29/05/2026
🚩TODO APOIO AOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORINZONTE!
Manifestamos nossa solidariedade à greve dos trabalhadores em educação da Rede Municipal de Educação de Belo Horizonte e repudiamos a posição do Prefeito Álvaro Damião, e da secretária de Educação, Natália Araújo, que abandonaram o dialogo ignorando as reivindicações da categoria.
As reivindicações legítimas não se limitam à demanda salarial, apesar de a valorização salarial ser central para a categoria. Posicionamos pelo cumprimento imediato do reajuste de 5,4% do piso salarial. São dezenas de reivindicações que a PBH simplesmente ignora, batendo a porta na cara da categoria que está fortemente mobilizada.
O prefeito transfere a contratação de trabalhadores para Organização da Sociedade Civil (OSC), um modelo de terceirização que precariza a situação dos trabalhadores. Esse modelo precisa ser alterado por outro que valorize e dê estabilidade aos trabalhadores. Defendemos a autonomia pedagógica que corre risco com repasses financeiros insuficientes dos Caixas Escolares. O recurso vem comprometido com exigências burocráticas que impedem sua gestão de forma democrática.
Os trabalhadores reivindicam transparência, também, na divulgação de vagas da rede de educação municipal, que vive uma situação de falta de profissionais da educação em diversas unidades. Enquanto isso, concursados aprovados não são nomeados apesar de existirem excedentes no concurso. Além disso, os trabalhadores reivindicam novos editais para suprir a falta de profissionais.
A gestão da PBH demonstra falta de compromisso com a educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada. Exigimos que o prefeito Álvaro Damião e a Secretaria Municipal de Educação (SMED) façam negociações e tomem as medidas necessárias para atender as demandas da categoria.
Identificamos como posição de quem é inimigo da educação a falta de dialogo, o corte de ponto e a informação da Secretária de educação de que as reposições não obrigatórias não serão realizadas, deixando milhares de crianças sem acesso ao direito à educação pública e de qualidade.
(Continuação nos comentários)