Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista

Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista A Frente se propõe a ser a voz do motociclista no Brasil, e lutar por uma política pública que of

19/01/2018
CRIANÇA NA GARUPA DE MOTO? DE JEITO NENHUM!Como admitir que uma criança de sete anos pode andar na garupa de uma moto se...
04/01/2018

CRIANÇA NA GARUPA DE MOTO? DE JEITO NENHUM!

Como admitir que uma criança de sete anos pode andar na garupa de uma moto se nem em carro é permitido isso no banco da frente?

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC da Câmara dos Deputados, aprovou um projeto de lei, de autoria do deputado Professor Victório Galli (PMDB), que altera o Código de Transito Brasileiro – CTB, e aumenta a idade mínima admissível para o transporte de crianças em motocicletas, motonetas e ciclomotores.

Atualmente o transporte de criança menor de sete anos em motocicletas é considerada infração gravíssima, punível com multa e suspensão do direito de dirigir, e sujeita ao recolhimento da habilitação. Com a aprovação do projeto de lei, esse limite passa de 7 para 11 anos. A justif**ativa é que uma criança de 7 anos ainda não tenha condições de cuidar de sua própria segurança, ao ser conduzida numa motocicleta, e o responsável (condutor) não tem como protege-la, principalmente, se precisar fazer uma manobra brusca ou repentina. Nesse caso, a criança como passageiro f**a vulnerável.

O deputado federal Ronaldo Fonseca, membro da CCJC e presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, comemorou a aprovação do Projeto de Lei. Para o deputado, a mudança é bem vinda porque protege a criança no trânsito. Como admitir que uma criança de sete anos pode andar na garupa de uma moto se nem em carro é permitido isso no banco da frente? Criança na garupa de moto? De jeito nenhum! Afirmou o Presidente da Frente Parlamentar.

PROJETO POLÊMICO NA CÂMARA OBRIGA MOTOCICLISTAS A USAREM COLETE AIRBAGO deputado federal Ronaldo Fonseca, presidente da ...
04/01/2018

PROJETO POLÊMICO NA CÂMARA OBRIGA MOTOCICLISTAS A USAREM COLETE AIRBAG

O deputado federal Ronaldo Fonseca, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, na Câmara dos Deputados, quer discutir melhor o tema. Para o deputado, não dá para tornar obrigatório qualquer equipamento de segurança, sem que sua eficácia seja atestada pelo INMETRO, e o impacto econômico, bem como a viabilidade do projeto sejam exaustivamente estudados. Toda iniciativa para garantir a segurança do motociclista é bem-vinda, mas precisa ser discutida. Afirmou.

Está na pauta para ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados, um projeto de lei que vem gerando polêmica. O PL 1171 de 2011 altera a lei 9503 de 1997 acrescentando o colete inflável de proteção (colete airbag) aos itens de segurança já exigidos na lei. De acordo com o projeto de lei, o uso do equipamento seria obrigatório em vias com velocidade máxima igual ou superior a 70km/h. A ideia faz lembrar a decisão do Contran em 1999 no caso dos kits de primeiro socorro para os carros, que logo depois foi revogada. A proposta do colete divide opiniões. Enquanto alguns defendem a importância do projeto em nome da segurança dos motociclistas, os que são contrários à aprovação da lei, afirmam que, além de custar caro, o colete airbag não é certif**ado pelo INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, e não existe nenhum estudo técnico comprovando a eficiência do equipamento.

Outros pontos polêmicos em torno do projeto são apresentados, como o fato de não haver vários fabricantes do colete no Brasil, o que resultaria no monopólio da venda e no custo alto do produto. Outra observação é que, por ser um equipamento ligado por um cabo acionador à motocicleta, o colete airbag pode comprometer a segurança do motociclista, tanto no manuseio incorreto do equipamento, como em caso de assalto, uma vez que a ação de desconectar o cabo da moto poderia ser vista pelo assaltante como uma tentativa de reação. Outra crítica ao projeto é a delimitação de velocidade.

A obrigatoriedade do uso do equipamento em vias com velocidade máxima igual ou superior a 70km/h seria inviável, uma vez que o motociclista trafega em vias de velocidades distintas durante o dia na cidade, o que o obrigaria ao uso contínuo do colete. As diferentes condições climáticas do País, também são usadas como argumento, considerando que o uso diário do colete, sobretudo nas regiões mais quentes do País, traria desconforto ao condutor. Vale lembrar que, embora a polêmica esteja em torno do colete airbag, o PL fala também de luvas, botas, calça, jaqueta, caneleiras, cotoveleiras e joelheiras de proteção. Plausíveis ou não, os argumentos apresentados deixam claro que o tema precisa ser melhor discutido.

O deputado federal Ronaldo Fonseca, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, na Câmara dos Deputados, quer discutir melhor o tema. Para o deputado, não dá para tornar obrigatório qualquer equipamento de segurança, sem que sua eficácia seja atestada pelo INMETRO, e o impacto econômico, bem como a viabilidade do projeto sejam exaustivamente estudados. Toda iniciativa para garantir a segurança do motociclista é bem-vinda, mas precisa ser discutida. Afirmou.

RONALDO FONSECA DEFENDE PL QUE CRIA FAIXA EXCLUSIVA PARA MOTOSO projeto de lei altera o Código de Transito Brasileiro – ...
04/01/2018

RONALDO FONSECA DEFENDE PL QUE CRIA FAIXA EXCLUSIVA PARA MOTOS

O projeto de lei altera o Código de Transito Brasileiro – CTB, cria faixa exclusiva para motocicletas em vias de grande circulação e fixa as velocidades máximas permitidas para esse tipo de veículo.

Presidente da frente Parlamentar em defesa do Motociclista e membro da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC da Câmara dos Deputados, o deputado federal Ronaldo Fonseca assumiu a relatoria do projeto de lei que altera o Código de Transito Brasileiro – CTB, cria faixa exclusiva para motocicletas em vias de grande circulação e fixa as velocidades máximas permitidas para esse tipo de veículo.

A ideia é organizar melhor o trânsito e oferecer segurança para os motociclistas, que são a parte mais vulnerável dessa história. O projeto muda de leve para média a infração para o motorista que trafegar em faixa exclusiva sem autorização, e pune o motociclista que transitar fora da faixa. Se virar lei, o motociclista que trafegar fora da faixa exclusiva para moto estará cometendo uma infração grave, passiva de multa.

Fonseca, que tem atuado em defesa do motociclista, não apenas como presidente da Frente Parlamentar, mas também apoiando iniciativas em benefício dos motociclistas, apresentou parecer favorável a este projeto de lei por entender a importância dele para a melhoria da relação entre motoristas e motociclistas. O parlamentar defende a conscientização como solução para os problemas no trânsito.

Para mim, a solução para os problemas do transito passam pela educação de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres, mas, um projeto como este, contribui para a conscientização e harmonia entre motoristas e motociclistas. Afirmou. Fonseca apresentou parecer pela aprovação do projeto lei, mas a proposta ainda será discutida na Comissão.

APROVADO RELATÓRIO DE RONALDO FONSECA QUE CRIA FAIXAS EXCLUSIVAS PARA MOTOCICLETASA Câmara aprovou nesta quarta-feira (6...
06/12/2017

APROVADO RELATÓRIO DE RONALDO FONSECA QUE CRIA FAIXAS EXCLUSIVAS PARA MOTOCICLETAS

A Câmara aprovou nesta quarta-feira (6) a matéria, que segue para revisão do Senado Federal.

O deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) relatou nesta quarta-feira (6) na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara o Projeto de Lei 5007/13, do Senado Federal, que cria a faixa exclusiva para motocicletas, motonetas e ciclomotores em vias com elevado volume de tráfego.

A proposta prevê ainda penalidade de multa para os motociclistas que desrespeitarem a regra de transitar nas faixas ou pistas exclusivas, exceto quando houver sinalização permitindo a conversão ou ultrapassagem e o acesso a imóveis.

O relatório traz ainda a permissão para o trânsito de motocicletas em “corredores”, espaços entre os veículos que transitam nas vias, quando o trânsito estiver parado e desde que isso não ponha riscos à segurança viária.

O deputado Ronaldo Fonseca, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, apresentou voto pela inconstitucionalidade do projeto principal por “adentrar na competência específ**a dos municípios”. Vale lembrar, cabe a União legislar privativamente sobre trânsito e transporte, de acordo com a atual Constituição Federal.

“Como resultado de tal exame, consideramos que o projeto 5007/13, principal, ao determinar que os órgãos municipais devem reservar faixa ou pista exclusiva desborda da competência da União para elaborar privativamente normas sobre trânsito e adentra tanto em normas específ**as como em assunto de interesse local dos municípios, incorrendo em vício de competência”, disse Ronaldo Fonseca.

A ideia do relator foi aproveitar o que foi discutido nas comissões anteriores e rejeitar a proposta principal por adentrar na competência específ**a dos municípios. O texto aprovado, portanto, prevê que os órgãos e as entidades com circunscrição sobre a via poderão implementar faixas de retenção específ**as, sem a imposição prevista no projeto principal.

Entenda

Na Comissão de Desenvolvimento Urbano, o projeto 5007/13 acabou rejeitado por inconstitucionalidade. O relator apresentou ainda emenda para permitir que as motos transitem nos corredores quando o transito estiver parado, desde que isso ocorra sem prejudicar a segurança do trânsito e em velocidade máxima à metade da velocidade da via.

Ronaldo Fonseca acatou os projetos apensados que tratam do tema, bem como a emenda da CDU e o substitutivo aprovado na CVT, como forma de propor um texto aprimorado das ideias discutidas na Casa.

Tramitação

A matéria agora segue para a revisão do Senado, se não houver recurso em contrário, já que o projeto começou a tramitar naquela Casa.

Fonte Redação/Pros na Câmara

22/09/2017
"É inadmissível que motos ainda saiam da fábrica sem esse recurso tecnológico. A moto equivale a 1/5 do tamanho de um ca...
01/09/2017

"É inadmissível que motos ainda saiam da fábrica sem esse recurso tecnológico. A moto equivale a 1/5 do tamanho de um carro, por isso acredito que incorporar a iluminação de LED às motos é importante para reduzir acidentes."

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27/07/2016
A Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, na pessoa do seu presidente o Deputado Federal Ronaldo Fonseca, apoia o ...
26/07/2016

A Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista, na pessoa do seu presidente o Deputado Federal Ronaldo Fonseca, apoia o movimento Siga Bem Motociclista. O autor da iniciativa, o motociclista Cláudio Renato, diretor da ATAM-DF, dirige ações em defesa dos motociclistas acidentados há anos no Distrito Federal. Para angariar fundos para a campanha, estão sendo vendidas camisas (R$100,00 para autoridades e R$20,00 para cidadãos em geral) e chaveiros (R$10,00). "Qualquer iniciativa que ajude a reduzir as alarmantes estatísticas de mortes e acidentes de motociclistas no trânsito devem ser apoiadas" - Deputado Ronaldo Fonseca. Mais informações sobre a campanha, acesse sigabemmotociclista.blogspot.com

O Deputado Federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF) e a Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista apoiam essa iniciativa.
21/06/2016

O Deputado Federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF) e a Frente Parlamentar em Defesa do Motociclista apoiam essa iniciativa.

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