ASAP/BDMG Associação dos Aposentados e Pensionistas do BDMG - ASAP/BDMG. Criamos essa página para divulgação d

A Associação dos Aposentados e Pensionistas do BDMG - ASAP/BDMG. Foi constituída em dezesseis de outubro de 1986, tendo por objetivo promover a união e bem estar de seus associados, defendendo-lhes seus interesses. Hoje com sede no Edifício Rotary à Rua dos Guajajaras, 410 - Sala 1.010 - Bairro Centro em Belo Horizonte-MG. Este ano de 2015 a ASAP/BDMG está fazendo seu vigésimo nono aniversário. Vi

nte e nove anos de lutas, trabalhos, derrotas e vitórias

Diretoria Executiva no período d 2015/2018;

Presidente: Virgílio Rosa Filho
Vice-Presidente – Artileu Afonso dos Santos
Diretor Financeiro – Paulo Dario Madureira Horta
Diretor Administrativo e Social – Walter Garcia de Oliveira Abreu

É com a sua participação que poderemos continuar com as necessárias mudanças e a preservação do direito e das conquistas.

09/12/2020

AGRADECIMENTO

Agradeço de coração àqueles que depositaram em meu nome a confiança do seu voto.

Parabenizo os colegas eleitos desejando-lhes um mandato profícuo e na defesa dos interesses dos assistidos.

09/12/2020

Porque quero ser o conselheiro representante dos assistidos.

Ao longo desses últimos quatro anos desempenhei, como suplente, o cargo junto ao Conselho Deliberativo da DESBAN, oportunidade em que acompanhei mais profundamente a gestão da nossa entidade. Nesse período participei ativamente da maioria das suas reuniões, bem como levei meu apoio, juntamente com o nosso colega José Tadeu de Abreu, conselheiro titular, aos projetos apresentados pela Diretoria Executiva. Procuramos, eu e o Tadeu, compartilharmos com entusiasmo todo o trabalho desenvolvido em prol dos planos assistenciais que nos permitem desfrutarmos de nossas complementações de aposentadorias.

Como Diretor da ASAP busquei dar apoio ao projeto de transformação da associação dos aposentados em uma associação parceira da DESBAN e que pudesse congregar uma nova categoria de associados permitindo-lhes o acesso aos novos planos assistenciais (Plano Família).

Infelizmente este projeto não foi concretizado, mas a extinção da ASAP desejada por alguns foi concluída, colocando a ação no Conselho Deliberativo uma obrigação dos assistidos.

Desde que assumi o cargo venho defendendo dentro do Conselho a divulgação do extrato de suas atas como forma transparente de prestarmos conta do nosso desempenho, das matérias ali discutidas e deliberadas.

Agora, é chegada a hora de novas eleições para um novo mandato. Coloquei o meu nome juntamente com o colega Alceny José Mendes para disputarmos a vaga destinada aos assistidos (aposentados), eu agora como titular e ele como suplente.

Pretendemos continuar atuando de maneira articulada na defesa dos interesses coletivos buscando sempre o equilíbrio como forma de preservação dos nossos direitos e deveres.

Assim venho solicitar-lhe o voto nas eleições do Conselho Deliberativo previstas para amanhã, se for merecedor de sua confiança.

Posso garantir-lhes que continuarei desempenhando com afinco, dedicação e conhecimento o mandato que me for conferido.

Obrigado por sua atenção.

Walter Garcia de Oliveira Abreu

11/07/2020

Comunico-lhes, com pesar o falecimento de nosso colega Júlio Onofre, ocorrido hoje às 14:45 hs.

25/06/2018

Comunico a todos que a missa de sétimo dia de Márcia de Souza Almeida, mãe do nosso colega João Lincoln será realizada hoje às 18:00 horas na Igreja da Boa Viagem.

28/10/2017

Comunico o falecimento de nosso colega Paulo Motta. O velório acontece no Funeral House, na Av. Afonso Pena. O enterro está marcado para as 16:00 h.

A AFBDMG convida a todos para participar do evento: “AFBDMG DEPOIS DAS SEIS” , dia 27 de outubro, de 18 ás 22 horas, no ...
26/10/2017

A AFBDMG convida a todos para participar do evento: “AFBDMG DEPOIS DAS SEIS” , dia 27 de outubro, de 18 ás 22 horas, no Espaço de Convivência da AFBDMG
Espetinho, Cerveja Gelada e Refri á preços especiais com pagamento em CCC.
Uma oportunidade de interagir e estreitar os laços entre nossos Associados em um ambiente totalmente descontraído.
Não perca tempo, confirme sua presença.
Att;
Kelly Souza
Assessoria de Comunicação AFBDMG
(31)3166-2657

28/07/2017

ISSO INTERESSA A VOCÊ - V

SEM REFORMA, INSS DEIXA DE ECONOMIZAR R$ 18,6 BILHÕES

Cálculo do prejuízo foi feito pela Fazenda levando em conta um eventual adiamento da reforma da Previdência para depois das eleições de 2018

O governo estima que deixará de economizar R$18,6 bilhões no curto prazo nas contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), caso a aprovação da reforma da Previdência seja adiada para depois das eleições presidenciais de 2018.

O cálculo, feito pelo Ministério da Fazenda a pedido do Estadão/Broadcast, leva em consideração o impacto direto das mudanças nas regras de aposentadorias e pensões previstas no substitutivo da Proposta da Emenda à Constituição (PEC), já aprovado pela comissão especial da reforma na Câmara dos Deputados.

A discussão sobre o adiamento na mudança das regras de aposentadorias e pensões no Brasil ganhou força após o presidente Michel Temer ter sido denunciado por corrupção passiva na delação dos executivos da JBS. Com uma base aliada menos sólida, seria mais difícil para o presidente aprovar uma alteração tão profunda na Previdência do País.
Mesmo antes do estouro da crise política, o governo não tinha os 308 votos favoráveis necessários para aprovar uma emenda constitucional.

Líderes da base aliada já defenderam publicamente que a reforma seja reduzida a alguns pontos, como a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria. O Planalto, porém, ainda trabalha com o texto aprovado na comissão especial e planeja retomar as articulações para votação no início de agosto, logo após o Congresso votar a denúncia.

O levantamento sobre o "prejuízo" com um eventual adiamento da reforma pressupõe que o próximo presidente teria de aprovar, já em seu primeiro ano de governo, as mudanças previdenciárias. Portanto, o impacto fiscal positivo esperado com a reforma viria somente em 2020, no segundo ano do novo governo eleito.

Nesse cenário, deixariam de ser economizados no âmbito do INSS cerca de R$4,8 bilhões em 2018 e R$13,8 bilhões em 2019 (a valores de hoje). Essas cifras não consideram os efeitos indiretos que a aprovação da reforma teria nas expectativas e na queda mais rápida da taxa de juros determinada pelo Banco Central.

A perda com o adiamento da votação seria quase o dobro do que o governo espera arrecadar com o aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis. A medida foi anunciada na semana passada com a estimativa de obter R$10,4 bilhões este ano e ajudar o governo a cumprir a meta fiscal deste ano, que corre o risco de não ser cumprida.

O impacto de um eventual adiamento só não é maior porque a proposta de reforma da Previdência em tramitação no Congresso Nacional tem efeitos mais limitados no curto prazo. O potencial de economia para as contas públicas cresce ao longo do tempo.

1. Adiamento da reforma da Previdência ganhou força após o presidente Michel Temer ter sido denunciado por corrupção passiva.
2. Se reforma for adiada para depois das eleições presidenciais, o próximo presidente teria de aprovar as mudanças já no seu primeiro ano de mandato.
3. Com isso, o impacto fiscal positivo esperado pelo governo com a reforma viria apenas em 2020, ou no segundo ano do novo governo (Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli - Agência Estado)

28/07/2017

ISSO INTERESSA A VOCÊ - IV

REFORMA: DEIXAR PARA 2019?

O custo altíssimo (e bilionário) de não passar a reforma da Previdência ainda em 2017

A economia seria reduzida de R$921 bilhões para R$664 bilhões caso se aprove a reforma da Previdência só após a eleição de 2018, apontam os economistas do Credit Suisse
Desde quando eclodiu a maior crise política do governo Michel Temer com a revelação do conteúdo da delação premiada de Joesley Batista no dia 17 de maio, o assunto reforma da Previdência foi praticamente deixado de lado, tanto no Congresso quando nas previsões de economistas.

Durante o recesso parlamentar, o governo Temer chegou a sinalizar que retomaria a reforma, enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que recolocaria a reforma em pauta já em agosto. Contudo, as informações que circulam é que apenas algumas mudanças, como fixação de uma idade mínima para aposentadoria, aconteceriam ainda este ano.

Há quem olhe para uma aprovação da reforma a partir de 2019 (quando um novo governante assumir o poder). Contudo, o cenário político para as eleições do ano que vem é bastante conturbado. Além disso, a conta em esperar 2019 para aprovar a reforma é bastante alto, conforme destaca a equipe econômica do banco Credit Suisse em relatório.

Os economistas destacam que o relatório aprovado na Comissão Especial, no início de maio (ou seja, antes da eclosão da crise política), reduziu em 45% a economia do projeto inicial, que passou de R$921 bilhões para R$504 bilhões entre os anos de 2018 e 2027 com as principais medidas no RGPS (Regime Geral de Previdência Social) e BPC (Benefícios de Prestação Continuada), este último atualmente vinculado ao salário mínimo para idosos de baixa renda. "As maiores perdas em relação ao projeto original foram as mudanças nas regras de transição, a redução da idade mínima de aposentadoria para os trabalhadores rurais e as mudanças nas regras com pensão por morte", aponta a equipe, liderada por Nilson Teixeira.

Para os economistas, os reajustes do salário mínimo vão ser determinantes para que se defina o tamanho da economia com a reforma, já que 69% de todos os benefícios emitidos pelo RGPS e BPC são vinculados ao mesmo. Ao assumir um reajuste do salário mínimo apenas de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a economia seria de R$492 bilhões, levando a uma redução de 38% ante os 45% obtidos com a regra atual do salário mínimo. A dinâmica do déficit da previdência social, sob essa hipótese, também seria menos negativa.

"Esse déficit alcançaria 5,1% do PIB em 2027 sem as mudanças decorrentes da reforma da Previdência Social, 4,3% do PIB com a aprovação do substitutivo e 3,4% do PIB com a aprovação do texto original", afirmam os economistas.
Com a grande volatilidade do cenário politico, aumentou-se muito o risco de mudanças no texto do substitutivo, aponta o Credit, o que pressiona o governo a mudar diversos pontos "impopulares". No quadro abaixo, destacam-se alguns pontos que não precisam de mudança na Constituição para serem alterados. Para aprovar um projeto de lei ordinária, é necessária apenas uma votação em cada Casa e aprovação por maioria simples.

Os economistas também traçam um cenário em que as principais medidas da reforma da previdência só seriam aprovadas após a eleição. "Se o ambiente político se deteriorar ainda mais nos próximos meses, a aprovação da reforma da Previdência poderia ser adiada para a próxima administração. Uma hipótese utilizada por vários participantes de mercado sugerem que ela poderia aprovar uma reforma abrangente. Dado o tempo necessário para aprovar a PEC, no Congresso, acreditamos que a implementação de novas medidas só ocorreria em 2020", apontam, destacando que o impacto fiscal seria bastante significativo.

Como grande parte da reforma influencia apenas o fluxo de novos entrantes, o aumento adicional dos gastos previdenciários nos próximos dois anos seria refletido nos gastos do RGPS também nos anos seguintes.
A cada ano entre 2018 e 2027, os gastos com o RGPS ficariam, em média, 4,3% maiores em relação ao que seria observado no contexto de aprovação da reforma em 2017. A perda acumulada no período com a adoção dessa estratégia em relação à aprovação da reforma da Previdência Social já em 2017 seria de 3,6 pontos percentuais do PIB. Assim, em valores de 2016, a economia seria reduzida de R$921 bilhões para R$664 bilhões, apontam os economistas do banco.

De olho nesse cenário, os economistas do Credit ainda trazem outro ponto na discussão: a PEC do teto de gastos, aprovada no final do ano passado. Segundo eles, o reequilíbrio fiscal e o cumprimento da PEC exigiriam muito mais do que a aprovação do atual projeto de lei da reforma da Previdência.

"Mesmo se a proposta original fosse aprovada este ano, as outras despesas primárias deveriam ser reduzidas em 7,5% em termos reais em 2019 em relação ao nível de 2016 para o cumprimento do limite de gastos. Em 2026, tal redução deveria ser de 36% a partir de 2016", apontam eles. Assim, o cumprimento da nova norma depende não apenas de uma reforma ainda mais ampla da reforma da Previdência do que estabelecido no projeto de lei original, mas também de um conjunto abrangente de medidas para conter o crescimento nas outras despesas primárias obrigatórias. Assim, os desafios para a economia seguem bastante grandes. (InfoMoney)

28/07/2017

ISSO INTERESSA A VOCÊ - III

MARCELO CAETANO: COM ADIAMENTO, REFORMA TERÁ DE SER MAIS DURA

Próximo presidente vai precisar de uma compensação maior para equilibrar as contas, diz secretário

O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, alerta que o adiamento da aprovação da reforma da Previdência para o próximo governo exigirá uma "compensação" mais forte do próximo presidente da República para equilibrar as contas públicas.

"A reforma lá na frente vai ter de ser mais forte do que a atual. Como a situação lá na frente estará mais crítica, vai ter de compensar fazendo uma reforma mais forte", afirma.
Segundo ele, a aprovação da reforma neste ano é maior do que os R$18,6 bilhões de economia para 2018 e 2019 por causa do sinal que a aprovação dá em direção a contas públicas mais equilibradas. Consequentemente, aponta para dívida pública e juros mais baixos.

"O impacto fiscal é mais de longo do que de curto prazo. Mas tem reflexos no curto prazo por passar a visão de um ambiente de juros mais baixos", afirma o secretário.

O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu recentemente uma auditoria nas contas da Previdência e constatou que a tendência de crescimento das despesas com aposentadorias e pensões é preocupante. O diagnóstico do TCU mostra que "a Previdência é um caos de muitas gestões", disse o ministro do TCU José Mucio Monteiro, que foi relator do processo.

"Não sei quem mais vai ter o talento de adiar esse problema, porque esse problema está na nossa porta. Assim como as outras reformas. Temos protelado a resolução de algumas questões que são imunes a quem está no governo. São problemas que serão da sociedade brasileira, seja de que partido for (o governo)", afirmou Monteiro.

Pressa. O secretário de Previdência defende a votação do texto aprovado na comissão especial ainda este ano para estancar o crescimento acelerado dos gastos previdenciários. Em 2018, a previsão é de que o rombo no INSS alcance R$202,2 bilhões.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que vai pôr a reforma para votar em agosto. Mas parlamentares admitem nos bastidores que, se a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar outras denúncias contra o presidente Michel Temer no mesmo mês, não haverá chances de o texto ser aprovado ainda em 2017. Temer também é investigado por organização criminosa e obstrução à Justiça, além de corrupção passiva (crime pelo qual já foi denunciado) (Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli - Agência Estado)

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Belo Horizonte, MG
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