SINTPq Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia - www.sintpq.org.br

O SINTPq representa os trabalhadores em atividades diretas e indiretas em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de Campinas e região e, também, do município de São Paulo. Fundado em 1990, as ações do SINTPq estão muito além das conquistas salariais e melhorias nas relações de trabalho. A entidade atua em todo o país na discussão de políticas públicas em prol do desenvolvimento científico e da valorização

da mão-de-obra como elemento fundamental na inovação tecnológica, tão essencial ao desenvolvimento econômico de qualquer nação. Em Campinas e na Capital, o SINTPq faz parte do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia e, no Estado de São Paulo, participa da Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos e Fundações Públicas de Pesquisa. Os trabalhadores que atuam nas empresas da base do SINTPq contam com campanhas salariais em cada data-base. Nelas são discutidas reajustes nas remunerações e benefícios, assim como as relações de trabalho e avanços necessários na dinâmica trabalhador/empregador. Acreditamos na luta coletiva e por isso somos filiados a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações (Fitratelp).

02/06/2026

O PL 2780/2024, que propõe a criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), aprovado na Câmara e agora em tramitação no Senado, apresenta diversos problemas. Entre eles, o aumento de isenções para o setor de mineração, sem garantir que essas renúncias fiscais retornem para o país na forma de desenvolvimento de tecnologias próprias e reinvestimento na economia local.

Além disso, ao propor a flexibilização das normas socioambientais para acelerar a exploração mineral, o PL abre brechas para que desastres ambientais, como Brumadinho e Mariana, voltem a acontecer.

O professor do Instituto de Economia e Relações Internacionais da UFU, Diógenes Moura Breda, falou sobre a importância de defendermos mais controle estatal, participação social e restrições à mineração em áreas sensíveis, para garantir a proteção socioambiental, em sua participação no Sindcast.

Assista ao episódio completo, que debate o tema das terras raras, no canal do sindicato no YouTube.

Trabalhador(a) sozinho(a) e sem movimento não conquista avanços. Saia da inércia e venha para a luta coletiva! Cola com ...
01/06/2026

Trabalhador(a) sozinho(a) e sem movimento não conquista avanços. Saia da inércia e venha para a luta coletiva! Cola com o SINTPq! Sindicalize-se!

Todos os direitos que temos hoje foram conquistados com muita luta, organização e mobilização. Porém, esses direitos têm sido constantemente atacados, a precarização avança, e as empresas tentam propagar medo, ideias individualistas e desmobilização. Para combater tudo isso, a nossa resposta precisa ser organização, unidade e luta.

O SINTPq está todos os dias na linha dessa luta, mas sindicato forte se constrói com participação, consciência de classe e sindicalização. Por isso, chegou a hora de sair da inércia e fazer parte dessa luta. Participe da Campanha de Sindicalização 2026 do SINTPq: Cola com o SINTPq!

Fique sócio(a), traga seus colegas de trabalho e faça parte das decisões junto com o sindicato. Acesse agora o nosso site www.sintpq.org.br/seja-socio ou o link na bio e sindicalize-se!

Se você já é sócio(a), participe da campanha indicando novos associados. No Cola com o SINTPq, quem indica também ganha PIX. Você fortalece a luta coletiva e ainda garante uma renda extra. Indicou, sindicalizou, ganhou!

Acompanhe nossas redes sociais e os canais oficiais do sindicato para f**ar por dentro de todas as novidades da Campanha de Sindicalização 2026.

Cola com o SINTPq e sindicalize-se!

Hoje, 28 de maio, é uma data marcada pelo Dia Internacional da Dignidade Menstrual, um momento para fortalecermos a luta...
28/05/2026

Hoje, 28 de maio, é uma data marcada pelo Dia Internacional da Dignidade Menstrual, um momento para fortalecermos a luta contra a pobreza menstrual e pela garantia de direitos para as pessoas que menstruam.

A pobreza menstrual infelizmente faz parte da realidade de milhões de pessoas em todo o mundo, se caracterizando pela falta de acesso a itens de higiene pessoal, infraestrutura adequada e informações sobre o tema, prejudicando a saúde menstrual e a dignidade humana. Desde 2014, a ONU considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos.

A falta de dignidade menstrual, viola uma série de direitos. Sem acesso a itens adequados, muitas pessoas recorrem a alternativas improvisadas, como panos, miolo de pão e jornal, o que pode provocar alergias, irritações e infecções graves. Além disso, a situação afeta diretamente o psicológico da pessoa que menstrua, devido ao desconforto, estresse e discriminação, levando, muitas vezes, à evasão escolar e dificuldades no trabalho.

Embora negligenciada, pouco debatida e tratada como um assunto a não ser dito, a questão menstrual começou a receber atenção no Governo Lula, que, em 2023, criou o Programa de Proteção e Promoção da Dignidade Menstrual. Implementado em 2024, o programa prevê por meio do Farmácia Popular, a distribuição gratuita de absorventes por todo o Brasil, tendo impactado no último período, na vida de mais de 2,1 milhões pessoas em situação de vulnerabilidade e/ou de baixa renda.

Neste 28 de maio, é fundamental seguirmos na luta pela criação e implementação de ações de combate à pobreza menstrual, no acesso aos absorventes, infraestrutura escolar e na conscientização de nossa sociedade, além de promover políticas públicas inclusivas para todas as pessoas que menstruam.

Avançou, mas a luta ainda não acabou!A comissão especial da Câmara aprovou o fim da escala 6x1. Agora o texto vai ao Ple...
27/05/2026

Avançou, mas a luta ainda não acabou!

A comissão especial da Câmara aprovou o fim da escala 6x1. Agora o texto vai ao Plenário da Câmara, onde precisamos pressionar para garantir a vitória.

Redução da jornada de trabalho, sem transição e sem redução salarial. Só a mobilização popular pode garantir esse avanço histórico para a classe trabalhadora!

27/05/2026

A classe trabalhadora foi às ruas e deu o recado. É preciso acabar com a escala 6x1 e enterrar, de vez, essa ferida aberta na vida de milhões de brasileiros. Em todo o Brasil, trabalhadores, movimentos sociais e centrais sindicais ocuparam as avenidas com uma exigência clara e inequívoca: redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução de salários, e fim imediato da escala 6x1.

A proposta de transição gradual foi rejeitada pela sociedade. A classe trabalhadora não aceita migalhas, não aceita esperar. O recado foi dado, e não cabe mais enrolação: é 40 horas semanais agora. Sem transição. Porque a vida não pode esperar mais um dia sequer.

O SINTPq preparou um brinde super especial e útil para o seu dia a dia: uma tag localizadora personalizada! Esse é o nos...
27/05/2026

O SINTPq preparou um brinde super especial e útil para o seu dia a dia: uma tag localizadora personalizada! Esse é o nosso reconhecimento a você, sindicalizado (a), que caminha ao nosso lado e fortalece a luta da nossa categoria todos os dias.

Queremos construir um sindicato cada vez mais forte e alinhado com as suas necessidades. Para isso, preparamos uma pesquisa rápida sobre a nossa base. O preenchimento não é obrigatório, mas a sua opinião faz toda a diferença para o futuro da nossa categoria!

Com o preenchimento também f**a mais fácil da direção verif**ar quem já quer ganhar esse brinde que vai fazer a diferença no seu dia a dia.

Participe agora da pesquisa, através do link da bio, ou acesse: https://semprenaluta.com.br/form/sintpq-brinde-socio/

Sua participação faz a diferença!

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho no Brasil ganha força amparado por dados alarmante...
26/05/2026

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho no Brasil ganha força amparado por dados alarmantes. Segundo o DIEESE, cerca de 14,8 milhões de brasileiros (33,2% dos trabalhadores formais) estão na escala 6x1.

Isso signif**a que, a cada três trabalhadores no país, um está submetido a essa rotina exaustiva, concentrada principalmente nos setores de transporte aéreo (53,2%), serviços de alojamento (52%), alimentação (47,1%) e comércio (42,2%).

Os impactos sociais e na saúde são severos. Longas jornadas sabotam o futuro dos jovens: quanto maior a carga horária, menor a taxa de estudantes. Para piorar, quem ultrapassa as 40 horas semanais tem 38% mais chances de se acidentar ou adoecer. Dados da OIT, OMS e Fundacentro alertam que a produtividade desaba a partir da sexta hora diária de trabalho, elevando drasticamente os riscos de depressão, doenças cardiovasculares, esgotamento e acidentes.

Somando a isso o tempo de deslocamento, onde milhões de brasileiros gastam de uma a duas horas diárias no trânsito, a escala 6x1 se mostra insustentável. Abolir esse modelo e reduzir a jornada não é apenas uma pauta econômica, mas uma necessidade urgente de saúde pública e dignidade humana.

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6x1 está em andamento na Câmara dos Deputados. O texto deve ser votado na comissão especial e, em seguida, pautado para o plenário principal, com articulações focadas para que a votação ocorra nas próximas semanas.

Mais do que nunca, precisamos nos mobilizar para mostrar que exigimos a aprovação. Fim da escala 6x1 sem transição e sem redução salarial.

25/05/2026

Quando analisamos o processo de mercantilização da ciência, f**a evidente que o mercado passou a comandar o trabalho científico no Brasil, obedecendo à lógica neoliberal. Hoje, é o mercado que define a agenda de pesquisa, mas universidades e institutos de pesquisa passaram a ser geridos como empresas, e o conhecimento passou a ser tratado como uma mercadoria.

Esse processo faz com que as instituições públicas de pesquisa passem a seguir a lógica do inovacionismo, deixando de lado pesquisas importantíssimas para a sociedade, como estudos sobre desigualdade, direitos humanos, impacto socioambiental, fortalecimento de políticas públicas e doenças negligenciadas.

A secretária-geral do SINTPq, Priscila Leal, fez uma reflexão importante sobre os impactos da mercantilização da ciência, pesquisa e tecnologia durante sua participação na Audiência Pública sobre a Extinção de Cargos da Administração Pública, realizada no dia 6 de maio, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

“Sentimento de dono” não paga conta, nem garante direitos. Trabalhador(a) consciente participa da luta coletiva. Cola co...
25/05/2026

“Sentimento de dono” não paga conta, nem garante direitos. Trabalhador(a) consciente participa da luta coletiva. Cola com o SINTPq! Sindicalize-se!

Cada vez mais, as empresas cobram um comprometimento total dos(as) trabalhadores(as). As cobranças são cada vez maiores, as metas cada vez mais absurdas. Enquanto isso, as empresas se recusam a aumentar salários, precarizam direitos e cortam benefícios. Ter “sentimento de dono” não garante salário melhor, valorização, direitos, nem condições dignas de trabalho. Não se engane, não caia nesse discurso. Nós somos trabalhadores(as), e o que realmente muda as nossas vidas é a união, a organização e a luta coletiva. E é aí que o sindicato faz a diferença: organizando a categoria para lutar e conquistar avanços reais.

Por isso, você não pode f**ar de fora da Campanha de Sindicalização 2026 do SINTPq: Cola com o SINTPq! Esse é o momento de fortalecer o sindicato, ampliar a participação da base e aumentar a força da nossa categoria nas negociações e mobilizações.

Fique sócio(a), traga seus colegas de trabalho e faça parte das decisões junto com o sindicato. Acesse agora o nosso site www.sintpq.org.br/seja-socio ou o link na bio e sindicalize-se!

E, se você já é sócio(a), participe da campanha indicando novos associados. No Cola com o SINTPq, quem indica também ganha PIX. Você fortalece a luta coletiva e ainda garante uma renda extra. Indicou, sindicalizou, ganhou!

Fique ligado nas redes sociais e nos canais oficiais do sindicato para acompanhar todas as novidades da Campanha de Sindicalização 2026.

O SINTPq participou do Ato pelo fim da escala 6x1, realizado ontem (23), no centro de Campinas. A mobilização reuniu sin...
24/05/2026

O SINTPq participou do Ato pelo fim da escala 6x1, realizado ontem (23), no centro de Campinas. A mobilização reuniu sindicatos, movimentos sociais, juventude, trabalhadoras e trabalhadores em defesa de uma vida digna para a classe trabalhadora e contra a exploração imposta ao povo brasileiro.

Defender o fim da escala 6x1 é defender uma vida digna para quem constrói este país todos os dias com o seu trabalho. Não é aceitável que milhões de trabalhadores e trabalhadoras continuem sendo submetidos a uma rotina desumana para garantir o lucro de poucos.

O SINTPq reafirma seu compromisso com a luta pelo fim dessa escala desumana, pela redução da jornada de trabalho e por direitos.

Endereço

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Campinas, SP
13088-107

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