Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro - Santa Catarina

Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro - Santa Catarina Nosso e-mail: [email protected] O que é feminismo classista? É uma corrente do movimento feminista alinhada ao marxismo.

Não se limitando à igualdade entre os sexos, o feminismo classista luta pela libertação das mulheres mediante o fim da propriedade privada e da divisão sexual do trabalho. Não acredita ser possível emancipar verdadeiramente as mulheres sem derrubar o sistema capitalista que também é patriarcal. O feminismo diferencia as condições de vida das mulheres trabalhadoras e burguesas e não exclui a partic

ipação e educação dos homens trabalhadores nesse movimento. O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro é uma frente de massas que tem como objetivo organizar a luta contra a opressão e exploração das mulheres da classe trabalhadora. Em Florianópolis, temos reuniões quinzenais e atividades frequentes - para saber mais, acompanhe a página e faça contato através de [email protected]

Feminismo classista, por uma sociedade socialista!

📣📣MULHERES, ESTUDANTES, E TRABALHADORAS NA RUA PARA DEFENDER A EDUCAÇÃO E IMPEDIR O GOLPE FASCISTA. 📣📣O Coletivo Feminis...
10/08/2022

📣📣MULHERES, ESTUDANTES, E TRABALHADORAS NA RUA PARA DEFENDER A EDUCAÇÃO E IMPEDIR O GOLPE FASCISTA. 📣📣
O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, junto ao Partido Comunista Brasileiro e todos seus coletivos se coloca em luta, na rua, para defender a educação e impedir o golpe fascista.
Dia 11 de agosto é o dia do estudante e dia de firmar nosso compromisso com a educação pública, e de qualidade. É dia de denunciar cada corte e sucateamento do atual governo, e para além disso, propor outro caminho para educação brasileira, fazendo frente aos grandes monopólios privados de educação e demarcando que a classe trabalhadora deve ter espaço nas creches, escolas e universidades.
Devemos aglutinar forças contra o governo Bolsonaro, não só no dia 11, mas construindo para o dia 07 de setembro. Entendendo que a derrota do atual governo passa por um movimento estudantil organizado e de luta.
É o movimento nas ruas, de massas, que pode nos fazer avançar na busca pelas conquistas e pela manutenção do acesso à educação, demonstrando a força das trabalhadoras, trabalhadores e estudantes contra as ofensivas desse governo.
📍Em Florianópolis, a concentração para o ato acontecerá às 17h, no Largo da Alfândega.
OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER 🔥✊🚩🗣

MULHERES COMUNISTAS NA RUA PELO FORA BOLSONARO / Ato Nacional Quando - 09 de Abril  Onde - Largo da Alfândega - FloripaH...
08/04/2022

MULHERES COMUNISTAS NA RUA PELO FORA BOLSONARO / Ato Nacional
Quando - 09 de Abril
Onde - Largo da Alfândega - Floripa
Horário- 9 horas
Junte-se ao bloco do CFCAM e do PCB

Mais um 8 de março se aproxima e nesta data de importância histórica para a nossa classe o Coletivo Feminista Classista ...
07/03/2022

Mais um 8 de março se aproxima e nesta data de importância histórica para a nossa classe o Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, junto do conjunto da militância do PCB, ocupará novamente as ruas de Florianópolis, somando-se à Marcha do 8 de março “8M Elza”, às 17h em frente ao TICEN.

ESTAREMOS NAS RUAS POR:
➡️Fora Bolsonaro, Mourão e Guedes!
➡️ Abaixo a fome, a pobreza e a carestia!
➡️ Por emprego, salário e direitos trabalhistas.
➡️ Por uma política de pleno emprego para toda a classe trabalhadora.
➡️ Pela revogação de todas as privatizações, das reformas trabalhista e da previdência e pelo fim do teto de gastos.
➡️ Contra todas as formas de violência às mulheres. Pela ampliação dos serviços de acolhimento e suporte às vítimas de violência.
➡️ Em defesa do SUS 100% público e estatal. Pelo total controle do Estado e dos/as trabalhadores/as do sistema de saúde.
➡️ Pelo fim das patentes das vacinas e de todos os monopólios farmacêuticos.
➡️ Contra às múltiplas jornadas de trabalho das mulheres: creches e escolas em tempo integral para nossas/os filhas/os; lavanderias e restaurante públicos.
➡️ Educação sexual para decidir. Métodos contraceptivos para não abortar. Ab**to legal, seguro e garantido pelo o SUS para não morrer.
➡️ Pela demarcação das terras indígenas.
➡️ Toda solidariedade às trabalhadoras e trabalhadores das Repúblicas de Donetsk e Lugansk e contra toda a ofensiva fascista e reacionária no mundo.
➡️ Pelo fim da OTAN e de todas as guerras imperialistas!
➡️ Pela construção do poder popular! Rumo ao socialismo!

🤔 O QUE? Marcha 8M Elza
🗓️ QUANDO? Dia 08 de março, às 17h.
📍 ONDE? No terminal de integração do centro (TICEN).

Junte-se ao nosso coletivo nesta luta. Procure o bloco do PCB na marcha ou entre em contato conosco pelas redes sociais.

FEMINISMO CLASSISTA, FUTURO SOCIALISTA. 🚩
LUTAR, CRIAR PODER POPULAR. 🚩

O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro se une ao movimento de mulheres ( ) e ao calendário de lutas que organiza ...
03/03/2022

O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro se une ao movimento de mulheres ( ) e ao calendário de lutas que organiza o 8 de Março em Florianópolis neste ano.
O calendário inclui várias atividades que já estão acontecendo.
No dia 5 de março, estará se realizando a - feira feminista- com atrações culturais, vendas/bazar/brechó de economias solidárias, coletivos e frente de mulheres, roda de conversa e muito mais.
O CFCAM estará presente com seu brechó de rua, participando do evento, construindo esse espaço e angariando fundos para o coletivo. Convidamos a todas e todos a vir somar com a gente, prestigiar e contribuir!
Lembrando -
Local: Passeio Marielle Franco (Av. Hercílio Luz)
Data: 05/03 - sábado
Horário: 13h às 18h
Feminismo Classista, futuro socialista. ✊

O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, juntamente com a Unidade Classista Sintrasem, convida todas as mulheres t...
06/05/2021

O Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro, juntamente com a Unidade Classista Sintrasem, convida todas as mulheres trabalhadoras da COMCAP a participarem da roda de conversa, em que debateremos o assédio nas ruas e no ambiente de trabalho.

✅ Acolhimento
❎ Julgamento

A gente te espera lá! 🚩

24/04/2021

✊✊ Essencial é a vida!

24/04/2021

🚩Em 23 de abril de 1942, há 79 anos, a Gestapo nazista assassinava Olga Gutmann Benário Prestes.

Olga nasceu em 12 de fevereiro de 1908 em Munique, na Alemanha. Aos 15 anos, sensibilizada pelos problemas sociais que abalavam a Alemanha nos anos 1920, aproximou-se da Juventude Comunista, organização política em que passaria a militar ativamente. Aos 16 anos, abandonou a casa dos pais e seguiu para o bairro operário de Neukölln, em Berlim, onde desenvolveu intensa atividade política.

Ela se tornou então uma militante revolucionária, uma comunista internacionalista, decidida a dedicar sua vida à luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

Nem mesmo os padecimentos em campos de concentração nazistas abalaram sua generosidade, caráter e convicções políticas. O que ficou explícito em sua última carta escrita ao marido, Luiz Carlos Prestes, e à filha, Anita Leocadia Prestes, no campo de concentração de Ravensbrück, antes de ser conduzida à morte em uma câmara de gás, em abril de 1942:

“Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo. Prometo-te agora, ao despedir-me, que até o último instante não terão porque se envergonhar de mim. Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue. (…) Até o último momento manter-me-ei firme e com vontade de viver”.

A vida e a luta de uma revolucionária como Olga, comunista e internacionalista, não foi em vão; seu heroísmo serve de exemplo e de inspiração para os jovens de hoje.

Olga Benário, presente!




🚩 21 DE FEVEREIRO: TUÍRA APONTA FACÃO PARA PRESIDENTE DA ELETRONORTE 🚩Em 21 de fevereiro de 1989, acontecia o 1º Encontr...
21/02/2021

🚩 21 DE FEVEREIRO: TUÍRA APONTA FACÃO PARA PRESIDENTE DA ELETRONORTE 🚩

Em 21 de fevereiro de 1989, acontecia o 1º Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, em Altamira (PA). Na época, avançava fortemente na Amazônia o plano desenvolvimentista, e os indígenas Kayapó decidem chamar ao evento representantes do governo para discutir sobre as consequências da construção de hidrelétricas no Xingu.

O Encontro reuniu mais de 3.000 lideranças indígenas, ambientalistas, governantes, jornalistas e políticos, com forte oposição às pressões territoriais de grileiros e madeireiros, mas especialmente contra a construção da então Usina de Kararaô, que depois seria chamada de Belo Monte.

Durante uma audiência confusa, em que os kayapó mal conseguiam falar, a jovem indígena Tuíra aproximou-se da mesa e, num gesto rápido, encostou o facão no rosto do então presidente da Eletronorte, José Antônio Muniz Lopes, proclamando em sua língua: “A eletricidade não vai nos dar a nossa comida. Precisamos que nossos rios fluam livremente”.

Após o episódio do facão, um dos registros mais emblemáticos da luta indígena do Brasil, Muniz Lopes anuncia que não seriam mais usados nomes indígenas em hidrelétricas. Kararaô teve seu nome modificado e hoje a conhecemos como Belo Monte.

O evento foi encerrado com o lançamento da Campanha Nacional em Defesa dos Povos Indígenas e da Floresta e a Declaração Indígena de Altamira, além de conseguirem adiar a construção das usinas. No entanto, em 2010, mesmo com estudos ambientais, ações judiciais e suspeitas de corrupção, a licença da Usina de Belo Monte é liberada.

A luta hoje é para barrar a destruição promovida pelo empresariado ao rio Xingu e aos povos que dele vivem!

✊🏽 Viva Tuíra Kayapó!
🚩 Viva a luta das mulheres indígenas em defesa de seus povos!

📚 44 ANOS SEM CAROLINA DE JESUS 🚩Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914, em Sacramento, MG. Depois, mudou-se para a fave...
13/02/2021

📚 44 ANOS SEM CAROLINA DE JESUS 🚩

Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914, em Sacramento, MG. Depois, mudou-se para a favela do Canindé, em SP, onde trabalhou como empregada doméstica e catadora de papel. Carolina era uma mulher negra e mãe solteira, que criou seus 3 filhos em condições miseráveis.

Sua vida foi contada em seus escritos diários que, ao serem descobertos, foram publicados, em 1960, no famoso livro “Quarto de despejo: Diário de uma favelada”. Nesta obra, a autora coloca a fome como “a nova escravidão”; a favela como um quarto de despejo, enquanto a cidade, para ela, era a sala de visitas.

Carolina expõe todas as contradições e dificuldades que uma mulher preta e pobre enfrenta em uma sociedade desigual, que explora e oprime a classe trabalhadora. Todas as situações vividas são escritas não apenas com dor e sofrimento, mas também com valentia e rebeldia de uma favelada que não aceita a vida pauperizada e miserável que leva, mas também a critica duramente.

Apesar de ter um livro transformado em best seller, Carolina não se beneficiou do sucesso, e em 1969 mudou-se com os filhos para um sítio no bairro de Parelheiros, em São Paulo, época em que foi praticamente esquecida pelo mercado editorial.

No dia 13 de fevereiro de 1977, aos 62 anos, Carolina Maria de Jesus faleceu em São Paulo.

A vida e a obra de Carolina nos mostram o quanto a relação entre gênero, raça e classe estão enoveladas em um nó e que não podem ser analisadas ou compreendidas separadamente.

Viva Carolina Maria de Jesus e sua eterna obra!

Texto adaptado do

Toda solidariedade às companheiras!
02/02/2021

Toda solidariedade às companheiras!

A casa da covereadora Samara Sosthenes, 33, integrante do mandato Quilombo Periférico do PSOL, eleito para a Câmara de Vereadores de São Paulo, foi alvo de um atentado na madrugada de ontem. Um homem em uma moto efetuou disparos para o alto em frente à

No dia 26 de novembro de 1883, falecia Sojourner Truth, uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos das mul...
28/11/2020

No dia 26 de novembro de 1883, falecia Sojourner Truth, uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos das mulheres. 
Sojourner já tinha sido vendida 4 vezes quando finalmente conseguiu fugir e ter sua liberdade comprada por uma família abolicionista, depois foi para Nova York em 1828 e passou a fazer parte de campanhas em defesa do sufrágio feminino e dos direitos dos negros.

Em 29 de maio de 1851 na Convenção das Mulheres Ohio, quando questionada sobre a fraqueza feminina frente ao sufrágio, fez o seguinte discurso:
“Ninguém me ajuda em carruagens, ou em poças de lama, ou me dá o melhor lugar! E eu não sou mulher? Olhe para mim! Olhe meu braço! Eu arei e plantei, e juntei a colheita nos celeiros, e homem algum poderia estar à minha frente. Eu podia trabalhar tanto e comer tanto quanto um homem – quando eu conseguia comida – e aguentava o chicote da mesma forma! Não sou eu uma mulher? Dei à luz treze crianças e vi a maioria ser vendida como escrava e, quando chorei em meu sofrimento de mãe, ninguém, exceto Jesus, me ouviu! Não sou eu uma mulher?"

Truth questionou a tão propagada ideia de fragilidade da mulher em relação ao homem, ao mesmo tempo criticou as feministas da sua época por defenderem apenas os interesses das mulheres brancas e o movimento abolicionista ao se dedicar exclusivamente aos direitos dos homens negros.

“E eu não sou uma mulher?” foi uma das palavras de ordem mais usadas no século XIX e ainda hoje nos inspira a continuar na luta contra o sexismo, o racismo e exploração.

Feminismo Classista, Futuro Socialista!
Via:

Endereço

Florianópolis, SC

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