Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida

Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida Biblioteca de Obras Raras da UEPB. Uma das maiores coleções de cordéis do Brasil. No momento fechada para atendimento presenciais.

Biblioteca de obras raras da Universidade Estadual da Paraíba. - UEPB.
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Em 2003, o Governo do Estado da Paraíba adquiriu o acervo pessoal do pesquisador e professor Átila Almeida e doou à Universidade Estadual da Paraíba – UEPB – que instituiu, em 2004, a Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida. Sendo, portanto, responsável pela guarda, conservação e manutenção da coleção. I

nstalada no primeiro andar do prédio da Administração Central da UEPB, em Campina Grande, a Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida se apresenta aos estudiosos como uma singular opção para aqueles que desejam desenvolver pesquisas acadêmicas. Inicialmente, a coleção era constituída apenas pelo acervo do professor Átila Almeida, predominantemente composta por livros, cordéis, periódicos e jornais. Posteriormente, foram incorporados novos acervos de influentes personalidades, tais como: Raymundo Asfora, Gilmar de Carvalho, Manoel Monteiro e Severino Bezerra de Carvalho.

Em cumprimento às determinações do Ofício 403/2026 e da Instrução Normativa nº 2/2026, emitidos pela Procuradoria-Geral ...
03/07/2026

Em cumprimento às determinações do Ofício 403/2026 e da Instrução Normativa nº 2/2026, emitidos pela Procuradoria-Geral da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), informamos aos nossos usuários que os canais de comunicação digitais da Biblioteca Átila Almeida passarão por restrições temporárias. Essa medida visa atender estritamente à legislação eleitoral vigente para o pleito de 2026, garantindo o princípio da impessoalidade e a igualdade de oportunidades.

O que muda a partir de agora?

Redes Sociais: Todas as atualizações e veiculações de novos conteúdos nas redes sociais institucionais da Biblioteca como o site e o Instagram estão integralmente suspensas.

Publicidade Institucional: F**a suspensa a divulgação de qualquer matéria, ato ou campanha de caráter promocional ou publicitário no site da Biblioteca.

Manutenção de Serviços Informativos: O site oficial continuará ativo exclusivamente para exibir informações de caráter estritamente técnico, informativo ou de utilidade pública que sejam indispensáveis para a continuidade dos serviços acadêmicos (como consultas ao acervo, prazos de devolução e funcionamento).

Período de Vigência

As restrições de comunicação passam a valer a partir do dia 04 de julho de 2026 e permanecerão vigentes durante todo o período eleitoral, estendendo-se até a posse dos eleitos, em 04 de janeiro de 2027.

Nota aos nossos usuários
O atendimento presencial, os serviços internos e o suporte essencial da Biblioteca aos estudantes e pesquisadores continuam funcionando regularmente dentro das normas permitidas de utilidade pública.

Agradecemos a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

Acompanhe as atualizações:
📢 Site: bibliotecaatilaalmeida.uepb.edu.br

Texto: Jean Medeiros
Revisão: Irenilda Medeiros

Em 24 de junho de 1878, nascia em Crato, Ceará, Aderaldo Ferreira de Araújo, eternizado na memória popular como Cego Ade...
23/06/2026

Em 24 de junho de 1878, nascia em Crato, Ceará, Aderaldo Ferreira de Araújo, eternizado na memória popular como Cego Aderaldo, um dos maiores nomes da poesia improvisada e da cantoria nordestina.

Após perder a visão ainda jovem, transformou a adversidade em arte. Segundo sua própria narrativa, foi por meio de um sonho em versos que descobriu o dom da poesia, iniciando uma trajetória que o levaria pelos sertões do Nordeste, encantando públicos com sua inteligência, criatividade e talento para o repente. Em 1914, sua histórica peleja com o cantador Zé
Pretinho consolidou seu nome entre os grandes mestres da cultura popular.

Sem jamais abandonar suas raízes, Cego Aderaldo tornou-se símbolo da resistência cultural nordestina, preservando e difundindo tradições por meio da palavra cantada. Seu legado permanece vivo na literatura de cordel, na cantoria de viola e na memória coletiva de gerações de brasileiros.

Neste dia, a Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida homenageia esse mestre da poesia popular, cuja voz continua ecoando através dos versos e da cultura do nosso povo.

Viva Cego Aderaldo!

Feliz São João!

O mês mais aguardado do ano já começou e, por aqui, a nossa fogueira já está acesa! Mas, além de celebrar o presente, vo...
10/06/2026

O mês mais aguardado do ano já começou e, por aqui, a nossa fogueira já está acesa! Mas, além de celebrar o presente, você já parou para pensar em como o "Maior São João do Mundo" se transformou nessa festa gigante que conhecemos hoje?

​🏛️✨ Ao longo deste mês, a vai apresentar uma série especial de postagens revelando as memórias, os bastidores e os tensionamentos da nossa festa mais tradicional através das páginas do histórico jornal Diário da Borborema. Este resgate documental é fruto de uma pesquisa desenvolvida aqui no nosso acervo, investigando os "ecos e silêncios" da nossa história impressa.

​📬 E JÁ VAMOS COMEÇAR A NOSSA TRAVESSIA AGORA! >

Para abrir a nossa série, voltamos ao ano de 1958, o segundo ano de atuação do jornal e o primeiríssimo registro das festividades juninas em suas páginas. Naquela época, a dinâmica do São João campinense era bem diferente do cenário atual!

​Arraste para o lado e veja como o periódico descrevia aquela atmosfera mágica.

​💃🕺 Os grandes palcos da festa eram os tradicionais clubes da cidade — como o Campinense Clube e o Clube dos Caçadores (com sua tradicional quadrilha na sede campestre) —, além de muitas famílias que viajavam para passar a noite de São João em suas fazendas, em contato direto com a natureza.

​Se você tem orgulho das nossas raízes e quer acompanhar a evolução da nossa maior tradição nas próximas semanas, ative as notificações da página!

​Conte para a gente nos comentários: você imaginava o São João de Campina acontecendo dentro dos clubes? 👇

📚✨ Dia Nacional da BibliotecaHoje celebramos o Dia Nacional da Biblioteca, uma data que nos convida a reconhecer a impor...
09/04/2026

📚✨ Dia Nacional da Biblioteca

Hoje celebramos o Dia Nacional da Biblioteca, uma data que nos convida a reconhecer a importância desses espaços como verdadeiros centros de conhecimento, memória e transformação social.

Na Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida e em todas as bibliotecas da UEPB, esse compromisso se renova diariamente: preservar histórias, ampliar o acesso à informação e aproximar a comunidade do universo da leitura e da pesquisa. Cada acervo, cada projeto e cada atendimento refletem o esforço coletivo de manter viva a cultura e o saber.

A data, instituída em homenagem a Manuel Bastos Tigre, também integra a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, reforçando o papel essencial das bibliotecas na formação de leitores e na democratização do conhecimento.

Hoje, celebramos nossos espaços, nossa equipe e todos que fazem parte do SIB-UEPB que acredita no poder da leitura. 💛📖

Prezados (as),Informamos que, no período compreendido entre 08/04/2026 e 24/04/2026, o atendimento presencial nas Biblio...
08/04/2026

Prezados (as),

Informamos que, no período compreendido entre 08/04/2026 e 24/04/2026, o atendimento presencial nas Bibliotecas Central, CCSA e CEDUC ocorrerá excepcionalmente no turno das 07h às 13h.

Tal medida justifica-se pelo encerramento do período letivo 2025.2, o que acarreta uma redução significativa na demanda por serviços presenciais e na circulação de alunos nas dependências da instituição.

Um importante marco da imprensa e da cultura paraibana acaba de se tornar mais acessível ao público: a revista Era Nova ...
31/03/2026

Um importante marco da imprensa e da cultura paraibana acaba de se tornar mais acessível ao público: a revista Era Nova já está totalmente digitalizada e disponível online no ORBIS – Repositório Institucional da UEPB, na seção de publicações culturais.

Publicada entre 27 de março de 1921 e 24 de outubro de 1926, a Era Nova circulou quinzenalmente, reunindo todas as edições regulares e uma edição especial comemorativa do Centenário da Independência do Brasil. Considerada um periódico modernista de grande relevância, a revista se destacava pelo conteúdo diversificado, abordando temas como literatura, cultura, vida social, política e modernização da sociedade, além de apresentar um projeto gráfico inovador para a época, com ilustrações e fotografias inspiradas no estilo art nouveau.

A digitalização da coleção foi realizada por meio de uma parceria entre a Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida e a Fundação Casa de José Américo (FCJA), responsável pela execução da atividade. A colaboração contou com a mediação de Alômia Abrantes (UEPB/FCJA), Luiz Mário Dantas Burity (FCJA) e Taciany Kariny dos Santos Almeida, que atuava como bibliotecária da Biblioteca Átila Almeida à época da parceria.

A contribuição da Biblioteca Átila Almeida foi essencial para o sucesso do projeto, especialmente por abrigar uma raríssima coleção do ano de 1926. Segundo Luiz Mário Burity, foi possível localizar na instituição os 100 números publicados naquele ano, fundamentais para a digitalização completa da revista.

A iniciativa integra um projeto mais amplo de preservação da memória e difusão cultural, permitindo que pesquisadores, estudantes e o público em geral tenham acesso a esse importante registro histórico da sociedade paraibana do início do século XX.

🔎 Acesse o ORBIS – Repositório Institucional da UEPB e confira não apenas a revista Era Nova, mas também outras publicações disponíveis, como a revista Evolução, cordéis e jornais históricos.

Como desdobramento das pesquisas que motivaram essa parceria, destaca-se o artigo “A revista Era Nova na Paraíba: notas de um modernismo de Estado”, de Alômia Abrantes e Luiz Mário Dantas Burity, publicado em 2024 na revista PÓS (UFMG).

19/03/2026

📚✨ 19 de março | Nascimento de Cuíca de Santo Amaro
Neste dia, celebramos o nascimento de Cuíca de Santo Amaro, pseudônimo de José Gomes (1907–1964), poeta, cordelista e trovador que marcou a cultura popular brasileira com sua escrita irreverente e crítica.

Cronista do cotidiano, Cuíca transformava em versos temas como política, costumes e acontecimentos da cidade, sempre com humor afiado e olhar atento às injustiças sociais. Seus cordéis denunciavam abusos, preços altos e a precariedade dos serviços públicos, fazendo de sua obra um importante registro do seu tempo.

Figura marcante também pelo estilo — fraque, cartola e flor na lapela —, ficou conhecido como o “Trovador da Bahia”, título atribuído por Jorge Amado, que o imortalizou em obras como Bahia de Todos os Santos, além de inspirar personagens em outros romances.

Sua presença ultrapassou a literatura: inspirou o personagem Dedé Cospe-Rima no filme O Pagador de Promessas e participou de A Grande Feira, representando a si mesmo. Sua vida e obra também foram tema do documentário Cuíca de Santo Amaro.
Em 2026, sua voz segue viva na memória e na força do cordel nordestino — entre o riso, a crítica e a poesia que ecoa nas ruas.

Celebramos o nascimento de Manoel Monteiro, um dos maiores nomes da literatura de cordel. Nascido em Bezerros (PE), em 4...
04/02/2026

Celebramos o nascimento de Manoel Monteiro, um dos maiores nomes da literatura de cordel. Nascido em Bezerros (PE), em 4 de fevereiro de 1937, encontrou em Campina Grande a cidade onde floresceria sua trajetória como poeta, pesquisador e grande incentivador da cultura popular.

Monteiro não apenas escreveu versos que encantaram gerações, mas também revolucionou o ensino ao levar o cordel para as salas de aula da Paraíba, tornando-o uma ferramenta de aprendizado e valorização da identidade cultural nordestina. Com vários folhetos publicados, sua obra transitou entre o lirismo, a crítica social e o humor refinado, sempre dialogando com o público de forma acessível e instigante.

Reconhecido nacionalmente, conquistou em 2010 o título de melhor cordelista do Brasil pela Associação Brasileira de Literatura de Cordel. Mas, mais do que prêmios, Manoel Monteiro deixou um legado de inspiração e criatividade. Seu olhar sensível para a cultura popular, sua paixão pelo cordel e sua dedicação à arte continuam vivos, ressoando nas páginas de seus folhetos e na memória daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e ler sua obra.

Sentimos falta de sua sensibilidade e de sua poesia, mas seguimos celebrando sua história e perpetuando sua contribuição inestimável à cultura nordestina.

MANUEL MONTEIRO E A BIBLIOTECA ATILA ALMEIDA

Em 2011, a UEPB adquiriu o acervo de cordéis do poeta Manoel Monteiro, composto por aproximadamente 807 exemplares, reforçando o compromisso da instituição com a preservação da literatura popular. Esse valioso acervo foi oficialmente recebido pela Biblioteca Átila Almeida no ano seguinte. A paixão de Átila Almeida pela literatura de cordel era imensa, refletida na grandiosidade de sua coleção, que também inclui exemplares de autoria de Manoel Monteiro. Embora a coleção específica do poeta ainda não tenha sido digitalizada, é possível acessar alguns de seus cordéis por meio da coleção que pertenceu ao professor Átila, disponível através do Empréstimo Digital Controlado. Para saber mais. Acesse nosso site na bio.

✨ Um novo ano em movimento ✨Iniciamos 2026 com o desejo de que este seja um ano de construções, aprendizados e boas parc...
05/01/2026

✨ Um novo ano em movimento ✨

Iniciamos 2026 com o desejo de que este seja um ano de construções, aprendizados e boas parcerias. Que os próximos meses tragam novas oportunidades, projetos inspiradores e conquistas compartilhadas.

Seguimos juntos, reafirmando nosso compromisso com a preservação da memória, o acesso à informação e o fortalecimento das bibliotecas como espaços de conhecimento e transformação.

Desejamos a toda a comunidade acadêmica um ano produtivo, leve e cheio de bons encontros. 🤍📚

Endereço

Rua Baraúnas, 351. Bairro Bodocongó
Campina Grande, PB
58429500

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00

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