14/08/2026
Conheça a história de Ana*. Ela denunciou, a Justiça agiu, o ciclo de violência se encerrou.
No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, trazemos essa realidade que revela uma verdade dura e ainda muito presente: muitas mulheres permanecem em silêncio por medo, dependência emocional, financeira, vergonha, isolamento ou falta de percepção do risco que enfrentam.
O silêncio, muitas vezes, não significa ausência de violência. Ao contrário, pode ser justamente o espaço em que o risco cresce sem ser visto, sem ser comunicado e sem que a rede de proteção possa atuar, assim como outros serviços e atendimentos disponíveis, como apoio jurídico, psicológico e assistencial.
Para a juíza do TJDFT Gislaine Carneiro Campos, denunciar é um ato de coragem. Aceitar os encaminhamentos fortalece, ajuda a superar a violência, e participar do processo de responsabilização do agressor é o fim de um ciclo e contribui para a mudança social.
Ana escolheu construir para si uma história diferente, com coragem e participação ativa.
Além das medidas protetivas de urgência, Ana foi incluída no Programa Viva Flor, da .df, contou com monitoramento pelo PROVID, equipe da Onilton Dellmondes especializada no acompanhamento de casos graves e extremos de violência doméstica, e participou de grupo reflexivo para mulheres.
E nós seguimos aqui, prontos, como rede, para apoiar essa nova história de Ana: uma história agora sem violências.
Ao menor sinal de violência, denuncie:
• Central de Atendimento à Mulher – 180
• Polícia Militar – 190
• Central de Atendimento à Mulher do DF – 156 > opção 6
*Ana, nome fictício de uma história real.