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antifas.br Temos uma imensa riqueza, tanto econômica quanto intelectual. Isto porque essa a riqueza é apropriada por poucos capitalistas (empresários, banqueiros).

O Movimento antifas é um movimento que surge para contribuir na luta por uma sociedade onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres. Essa riqueza é produzida pelo conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras, mas os que produzem tudo acabam ficando com quase nada. Lutamos por uma sociedade na qual não existam explorados e nem exploradores; onde o que foi produzido col

etivamente seja distribuído para todos, para atender suas necessidades. O Brasil é um país muito rico! O país arrecada bilhões em impostos, mas o que vemos é uma verdadeira sa*****em com quem o constrói. São escândalos e mais escândalos de corrupção, ou seja, o dinheiro público que deveria ser usado para as áreas sociais vai para o bolso de políticos e empresários. Além de desviar dinheiro público, o Legislativo e Executivo , a todo instante, aprovam leis para retirar direitos dos trabalhadores, como a nossa aposentadoria que está cada vez mais distante. O Movimento Ousadia pra Mudar, tem lado. É o lado do povo! Nos organizamos e lutamos para garantir que todos (as) tenham acesso à saúde, educação, moradia, saneamento básico, cultura e todos os direitos que garantam dignidade de vida. Lutamos também contra todo tipo de discriminação, opressão e preconceitos. Defendemos que as pessoas tem que ser respeitadas independente de sua orientação sexual, da cor, do s**o, ou de qualquer escolha que façam. O nosso movimento é autônomo e independente, mas defendemos partidos políticos que representem os interesses dos trabalhadores (as), afinal os ricos tem os seus. Nesse sentido, apoiamos o PSOL – Partido Socialismo e Liberdade que é uma importante ferramenta na luta por uma sociedade socialista. A ideologia ganhou a consciência das pessoas para se calarem e aceitar tudo como está. O nome do nosso movimento já retrata o que pensamos. Que precisamos ter OUSADIA PRA MUDAR essa realidade injusta na qual vivemos. Nosso movimento: “não se cala, não se rende e não se vende”! JUNTE-SE A NÓS....

28/05/2026
27/05/2026

A classe trabalhadora foi às ruas e deu o recado. É preciso acabar com a escala 6x1 e enterrar de vez essa ferida aberta na vida de milhões de brasileiros. Em todo o Brasil, trabalhadores, movimentos sociais e centrais sindicais ocuparam as avenidas com uma exigência clara e inequívoca: redução da jornada para 40 horas semanais sem corte salarial e fim imediato da escala 6x1. A proposta de transição gradual foi rejeitada pela base. A classe trabalhadora não aceita migalhas, não aceita esperar. O recado foi dado e não cabe mais enrolação. É 40 horas semanais agora. Sem transição. Porque a vida não pode esperar mais um dia sequer.

23/05/2026

Os inimigos do povo querem que você trabalhe até a exaustão!

O centrão e a extrema direita querem transformar a nossa luta pelo fim da escala 6x1 em retrocessos.

Uma proposta de emenda à PEC do fim da escala 6x1, que abre brechas para jornadas de até 52 horas semanais, reduz direitos e adia o fim da escala 6x1 em 10 anos, já recebeu 176 assinaturas.

Assista ao vídeo!

Hoje, o dia 20 de maio, é marcado pelo aniversário do lutador abnegado, militante socialista e um dos maiores chefes de ...
20/05/2026

Hoje, o dia 20 de maio, é marcado pelo aniversário do lutador abnegado, militante socialista e um dos maiores chefes de Estado da história, José Alberto Mujica Cordano, Pepe Mujica. Filho de trabalhadores rurais, nasceu em 20 de maio de 1935, nos arredores de Montevidéu e desde cedo teve uma vida árdua, tendo que trabalhar ainda criança para contribuir com a renda familiar.

Sua trajetória política começou muito cedo, ainda na década de 60, quando começou a militar no movimento de esquerda radical Tupamaros, que resistia a ditadura militar uruguaia. Mujica foi preso diversas vezes, ficando 14 anos em cárcere, sendo libertado apenas com a anistia que libertou presos políticos. em 1985.

Durante a reconstrução da democracia em seu país, Pepe Mujica construiu ativamente o bloco político chamado de Frente Ampla (FA), se consolidando como a maior figura da esquerda uruguaia. Se elegeu Senador em 2005 e Presidente da República em 2009.

Pepe ficou conhecido internacionalmente como "o presidente mais pobre do mundo", por conta de sua atuação política ética e com simplicidade, durante o seu mandato presencial (2010-2015). Radicalmente contra a sociedade capitalista de consumo, recusou as regalias típicas de chefes de Estado, sendo um exemplo prático de que é possível haver honestidade e simplicidade na política institucional.

Infelizmente, Pepe faleceu em 13 de maio de 2025, em decorrência de um câncer de esôfago. Mas o legado de luta pela construção de um novo mundo possível, radicalmente democrático, justo e simples, deve permanecer vivo no ideário de cada lutador latinoamericano.

"O deus mercado organiza a economia, a vida e financia a aparência de felicidade. Parece que nascemos só para consumir e consumir. E quando não podemos, carregamos frustração, pobreza e autoexclusão" (Mujica, 2013)

O dia 18 de maio é símbolo de uma das mais importantes lutas pela dignidade e pelos direitos humanos na saúde pública co...
18/05/2026

O dia 18 de maio é símbolo de uma das mais importantes lutas pela dignidade e pelos direitos humanos na saúde pública contemporânea: a Luta Antimanicomial. Mais do que uma simples data, esse dia representa o grito coletivo da sociedade contra um sistema que, sob o disfarce do “cuidado”, segue isolando e excluindo, de forma cruel e violenta, parte do nosso povo.

A data relembra um movimento nascido do povo, que, nos anos 1980, expôs e denunciou as práticas desumanas e violentas presentes nos manicômios brasileiros. Foi a partir dessa mobilização que se iniciou a construção de uma nova política de saúde mental, centrada na liberdade, na humanidade e no cuidado. No Brasil, essa luta resultou na criação dos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e no fechamento progressivo dos hospitais psiquiátricos.

Nos últimos anos, porém, as ameaças aos direitos no campo da saúde mental aumentaram. Impulsionados por setores da extrema direita, diversos retrocessos, reforçaram a lógica do aprisionamento, criminalizaram a defesa dos direitos humanos e moralizaram o debate público, afastando-o do compromisso com a vida e a dignidade.

Neste dia reafirmamos: saúde mental se constrói com políticas públicas, com vínculo social, com amor e com cuidado. Seguimos em unidade, ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde mental e de todas as pessoas que necessitam desse serviço. Não aceitaremos retrocessos. Nenhum direito a menos!

No dia 17 de maio é celebrado o Dia Internacional contra a LGBTfobia. Há 36 anos, nessa mesma data, a OMS retirou a homo...
17/05/2026

No dia 17 de maio é celebrado o Dia Internacional contra a LGBTfobia. Há 36 anos, nessa mesma data, a OMS retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID). Desde então, esse dia se tornou um marco na luta pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+.

Mesmo com os avanços conquistados nos últimos anos, as estatísticas de violência contra a população LGBTQIAPN+ revelam uma trágica realidade, reforçando a urgência da luta contra o preconceito. Em 2024, pelo 16º ano consecutivo, o Brasil foi o país que mais matou pessoas trans e travestis no mundo. Foram registradas 291 mortes violentas, representando um aumento de 13,2% em relação a 2023. Isso significa que, a cada 30 horas, uma pessoa da comunidade LGBTQIAPN+ tem sua vida violentamente interrompida.

O aumento da violência contra essa população está diretamente ligado ao crescimento da extrema direita e do neofascismo, que propagam ódio, preconceito, desinformação e intolerância em seus discursos. Foi o que vimos nas eleições de Trump, nos Estados Unidos, onde a comunidade LGBTQIAPN+ é sistematicamente perseguida não apenas por meio de discursos, mas também por medidas de governo contrárias a uma sociedade plural. No Brasil, em 2023, deputados bolsonaristas tentaram votar um projeto de lei que impediria a união homoafetiva.

Estar presente na luta contra a LGBTfobia é resistir e combater o avanço ideológico dos autoritários e intolerantes. Reafirmamos aqui, hoje e sempre, o nosso compromisso com a defesa da vida, do amor, da liberdade e dos direitos de todas, todos e todes. Viva a luta pela diversidade!

Endereço

Campinas, SP

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