CBIC Brasil

CBIC Brasil Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC Página Oficial da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

A entidade foi fundada em 1957, no estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de tratar de questões ligadas à Indústria da Construção e ao Mercado Imobiliário, e de ser a representante do setor no Brasil e no exterior. Sediada em Brasília, a CBIC reúne 81 sindicatos e associações patronais do setor da construção, das 27 unidades da Federação. Flickr: https://www.flickr.com/photos/cbicfotos
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29/05/2026

🏛️ Um patrimônio histórico transformado pela engenharia

No novo episódio do Engenharia Curiosa, conheceu de perto a restauração e modernização do Lyceu de Goiânia, um dos colégios mais tradicionais de Goiás.

Com investimento de cerca de R$ 20 milhões, a obra preservou a arquitetura histórica do prédio ao mesmo tempo em que trouxe nova infraestrutura, tecnologia e espaços completamente renovados.

▶️ Acesse o link da bio e confira agora os bastidores dessa transformação, os desafios da restauração, as soluções de engenharia aplicadas e o impressionante antes e depois da obra!

O Sinduscon-RS é um dos apoiadores do Encontro CBIC de Incorporadores e Construtores 2026 | Sul, apresentado pela FIERGS...
29/05/2026

O Sinduscon-RS é um dos apoiadores do Encontro CBIC de Incorporadores e Construtores 2026 | Sul, apresentado pela FIERGS, nos dias 18 e 19 de junho. Participe e fique por dentro dos principais debates, dados, tendências e estratégias do setor para a região.

O encontro reunirá análises sobre o desempenho da construção e o cenário da habitação no país.

Guarde esta data! Em breve serão abertas as inscrições gratuitas, com vagas limitadas!

📅 18 e 19 de junho
⏰ 9h
📍 Salão de Convenções da FIERGS | Av. Assis Brasil, 8787 - Sarandi, Porto Alegre (RS)

O levantamento realizado pela CBIC com 234 empresas da construção civil em 22 estados analisou os possíveis impactos da ...
28/05/2026

O levantamento realizado pela CBIC com 234 empresas da construção civil em 22 estados analisou os possíveis impactos da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1.

Os resultados apontam preocupações relevantes relacionadas a:

▪️ aumento de custos
▪️ produtividade
▪️ prazo das obras
▪️ contratação de mão de obra
▪️ informalidade
▪️ impacto sobre o preço final dos imóveis

A pesquisa mostra que, além do debate das relações de trabalho, a dinâmica envolve a produtividade do setor da construção e sua capacidade de entrega.

A adoção de uma redução da jornada de trabalho e a perspectiva de adoção de novas regras para definição de escala, com p...
26/05/2026

A adoção de uma redução da jornada de trabalho e a perspectiva de adoção de novas regras para definição de escala, com período reduzido para transição, compromete a entrega de obras infraestrutura – como metrô, saneamento, hospitais e creches – e de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) atua para avançar no diálogo técnico aberto com o governo federal e o Congresso Nacional, assim como reafirma os impactos negativos da medida e a defesa de uma transição adequada para que as empresas do setor possam manter a execução das obras em andamento em todo o país. Cálculos preliminares sinalizam um aumento de até 10% nos preços de produtos e serviços do setor, especialmente no mercado imobiliário.

Empresários da construção não se colocam contrários à redução da jornada de trabalho, mas defendem regras aderentes à dinâmica de um segmento que carrega contratos de longo prazo e peculiaridades na execução de obras e serviços que exigem manejo específico em diversas atividades. Além de tais diferenciais, pesa na pauta do setor a baixa produtividade do trabalhador e a escassez de mão de obra, o que amplia os efeitos negativos da redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1.

A CBIC propõe uma transição progressiva com a redução de uma hora a cada ano, a partir de 2027, para empreendimentos contratados a partir da promulgação da legislação, e alinhada a medidas para aumentar a produtividade do trabalhador. O prazo sugerido atende ao período médio de maturação, execução e entrega dos empreendimentos imobiliários e de infraestrutura, permitindo que os projetos iniciados sob as normas em vigor possam ser concluídos sem risco para o equilíbrio econômico-financeiro, operacional e contratual das empresas.

No cenário atual da indústria da construção, em que jornadas diferenciadas já fazem parte de convenção coletiva em diversos. Estados e a produtividade segue baixa, o prazo de 60 dias para implementação da medida de forma generalizada se mostra inviável.

Diversos são os impactos apontados pelo setor, tais como:

• Aumento de 15% no custo da mão de obra, com impacto de R$ 155,6 bilhões por ano;
• Necessidade da contratação imediata de 288 mil novos colaboradores, com custo adi-cional de R$ 13,5 bilhões anuais;
• Redução do ritmo das obras;
• Necessidade do corte de postos de trabalho.

A atualização da NR-1 entra em vigor hoje, 26 de maio de 2026, e amplia o olhar sobre os riscos ocupacionais dentro das ...
26/05/2026

A atualização da NR-1 entra em vigor hoje, 26 de maio de 2026, e amplia o olhar sobre os riscos ocupacionais dentro das empresas. Além dos riscos físicos, químicos, biológicos e de acidentes, o gerenciamento passa a incluir também os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

Esses riscos envolvem situações como pressão excessiva, conflitos organizacionais, sobrecarga e falhas na organização do trabalho, que podem impactar diretamente a saúde mental dos trabalhadores.

A identificação e o gerenciamento desses fatores devem ocorrer de forma integrada à NR-17 (Ergonomia), especialmente no que se refere à organização do trabalho e às condições que afetam o bem-estar físico e psicológico das equipes.

Para apoiar as empresas nesse processo, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou o “Guia de informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais relacionados ao Trabalho” e também o Manual de interpretação e aplicação do capítulo 1.5 da NR-1, ambos disponíveis no site www.gov.br/trabalho-e-emprego .

A industrialização da construção civil também é uma oportunidade para micro e pequenas empresasDurante o painel “Constru...
22/05/2026

A industrialização da construção civil também é uma oportunidade para micro e pequenas empresas

Durante o painel “Construa Mais: Industrialização para Pequenos Negócios”, o palestrante Antônio Gilberto de Freitas Filho, diretor geral do Instituto de Tecnologia de Industrialização das Edificações mostrou como planejamento, tecnologia, padronização e processos mais eficientes podem aumentar a produtividade, reduzir desperdícios e fortalecer a competitividade das pequenas construtoras.

O debate rapontou que a industrialização não depende apenas de grandes investimentos, mas pode acontecer de forma gradual, com melhorias na gestão, logística e execução das obras.

Além de impulsionar inovação e sustentabilidade, Antônio destacou que a modernização do setor também é um caminho para atrair novos talentos e ampliar as oportunidades para pequenos negócios na construção brasileira.

“A industrialização não significa substituir pessoas, mas melhorar processos. Pequenas empresas podem começar com mudanças simples, organizando melhor o planejamento, logística e a execução”, afirmou Antônio Filho.

📌 A falta de engenheiros no BrasilMesmo com mais de R$ 2 trilhões previstos em investimentos até 2035, o setor enfrenta ...
22/05/2026

📌 A falta de engenheiros no Brasil

Mesmo com mais de R$ 2 trilhões previstos em investimentos até 2035, o setor enfrenta um déficit estimado de um milhão de profissionais.

Entre os principais desafios apontados no painel "Quem Vai Construir o Brasil de Amanhã? O Desafio de Formar e Reter Engenheiros", estão a perda de talentos para o mercado financeiro, a desconexão entre universidades e empresas, a baixa atratividade da carreira e a necessidade de aproximar os jovens das oportunidades do setor.

Os participantes defenderam maior integração entre mercado e academia, valorização da engenharia e investimentos em formação, inovação e tecnologia para garantir os profissionais que irão construir o Brasil de amanhã.

A desistência preocupa escolas e empresas. Especialmente a evasão tardia, ocorrida depois da graduação. “O setor financeiro faz uma busca agressiva. Eles consideram nossos alunos como ótimos analistas, boas cabeças. Desde o estágio, o valor pago é bem maior, e a perspectiva oferecida é bem mais atraente”, disse Cézar Mortari, vice-presidente do Sinduscon-GO.

Mediado por por Ilso Oliveira, vice-presidente de Obras Industriais e Corporativas (COIC/CBIC) também participaram do debate Luciana Montanari, Professora de Engenharia Mecânica e Presidente da Comissão de Graduação da Escola de Engenharia de São Carlos da USP; Thiago Melo, vice-presidente de Mineração na AFRY; Raphael Lafetá, presidente do Sinduscon-MG.

O setor da construção vive uma nova era de inovação, produtividade e descarbonização. O uso da madeira industrializada f...
22/05/2026

O setor da construção vive uma nova era de inovação, produtividade e descarbonização. O uso da madeira industrializada foi um dos grandes destaques do Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026 no painel “Construção com Madeira – Inovação que gera valor: menos carbono, mais produtividade”.

Especialistas nacionais e internacionais mostraram como o uso do Mass Timber vem transformando a forma de construir, unindo sustentabilidade, industrialização e eficiência operacional.

“Estamos falando de encurtar prazos de execução ao mesmo tempo em que reduzimos drasticamente as emissões de carbono, mitigando os impactos ambientais em todo o ciclo de vida dos empreendimentos", afirmou o vice-presidente de Sustentabilidade da CBIC e mediador do painel, Nilson Sarti.

Os debates destacaram ganhos expressivos na redução de emissões de carbono, diminuição do tempo de obra, industrialização dos canteiros e novas possibilidades para o mercado imobiliário brasileiro.

Participaram o sueco Robert Schmitz, sócio e membro do conselho da White Arkitekter; Nicolaos Theodorakis, fundador e CEO da Noah Wood Building; Calil Neto, CEO da Rewood; e Catharina Macedo, consultora do SEBRAE Nacional e sócia-proprietária da Spirale EcoBuilding Solutions.

A possível redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 foram debatidas no Encontro Internacional da Indústria d...
22/05/2026

A possível redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 foram debatidas no Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026 em um painel que reuniu lideranças da construção, especialistas e representantes do setor produtivo.

O painel “A Redução da Jornada de Trabalho e o Fim da Escala 6×1: Impactos para o Custo da Produção na Construção Civil” destacou os impactos econômicos, operacionais e sociais da proposta para um dos segmentos que mais empregam no Brasil.

Entre os principais pontos levantados estiveram o aumento dos custos da construção, os reflexos sobre habitação, infraestrutura e geração de empregos formais, além da necessidade de ampliar o debate com base em dados técnicos e na realidade do setor.

Os participantes defenderam que a modernização das relações de trabalho é importante, mas reforçaram que mudanças estruturais precisam vir acompanhadas de ganhos de produtividade, avanços tecnológicos, industrialização e maior eficiência nos canteiros de obras.

Estiveram presentes o presidente do SindusCon-SP, Yorki Estefan; o vice-presidente Institucional e de Compliance do Grupo Multiplan, Vander Giordino; a integrante do Conselho Jurídico do SindusCon-SP, Andrea Gardano Bucharles Giroldo e David Fratel, diretor adjunto de Gente do SindusCon-SP, que mediou o debate.

Entre 95 projetos inscritos de todo o Brasil, os vencedores da 26ª edição do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade ...
21/05/2026

Entre 95 projetos inscritos de todo o Brasil, os vencedores da 26ª edição do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade foram anunciados hoje no palco do Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026.

Projetos que representam novas formas de pensar a construção, impulsionando produtividade, sustentabilidade, industrialização e transformação no setor. Porque inovar, muitas vezes, começa com um olhar diferente. E é esse olhar que transforma tudo.

Parabéns aos vencedores, finalistas e a todos os participantes que contribuíram para fazer desta edição um marco para a inovação na indústria da construção.

Confira todos os vencedores em:
http://cbic.org.br/premioinovacaoesustentabilidade

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