MOVI - Movimento Indígena do PDT

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28/05/2026

🏹 A pré-candidatura de Alan Wassu para Deputado Estadual é fruto de uma trajetória marcada pela defesa permanente dos direitos dos povos originários no estado de São Paulo e pelo trabalho de base construído ao longo dos anos na Aldeia Wassu, em Guarulhos.

🛡️ Vice-presidente do MOVI PDT-SP, Alan atua na valorização da cultura indígena, na realização de atividades educativas e no fortalecimento da organização comunitária do povo Wassu, aproximando a pauta indígena da população e dos espaços institucionais.

🤝 Ao lado de Daniel Munduruku, presidente nacional do MOVI PDT e pré-candidato a deputado federal, sua pré-candidatura reforça a necessidade de ampliar a presença indígena nos espaços de representação política e decisão em São Paulo.

📢 Fortalecer candidaturas indígenas é fortalecer a luta por território, cultura, direitos e dignidade para os povos originários.

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DEFENDER A LEI 11.645 NÃO É CRIME. CRIME É TENTAR APAGAR A MEMÓRIA DOS NOSSOS POVOS.O PL 1007/2025, de autoria da deputa...
28/05/2026

DEFENDER A LEI 11.645 NÃO É CRIME. CRIME É TENTAR APAGAR A MEMÓRIA DOS NOSSOS POVOS.

O PL 1007/2025, de autoria da deputada Clarissa Tércio (PP-PE), propõe alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para tornar facultativa a participação dos alunos no ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena.

Esse projeto ameaça o ensino da história e da cultura africana e indígena nas escolas. Quando atacam essa lei, atacam o direito à memória, à educação plural anti-racista e à formação crítica das crianças e jovens.

Eu me posiciono contra qualquer retrocesso nesse sentido. Não vou me calar diante de manobras políticas que tentam silenciar trajetórias, saberes e identidades que fazem parte da construção do Brasil.

A escola precisa ser espaço de verdade, reconhecimento e respeito. Defender a Lei 11.645 é defender educadores, fazedores de cultura, livreiros, estudantes e o direito dos nossos povos de existirem também no conhecimento.

Memória não se apaga. História não se censura.

DEFENDER A LEI 11.645 NÃO É CRIME. CRIME É TENTAR APAGAR A MEMÓRIA DOS NOSSOS POVOS.O PL 1007/2025, de autoria da deputa...
28/05/2026

DEFENDER A LEI 11.645 NÃO É CRIME. CRIME É TENTAR APAGAR A MEMÓRIA DOS NOSSOS POVOS.

O PL 1007/2025, de autoria da deputada Clarissa Tércio (PP-PE), propõe alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para tornar facultativa a participação dos alunos no ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena.

Esse projeto ameaça o ensino da história e da cultura africana e indígena nas escolas. Quando atacam essa lei, atacam o direito à memória, à educação plural anti-racista e à formação crítica das crianças e jovens.

Eu me posiciono contra qualquer retrocesso nesse sentido. Não vou me calar diante de manobras políticas que tentam silenciar trajetórias, saberes e identidades que fazem parte da construção do Brasil.

A escola precisa ser espaço de verdade, reconhecimento e respeito. Defender a Lei 11.645 é defender educadores, fazedores de cultura, livreiros, estudantes e o direito dos nossos povos de existirem também no conhecimento.

Memória não se apaga. História não se censura.

24/05/2026
19/05/2026

🎥 No do Mundurukast, Anápuàka Tupinambá, secretário geral nacional do MOVI e presidente estadual do MOVI-RJ, faz uma reflexão sobre os desafios da política indígena no Brasil e como, apesar de alguns avanços, pouca coisa mudou de forma estrutural na garantia de direitos e representação dos povos originários.

🛡️ A luta por território, participação política e respeito às pautas indígenas segue sendo um desafio permanente no país.

📢 Curta, comente e compartilhe para fortalecer a luta e ampliar esse debate.

🌿 Alan Wassú, liderança da Aldeia Wassu, construiu uma trajetória marcada pela valorização da cultura indígena, pela edu...
18/05/2026

🌿 Alan Wassú, liderança da Aldeia Wassu, construiu uma trajetória marcada pela valorização da cultura indígena, pela educação e pela defesa dos direitos dos povos originários. Nascido em Joaquim Gomes, em Alagoas, e radicado em Guarulhos, fortalece a presença indígena na Grande São Paulo e no Vale do Paraíba, unindo ancestralidade, identidade e participação política.

🪶 Educador cultural, artesão e articulador de vivências tradicionais, Alan desenvolve um trabalho voltado à preservação das práticas culturais indígenas por meio de rodas de conversa, Toré, pinturas corporais e atividades de formação comunitária. Sua atuação conecta memória ancestral e consciência coletiva, reafirmando o protagonismo indígena nos espaços urbanos e populares.

📚 Professor, pesquisador e defensor dos direitos dos povos originários, Alan também atua em espaços de participação social e política, levando a pauta indígena para o centro do debate público e contribuindo para a construção de uma sociedade mais plural, democrática e consciente de suas raízes.

✊🏽 Sua caminhada dialoga diretamente com o legado trabalhista de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro e Mario Juruna, reafirmando que não existe projeto nacional soberano sem a participação ativa dos povos originários e sem respeito à diversidade cultural do Brasil.

🗳️ Agora, como pré-candidato a Deputado Estadual pelo PDT de São Paulo, Alan Wassú coloca sua experiência, sua ancestralidade e sua luta a serviço da construção de uma política mais humana, popular e representativa.

🔥 “Ancestralidade, cultura e representação.”

MOVI Nacional | PDT 12 | São Paulo

07/05/2026

🌿 A criação da Universidade Indígena representa um passo histórico na luta dos povos originários do Brasil por educação, reconhecimento e futuro.

📚 Como destaca Daniel Munduruku, presidente nacional do MOVI PDT, essa é uma conquista que não nasce de agora. Ela foi construída pela força de muitas gerações, pelas lideranças que vieram antes e por todos os parentes que nunca deixaram esse sonho morrer.

🏛️ Este é o início de um novo tempo. Agora, o desafio é construir uma instituição que dialogue com os saberes ancestrais, respeite a diversidade dos povos indígenas e se firme como um verdadeiro espaço de encontro entre conhecimentos, culturas e visões de mundo.

✨ A luta continua, e a esperança também.

No começo da década de 1980, em Brasilia, tive o meu primeiro encontro com Marcos Terena que estava combatendo a Ditadur...
05/05/2026

No começo da década de 1980, em Brasilia, tive o meu primeiro encontro com Marcos Terena que estava combatendo a Ditadura Militar. Ele era jovem, piloto de avião que voava no Brasil e, por isso, conhecia muitos líderes que defendiam a demarcação de Terras Indígenas. Nos lugares mais difíceis e perigosos em todos os sentidos, sim, o Marco Terena, levou a mensagem da UNIND - UNIÃO DAS NAÇÕES INDÍGENAS. Jovem como ele, chamou outros parentes: Paulo Miriacureo; Idjarruri Karajá; Estevão Taukane; Geremias Xavante; Mateus Terena e outros para defender a questão Indígena no Brasil.

Mais tarde, através dele conheci o Chefe Xavante, Mário Juruna, que foi o Presidente do IV TRIBUNAL INTERNACIONAL BERTRAND RUSSELL, na cidade de Rotterdan, Holanda, de caráter politico e moral que condenou as Ditaduras Militares das Americas e a Congregação Missionária Salesiana que atuavava no Rio Negro foram condenadas até hoje. Acabaram as Ditaduras Militares. Gratidão ao Mário Juruna.

Nos momentos mais pesados da Ditadura Militar o Marco Terena, tornou-se apresentador do Programa de Televisão e pode, assim, com muita coragem e humilde, com habilidade política sempre abriu novos caminhos e pensamentos para dar vozes aos povos indígenas. Não se limitou no Brasil. Foi na ONU, em Genebra, Suíça, e por lá se encontrou com outras lideranças norte-americanas e defendeu a Questão Indígena que funciona até hoje. Organizou o movimento Indígena e realizou grandes eventos desportivos nacionais e internacionais. O irmão dele, Carlos Terena, foi o dirigente desses eventos importantes para mostrar ao mundo os talentos indígenas incríveis, sem comentários.

Em julho de 1981, na cidade Puyu, Equador, juntos com as lideranças indígenas dos países da Bacia Amazônica criamos a Coordinadora de las Organizaciones Indígena de la Cuena Amazônica - COICA, para defender o Meio Ambiente. O Marcos Terena, dirigiu a ECO 92, no Rio de Janeiro. Tenho a certeza, assim como eu e outras lideranças, trabalhamos sem parar para formação de novas lideranças. Outros líderes importantes surgiram nessa época. Por exemplo, o Manoel Fernandes MOURA, meu primo e colega de infância, em agosto de 1984, na cidade de ITACOATIARA - AM, junto com as lideranças tradicionais da Região Norte, fundaram a COIAB.

Nesse trajeto, não podemos nos esquecer do meu e irmão, AILTON KRENAK, de formação acadêmica da USP, como jornalista, criamos O PROGRAMA DE ÍNDIO na Rádio Cultura de Cultura de São Paulo para difundir a luta e as culturas dos povos indígenas. Sou testemunha da luta incansável do Ailton Krenak. Ele me ajudou muito quando estava doente e, abandonado. Não somente eu, muitos foram parar na casa do Ailton Krenak para cuidar da saúde e de outros problemas difíceis da vida. Sim, fomos acolhidos. Gratidão, Krenak. Hoje, o Krenak é o Primeiro Indígena da Academia Brasileira de Letras. Merece muito mais: O nosso Amor e Carinho.

Daniel Munduruku, amigo e irmão de FÉ, escritor culto. Parabéns!

Muitos de meus colegas sabem que fui o dirigente nacional da UNI. Chamei muitos líderes jovens para fazer parte do movimento Indígena no Brasil. Na minha região, no Distrito de Pari Cachoeira, Municipio de São Gabriel da Cachoeira - AM, na década de 1970, começamos o movimento Indígena organizado. Defendemos e praticamos as tradições milenares e procuramos a Funai para demarcar os Territórios Indígenas. O Ministério da Defesa, sintonizado à Luz da Constituição Federal e, graças a nossa força política demarcou as terras indígenas. Enfim fui e sou o mentor e, junto com muitas lideranças fundamos a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, FOIRN. Faço parte da história do movimento Indígena no Brasil. Como trunfo do movimento Indígena temos a nova Constituição Federal que deve ser preservada pelos atuais líderes.

Hoje, eu e outros líderes vivos não somos valorizados por certas pessoas "modernas". Isso é muito ruim. Enfim, hoje, temos o Marco Terena e muitos líderes que são candidatos indígenas para essas eleições. O Parlamento Brasileiro precisa de parlamentares indígenas conscientes e com a vasta experiência de luta para defender os nossos direitos. Temos que conhecer os fatos, ver a história da FUNAI, órgão indigenista oficial. Defender o programa dos candidatos ao governos que tenha o programa da demarcação das TERRAS INDÍGENAS. Os candidatos presidenciáveis que são contra as demarcações de nossas terras NÃO SERVEM para questão Indígena. Igualmente, os candidatos a Deputados Estaduais, Federais e Senadores. Todos candidatos indígenas sabem disso, isto é, está na hora de varrer e esquecer os políticos que sempre se aproveitaram de nossos povos e nos deixaram tristezas, pobrezas, o abandono. Sem dúvida, devem existir alguns índios candidatos contrários às demarcações das terras. E, existem. Podem esquecer....Espero que o Marcos Terena e outros (as) candidatos (as) tenham o compromisso com a nossa história de luta. Parabéns!... Vamos refletir. Abraços.

Álvaro Tukano - Secretário de Povos Indígenas do MOVI PDT

Endereço

SAFS/Quadra 02/Lote 03 (atrás Do Anexo Do Itamaraty) Plano Piloto/Brasília/DF
Brasília, DF
70042-900

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