Coletivo de Luta

Coletivo de Luta O COLETIVO DE LUTA é um grupo de servidores do IBGE que se uniu para defender os direitos do trabalhador através da atividade SINDICAL.

26/06/2023
18/04/2020

Vitória! O Congresso aprovou, ontem, a suspensão do pagamento do Fies enquanto durar a pandemia do coronavírus. Os pagamentos serão feitos depois, sem juros e multa. Seguimos trabalhando para ajudar os brasileiros a enfrentarem esta crise.

22/05/2019
22/05/2019

IBGE ainda não conhece o orçamento do Censo 2020

Em Audiência Pública na Câmara dos Deputados, convocada para debater o Censo 2020, a coordenadora operacional da pesquisa, Maria Vilma Salles Garcia, deixou claro que a Direção do IBGE ainda não sabe o tamanho do corte e qual será o orçamento da operação censitária. “Não temos ainda o limite de verba determinado pelo Ministério da Economia, os 25% foram uma sinalização”, admitiu.

Segundo a coordenadora, a nova Presidente chegou ao IBGE com a orientação de fazer um censo de qualidade e menos custoso. O governo orientou a reavaliar o projeto e fazer os ajustes necessários. Para isso, uma das formas seria usar os registros administrativos, as pesquisas amostrais e novas ferramentas tecnológicas, para dar mais eficiência. De acordo com Vilma, a coleta pela internet também pode ser usada.

A coordenadora informou ainda que esteve em reunião com técnicos do Tesouro Nacional e ali ficou claro que o IBGE deverá disputar recursos com outros órgãos e setores do governo. “Queremos fazer um censo de qualidade, porque o IBGE prima pelos seus trabalhos. Estamos agora só aguardando a questão do questionário. Dá para fazer e estamos torcendo para isso”, concluiu. (Foto: Antonio Carlos Cruz)

22/05/2019

Demógrafo afirmou que não há motivos para cortes no questionário

O demógrafo e técnico do IBGE, Antônio Tadeu Ribeiro de Oliveira, usou os exemplos de censos fracassados no Paraguai e no Chile, em 2012, para apresentar suas preocupações com o Censo 2020. No Paraguai houve 25% de subenumeração e os motivos foram uma crise política, a mudança de governo e a falta de recursos humanos e financeiros. No Chile teria ocorrido falta de planejamento, desorganização e mudança de questionário de última hora. “Ou seja, estamos caminhando para cometer os mesmos erros dos países vizinhos”, apontou Tadeu.

De acordo com o demógrafo, foram feitos vários te**es (internet, laboratório, prova piloto em 2018 e em março/2019) para preparar o censo 2020, além de consulta pública e conversas com os usuários. A prova piloto de agosto de 2018 contou com 150 perguntas. “O que me causa estranheza é que isso não foi problema naquele momento”, disse.

Com o novo governo veio a orientação de cortar o questionário. O número de perguntas foi reduzido para 127, com base no que não deu certo na prova piloto. A Presidente do IBGE convidou o professor Paes de Barros e ele apresentou considerações, mas acabou convencido pelos técnicos da casa sobre a justeza do questionário. Ainda assim foram retirados alguns pontos e o questionário, com 98 perguntas, foi levado à Presidente.

A resposta foi a exoneração do diretor de pesquisas e sua substituição por Eduardo Rios-Neto. Agora, Rios-Neto tem prazo até a próxima semana para apresentar sua proposta para o questionário do Censo 2020.

De acordo com Tadeu, o questionário formulado pelos técnicos do IBGE garante a qualidade, minimiza problemas com séries históricas e assegura a realização de políticas públicas. “Até agora não apareceu nenhuma argumentação capaz de afirmar o contrário”. (Foto: Antonio Carlos Cruz)

22/05/2019

Ex-Presidente alertou para riscos

Eduardo Pereira Nunes, que presidiu o IBGE por oito anos, foi enfático em sua avaliação, criticando os cortes no orçamento e a substituição de parte das perguntas do questionário por pesquisas com base em registros administrativos. Para ele, somente o censo tem a abrangência necessária para atingir os quatro cantos do país.

“Para se ter uma ideia, dois mil municípios dependem exclusivamente do Fundo de Participação dos Municípios. Quem pagará o preço será a população que neles residem. E o IBGE também pagará por isso”, alertou.

Nunes também foi duro em sua crítica à postura da Direção do IBGE em relação ao governo. “É a instituição que se oferece ao corte? Não é assim que se negocia. Se continuar do jeito que está vão oferecer centavos”.

Sobre o custo do Censo 2020, Eduardo relativizou os números. “Arredondando, com as cifras de hoje o censo custa 15 reais por habitante ou 1,5 real por ano durante uma década, que é o período para a realização de um novo censo”.

Eduardo Nunes criticou a ideia de pensar a operação censitária a partir do orçamento, para depois adequar o projeto técnico. Segundo ele, o lógico seria o contrário. “Estatística e Geociências é que vão garantir o projeto”. E completou afirmando que realizar o censo desta maneira é uma temeridade e pode levar à proposta de uma contagem em 2025, o que vai acabar gerando o mesmo custo do orçamento original.(Foto: Antonio Carlos Cruz)

14/05/2019

RELATÓRIO DAS AÇÕES JURÍDICAS DA ASSIBGE – SN (30/4/2019) 14 de maio de 2019 Henrique Acker Notícias, Secretaria Jurídica 0 Comments GDACT APOSENTADOS (PROC. MS 2000.34.00.026690-8 – 4ª VARA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DE BRASÍLIA) –   O Tribunal Regional Federal da 1º Região mantev...

25/02/2019

Los planes nacionales perdieron un 4% en 2018 y a 20 años su rentabilidad no supera en muchos casos la subida del IPC

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