ColetivAção

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O ColetivAção é o resultado do trabalho de solidariedade, nas ruas e nas redes, de um conjunto de militantes do Partido dos Trabalhadores que atua nos movimentos populares de moradia, saúde, cultura, educação, mulheres, negritude e direitos humanos.

13/08/2026

Viva Fidel!

E esse balanço, sai ou não sai. Há cinco meses que ele balança, balança, balança, mas não sai. Desde o dia 31 de março, ...
12/08/2026

E esse balanço, sai ou não sai. Há cinco meses que ele balança, balança, balança, mas não sai. Desde o dia 31 de março, o Brasil e parte norte da Via Lactea aguardam pelo balanço de 2025 do Banco de Brasília (BRB).

À época, a governadora tentava imprimir alguma técnica nas suas evasivas, como ajustes, saldos, valores a receber, etc. Com o passar do tempo, já não colava. Agora, quando o Fundo Garantidor de Crédito cobra a publicação do balanço para decidir sobre um possível empréstimo ao BRB, Celina Drakon Master Leão surtou.

Questionada em coletiva à imprensa, soltou um rugido de leoa acuada e por muito pouco não afirmou, com todas as letras, que a publicação do balanço causará uma das duas coisas: o BRB será federalizado ou liquidado, o que seria um desastre para a economia e o futuro do desenvolvimento do Distrito Federal.

Celina está em estado de pavor, desde que o escândalo estourou, porque sabe perfeitamente que o valor do rombo é muito maior que o anunciado e que ela é parte intestina do governo Ibaneis Rocha Teflon, o homem em quem nada cola. Desde a tentativa do golpe de Estado ao escândalo Master/BRB, ele passa incólume.

Todos os bilionários escândalos financeiros têm uma coisa em comum. Eles servem de parâmetro para registrar o contraste de tratamento que o Judiciário, o Ministério Público e a imprensa dão aos afortunados e aos desafortunados, quando cometem crimes.

E esse não é diferente. Tudo bem que o Daniel Vorcaro está preso, mas era para muito mais gente fazer companhia a ele. Inclusive e, principalmente, Ibaneis.

Fale na fila do ônibus, dentro dele e do metrô também. Fale no mercado, no bar, no restaurante, na padaria, com os amigo...
11/08/2026

Fale na fila do ônibus, dentro dele e do metrô também. Fale no mercado, no bar, no restaurante, na padaria, com os amigos, em casa. Em todos os lugares e momentos, procure falar do fim da escravocrata escala de trabalho 6x1.

A pauta está emperrada no Senado por obra e graça do seu presidente deslumbrado com as suíças, o senador Davi Alcolumbre. E assim permanecerá até a próxima era glacial se os trabalhadores não se conscientizarem de que é um problema deles destravar o andamento. A imprensa hereditária não vai ajudar.

No site do Senado é muito simples encontrar o e-mail de cada um dos senadores. As forças sindicais deveriam pensar em organizar e mobilizar seus filiados a enviarem mensagens exigindo uma satisfação, com ameaça de perda de votos. Político morre de medo de perder voto. Organizar manifestação em aeroportos, tanto no de Brasília, quanto nos dos estados. Os trabalhadores ainda têm o site https://napressao.org.br/, uma plataforma por meio do qual se pode fazer uma pressão organizada bem direcionada.

É dever de todo trabalhador acompanhar o desenrolar dessa pauta. A grande maioria das pessoas conhece alguém que trabalha nesse regime de escravidão, que é pior ainda para as mulheres, por motivos já sobeja e secularmente sabidos que elas são a referência adulta em 50% dos lares do Brasil. O capitalismo lhes dá um dia da semana para elas viverem.

Não pare de falar dessa pauta e mantenha ela acesa até para depois das eleições, porque, ao que parece, Alcolumbre não tem a menor intenção de fazer andar a matéria. Bora, pra riba, eleger Lula, fazer maioria no Congresso e extinguir essa escravidão disfarçada de oportunidade do mercado de trabalho, ao qual o trabalhador ainda é obrigado a ser grato. Fale dela!

Interferência dos EUA no processo democrático do Brasil não é novidade, haja vista o golpe civil-militar de 1964. Naquel...
05/08/2026

Interferência dos EUA no processo democrático do Brasil não é novidade, haja vista o golpe civil-militar de 1964. Naquela época, uma reverência mundial ao poderio estadunidense, seu poder de decisão em organismos internacionais e a própria debilidade política e bélica do Brasil e da América do Sul, impediram uma reação à altura.

Aliás, reação houve na mesma medida do silenciamento de quem tentou defender a democracia. A partir de 1985, o amadurecimento político levou o Brasil a reconstruir seu processo de soberania, apesar da grande dependência econômica do hemisfério Norte.

Hoje, ainda sem uma consolidação estrutural da democracia, haja vista o golpe de 2016 e seu desdobramento, em 22/23, o Brasil se vê diante da mais tenebrosa ameaça contra a sua soberania.

Depois de lançar dúvidas contra à confiabilidade das urnas eletrônicas, Donald Trump suspendeu o visto da embaixadora brasileira nos EUA. O motivo para tal ato é a uma confissão de interferência. O Brasil recusou a imposição atabalhoada de um candidato a embaixador no Brasil.

Trump atropelou todos os protocolos diplomáticos para colocar no Brasil um agente do caos, enviado para duvidar da legitimidade das eleições brasileiras, acusar o governo Lula de perseguição política a Jair Bolsonaro e defender a candidatura do filho do Jair.

O modus operandi estadunidense escancara sua intenção de não reconhecer os resultados das urnas, em caso de reeleição do presidente Lula. Ao mesmo tempo, evidencia-se a grande importância do Brasil no jogo geopolítico.

Com Flávio Bolsonaro no governo, o pedófilo que governa os EUA poderá instalar no Brasil seu projeto de prisões de El Salvador, ter acesso aos recursos energéticos, principalmente o petróleo e as terras raras e destruirá as relações do Brasil com a China.

Se ainda restava alguma dúvida, agora os brasileiros devem se conscientizar que as eleições de 2026 serão as mais duras e importantes da sua história, desde a redemocratização do país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que um eventual quarto mandato deve representar um “salto de qualidade” p...
04/08/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que um eventual quarto mandato deve representar um “salto de qualidade” para o Brasil. Durante encontro com dirigentes e militantes do PT, Lula defendeu que a experiência acumulada pelos governos petistas permite ao partido apresentar novas propostas para ampliar direitos, fortalecer a economia e consolidar políticas públicas.

A mensagem é de que o país não deve apenas preservar conquistas recentes, mas avançar em temas estratégicos como reindustrialização, soberania nacional, combate às desigualdades, transição ecológica, educação, ciência e tecnologia. Segundo Lula, quem já demonstrou capacidade de governar tem responsabilidade de apresentar um projeto ainda mais ambicioso para o futuro.

O discurso também reforça a importância da participação popular na construção do programa de governo, defendendo que as transformações sociais dependem da organização da sociedade e da presença ativa do Estado na promoção do desenvolvimento e da justiça social.

Em um cenário de disputas sobre os rumos do país, o PT aposta na mobilização da militância e na defesa de um projeto que coloca o combate à fome, a valorização do trabalho, a soberania nacional e a ampliação dos direitos no centro do debate político.

Mais do que disputar uma eleição, o desafio apresentado é construir um Brasil mais justo, democrático e desenvolvido, tendo como horizonte um projeto de país voltado para o povo.

Do alto dos seus 420 anos de história, todos os governos dos EUA criaram ou forjaram argumentos escalafobéticos para com...
30/07/2026

Do alto dos seus 420 anos de história, todos os governos dos EUA criaram ou forjaram argumentos escalafobéticos para cometer todo tipo arbitrariedade com qualquer nação ao alcance de seu poderio bélico.
Desde o roubo de boa parte do território mexicano ao sequestro do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, passando por incontáveis invasões a quase uma centena de países, os verdadeiros motivos das agressões nunca foram outros senão as riquezas que dormitam sob o solo do país vítima da vez.
O atual governo dos EUA é ocupado por um ditador e não há como esconder. Censurou a imprensa local, impôs restrições desumanas à seleção de futebol do Irã, impediu um juiz convocado pela FIFA de entrar no país, retirou um cartão vermelho imposto a um atleta da seleção dos EUA e está, desde o início de seu mandato, caçando, prendendo e expulsando estrangeiros, separando mães de seus filhos pequenos.
Com o objetivo de reeditar a Doutrina Monroe, age como se a América do Sul e Central ainda fossem quintais dos EUA. Que ameaça Cuba oferece aos estadunidenses senão a de imunizar toda aquela população com vacinas produzidas pelos talentosos, resilientes e revolucionários cubanos?
O Brasil é a bola da vez, em período eleitoral. O presidente estadunidense não teria tanta facilidade se a família Bolsonaro não fosse traidora. Dois filhos do pai genocida, aquele que bateu continência para a bandeira de um país que nem nome tem, estão em tratativas nos EUA para Trump sancionar o Brasil. Tanto fizeram que conseguiram.
Os motivos alegados para interferir nas eleições brasileiras e, quiçá, invadir o país, não escondem os interesses de instalar um despachante dos EUA no Palácio do Planalto. O que está jogo são os recursos energéticos, petróleo, água, terras raras, a agriculturabilidade do solo brasileiro, bem como a soberania política do país, com a possiblidade de impedir esta nação de estabelecer relações diplomáticas e comerciais com outros países.

A Copa do Mundo de Futebol será lembrada por lances inesquecíveis, dentro e fora de campo. Dos ocorridos dentro de campo...
15/07/2026

A Copa do Mundo de Futebol será lembrada por lances inesquecíveis, dentro e fora de campo. Dos ocorridos dentro de campo f**a para os futebolistas juramentados. Já os de fora de campo, dos bastidores políticos, dizem respeito a cada ser humano do planeta.

Pressão de presidente da República para reverter cartão vermelho não foi a única bola fora. Teve falta pra cartão contra ra***tas que assim se manifestaram. Essa odiosa condição humana está em todos os lugares, desde as torcidas a representantes políticos de nações.

A estúpida manifestação das torcidas é o reflexo do pensamento das classes dominantes. Não é todo casal nem toda família que tem condições de passarem 39 dias passeando nos EUA e pagarem o pornográfico valor dos ingressos. Já no campo da representatividade política de todo um país, as manifestações não foram menos estúpidas e odiosas.

Celeste Amarilla, senadora do Paraguai, foi ra***ta com o atacante francês Kylian Mbappé. Já o ex-primeiro-ministro da Espanha, Mariano Rajoy, preferiu ser ra***ta por atacado e ofendeu toda a seleção francesa, bem como o povo francês.

Cenas degradantes que nos reafirmam a sólida e impávida presença do racismo no mundo. E em pleno 2026, século 21, o racismo continua tão inaceitável e incompreensível quanto a pretensão patética de um espanhol e de uma paraguaia se arrogarem uma condição de pureza, seja lá o que isso venha a ser.

Soluções para superar esse mal há de sobra, o que falta é vontade política. A real é que o fascismo caminha a passos largos pelo mundo, sem ser rechaçado. O refrão: ra***tas, fascistas, não passarão, ao que se pode constatar, está f**ando pra trás.

A participação do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, na reunião do Escritório de Representante de ...
09/07/2026

A participação do senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, na reunião do Escritório de Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), foi mais um atestado de traição ao Brasil.

Bolsonaro filho não pediu aos EUA para suspender as injustas tarifas de 25% sobre as importações de produtos brasileiros. Capacho, ele pediu para que a taxação não se desse agora, antes das eleições.

Segundo Flávio, a imposição da medida durante o período eleitoral capitalizaria a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. E ele correu aos EUA para fazer esse pedido porque tem a consciência de que todo o Brasil sabe que a taxação ocorreu depois de uma de suas visitas aos EUA, quando pediu a Trump que sancionasse o Brasil.

O filho do genocida não se preocupa com as empresas e os empregos no Brasil. Para ele e sua família, nada disso importa. O seu irmão Eduardo, há alguns meses, manifestou o que a família pensa. Segundo ele, um cenário de terra arrasada justif**aria a sua vingança.

Mas de quem a família Bolsonaro quer se vingar? Dos trabalhadores, cujos empregos estão ameaçados? Das empresas brasileiras, que podem ser extintas? Do Brasil e de sua economia, os quais essa família em forma de quadrilha tenta submeter a seus interesses?

O que mais causa espanto é, até o momento, o senador Flávio sequer ter sido citado pelo Ministério Público Federal, pois sua atitude não é outra senão a de traição ao país. Nos EUA ou na China, traidores da nação pagam com a vida ou são sentenciados à prisão perpétua. Por tudo isso e muito mais, Flávio deveria estar na cadeia.

Futebol se decide entre os noventa minutos de jogo e dentro das quatro linhas do campo. Essa é uma das regras não escrit...
07/07/2026

Futebol se decide entre os noventa minutos de jogo e dentro das quatro linhas do campo. Essa é uma das regras não escritas mais antigas do futebol. Alguém já disse, também, que a arrogância precede a queda.

E foi justamente isso o que aconteceu com a seleção dos EUA frente a seleção da Bélgica. A indignação dos belgas diante da prepotência de Trump, a de reverter a expulsão de um atleta estadunidense que quase quebrou a perna de um adversário, reproduziu a regra não escrita.

Foram incontestes quatro gols belgas contra a seleção dos EUA. A vitória humilhou não apenas arrogância de Trump. A FIFA foi humilhada duas vezes. Uma, quando se submeteu aos caprichos ditatoriais do presidente dos EUA. E outra, com a vitória da Bélgica, que expôs ainda mais a atitude de capacho do atual presidente da Federação, Gianni Infantino.

Em todos os espaços de decisão, seja nos esportes ou na geopolítica, é assim sempre que Trump vai agir. O atual presidente dos EUA, assim como os demais, sempre vai trapacear e tentar impor seus interesses por meio de manobras antiéticas. A atitude de Trump apenas corrobora a história da política externa dos EUA.

lNuma hipotética fábula, um escorpião poderia dizer de si muitas coisas, que seriam, ou não, verdade. Mas ele jamais pod...
01/07/2026

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Numa hipotética fábula, um escorpião poderia dizer de si muitas coisas, que seriam, ou não, verdade. Mas ele jamais poderia esconder o seu comportamento. O presidente do Congresso Nacional Davi Alcolumbre pode dizer o que bem quiser de si, mas nunca comportará de forma diferente do que ele realmente é, um gangster chantagista, “inimigo do povo”.

Ao surgir o nome dele entre os ligados a Daniel Vorcaro, como receber do banqueiro R$ 155 milhões, ele pediu a Lula que o livrasse das investigações da PF. Depois de ouvir um sonoro não, o senador declarou guerra ao Executivo e passou a sabotar a agenda legislativa.

Depois de perceber que a rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF não submeteu a Presidência da República aos seus caprichos, Alcolumbre escalou a agressão e decidiu travar a tramitação da PEC que extingue a escravocrata escala de trabalho 6x1, uma pauta antiga do Partido dos Trabalhadores e que vai capitalizar politicamente o governo federal.

A medida apenas angariou a antipatia de todos os trabalhadores brasileiros. Foi quando ele passou a ser chamado de “inimigo do povo”. Vitrine das pedras da população, Alcolumbre teve a brilhante ideia de tentar desgastar a imagem de Lula para desviar a atenção sobre si.

Covarde juramentado, ele usa duas das classes trabalhadoras mais vulneráveis do país para seus propósitos. A pauta da aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias é de interesse do governo Lula. Porém, ela custará R$ 30 bilhões, em 10 anos e não pode ser aprovada sem dotação orçamentária.

O objetivo não é outro senão o de tentar desgastar o governo Lula com esses profissionais. Agora, pressionado pela opinião pública e pela classe trabalhadora organizada, o menino mimado buchudo do Amapá ocupa a cadeira da Presidência Senado para manifestar seu inconformismo como o legítimo apelido que ganhou, “inimigo do povo”.

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Brasília, DF

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