Espaço Cultural - Biblioteca & Museu

Espaço Cultural - Biblioteca & Museu Cultura é vida, memória e aprendizado.

Esta página celebra a cultura do conhecimento, valorizando o saber que nasce nos livros, se preserva nos museus e transforma pessoas todos os dias - ADM. 2021/2024 - 2025/2028.,

Responsável: Jean Carlos de Andrade Esta página celebra a cultura do conhecimento, valorizando o saber que nasce nos livros, se preserva nos museus e transforma pessoas todos os dias. Aqui, o objetivo é inspirar curiosida

de, promover educação e fortalecer a riqueza cultural que nos conecta ao passado, ilumina o presente e prepara o futuro.

RESGATE HISTÓRICO | Memórias de uma juventude - 10 de agosto de 1972.Há fotografias que ultrapassam o simples registro d...
28/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Memórias de uma juventude - 10 de agosto de 1972.

Há fotografias que ultrapassam o simples registro de um momento. Elas guardam histórias, amizades, sonhos e lembranças de uma época que permanece viva na memória de quem a viveu.

Esta fotografia, registrada em 10 de agosto de 1972, retrata cinco estudantes do Colegial, em Cambuí/MG: Maria, Inês Emergente, Deleziê, Maria Estela e Magda, reunidas diante de um antigo veículo, em um momento de descontração e companheirismo.

Mais do que os rostos e as roupas características daquele período, a imagem nos permite voltar no tempo e perceber um pouco do cotidiano da juventude do Sul de Minas na década de 1970.

Os estilos, a paisagem, o veículo e a simplicidade daquele encontro tornam-se importantes testemunhos de uma sociedade que se transformava, mas que também preservava os fortes laços de amizade e convivência.

Para o Museu de Estiva, preservar registros como este significa valorizar não apenas os grandes acontecimentos, mas também as pequenas histórias que formam a identidade de nossas comunidades.

Cada fotografia antiga é uma janela para o passado e uma oportunidade de aproximar as novas gerações das memórias daqueles que vieram antes.

Da esquerda para a direita: Maria, Inês Emergente, Deleziê, Maria Estela e Magda.

Foto: Redes Sociais - Melhorada por IA

Museu Histórico Municipal de Estiva, preservando memórias, contando histórias e mantendo vivo o patrimônio de nossa gente.
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | MEMÓRIA DE ESTIVA: A PRAÇA CENTRAL E A INFÂNCIA DE OUTROS TEMPOS.Há fotografias que parecem simples,...
27/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | MEMÓRIA DE ESTIVA: A PRAÇA CENTRAL E A INFÂNCIA DE OUTROS TEMPOS.

Há fotografias que parecem simples, mas carregam consigo um pedaço precioso da história de uma cidade.

Esta imagem, registrada na Praça Central de Estiva/MG, por volta do ano de 1990, nos convida a voltar no tempo e observar um cenário que fez parte do cotidiano de muitas gerações.

Ao fundo, destaca-se a antiga Igreja Matriz, imponente e inseparável da paisagem e da história de Estiva.

Em primeiro plano, porém, o olhar se volta para algo ainda mais singelo: a alegria e a inocência de duas crianças sentadas no banco da praça.

Na fotografia estão Lais Marques e Cibele Borges, segundo informações em postagens na rede social, registradas em um daqueles momentos espontâneos da infância que, décadas depois, transformam-se em memória histórica.

A praça, com seus caminhos, jardins, bancos e árvores, sempre foi muito mais do que um espaço público. Foi lugar de encontros, conversas, brincadeiras, celebrações e convivência.

E a presença da antiga Matriz ao fundo reforça a ligação entre a vida cotidiana e a religiosidade que durante tantas décadas marcou a identidade da comunidade estivense.

Hoje, olhar para esta fotografia é perceber como o tempo transforma os lugares, mas não consegue apagar as lembranças daqueles que os viveram.

É assim que a memória de uma cidade se constrói: através de pequenos registros que, preservados, tornam-se grandes testemunhos de um tempo que não volta mais.

Você se lembra dessa praça? Reconhece outros detalhes dessa paisagem ou tem alguma lembrança da antiga Matriz?

Conte para nós. Sua memória também faz parte da história de Estiva!

Museu Histórico de Estiva, preservando imagens, histórias e memórias de nossa gente.
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | MEMÓRIA DE ESTIVA: SEBASTIÃO PEREIRA BORGES E SEU INSEPARÁVEL FORDINHO.Algumas fotografias têm o pod...
27/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | MEMÓRIA DE ESTIVA: SEBASTIÃO PEREIRA BORGES E SEU INSEPARÁVEL FORDINHO.

Algumas fotografias têm o poder de guardar muito mais do que uma imagem.

Elas preservam histórias, costumes, personagens e objetos que fizeram parte da vida de uma comunidade.

Nesta fotografia, encontramos o Sr. Sebastião Pereira Borges, ao lado de seu inseparável Fordinho 1946, um veículo que, com o passar dos anos, tornou-se muito mais do que um meio de transporte: tornou-se parte de sua história e da memória afetiva daqueles que o conheceram.

O antigo Ford, com sua carroceria característica, sua imponente grade frontal e a placa GRR-1946, representa também um período em que os automóveis tinham uma relação muito particular com seus proprietários.

Eram veículos cuidados, preservados e, muitas vezes, carregados de lembranças de uma vida inteira.

A fotografia, datada aproximadamente de 1998, registra Sebastião ao lado de seu querido Fordinho, revelando uma dessas histórias simples e preciosas que ajudam a construir a nossa história.

Hoje, décadas depois, olhar para essa imagem é reencontrar um personagem e um automóvel que, juntos, fazem parte de um tempo que não volta mais, mas que pode continuar vivo através da fotografia e da memória.

O Museu Histórico de Estiva acredita que preservar a história é também preservar as pessoas, seus objetos, seus costumes e as pequenas histórias que formam a identidade de uma cidade.

Você se lembra do Sr. Sebastião Pereira Borges ou desse Fordinho? Que outras histórias você conhece sobre ele?

Acervo de memória histórica - registro compartilhado para preservação da história.
Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | UMA MEMÓRIA QUE VEM DE ESTIVA E CHEGA ATÉ APARECIDA.Há fotografias que ultrapassam o simples registr...
26/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | UMA MEMÓRIA QUE VEM DE ESTIVA E CHEGA ATÉ APARECIDA.

Há fotografias que ultrapassam o simples registro de um momento. Elas guardam rostos, caminhos, encontros e, sobretudo, histórias que merecem continuar sendo contadas.

A imagem que hoje compartilhamos registra uma romaria a Aparecida, no Estado de São Paulo, por volta do ano de 1954. À frente da caminhada, aparece o Cônego Francisco Stella, figura religiosa profundamente ligada à história e à memória de nossa comunidade.

Mais do que uma procissão, esta fotografia revela a força da fé de uma época: famílias reunidas, crianças, jovens e adultos caminhando juntos, levando consigo a esperança, a devoção e a tradição de visitar a Casa da Mãe Aparecida.

Cada rosto presente nesta imagem representa uma história. Alguns talvez sejam facilmente reconhecidos por aqueles que viveram aquele tempo; outros permanecem como personagens anônimos de uma memória coletiva que atravessou gerações.

O Museu Histórico de Estiva agradece especialmente ao Professor Sebastião Célio, que gentilmente compartilhou esta preciosa fotografia, contribuindo para que fragmentos da nossa história continuem preservados e acessíveis às novas gerações.

Você reconhece alguém nesta fotografia?
Conheceu histórias sobre essa romaria ou ouviu seus familiares comentarem sobre as peregrinações a Aparecida naquela época?
Compartilhe nos comentários.

Sua lembrança também faz parte da nossa história!

Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Memórias que contam a história de Estiva.Uma fotografia, muitas histórias!A imagem registra um momen...
26/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Memórias que contam a história de Estiva.

Uma fotografia, muitas histórias!

A imagem registra um momento especial da juventude de Estiva, em 1994, reunindo jovens e catequizandos em frente à antiga Igreja Matriz, durante uma Gincana da Catequese.

Mais do que uma simples fotografia, este registro representa uma época marcada pela convivência comunitária, pela fé, pela amizade e pela participação dos jovens na vida da nossa comunidade.

São rostos, roupas, gestos e detalhes que ajudam a reconstruir um pouco do cotidiano de uma geração que fez parte da história de Estiva.

A antiga Igreja Matriz, cenário desta fotografia, também carrega consigo inúmeras lembranças de batizados, casamentos, celebrações, encontros e momentos importantes vividos por muitas famílias estivenses.

Preservar fotografias como esta é preservar a memória coletiva de nossa cidade. Cada pessoa retratada, cada lugar e cada acontecimento registrado ajudam a contar quem fomos e a compreender melhor quem somos hoje.

O Museu Histórico Municipal de Estiva agradece a todos que contribuem para preservar e compartilhar essas memórias. Afinal, a história de uma cidade também é construída pelas pequenas histórias de sua gente.

Estiva, 1994, uma lembrança que continua viva na memória.

Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Memórias que atravessam gerações.Uma fotografia que nos convida a voltar no tempo e conhecer um pouc...
25/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Memórias que atravessam gerações.

Uma fotografia que nos convida a voltar no tempo e conhecer um pouco da história da educação e da fé em Estiva.

A imagem registra um grupo de crianças, acompanhadas por seus professores, em uma aula de ensino religioso, possivelmente em preparação para a Primeira Comunhão.

Pela composição, pelas vestimentas e pelo contexto, acredita-se que a fotografia seja datada, aproximadamente, do ano de 1940.

Mais do que uma simples fotografia, este registro representa uma época, costumes, valores e histórias de tantas famílias estivenses.

Cada rosto guarda uma memória e cada detalhe nos ajuda a compreender como era a vida em nossa cidade há mais de oito décadas.

O Museu Histórico de Estiva preserva essas lembranças para que as novas gerações possam conhecer, valorizar e se orgulhar de sua história.

Preservar a memória é manter viva a história de um povo.
Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Mobilete: o sonho de uma geração.Para muitos adolescentes dos anos 1990, a Mobilete, especialmente o...
25/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Mobilete: o sonho de uma geração.

Para muitos adolescentes dos anos 1990, a Mobilete, especialmente os modelos associados às marcas Caloi e Monark, representava muito mais do que um simples meio de transporte.

Era símbolo de liberdade, independência e juventude.

Ter uma Mobilete significava poder percorrer as ruas da cidade, visitar amigos, ir aos bairros mais distantes e experimentar, desde cedo, uma sensação de autonomia.

Leve, econômica e prática, a Mobilete conquistou espaço no cotidiano de muitas cidades brasileiras, inclusive em Estiva/MG.

Seu baixo consumo de combustível era um de seus grandes atrativos: modelos da época podiam alcançar aproximadamente 50 a 60 quilômetros por litro de gasolina, dependendo das condições de uso, regulagem e condução.

Outro fator que ajudava a explicar sua popularidade era a legislação da época.

Em determinadas circunstâncias, a condução desses ciclomotores não exigia Carteira Nacional de Habilitação (CNH) como ocorre atualmente, e também não havia a cobrança de IPVA para esses veículos, características que tornavam a Mobilete ainda mais acessível para as famílias e para os jovens.

Mas, acima de tudo, a Mobilete ficou marcada pela memória afetiva.

Seu motor característico, o barulho pelas ruas, a simplicidade mecânica e as aventuras vividas sobre duas rodas fazem parte das lembranças de uma geração que cresceu em uma época em que a liberdade muitas vezes começava com o simples ato de acelerar uma Mobilete.

A fotografia que acompanha este registro preserva justamente um desses momentos: dois adolescentes e uma Mobilete, em uma cena cotidiana que hoje se transforma em documento de memória.

Mais do que registrar um veículo, a imagem revela costumes, juventude, mobilidade e um pouco da vida de Estiva/MG na década de 1990.

Quem viveu essa época certamente tem uma história para contar. Você se lembra das Mobiletes? Teve uma, andou em uma ou conheceu alguém que tinha uma?

Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Estiva em 1940: uma rua, muitas histórias.Esta fotografia nos conduz a Estiva do ano de 1940, revela...
21/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Estiva em 1940: uma rua, muitas histórias.

Esta fotografia nos conduz a Estiva do ano de 1940, revelando uma paisagem urbana muito diferente daquela que conhecemos hoje, mas repleta de nomes e histórias que fazem parte da memória de nossa cidade.

No lado esquerdo, aparecem as casas do Sr. Luis Simões, pai do Chequinho, ligado à tradicional Farmácia Santa Rosa e posteriormente, Farmácia do Cássio, e, logo abaixo, a residência de Pedro Moreira Borges, posteriormente conhecida como a casa do Nivaldo.

No centro da imagem, destaca-se o comércio do Sr. José Xavier da Costa, que fazia parte daquela antiga paisagem.

O imóvel seria posteriormente desapropriado para a construção da Avenida Getúlio Vargas, via que, anos mais tarde, passaria a ser denominada Avenida Prefeito Gabriel Rosa.

Do lado direito, de cima para baixo, estão as casas atribuídas a Chico Vicente, Joaquim Ferreiro, Zé Cabral e Benedito Turbino.

Mais do que uma fotografia de uma rua, este registro é um verdadeiro mapa afetivo de Estiva, onde cada casa representa uma família, cada comércio guarda uma lembrança e cada nome ajuda a reconstruir a história de uma cidade que se transformou ao longo do tempo.

Estiva, 1940: uma cidade que permanece viva nas fotografias, nos lugares e, sobretudo, na memória de seu povo.

Informações: Documentos e relatos antigos (Internet)
Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Uma telha, uma história: a memória de Estiva.Há objetos que parecem simples aos nossos olhos, mas qu...
21/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Uma telha, uma história: a memória de Estiva.

Há objetos que parecem simples aos nossos olhos, mas que carregam consigo capítulos inteiros da história de uma cidade.

Esta antiga telha, produzida em Estiva no ano de 1950, é um desses testemunhos silenciosos do nosso passado.

Nela, está gravado o nome “Arnaldo Tiburcio”, acompanhado da identificação “Estiva – Sul de Minas”.

Mais do que uma peça de cobertura, esta telha representa o trabalho, o conhecimento e a produção artesanal de uma época em que muitos objetos utilizados no cotidiano eram feitos pelas mãos de trabalhadores da própria comunidade.

Cada marca deixada no barro revela um pouco daquele tempo. A fabricação de peças como esta fazia parte de uma Estiva que crescia, construía suas casas, seus espaços de convivência e sua identidade.

Muitas dessas telhas provavelmente protegeram lares, comércios e edificações que hoje fazem parte apenas da memória de quem viveu aqueles anos.

Hoje, esta foto preservada como peça histórica, nos convida a olhar para o passado não apenas através de grandes acontecimentos, mas também por meio dos pequenos objetos que fizeram parte da vida cotidiana dos estivenses.

Uma telha de 1950. Um nome gravado no barro. Uma cidade inteira guardada na memória.

O Museu de Estiva acredita que preservar a história é também preservar as lembranças daqueles que ajudaram a construir a nossa cidade.

E você, ou alguém da sua família, já conheceu ou ouviu falar de Arnaldo Tiburcio e da produção dessas telhas em Estiva?
Alguém se lembra de casas ou construções antigas que utilizavam peças como esta? Conte para nós nos comentários!

Museu Histórico Municipal de Estiva/MG
Responsável: Jean Carlos de Andrade

RESGATE HISTÓRICO | Uma fotografia, uma família e uma velha companheira de estrada.Algumas fotografias parecem simples à...
20/08/2026

RESGATE HISTÓRICO | Uma fotografia, uma família e uma velha companheira de estrada.

Algumas fotografias parecem simples à primeira vista, mas, quando observadas com atenção, revelam um verdadeiro pedaço da história de uma cidade.

Na imagem, registrada em 1975, aparecem Julia Castro, conhecida como Julinha, e Wenceslau Carlos Borges, conhecido por Silau, ao lado de sua inseparável perua, em uma paisagem do Bairro da Lagoa, em Estiva/MG.

Ao fundo, a estrada de terra, a vegetação e a simplicidade do cenário ajudam a reconstruir um pouco do cotidiano estivense de quase meio século atrás.

E há uma personagem especial nessa fotografia: o automóvel.

Embora seja muitas vezes chamado de “Perua Aero Willys”, o veículo da fotografia é, ao que tudo indica pelo formato da carroceria, uma Rural Willys, modelo derivado da família de veículos utilitários da Willys-Overland.

A Rural surgiu a partir do conceito da Jeep Station Wagon e começou a ser produzida no Brasil pela Willys em 1958, tornando-se um dos veículos mais associados à vida rural brasileira.

Mais que um automóvel, uma companheira de vida.

Em uma época em que muitas estradas ainda eram de terra e os deslocamentos entre bairros rurais e o centro das cidades faziam parte de verdadeiras aventuras, veículos como a Rural tinham uma importância que ia muito além do transporte.

Robusta, espaçosa e preparada para enfrentar terrenos difíceis, ela servia para levar a família, transportar mercadorias, visitar parentes, ir à cidade, participar de festas e cumprir as tarefas do cotidiano rural.

A própria publicidade e a história do modelo reforçam sua vocação para as condições brasileiras, especialmente em um país onde a pavimentação ainda era limitada.

A fotografia de Julinha e Silau, portanto, registra muito mais do que duas pessoas ao lado de um carro antigo. Ela documenta um modo de viver.

É possível imaginar quantas histórias aquela perua carregou: quantas viagens, quantas conversas, quantas compras na cidade, quantos encontros, quantos caminhos de terra percorridos sob o sol ou a chuva.

Para seus proprietários, provavelmente não era apenas um veículo, era uma companheira inseparável, como a própria legenda da fotografia tão carinhosamente registra.

Hoje, quase cinco décadas depois, a fotografia transforma aquele automóvel em uma espécie de personagem da memória de Estiva.

A placa “MG Estiva”, a estrada de terra, a vegetação, as roupas e, sobretudo, a presença de Julinha e Silau nos permitem voltar por alguns instantes a uma Estiva de 1975.

Porque preservar a memória não é apenas lembrar quem fomos. É também reconhecer os lugares, os objetos e as pessoas que ajudaram a construir aquilo que somos.

Foto: Redes Sociais
Acervo de memória do Museu Municipal de Estiva/MG.
Responsável: Jean Carlos de Andrade

Endereço

Rua José Pedro Simões Filho Nº 40
Estiva, MG
37542-000

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