Eixo Propriedade Intelectual

Eixo Propriedade Intelectual Conecte sua ideia ao mundo �
Registre sua Marca, Patente ou Desenho Industrial e proteja o patrimônio da sua empresa! �®

09/09/2026

A Rolex é a marca de relógio mais falsif**ada do mundo. Ela criou um chip pra provar quais são os originais, e a primeira coisa que fez não foi lançar o chip. Foi correr pra patentear.

O tal chip é embutido no relógio, com blockchain, e funciona como um passaporte digital que comprova que a peça é verdadeira e de quem ela é. Uma solução e tanto contra a pirataria. Mas repara na jogada dupla: antes de tudo, a Rolex depositou o pedido de patente da tecnologia na OMPI, o organismo internacional. Ou seja, além de combater a cópia dos relógios, blindou contra cópia a própria invenção que combate cópia.

E aqui está a lição pro seu negócio, que quase todo empreendedor confunde. Marca e patente protegem coisas diferentes. Marca protege o seu nome. Patente protege a sua invenção, um produto ou processo novo que você criou. É a patente que te dá exclusividade: por até vinte anos, ninguém fabrica, usa ou vende a sua tecnologia sem a sua autorização.

O problema é o que acontece sem ela. A ideia mais genial vira de graça pro concorrente no dia em que descobrem como você faz. Inovação sem patente não é vantagem, é uma dica gratuita pro mercado te copiar. E o motivo de a Rolex ter ido à OMPI é que de lá dá pra buscar proteção em vários países de uma vez, já pensando grande.

Patente não é coisa só de gigante suíça. É o que transforma uma boa ideia num ativo que é seu, e só seu, por duas décadas.

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Um casal que faz licores artesanais em Portugal foi processado pela Louis Vuitton por causa de duas letras. E ganhou. A ...
08/09/2026

Um casal que faz licores artesanais em Portugal foi processado pela Louis Vuitton por causa de duas letras. E ganhou. A história prova uma coisa que assusta muito empreendedor: marca grande nem sempre vence só por ser grande.

André e Tânia criaram a Licores do Vale como hobby que virou negócio, com um logo em que o “L” é de licores e o “V”, invertido, representa as montanhas do vale onde moram. Registraram tudo direitinho no instituto de marcas de Portugal. Aí veio a Louis Vuitton, dona do monograma “LV” desde o século 19, alegando aproveitamento parasitário e concorrência desleal.

O processo travou o negócio recém-nascido por quase um ano. Mas, em maio de 2026, a Justiça portuguesa decidiu a favor do casal: não havia risco real de confusão entre um licor de feira e uma grife de luxo, e as letras “L” e “V” não são propriedade exclusiva de ninguém. Nas palavras deles, “o L e o V são de toda a gente”.

E aqui está o que isso ensina, inclusive pra quem empreende no Brasil, onde a lógica é a mesma. Receber uma ameaça de uma marca famosa não signif**a automaticamente que você está errado. Gigante também erra, também exagera, e às vezes usa o próprio tamanho pra intimidar quem não tem como reagir. O que muda o jogo é você ter a sua marca registrada e bem estruturada, porque é isso que te dá chão pra enfrentar a briga em vez de simplesmente recuar.

Registro não é só proteção contra cópia. É o que te dá o direito de dizer “não” até pra quem é muito maior que você.

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04/09/2026

“Quebra de patente” virou pauta no Congresso por causa das canetas de emagrecer. E o nome engana quase todo mundo, porque não é o que parece.

O que aconteceu: a Câmara aprovou, em regime de urgência (337 votos a 19), um projeto que declara os remédios à base de tirzepatida, o Mounjaro e o Zepbound, como de interesse público, o primeiro passo rumo a um possível licenciamento compulsório. Há projeto parecido no Senado. O gatilho é o preço, na casa dos milhares de reais por mês.

Aqui mora a confusão. Quebra de patente não acaba com a patente nem toma o direito da empresa de graça. É uma licença compulsória: o governo autoriza, de forma temporária e por interesse público, que outros laboratórios produzam o remédio, e o dono da patente continua recebendo royalties. Está previsto na Lei de Propriedade Industrial e em acordos internacionais.

E daí vem o debate legítimo, com argumento dos dois lados. De um lado, defende-se que baratearia o tratamento e ampliaria o acesso pelo SUS. Do outro, alerta-se para a insegurança jurídica e o risco de afastar investimento em inovação. É uma decisão de política pública, e ela cabe ao Congresso.

A gente f**a na parte técnica: explicar o que o termo realmente signif**a, sem juridiquês. E você, o que acha dessa discussão? Comenta aqui embaixo.

👉 Pra entender patente e marca sem juridiquês, segue a Eixo e clica no link da bio.

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A Rockstar registrou a marca do GTA 6 no Brasil anos antes de o jogo chegar às lojas. Mas nem a empresa dona de uma das ...
02/09/2026

A Rockstar registrou a marca do GTA 6 no Brasil anos antes de o jogo chegar às lojas. Mas nem a empresa dona de uma das maiores franquias do mundo passou 100% limpo no INPI. E o motivo ensina algo que quase todo negócio ignora.

Em janeiro de 2026, o INPI concedeu o registro de “Grand Theft Auto VI” à Take-Two, com exclusividade de uso comercial no Brasil por dez anos. Isso vale pro jogo e também pros produtos licenciados, camiseta, colecionável, o pacote todo. E o registro antecipado já dá respaldo pra derrubar site de pré-venda falsa e pirataria antes mesmo de o jogo existir na prateleira.

Só que teve um tropeço pontual. O INPI negou parte do registro do logo “VI” numa categoria específ**a: a de materiais impressos, tipo revistas e cadernos, por risco de confusão com marcas de papelaria que já existiam. A empresa recorreu. Na categoria que mais importa, jogos e software, passou de primeira.

E aqui está a lição que o caso escancara. No Brasil, marca se registra classe por classe, e cada categoria tem o seu próprio processo. Ser aprovado numa não garante aprovação em outra. Achar que “registrei minha marca” cobre tudo o que você vende é um dos erros mais comuns, e mais caros, de quem protege pela metade.

Se você desenvolve um produto novo, valem as duas lições da Rockstar juntas: registrar cedo, pra já ter proteção antes do lançamento, e mapear cada categoria em que você atua, uma por uma, pra não deixar brecha justo onde você vende.

👉 Clica no link da bio e registre a sua marca nas classes certas, com a Eixo.

A empresa mais bem avaliada pelos clientes no Google em propriedade intelectual.

01/09/2026

Arquiteto ou engenheiro: se chegou um e-mail de “processo de compliance” do AutoCAD ou do SketchUp na sua caixa, respira antes de fazer qualquer coisa. Muita gente da área está recebendo, e o maior erro é decidir no susto.

A mensagem costuma vir em nome da fabricante ou de um escritório de advogados, dizendo que o sistema detectou uso sem licença ligado ao seu domínio ou à sua máquina, às vezes por anos. E já vem a exigência: comprar várias licenças, muitas vezes da versão mais cara, pra encerrar o caso, tudo com tom de urgência.

Aqui está o equilíbrio que quase ninguém enxerga no susto. A empresa tem, sim, o direito legítimo de proteger o software dela, esses programas de conformidade existem e são reais. Mas você também tem direito de exigir a prova técnica antes de pagar qualquer coisa: qual instalação, em qual máquina, em qual período, e por que o número de licenças exigido é esse. Antes disso, confirme também se o e-mail é autêntico, porque circulam golpes que imitam essas notif**ações.

Com a prova em mãos, o jogo muda. Dá pra comprovar que você está regular, corrigir uma instalação antiga esquecida ou negociar algo proporcional ao uso real, em vez de pagar de cara o valor que foi jogado na mesa. O que não vale é tratar uma cobrança alta como sentença antes de ela ser provada.

👉 Recebeu uma notif**ação dessas? Comenta aqui. E, se precisar, a Eixo conduz as tratativas técnicas e jurídicas por você. Chama no link da bio.

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O celular da marca Trump foi anunciado com festa em junho de 2025 e atrasou meses pra chegar. Mas tem uma parte do proje...
31/08/2026

O celular da marca Trump foi anunciado com festa em junho de 2025 e atrasou meses pra chegar. Mas tem uma parte do projeto que nunca dependeu do aparelho f**ar pronto: a marca.

Logo no anúncio, a empresa registrou os nomes “Trump” e “T1” no escritório de marcas dos EUA, cobrindo celulares, capinhas, carregadores, lojas e serviço de telefonia, tudo antes do produto existir de fato. E em abril de 2026 veio uma segunda rodada, o registro do plano “The 47 Plan”.

Repara no que isso ensina, longe de qualquer opinião sobre a marca em si. O registro protege o nome desde o pedido, não a partir do dia em que o produto chega na prateleira. Enquanto o aparelho patinava, os nomes já estavam blindados: ninguém mais podia usar “T1” ou “The 47 Plan” pra vender algo parecido.

E os advogados leem ainda um segundo sinal nisso. Quando uma empresa faz uma nova rodada de pedidos assim, costuma ser indício de que o projeto continua sério, mesmo sem data confirmada. O registro é, ao mesmo tempo, escudo e declaração de intenção.

A lição pro seu negócio é direta: a proteção do nome não espera o produto. Você registra a marca antes de lançar, antes de divulgar, enquanto o nome ainda está livre. Quem espera o produto f**ar pronto pra correr atrás do registro, muitas vezes descobre que outro chegou primeiro.

👉 Vai lançar um produto ou serviço novo? Clica no link da bio e registre a marca com a Eixo antes da divulgação.

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27/08/2026

Na academia nova da Virgínia, a WeGym, quem aparece como dono do nome no INPI não é ela nem a empresa dos sócios. É um sócio só, no CPF dele. E o pedido ainda está em análise.

Os mesmos donos têm a WePink, a marca de cosméticos que fatura mais de um bilhão por ano. E lá foi feito do jeito certo: são mais de cinquenta registros, todos no nome da empresa. Mesma turma, dois caminhos opostos com a própria marca.

Por que isso importa tanto? Porque no Brasil quem tem o registro é o dono do nome. Se a sociedade um dia se desfizer, a marca no CPF de um sócio vai embora com aquela pessoa, mesmo que os outros tenham construído tudo junto. No nome da empresa, ela pertence ao negócio inteiro.

E não é desconfiança de sócio, é estrutura. A pergunta que evita a briga não é “de quem é a marca?”. É “a gente já combinou isso, no papel?”. Sociedade saudável resolve a titularidade enquanto está tudo bem, não no pior momento, quando cada um puxa pro seu lado.

Se você tem sócio, ou pretende ter, para e pensa: em nome de quem vai f**ar a marca? Decidir isso cedo custa uma conversa. Decidir tarde custa o nome.

👉 Clica no link da bio e estruture com a Eixo a titularidade da sua marca antes que ela vire problema.

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Se você mascou chiclete Ping Pong quando criança, presta atenção. Essa marca, com quase 80 anos de história, acabou de m...
26/08/2026

Se você mascou chiclete Ping Pong quando criança, presta atenção. Essa marca, com quase 80 anos de história, acabou de mudar de dono. E não foi por venda: foi por abandono.

O Ping Pong pertencia a uma empresa ligada à Mondelez, mas parou de ser vendido no Brasil em 2015. Aí entra uma regra que muita gente nem sabe que existe: uma marca sem uso por cinco anos seguidos pode ter o registro cancelado. Isso se chama caducidade.

Em 2023, uma concorrente, a ASC Brands, foi ao INPI, mostrou que o Ping Pong estava parado, e pediu o cancelamento. O INPI aceitou. Décadas de história e reconhecimento mudaram de mãos porque ninguém manteve a marca viva no papel. E não parou nela: no mesmo lote, o Ploc caiu junto.

E aqui está o que isso ensina pro seu negócio. Registrar a marca não é o fim da linha, é o começo. O direito se mantém com uso contínuo e acompanhamento de prazos, senão ele escorre pelos dedos, e um concorrente atento pega o nome que você construiu. Marcas gigantes têm times de advogados só pra cuidar disso. Quem não tem essa estrutura precisa que o cuidado venha de outro lugar.

👉 Quer manter o registro da sua marca em dia e protegido? Clica no link da bio e fala com a Eixo.

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