02/04/2019
Todas as crianças e adultos devem ser entendidas e acolhidas em sua diversidade. A inclusão das crianças dentro do espectro do autismo na escola, por exemplo, é um direito, e é positiva tanto para quem faz parte do transtorno quanto para as outras crianças, pois todas podem interagir e aprender com as diferenças.
O autismo ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado por alterações no desenvolvimento, causa déficit na comunicação, interação social e comportamento de crianças e adultos, e deve ser tratado por uma equipe multiprofissional de acordo com a necessidade específica de cada indivíduo, lembrando que há um grande espectro do autismo, ou seja, uma grande faixa de variação desses sinais. Entre alguns dos sintomas estão a falta de contato visual; o hábito de repetir frases ou palavras que ouviram de outras pessoas ou mesmo da TV (conhecida como ecolalia), interesse profundo restrito a um ou alguns assuntos específicos (hiperfoco), com os quais os autistas permanecem entretidos durante muito tempo. Em alguns casos, os autistas podem não falar, sendo não verbais.
Todas as crianças e adultos devem ser entendidas e acolhidas em sua diversidade. A inclusão das crianças dentro do espectro do autismo na escola, por exemplo, é um direito, e é positiva tanto para quem faz parte do transtorno quanto para as outras crianças, pois todas podem interagir e aprender com as diferenças.
O autismo ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado por alterações no desenvolvimento, causa déficit na comunicação, interação social e comportamento de crianças e adultos, e deve ser tratado por uma equipe multiprofissional de acordo com a necessidade específica de cada indivíduo, lembrando que há um grande espectro do autismo, ou seja, uma grande faixa de variação desses sinais. Entre alguns dos sintomas estão a falta de contato visual; o hábito de repetir frases ou palavras que ouviram de outras pessoas ou mesmo da TV (conhecida como ecolalia), interesse profundo restrito a um ou alguns assuntos específicos (hiperfoco), com os quais os autistas permanecem entretidos durante muito tempo. Em alguns casos, os autistas podem não falar, sendo não verbais.