Anmiga Articulação Nacional das Mulheres Indígenas - Guerreiras da Ancestralidade

A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade - ANMIGA, estará presente na Semana do Clima ...
03/06/2026

A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade - ANMIGA, estará presente na Semana do Clima no Rio, como o tema: “Mulheres Indígenas, território e clima”, onde reafirmarão que não existe justiça climática sem proteção territorial.

A participação da ANMIGA na semana climática fortalece o protagonismo das mulheres indígenas nos debates sobre clima, territórios, incidência política e soluções climáticas construídas a partir dos territórios. O evento reúne lideranças indígenas, representantes políticas, artistas e aliados da agenda climática em um espaço de diálogo, mobilização e visibilidade pública.

As mulheres indígenas estão na linha de frente da defesa da vida, da biodiversidade e dos territórios. Fortalecer suas vozes é fortalecer caminhos para o enfrentamento da crise climática e para a construção de um futuro mais justo, sustentável e coletivo.

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Jaqueline Kambiwá, integrante da Coordenação de Promoção aos Direitos das Mulheres e Meninas Indígenas da Articulação Na...
02/06/2026

Jaqueline Kambiwá, integrante da Coordenação de Promoção aos Direitos das Mulheres e Meninas Indígenas da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA), participou dos Seminários Latino-Americanos “Vivas e livres nos queremos: reflexões feministas sobre a luta pelo fim da violência contra as mulheres” e “Questões feministas para revolucionar o trabalho e transformar a vida”, realizados nos dias 20, 21 e 22 de maio, em Recife (PE).

Promovidos pelo SOS Corpo, os encontros reuniram mulheres, militantes, pesquisadoras e organizações de diferentes territórios do Brasil e da América Latina para refletir sobre os desafios do tempo presente e fortalecer a construção coletiva de alternativas feministas, antirracistas e comprometidas com a transformação social.

Representando a ANMIGA, Jaqueline participou dos debates e das atividades da programação, contribuindo com as discussões sobre o enfrentamento das violências contra as mulheres, a garantia de direitos e a construção de estratégias coletivas para a transformação social. Os seminários também foram espaços de formação, troca de experiências e fortalecimento de redes de solidariedade e resistência entre mulheres de diferentes contextos e territórios.

A participação da Jaqueline reforçou a importância da presença das mulheres indígenas nos espaços de formulação e debate político, levando para o centro das discussões as demandas, desafios e perspectivas dos povos originários. O encontro também possibilitou o diálogo com movimentos feministas e organizações sociais de diversos países da América Latina, fortalecendo alianças em defesa da justiça social, da igualdade e do bem viver.

Os seminários marcaram ainda a celebração dos 45 anos de trajetória do SOS Corpo, organização reconhecida por sua atuação na construção de um feminismo popular, crítico e transformador. Em meio às múltiplas crises que atravessam as sociedades latino-americanas, os encontros reafirmaram a importância da organização coletiva e da luta por uma vida livre de violências para todas as mulheres.

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A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) celebra a sanção da lei que cria a U...
29/05/2026

A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) celebra a sanção da lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), primeira instituição federal de ensino superior voltada exclusivamente aos povos indígenas no Brasil. A medida foi oficializada nesta quinta-feira (28) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Considerada uma conquista histórica do movimento indígena, a criação da universidade representa um avanço nas políticas de acesso e permanência de estudantes indígenas no ensino superior, além do fortalecimento dos saberes ancestrais e das formas próprias de produção de conhecimento dos povos originários. A nova universidade terá estrutura multicampi e deverá atuar em diferentes regiões do país, oferecendo cursos de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão voltados às realidades culturais, linguísticas e territoriais indígenas.

Para a ANMIGA, a sanção da Unind simboliza um passo importante na construção de uma educação comprometida com a diversidade, a autonomia dos povos indígenas e a valorização das epistemologias originárias dentro das universidades brasileiras. A proposta foi construída em diálogo com lideranças indígenas, estudantes, pesquisadores e organizações de diferentes regiões do país, em articulação entre o Ministério da Educação e o Ministério dos Povos Indígenas.

O texto sancionado prevê processos seletivos específicos e mecanismos de participação indígena na gestão da universidade. A expectativa do governo federal é que a instituição comece a funcionar a partir de 2027

Ontem (26) a ANMIGA participou da abertura do 1º Seminário Nacional de Vigilância Territorial Indígena, realizado entre ...
27/05/2026

Ontem (26) a ANMIGA participou da abertura do 1º Seminário Nacional de Vigilância Territorial Indígena, realizado entre os dias 26 e 29 de maio, reunindo lideranças indígenas, representantes de organizações, comunidades e apoiadores de diversos territórios e biomas do Brasil.

O seminário representa um importante espaço de articulação, escuta e fortalecimento coletivo em defesa dos territórios indígenas, da proteção da vida e da preservação dos nossos biomas. A programação reúne experiências, estratégias e debates fundamentais para o fortalecimento da vigilância territorial indígena diante das ameaças que impactam nossos povos e territórios.

A participação da ANMIGA reafirma o compromisso das mulheres indígenas com a defesa dos direitos dos povos originários, a proteção dos territórios e a construção coletiva de caminhos para garantir a continuidade da vida indígena em todo o país.

O encontro também foi marcado pela força da diversidade dos povos indígenas reunidos em um mesmo propósito: defender a vida, os territórios e o futuro das próximas gerações.

A ANMIGA representada pelas mulheres Leonice Tupari, Joce Kaingang e Kerexu, estarão participando durante toda a programação do seminário.

Fotos: Joce Kaingang

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Neste Dia da Mata Atlântica, reforçamos a importância de proteger um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo e ...
27/05/2026

Neste Dia da Mata Atlântica, reforçamos a importância de proteger um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo e essencial para a vida de milhões de pessoas.

A Mata Atlântica carrega histórias, saberes, nascentes, culturas e a força da natureza que resiste mesmo diante da destruição.

Preservar a Mata Atlântica é assumir um compromisso com o presente e com as futuras gerações.

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A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) lançou uma cartilha voltada ao enfre...
27/05/2026

A Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) lançou uma cartilha voltada ao enfrentamento das violências contra mulheres indígenas, reunindo orientações sobre direitos, acolhimento, mecanismos de denúncia e estratégias comunitárias de proteção. O material foi elaborado a partir das escutas realizadas durante a I Caravana das Originárias, que percorreu, em 2022, 26 territórios indígenas nos seis biomas brasileiros.

Intitulada “Conhecendo os direitos básicos e construindo estratégias de enfrentamento às violências contra o nosso corpo-território”, a publicação destaca que a violência contra mulheres indígenas ultrapassa as agressões físicas e inclui violências psicológica, sexual, patrimonial, política, institucional, racial, religiosa e virtual.

Segundo a ANMIGA, a pauta da violência apareceu de forma unânime durante as visitas aos territórios, revelando a necessidade urgente de ampliar o acesso à informação e fortalecer redes de proteção específicas para mulheres indígenas. A organização também afirma que muitas violações sofridas pelos povos originários não são reconhecidas pelo Estado, incluindo ataques aos territórios, às práticas espirituais e aos modos de vida tradicionais.

A cartilha ressalta que as violências podem ocorrer em diferentes espaços, como dentro das famílias, nas aldeias, nas instituições públicas, no movimento indígena, nas redes sociais e até em ambientes religiosos. O documento também alerta para situações de racismo religioso enfrentadas por pajés, rezadoras e lideranças espirituais indígenas, frequentemente alvo de perseguições e discriminações.

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A ANMIGA esteve presente na 6ª Teia Nacional, realizada em Aracruz-ES, entre os dias 21 e 24 de maio, contribuindo ativa...
24/05/2026

A ANMIGA esteve presente na 6ª Teia Nacional, realizada em Aracruz-ES, entre os dias 21 e 24 de maio, contribuindo ativamente nos debates e na construção coletiva do GT do Plano Nacional de Culturas Indígenas.

Foram dias de escuta, articulação e fortalecimento das políticas culturais indígenas, reunindo lideranças, coletivos, representantes dos povos originários e instituições comprometidas com a valorização das nossas identidades, saberes, territórios e ancestralidades.

A ANMIGA esteve representada pelas Mulheres Terra, Juliana Jenipapo Kanindé, Secretária de Estado dos Povos Indígenas do Ceará, Bárbara Tupinikim, anfitriã do evento e coordenadora do Bem Viver e Watatakalu Yawalapiti, coordenadora de articulação política, fortalecendo os diálogos e a construção coletiva.

Seguimos reafirmando o protagonismo das mulheres indígenas na defesa da cultura, da memória e dos direitos dos nossos povos, fortalecendo caminhos para a construção de políticas públicas feitas com participação, diversidade e respeito às vozes indígenas de todo o Brasil.

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A ANMIGA abriu o último dia do II Seminário Internacional Cultura Viva Comunitária na VI Teia Nacional: Pontos de Cultur...
23/05/2026

A ANMIGA abriu o último dia do II Seminário Internacional Cultura Viva Comunitária na VI Teia Nacional: Pontos de Cultura pela Justiça Climática. Fernanda Kaingáng ressaltou a importância de reconhecer e valorizar o papel fundamental dos Povos Indígenas e, em especial, das mulheres indígenas para a diversidade biológica e cultural do planeta.

A advogada e ambientalista recordou que os 391 povos indígenas, falantes de 295 línguas, ameaçadas de desaparecimento, segundo os dados da Unesco, habitam cerca de 14% do território brasileiro que representam as áreas mais relevantes da biodiversidade terrestre.

A Mesa “Contribuições da Cultura Viva para o Manifesto do Laboratório Nomade: Pontos de Cultura, Justiça Climática e Soberania Digital” contou com a participação de representantes do Paraguai, Argentina, Equador, Espanha e do Brasil.

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Durante a 6ª Teia Nacional, acontece o GT do Plano Nacional de Culturas Indígenas, reunindo lideranças, representantes i...
23/05/2026

Durante a 6ª Teia Nacional, acontece o GT do Plano Nacional de Culturas Indígenas, reunindo lideranças, representantes indígenas e instituições comprometidas com a valorização, proteção e fortalecimento das culturas originárias do Brasil.

O encontro contou com a importante participação da Ministra da Cultura, Margareth Menezes, fortalecendo o diálogo sobre políticas públicas voltadas aos povos indígenas, à preservação dos saberes ancestrais, das línguas, territórios, expressões artísticas e da memória coletiva dos povos originários.

As Mulheres Terra, Watatakalu Yawalapiti e Juliana Jenipapo Kanindé acompanharam a discussão, contribuindo para este importante espaço de construção coletiva, reafirmando o protagonismo das mulheres indígenas na defesa das culturas, dos territórios e dos direitos dos povos originários.

A construção do Plano Nacional de Culturas Indígenas representa um passo fundamental para garantir reconhecimento, respeito à diversidade cultural e o fortalecimento das políticas culturais em todo o país.

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Falar de biodiversidade é falar da vida em todas as suas formas, cores, sons e saberes. É reconhecer que a natureza não ...
22/05/2026

Falar de biodiversidade é falar da vida em todas as suas formas, cores, sons e saberes. É reconhecer que a natureza não é apenas um recurso, mas uma rede de relações que sustenta os territórios, os povos e as futuras gerações.

Para nós povos indígenas, a proteção da biodiversidade está ligada à ancestralidade, ao cuidado com a terra, às águas, às florestas e a todos os seres que compartilham a vida conosco.

Defender a biodiversidade é defender os conhecimentos tradicionais, a soberania dos territórios e o equilíbrio do planeta.

Neste Dia Internacional da Biodiversidade, reafirmamos a importância de fortalecer ações de preservação, respeito e valorização dos modos de vida que historicamente contribuem para a conservação das florestas.

Cuidar da biodiversidade é cuidar do nosso presente e garantir o futuro das próximas gerações.

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