Coletiva Raiz

Coletiva Raiz Coletiva Feminista

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Dia 29 de agosto é Dia da Visibilidade Lé***ca. Nascido a partir do dia em que houve o primeiro Seminário Nacional das L...
29/08/2015

Dia 29 de agosto é Dia da Visibilidade Lé***ca. Nascido a partir do dia em que houve o primeiro Seminário Nacional das Lé***cas, a data visa chamar atenção para falta de representatividade, de políticas púbicas e de saúde para essas mulheres na sociedade.

A importância de dar destaque às pautas das lé***cas é uma das necessidades prementes do movimento feminista. Dado o caráter de resistência à sexualidade centrada no desejo masculino que a lesbiandade tem, sua importância política no enfrentamento às instituições patriarcais resume algumas das principais pautas feministas: o combate aos padrões da heterossexualidade compulsória e à fetichização, e a promoção do amor e da cooperação entre as mulheres.

Como mulheres, e ainda mais marginalizadas devido à sua orientação sexual, as lé***cas não são contempladas dentro dos movimentos sociais que lutam pelos direitos da população LGBT, pois suas pautas específicas são sempre deixadas de lado em prol das pautas dos homens. Assim, são invisibilizadas dentro de seu próprio movimento, ao qual tanto se dedicaram ao longo da história de luta pelos direitos humanos. É, então, dever do feminismo acolher essas mulheres, ouví-las e lutar ao seu lado.

Ainda vistas como cuidadoras universais e responsáveis pelo bem-estar, mulheres lé***cas foram as únicas a fornecerem cuidados à pessoas contaminadas com o vírus do HIV nos anos 80, quando nem mesmo profissionais da saúde tiveram coragem de assumir o enfrentamento à AIDS. Mesmo com esta dívida histórica do movimento para com elas, continuam como pauta secundária.

Quanto a cooptação dos movimentos pelo patriarcado-capitalista, homens g**s têm sido beneficiados por esse sistema enquanto mulheres lesbianas encontram dificuldades para trabalhar, estando relegadas aos subempregos por serem mão de obra barata. No caso das que são mães a invisibilidade é ainda mais gritante, por terem sua existência desumanizada diante da conjuntura, sem garantias do mínimo para a sobrevivência.

Lé***cas existem e resistem, a contragosto das estruturas de dominação e exploração.

[Na foto: Audre Lorde, militante negra, feminista e lé***ca]

Porque o estupro ainda é institucionalizado e nossos corpos permanecem vulneráveis a vontade dos homens. Enquanto não ho...
28/05/2015

Porque o estupro ainda é institucionalizado e nossos corpos permanecem vulneráveis a vontade dos homens. Enquanto não houverem espaços ocupados por mulheres, não haverá paz para todas nós.

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/mulherio/quando-as-universidades-vao-levar-o-tema-do-estupro-a-serio-o-caso-da-ufpr/

O estupro, ou a ameaça, a apologia e a banalização do tema de estupro, é algo cada vez mais presente nas universidades. Nos Estados Unidos, não há uma grande universidade que não registre tais crimes em suas dependências (como alojamentos). Em uma delas, Columbia, uma jovem de nome Emma Su

23/05/2015

Alo mulheres!
Reconhecemos a necessidade de um espaço exclusivamente feminino para falar sobre machismo na esquerda, levando em consideração os atuais casos de estupro que tem sido levantados na UFPR.
Semana que vem vamos fazer uma reunião aberta (para mulheres) para falar sobre isso.
Quer participar? Manda uma inbox que assim que o local estiver definido avisamos! (: vai ser sábado as 15:00.

21/05/2015

Respondemos todos os emails de mulheres interessadas em participar da Coletiva, fiquem de olho, sábado tem reunião! :)

16/05/2015

Estupro na UFPR, de novo.

Nós, mulheres militantes da Coletiva Raiz sentimos a necessidade de nos posicionar publicamente sobre alguns casos, que são recorrentes, mas tem repercutido cada vez mais.
Na última semana chegou a nós um caso de estupro numa festa da UFPR. Sabemos que situações de abuso são comuns em todas (sim, em todas) as festas de universidades, tanto públicas quanto privadas, onde uma garota em situação vulnerável ou não acaba sofrendo abuso sexual. Dessa vez não foi diferente. É importante ressaltar que o estuprador em questão é um militante ativo da esquerda e faz parte de grupos mistos, estando em constante contato com várias mulheres, colocando-as em risco. Como também sabemos, raramente algo é feito quando essas denúncias surgem, as vítimas se calam por medo de represálias e/ou processos por difamação, que são comuns quando o caso não é o “clássico” do imaginário popular acerca de situações de estupro (um desconhecido num beco escuro ataca a mulher de bem). Para além disso, quando a denúncia chega a ser minimamente difundida, o estuprador não sofre qualquer tipo de consequência, ou sequer mudança nos seus hábitos sociais, seus amigos e companheiros de militância “passam pano”. Por isso também é importante pontuar que somos totalmente contra qualquer tipo de relação social com agressores, seja um oi na cantina, seja uma cerveja no bar, sabendo que quando acolhemos o estuprador, ostracizamos a vítima.
Por meio desta registramos a nossa solidariedade às vítimas (sim, mais de uma) do estudante de Humanas da Universidade Federal do Paraná e não só desse caso em específico, nos colocamos a disposição para ajudar no que for necessário, tanto no processo jurídico como para conseguir apoio psicológico e emocional; Ressaltamos a importância da união das mulheres em espaços onde qualquer tipo de denúncia se transforma em “fofoca” ou “vigança” para ser deslegitimada, a fofoca é uma arma importante que nós temos para nos alertarmos e compartilharmos informações sobre homens. Levem em consideração o que vocês ouvem de outras mulheres, estejam atentas.
Há alguns meses atrás haviamos feito uma denuncia pela página da Coletiva que recebeu bastante visibilidade, sobre o caso de um grupo de estupradores nos arredores da PUC/PR. Na época a Reitoria entrou em contato conosco e nos colocamos a disposição para construir uma campanha de conscientização, infelizmente não tivemos mais retorno, porque as coisas são fácilmente esquecidas e a vida das mulheres não é lá tão importante. Continuamos nos disponibilizando para construir espaços de discussões, ações de conscientização e união, que venham a criar uma rede segura de mulheres dentro e fora da universidade para que essas denúncias sejam levadas em consideração e, no pior dos casos, que sejam difundidas e cheguem aos ouvidos de todas.

A Coletiva Raiz não milita com homens.

08/05/2015

Olá, mulheres

Estamos abrindo vagas para as que se interessam em construir a coletiva conosco. Se você tiver interesse, mande um e-mail para: [email protected] e assim forneceremos mais detalhes.

07/03/2015

História do Dia Internacional da Mulher

Em 1975, a ONU celebrou Ano Internacional da Mulher no dia 8 de Março. A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução proclamando um Dia das Nações Unidas para os Direitos da Mulher e para a Paz Internacional, em 1977, a ser notado em qualquer dia do ano pelos Estados-Membros, respeitando datas e tradições históricas e nacionais.

Mas por que 8 de Março?

Ao contrário do que se acredita, o Dia da Mulher não foi estipulado por causa do desastroso incêndio em Nova York, que ocorreu em 1911, mas por uma série de outros eventos relacionados à reinvindicação de direitos das mulheres que ocorreram entre os meses de fevereiro e março em vários países da Europa, no início do século XX, e do II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, realizado em agosto de 1910 em Copenhagen.

Ao participar do II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, Clara Zetkin propôs a criação de um Dia Internacional da Mulher sem definir uma data precisa. Clara Zetkin (1857-1933), alemã, membro do Partido Comunista Alemão, deputada em 1920, militava junto ao movimento operário e se dedicava à conscientização feminina.

Em 8 de março 1917 (23 de fevereiro no Calendário Juliano), trabalhadoras russas do setor de tecelagem entraram em greve e pediram apoio aos metalúrgicos. Para Trotski esta teria sido uma greve espontânea, não organizada, e teria sido o primeiro momento da Revolução de Outubro.

Na década de 60, o 8 de Março foi sendo constantemente escolhido como o dia comemorativo da mulher e se consagrou nas décadas seguintes. Certamente, esta escolha não ocorreu em consequência do incêndio na fábrica têxtil Triangle, em Nova York, embora este fato tenha se somado à sucessão de enormes problemas das trabalhadoras em seus locais de trabalho, na vida sindical e nas perseguições decorrentes de justas reivindicações.

Gostaríamos de lembrar que o Dia Internacional da Mulher foi criado com o objetivo de fazer com que mulheres tomem conhecimento e lutem por seus direitos na sociedade e lamentamos que seja utilizado para fomentar interesses comerciais, às custas da estereotipação da imagem e do comportamento da mulher.

Obs.: Apesar da menção do fato em diversos sites, não foi encontrada nenhuma documentação confiável sobre uma greve de mulheres em uma fábrica de tecidos, que resultou em um incêndio criminoso em 1857, em Nova York. O mais próximo deste fato foi o ocorrido em 1911, na Tirangle Factory.

Referências:

BLAY, Eva Alterman. 8 de março: conquistas e controvérsias. Disponível em: .

WOMEN WATCH. History of International Women’s Day. Disponível em: .

19/02/2015

Tradução livre por membras da Coletiva e com colaboração de mulheres da GARRa Feminista.

http://www.newstatesman.com/politics/2015/02/are-you-now-or-have-you-ever-been-terf

Você é ou já foi uma TERF?

No fim de semana uma carta foi publicada no Observer, assinada por 130 pessoas que chamaram para debate aberto nas universidades, e criticaram o silenciamento ou "no platforming"* de pessoas cujos pontos de vista são considerados transfóbicos ou "whorephobics"*.
Dois signatários de alto perfil, Mary Beard e Peter Tatchell, foram imediatamente inundados com abusos e ameaças. Ambos acabaram por fazer declarações (Beard em seu blog http://goo.gl/ITZmg2, e Tatchell para Pink News http://goo.gl/3wlvw9) em que reiteraram seu apoio ao princípio de liberdade de expressão, mas tiveram cuidado de se distanciar das "TERFs" (feministas radicais trans-exclusionárias) que são os principais alvos das táticas que a carta criticava. "Não me confunda com essas pessoas", era a mensagem. "Eu defendo o direito delas de expressarem suas opiniões, mas eu acho essas opiniões tão repulsivas quanto vocês".

Lendo estas declarações, não pude deixar de pensar sobre o fim do romance de George Orwell, 1984, onde Winston diz para seus torturadores para fazerem isso à sua amada Julia, não a ele. É covarde, mas como um leitor você entende; você reconhece que na posição dele você provavelmente faria o mesmo. Nesse contexto, é um sinal da efetividade da tática McCarthy, desenvolvida por alguns transativistas. No Twitter há uma lista negra chamada de "blockbot", que inclui o nome dos usuários do Twitter que tem sido denunciados por twittar algo que alguém considera suspeito, junto com as razões para a sua inclusão na lista[1]. Qualquer um pode inspecionar a lista se quiserem saber quem são as TERFs, e não há nada que os impeça de repassar essa informação. Se você trabalha na academia, como Mary Beard, ou se você é um ativista LGBT veterano como Peter Tatchell, você realmente não quer estar nessa lista. Os dois foram vítimas de uma outra clássica tática McCarthy, culpa por associação. E eles responderam tentando dissociar-se, não só das TERFs que foram "no-platformed", mas também de qualquer TERF que possa estar escondida entre os signatários da carta.

Porque essas táticas tem sido eficazes, o conhecimento geral do que as tão-chamadas TERFs realmente acreditam é limitado ou não existente. Que sua posição é equivocada e moralmente repugnante é praticamente um dado adquirido: mas se questionado sobre o que é realmente, no entanto, quase ninguém poderia dar uma resposta baseada em declarações das próprias TERFs. O que se repete em público é que as TERFs são simplesmente fanáticas, atacando uma pequena minoria oprimida por puro medo irracional e ódio. Elas são acusadas de negar o direito das pessoas trans de existir, e de incitar a violência contra elas.

Se isso fosse verdade, a no-platforming seria justificada. Mas, com muito poucas exceções, não é verdade. Feministas de todo o espectro político apoiam o direito das pessoas trans não serem discriminadas no trabalho, vítimas de perseguição ou submetidas a agressão física e sexual. Sobre esse último ponto, há uma particularmente clara intersecção entre as pautas feministas e trans. As feministas radicais têm estado na vanguarda das campanhas contra a violência masculina e exigindo justiça para suas vítimas: ataques a pessoas trans, esmagadoramente perpetrados por homens, são vistos como parte do mesmo problema. Não há absolutamente nenhuma dúvida sobre se tais ataques devem ser condenados: eles devem ser e são.

Então, o que leva as pessoas a serem rotuladas TERFs não é sua oposição aos direitos fundamentais com os quais a maioria das pessoas trans se importa. Pelo contrário, é uma forma de dissidência política: você é rotulada de TERF se questionar ou criticar a ideologia bizarra que atualmente é promovida por alguns transativistas. Enfatizo a palavra "alguns" aqui, porque os ativistas em questão são assíduos e influentes, mas certamente não falam por toda a comunidade trans: seus críticos incluem pessoas que são trans também. Se discordar de seus pontos de vista extremos faz de você uma TERF, então, francamente, quase todo mundo é uma TERF.

O cerne da ideologia à qual estou me referindo é a afirmação de que "mulheres trans são mulheres" (ouvimos muito menos de/sobre homens trans). O que essa afirmação significa exatamente depende se a pessoa está usando a palavra "mulheres" para se referir a uma categoria social ou biológica. No primeiro caso, há uma discussão a ser feita (embora as pessoas possam discordar razoavelmente em suas conclusões), mas no segundo caso a afirmação é claramente falsa. Mulheres trans não são, por definição, mulheres biológicas. No entanto, na versão mais extrema dessa ideologia, não é possível dizer isso sem ser rotulada como uma TERF.

Um argumento comum para afirmar que mulheres trans são mulheres é que, embora elas sejam anatomicamente do s**o masculino, seus cérebros são do s**o feminino, e é o s**o do cérebro que determina a identidade de gênero de alguém. Este ponto de vista tem apoio entre alguns cientistas, mas outros o negam: não há, no presente, consenso entre especialistas. Será que querer debater argumentos faz de você um propagador fanático de discurso de ódio?

Outros argumentos defendidos por alguns transativistas são totalmente desprovidos de embasamento científico, já que negam a existência de dimorfismo sexual humano. Alguns argumentos trans nesse ponto são uma reminiscência de idéias criacionistas sobre evolução, segundo eles a idéia da diferença sexual binária é apenas uma teoria, imposta por razões ideológicas. Um artigo atualmente circulando online[2] não apenas aponta que há pessoas inters**o (que todos podemos concordar que existem, embora isso não refute o princípio básico de dimorfismo), ele também afirma que os indivíduos que tem SOP (síndrome do ovário policístico) são "realmente" inters**o. Se assim fosse, certamente aumentaria o número de pessoas "não binárias", já que é estimado que pelo menos 5% das mulheres (algumas estimativas apontam para próximo de 20%) tem SOP. Mas ter SOP não significa que você não é do s**o feminino.

Na prática, todo mundo sabe que as mulheres trans não são idênticas às mulheres, mas se você não quer ser chamada de TERF você deve negar as diferenças tanto quanto possível. Para as feministas isso se tornou um problema em particular: qualquer discussão de experiências que não são compartilhadas por mulheres trans, porque elas não nasceram com corpos femininos, é suscetível de ser denunciada como "trans-exclusionária". Essa foi a razão pela qual um colégio feminino dos EUA anunciou recentemente que iria descontinuar a sua apresentação anual de Monólogos da Vagina[3]: é exclusionário falar sobre vaginas quando algumas mulheres não têm uma. No ano passado, uma transativista no Twitter[4] denunciou campanhas feministas contra a mutilação ge***al feminina por ser "cissexista". As discussões sobre menstruação, gravidez e direito ao aborto[5] são todas regularmente interrompidas pela mesma queixa.

Outra coisa que devemos negar agora é também as diferenças que existem entre mulheres trans auto-identificadas. A categoria tem sido ampliada ao longo do tempo para abranger biologicamente mais indivíduos do s**o masculino que não alteraram seus corpos, e em alguns casos não vivem permanentemente como mulheres, mas alternam entre identidades masculina e feminina. Sua condição de "mulheridade" é baseada em uma combinação de declarações performativas de que são mulheres e em características superficiais de demarcação de gênero, como os nomes que usam e as roupas que vestem. No entanto, eles invocam o princípio de que "mulheres trans são mulheres": se você se identifica como mulher então você é uma mulher, e deve ser tratada como tal pelos outros. Em alguns círculos é considerado transfóbico que mulheres questionem a presença de pessoas que visivelmente possuem órgãos se***is masculinos em espaços como vestiários femininos, ou que mulheres lé***cas se recusem a reconhecer essas pessoas como potenciais parceiras se***is (uma resistência que algumas vezes é chamada de teto de algodão*, uma frase que está lotada de misoginia e entitlement* masculino). Não são apenas feministas radicais que acham isso problemático: algumas mulheres trans também acham. É isso apenas fanatismo irracional?

Durante o debate sobre a carta no Observer, um homem que tinha finalmente compreendido do que se tratava a disputa Trans vs TERFs twittou (parafraseando para a sua própria proteção): "Então, você está dizendo que temos que fingir acreditar em mentiras para sermos agradáveis. Como dizer que eu acho que gatos podem voar". Para evitar ofender um grupo minoritário - ou para evitar a perseguição dos seus membros mais extremos e influentes - é como se nós todos concordássemos em viver em um mundo de fantasia, onde a realidade é o que quer que certas pessoas digam que é. Meu p***s é do s**o feminino. É excludente que as feministas falem sobre corpos femininos. Os gatos podem voar. Ignorância é conhecimento.

TERF não é alguém que contesta o direito das pessoas trans de existir. O que ela contesta é o direito de um pequeno subconjunto de extremistas trans imporem sua definição de realidade e sua agenda política para todo mundo. Uma TERF é alguém preparada para dizer que o imperador não está usando roupas. Embora eu entenda seus medos, me perturba que tenhamos chegado ao ponto onde pessoas como Mary Beard e Peter Tatchell se sintam obrigados a jogar as TERFs aos lobos ao invés de se oporem ao Imperador e sua Corte.

Links relacionados:
[1]http://www.vice.com/en_uk/read/whats-the-block-blot-martin-robbins-757
[2]http://disruptingdinnerparties.com/2014/04/08/take-the-red-pill-the-truth-behind-the-biology-of-sex/
[3]http://jezebel.com/mount-holyoke-cancels-the-vagina-monologues-for-trans-1679845927
[4]http://elegantgatheringofwhitesnows.com/?p=2069
[5]http://www.thenation.com/article/178140/feminisms-toxic-twitter-wars

Tradução/explicação:
*"No Platforming: é um posicionamento no qual grupos anti fascistas se recusam a permitir fascistas uma oportunidade para agir como partidos políticos normais, que, por vezes, inclui fisicamente negar a eles a liberdade de operar"
*Vadiafóbica (em tradução livre)
*Teto de Algodão: "Cotton Ceiling - ou "Teto de Algodão" - é o termo cunhado por transativistas para referirem-se à "barreira" que as trans encontram ao tentarem se relacionar sexualmente com lé***cas. Essa barreira nada mais é do que o que chamamos de consentimento.
Esse termo faz referência a um outro - "Teto de Vidro" - cunhado por feministas da segunda onda para identificar e combater as dificuldades encontradas por mulheres para ascender a posições de poder e autoridade no mercado de trabalho.
Enquanto o conceito original, Teto de Vidro, busca evidenciar e esclarecer uma das formas pelas quais a mulher é oprimida e mantida fora do poder econômica e socialmente, ainda que esteja inserida no mercado de trabalho, o segundo apropria-se do primeiro para reclamar o acesso a s**o com lé***cas.Como se o acesso a s**o fosse um direito e a negativa desse acesso - o não consentimento da lé***ca ao s**o quando inclua um p***s - uma forma de opressão (transfobia)." http://pt.dicionariafeminista.wikia.com/wiki/Cotton-Ceiling
*Entitlement: "falso merecimento; um sentimento ou uma crença que se é merecedor de alguma coisa ou alguém"

Estamos voltando a ativa!Convidamos mulheres que queiram participar das reuniões organizativas da Coletiva, e tenham ali...
26/01/2015

Estamos voltando a ativa!
Convidamos mulheres que queiram participar das reuniões organizativas da Coletiva, e tenham alinhamento com a teoria radical, a entrarem em contato conosco (inbox aqui pela página mesmo). Nossa primeira reunião é na última semana de Fevereiro, depois do Carnaval.
Além disso, em Março vamos fazer uma Reunião Aberta, com data e local a confirmar. Assim que o evento ficar pronto postamos aqui na página!

24/12/2014

"Hoje é um dia sufocante pra muita gente.
Dia em que desejamos que Papai Noel realmente existisse
Pra nos presentear com a destruição da instituição da família
Para vermos os muros e as máscaras caindo
E os abusadores e violentadores ganhando nomes
Para rompermos com o silêncio instaurado por anos
''Sim, mamãe, foi ele. E vem sendo ele por anos.''
''Aquelas marcas no meu rosto não foram tombos de bicicleta.''
''Ele não é o homem de bem que a senhora imagina.''
Mas já que Papai Noel não existe, a gente luta contra todas as estruturas que mantém essa (e muitas outras) instituição forte.
E o caminho é longo.
E o silêncio perdura.
(Tente quebrá-lo!)
Eu desejo que você passe o dia de hoje com pessoas que te amam
E que você realmente ama
Não com quem você foi obrigada/o a fingir que ama durante todos esses anos."
- Gaia Kalashnikov

Mulheres de Curitiba que estão no rolê Hardcore, prestem atenção à denúncia n°4 e não deixem agressão passar nunca. Que ...
19/12/2014

Mulheres de Curitiba que estão no rolê Hardcore, prestem atenção à denúncia n°4 e não deixem agressão passar nunca. Que nos apoiemos sempre mutuamente.

https://elesnaopassarao.wordpress.com/

Agressores não passarão!

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Curitiba, PR

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