a programação do Março das Mulheres na semana de 06 à 12 de março!

TODOS OS EVENTOS SÃO ABERTOS E GRATUITOS

Participem e ajudem a construir esse mês de luta pela unif**ação das mulheres de Bauru!
Juntas somos mais fortes

Março é o mês das mulheres e Bauru não pode f**ar em silêncio diante desse cenário tão aterrador de violência contra tod...
03/03/2017

Março é o mês das mulheres e Bauru não pode f**ar em silêncio diante desse cenário tão aterrador de violência contra todas nós.
Por isso, estamos montando uma programação para esse mês, com debates, discussões, nas periferias, espaços de cultura e universidades, culminando em uma Marcha no dia 25 de Março.

Nos ajudem a montar essa programação, fortalecer esse espaço e principalmente dar voz para a nossa luta. Chamem as amigas, companheiras, familiares. Vamos juntas fazer barulho para lutar por uma Bauru mais inclusiva para nós!

Convidamos todas as mulheres, de todas as cores, raças, gêneros e sexualidades, para participar da nossa reunião de construção do Março das Mulheres em Bauru.
Com todas nós, essa luta f**a mais forte!

A discussão é urgente e a presença massiva de todas e todos é mais do que necessária.
09/02/2017

A discussão é urgente e a presença massiva de todas e todos é mais do que necessária.

O Brasil tem a quarta maior população carcerária do mundo. Números do mapa do encarceramento apontam que o país tem 567 mil presos atualmente. As cadeias abarrotadas caem aos pedaços e acumulam denúncias de abusos, mantendo o sistema carcerário brasileiro em crise permanente. A maior parte dos presos são de negros e negras, e em uma proporção maior do que a encontrada na população brasileira.

O Coletivo Negro Kimpa da Unesp Bauru convida a todas e todos para esse debate mais do que urgente e necessário.
Contaremos com palestrantes incríveis para falar sobre o assunto:

Dina Alves é doutoranda em Direito pela PUC-SP, e autora da dissertação "Rés Negras, Judiciário Branco", em que discute a situação carcerária no país e acompanha uma série de mulheres negras que foram presas sob critérios que apontam racismo.

Juliana Borges é ativista da “INNPD - Iniciativa Negra por Uma Nova Política sobre Dr**as" , que relaciona o encarceramento em massa brasileiro com a política de guerra às dr**as, principal responsável pelas prisões no Brasil.

Evento: https://www.facebook.com/events/607638566112619/

Arte por: Gabriel Rangel

Contra a opressão e a hierarquia! Sejam bem-vindas calouras. Aqui tem muita disposição para lutarmos umas pelas outras e...
03/02/2017

Contra a opressão e a hierarquia!
Sejam bem-vindas calouras. Aqui tem muita disposição para lutarmos umas pelas outras e fortalecer o Coletivo como um espaço seguro! Divulguem para as suas amigas, venham nos conhecer e nunca deixem de denunciar.
Atualize sua capa também! ;)

Manas, hoje rolou mais uma (e a última desse ano) reunião linda do abre alas pra todas as meninas que quisessem colar e ...
15/12/2016

Manas, hoje rolou mais uma (e a última desse ano) reunião linda do abre alas pra todas as meninas que quisessem colar e ter um pouquinho mais de contato com o nosso coletivo. O assunto de hoje foi machismo nas festas, que desenvolveu um debate e compartilhamento incrível entre as minas. Seguem aí as fotos de hoje �

02/12/2016
ABRE ALAS VOLTOU!Depois de um tempo necessário para reorganizar o coletivo, a primeira ação externa do Abre Alas foi um ...
25/11/2016

ABRE ALAS VOLTOU!

Depois de um tempo necessário para reorganizar o coletivo, a primeira ação externa do Abre Alas foi um encontro de minas interessadas em conversar sobre feminismo de uma forma aberta.
O Coletivo expos sua nova forma de pensar, que pode-se resumir em ser mais combativo.
As formas de atingir isso ainda estão sendo trabalhadas pelas integrantes fixas do coletivo. Os próximos eventos serão notif**ados através da página.

Esperamos que quem participou tenha gostado! Também pedimos desculpas pela qualidade das fotos e a demora em postar... Prometemos tomar mais cuidado nas próximas ações.

23/11/2016

Oficina de Cidadania: "Zines: Representação e Auto Representação"

Inscrições em https://goo.gl/forms/CCAvmLWOI933eSLA2

Como parte do projeto de Oficinas de Cidadania do TransSarau será feito um exercício de olhar crítico sobre a construção da imagem da população T. Focando na imagem predominante nas mídias, vamos discutir representações e criar a nossa própria por meio de panfletos independentes, conhecidos como zines.

Dia 24/11 das 14:30 às 18:00 na Ação Educativa - R. General Jardim, 660

A oficina é destinadas para a população T, mas o público LGBT é bem vindo.

*Atividade realizada com o apoio do VAI - Programa de Valorização a Iniciativas Culturais da Prefeitura Municipal de São Paulo.

Imagine a cena. Você tá ansiosa por uma festa, e descobre que pode pagar menos de 5 reais pra entrar nela. Até aí tudo b...
23/11/2016

Imagine a cena. Você tá ansiosa por uma festa, e descobre que pode pagar menos de 5 reais pra entrar nela. Até aí tudo bem. Open bar ainda? Caraca! Um preço quase irreal. Mas aí percebe que, no convite masculino, o mínimo é 30 reais. Parece um baita benefício, né? Exceto pelo fato de que por trás disso, existe uma lógica muito mais perversa.

1. O QUE TÁ POR TRÁS DISSO?

Quando um cara paga quase dez vezes mais que você pra entrar na festa, a ideia por trás disso é que ele está pagando por ele e por você. Uma festa cheia de mulheres é um atrativo pra ele. "Um prato cheio", como alguns disseram. As mulheres, nessa lógica, se tornam uma das atrações da festa. E isso é bastante machista! É uma objetif**ação. É uma forma de tornar a presença feminina uma atração para agradar homens.

2. POR QUE ISSO É TÃO RUIM?

"Eu já fui. E me senti um verdadeiro pedaço de carne", falou uma moça. Afinal, a ideia de que você paga tão barato e os homens tão caro também reforça a suposição de que ele tem passe livre sobre você. Já que o cara pagou tão caro pra uma festa com tanta mulher, ele se sente no direito de chegar em quem quiser do jeito que quiser. Por isso, nesses lugares, não são raros os relatos de minas que tem os cabelos puxados, são beijadas ou agarradas à força, e até agredidas depois de dizerem "não". É claro que isso pode acontecer em qualquer festa. Mas em festas com diferenças tão grandes de valor, a ideia de que ali você é um mero pedaço de carne, é reforçada subjetivamente.

3. AH, O OPEN BAR...

"Elas bebem, f**am soltinhas, f**am facinhas. Dá pra passar a mão em tudo e nem precisa fazer esforço", falou um dos caras que tentava vender convite. Parece quase irreal que com 5 reais dê pra comprar uma festa open bar, né? É claro que não criticamos ou estamos contra mulheres que bebem e se divertem bebendo, muito pelo contrário. Mas, por trás da ideia de um open bar TÃO BARATO pra mulheres, existe também a ideia de que a mulher bêbada é mais uma das atrações da festa. E na triste maioria dos casos, homens encaram mulheres bêbadas como "mais vulneráveis", e portanto, "alvos fáceis". E aqui, a gente precisa falar sobre a cultura do estupro. Casos de assédio e abuso acontecem em festas o tempo todo. E quando a mulher está bêbada, ela é desacreditada e até culpada pela violência que pode vir a sofrer. "Ninguém mandou f**ar loca, agora aguenta. Eu paguei caro pra isso", escutei numa festa.

4. "SE VOCÊ NÃO GOSTA, É SÓ NÃO IR"

Pois é, não é bem assim. O feminismo existe para que todas as mulheres possam lutar por todas as mulheres. Enquanto nós formos tratadas como pedaços de carne e atrações de festa, não estamos livres do machismo. Enquanto nós quisermos ir em festas e não nos sentirmos seguras, não estamos livres do machismo. É por isso que estamos reclamando. Não queremos destruir a cultura das festas e a diversão. Queremos que as coisas sejam justas, igualitárias e principalmente respeitosas. Queremos ser tratadas como gente. Será que é tão difícil assim?

*** Esse post não é uma crítica direta às mulheres que querem participar da festa.
*** "Mas nem todo homem é assim". Tudo bem. Estamos falando de um plano geral. Se os homens que você conhece não são completos babacas, ele é uma exceção bacana de se ter por perto.
*** Esses relatos foram escutados por membros do Coletivo depois de ações diretas na fila e festa da Vírgula nos anos de 2013 e 2015. As fontes são anônimas para preservar a identidade das pessoas.
*** Pra entender mais sobre a lógica por trás da "mulher vip":
( http://www.fridadiria.com/mulher-vip-em-festas/ )
*** Pra entender o que é cultura do estupro:
( http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/06/6-coisas-que-voce-precisa-entender-sobre-cultura-do-estupro.html )

Começou: já fomos notif**adas de um caso de machismo e abuso no Inter, com direito a amigo do abusador querendo agredir ...
13/11/2016

Começou: já fomos notif**adas de um caso de machismo e abuso no Inter, com direito a amigo do abusador querendo agredir a moça. O abuso partiu de um integrante do Campus Bauru, o que alerta ainda mais as meninas do nosso campus. Um homem que abusa de mulheres nos jogos universitários pode também abusar em outras situações.
Nesses ambientes os abusos são naturalizados com a justif**ativa de que "é o inter, vamos curtir". Mas não aceitaremos quaisquer tipos de assédio ou abuso! O coletivo Abre-Alas repudia esse comportamento e se dispõe inteiramente a apoiar a vítima!
Não vamos deixar isso passar! Não é não!

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