Conselho Municipal dos Povos de Terreiro de Caxias do Sul

Conselho Municipal dos Povos de Terreiro de Caxias do Sul Conselho Municipal dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e Matriz Africana

30/08/2026

🎉 CHEGAMOS AOS 1.000 SEGUIDORES! 🎉

E promessa é dívida: agora o CMTMA tem direito à LIVE! 📲✨

Para comemorar essa conquista, 6 conselheiros toparam participar da nossa PRIMEIRA LIVE em uma entrevista especial. E quem vai escolher o entrevistado é VOCÊ! 👀

A votação começa AGORA nos nossos stories!

Você pode votar em:

🔥 Henry de Xangô
⚪ Nado de Oxalá
🪓 Mãe Aline de Xangô
🔱 Pai Alex do Bará
🌪️Mena de Oyá
⚔️ Rafael de Ogum

Então corre pros STORIES, vote no seu escolhido e ajude a decidir quem vai estar com a gente na nossa primeira live! 🗳️

1.000 seguidores. Agora a conversa é ao vivo. ✨

28/08/2026

Vem com a gente na busca por 1000 seguidores para a gente poder ter live e VOCÊ escolher com quem quer conversar 💃🏽✨📿✊🏽

25/08/2026

Com trajetória na Polícia Civil do Rio Grande do Sul e atuação voltada à segurança pública e à garantia de direitos, o delegado Vinícius Nahan dos Santos tem se destacado também no enfrentamento ao racismo, à discriminação e à intolerância religiosa.

Sua participação na Reunião Pública do CMTMA fortalece a importância do diálogo entre os Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e as instituições responsáveis pela proteção de direitos e pela segurança pública.

Falar sobre intolerância religiosa é falar sobre cidadania, dignidade, respeito e democracia.

É também construir caminhos para que a liberdade de culto seja, de fato, um direito garantido a todas e todos.

24/08/2026

🥁 QUANDO O TAMBOR ENSINA, A CULTURA CONTINUA.

O CMTMA presta sua homenagem e agradece aos alabês mais antigos de Caxias do Sul, que, ao longo de suas trajetórias, têm dedicado tempo, conhecimento e compromisso para ensinar as novas gerações.

Cada toque aprendido carrega uma história.
Cada ponto ensinado guarda uma memória.
Cada ensinamento compartilhado mantém viva uma tradição.

Ensinar o tambor é muito mais do que transmitir uma técnica. É compartilhar saberes, fortalecer a ancestralidade e garantir que aquilo que foi recebido de nossos mais velhos continue sendo aprendido, praticado e ressignificado pelas novas gerações.

A vocês, que ensinam para que outros possam tocar, nossa gratidão e nosso respeito.

Que o tambor continue ecoando.
Que os saberes continuem circulando.
Que as gerações continuem aprendendo.
E que nossa cultura continue viva.

🥁 Nossa ancestralidade toca. Nossa cultura continua.

CMTMA — Conselho Municipal dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro de Caxias do Sul

23/08/2026

Durante nossa Reunião Pública, a Secretária Municipal da Cultura, Tatiane Frizzo, compartilhou sua participação na construção e no surgimento do CMTMA, relembrando um capítulo importante da nossa caminhada institucional.

Reconhecer essa trajetória também é reconhecer quem ajudou a abrir caminhos para que hoje os povos e comunidades tradicionais de terreiro e de matriz africana tenham um espaço de representação e diálogo com o poder público.

Nossa gratidão, Tatiane, por ter feito parte dessa história e por contribuir para que esse caminho pudesse ser construído. Seguimos honrando o que foi conquistado e trabalhando para que novos caminhos sejam abertos.

23/08/2026

Entre mãos pequenas e mãos que carregam décadas de história, o tambor encontra um mesmo caminho: o da continuidade.

Uma geração ensina, outra escuta, outra aprende, e assim o saber segue vivo. No toque de uma criança existe a possibilidade do futuro; nas mãos de quem veio antes, existe a memória de tudo o que precisou ser preservado para que esse toque chegasse até aqui.

É assim que a ancestralidade permanece: não parada no passado, mas passando de mão em mão, de ouvido em ouvido, de coração em coração.

Porque quando diferentes gerações tocam o mesmo tambor, não são apenas ritmos que se encontram. É o passado, o presente e o futuro fazendo Axé juntos.

23/08/2026

Encerramos nossa Reunião Pública como começamos: com o tambor, com a ancestralidade e com o Axé.

No cortejo de encerramento, os Alabês tocaram para Exu, enquanto a pipoca era lançada ao caminho, em um momento de celebração, fé e conexão com o sagrado.

O som dos tambores marcou o fim de uma tarde de diálogo e reconhecimento, mas também anunciou que os caminhos continuam abertos para novas lutas, novos encontros e novas conquistas.

Porque quando o tambor toca, a memória se movimenta. E quando Exu abre os caminhos, a caminhada continua.

Laroyê Exu! 🖤❤️

23/08/2026

“Temos conselhos, temos uma compensação histórica, mas ainda temos muitas lutas pela frente.”

Durante nossa Reunião Pública, a deputada federal Denise Pessôa destacou a importância da participação social e dos espaços de representação construídos pelos povos de terreiro, reconhecendo que cada conquista é também resultado de uma trajetória histórica de luta.

Ter conselhos, ocupar espaços institucionais e garantir políticas públicas é parte desse caminho. Mas a construção continua: há direitos a proteger, políticas a fortalecer e muito a avançar.

A luta por reconhecimento, respeito e justiça histórica não termina com uma conquista. Ela se fortalece quando a comunidade permanece organizada e ocupando os espaços de decisão.

23/08/2026

Pipoca também é memória. Pipoca também é Axé.

Durante nossa Reunião Pública, lembramos que aquilo que muitas vezes parece simples aos olhos de quem não conhece carrega significados profundos dentro das tradições dos povos de terreiro.

A pipoca, presente em diferentes práticas e tradições de matriz africana, nos lembra que o sagrado também vive naquilo que a intolerância, muitas vezes, tenta reduzir ao desconhecido.

Conhecer é respeitar. Educar é combater a ignorância. E reconhecer nossos saberes é também preservar nossa memória.

23/08/2026

A intolerância religiosa também nasce da ignorância: do desconhecimento, dos estereótipos e da recusa em reconhecer a história e a humanidade do outro.

Por isso, educar é uma forma de combater o racismo religioso. Conhecer a história dos povos de terreiro, seus saberes, suas tradições e sua contribuição para a cultura é romper com preconceitos que foram ensinados e abrir espaço para o respeito.

Porque onde falta conhecimento, o preconceito encontra terreno fértil. Onde existe educação, podemos plantar respeito, consciência e liberdade.

Endereço

Rua José Soares De Oliveira, 2. 557
Caxias Do Sul, RS

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