CEUF- Centro Espírita União Fraterna

CEUF- Centro Espírita União Fraterna Filiado à Federação Espírita Catarinense ‐ Utilidade Pública Municipal 8033/2009

01/06/2026
https://www.facebook.com/share/p/1H2oyE6EpX/
30/05/2026

https://www.facebook.com/share/p/1H2oyE6EpX/

Léon Denis não despertou para a mediunidade como quem é surpreendido por um fenômeno isolado.

Sua sensibilidade espiritual amadureceu aos poucos, pela intuição, pelo estudo e pela disciplina interior.

Em O Livro dos Espíritos, Kardec ensina que os Espíritos influem em nossos pensamentos e atos “muito mais do que imaginais”.

Isso ajuda a compreender por que certas almas, desde cedo, percebem inspirações silenciosas, pressentimentos elevados e amparos invisíveis.

Denis encontrou em O Livro dos Espíritos, ainda jovem, não apenas uma doutrina, mas uma chave para entender a vida, a morte e o destino da alma.

A partir desse encontro, sua mediunidade não se fez espetáculo.

Fez-se serviço.

Em O Livro dos Médiuns, Kardec recorda que os médiuns levianos atraem Espíritos da mesma natureza, enquanto os bons instrumentos se tornam mais aptos ao serviço dos Espíritos superiores.

Por isso, em Denis, a faculdade mediúnica aparece ligada à elevação do pensamento, ao recolhimento e à responsabilidade moral.

Sua missão foi menos a de impressionar pelos fenômenos e mais a de iluminar consciências pela palavra, pela filosofia e pela inspiração espiritual.

Ele nos mostra que a verdadeira mediunidade não nasce para alimentar curiosidade, mas para educar a alma.

E se a mediunidade exige sintonia, disciplina e melhoria íntima, será que temos buscado apenas ouvir os Espíritos ou temos nos esforçado para nos tornar dignos das boas inspirações?

Por

https://www.facebook.com/share/p/1B4dDWXE3J/
26/05/2026

https://www.facebook.com/share/p/1B4dDWXE3J/

A EPIDEMIA SILENCIOSA: O PARASITISMO ESPIRITUAL POR TRÁS DA DEPRESSÃO REFRATÁRIA

Aquela melancolia profunda e persistente, que resiste bravamente aos tratamentos psiquiátricos convencionais, raramente constitui um mero capricho neurológico. Trata-se, muitas vezes, de uma dor legítima na alma, um esgotamento que drena as forças diárias e sinaliza um aprisionamento psíquico sutil de causas extrafísicas.

Na obra clássica "Tormentos da Obsessão", psicografada por Divaldo Franco, o Espírito Manoel Philomeno de Miranda descortina os bastidores do Hospital Esperança. Ele relata os atendimentos emergenciais a encarnados que sofrem sob a ação permanente de cobradores do pretérito, revelando como mentes permanecem magneticamente acopladas em um doloroso regime de parasitismo vital.

Essa mecânica obsessiva estabelece ganchos psíquicos que projetam emanações mentais deletérias, provocando uma verdadeira asfixia fluídica direta no perispírito. Esse fluxo desorganiza os centros de força da vítima, desregulando o tônus vital e prejudicando o metabolismo energético celular.

A ciência médica começa a mapear esses reflexos: as correntes mentais alteram a fisiologia do sistema límbico, interferindo na plasticidade sináptica e na síntese de monoaminas. Esse desequilíbrio neuroquímico mimetiza e agrava os quadros clínicos de depressão refratária.

A elevação da sintonia íntima por meio da prece sincera e da renovação de hábitos é o recurso indispensável para desarticular esses elos. Busque tratamentos complementares de fluidoterapia e, em situações de sofrimento profundo, lembre-se do acolhimento do CVV pelo telefone 188.

https://www.facebook.com/share/18Ayo2Q8av/
23/05/2026

https://www.facebook.com/share/18Ayo2Q8av/

Tem gente que acredita que a destruição entra pela porta de fora.
Pela inveja alheia, pela crítica, pela palavra atravessada.

Mas quase nunca percebe o quanto abriu espaço dentro de si para a voz errada fazer morada.

O problema não é o que dizem.
É o altar que se constrói para opiniões vazias dentro da própria mente.

Porque quando alguém perde a capacidade de filtrar, começa a entregar a própria identidade nas mãos de qualquer língua amarga. E então nasce a pior prisão: a dúvida sobre aquilo que já era verdade dentro da alma.

Há palavras que ferem.
Mas há permissões internas que destroem muito mais.

Nem toda batalha merece resposta. Às vezes, a maior demonstração de sabedoria é o afastamento silencioso. É fechar a porta antes que o veneno emocional transforme paz em guerra cotidiana.

Proteja sua mente como quem protege um templo.
Porque no dia em que você deixa de dar aos outros o poder de contaminar seu interior, a liberdade deixa de ser promessa… e vira presença.

22/05/2026

POR QUE VOCÊ DESVIOU O OLHAR HOJE?

Você reza. Você frequenta o centro. Você cita Kardec. Mas hoje, na rua, viu alguém caído e fingiu não ver. Por quê?

Jesus contou uma história sobre alguém como nós. Um viajante foi assaltado e abandonado entre a vida e a morte. Passou um sacerdote — viu e desviou. Passou um levita — viu e desviou. Eram homens da religião, conhecedores das escrituras, cumpridores fiéis dos ritos. E passaram ao largo da dor.

Quem parou foi um samaritano, justamente aquele que a sociedade desprezava. Ele não calculou. Não perguntou de onde vinha o ferido, em que Deus acreditava, se merecia socorro. Curou as feridas com seu próprio azeite, gastou seu próprio dinheiro, ofereceu seu próprio tempo. E foi embora sem esperar agradecimento.

Aqui está a pergunta que Jesus crava na alma de cada um de nós: de que adianta conhecer a doutrina se o coração permanece fechado diante da dor alheia?

O Espiritismo é claro. A caridade não é o que sobra do nosso conforto — é o que doamos do que ainda nos custa. Cada gesto de amor genuíno marca o perispírito como luz que atravessa encarnações. Cada indiferença também deixa sua sombra.

A neurociência confirma o que a doutrina ensina há dois mil anos. Quando nos comovemos com o sofrimento do outro, nossos neurônios-espelho ativam no cérebro as mesmas regiões de quem sofre. Liberamos ocitocina, reduzimos cortisol, fortalecemos o nervo vago. Quem pratica a caridade verdadeira não cura apenas o próximo — cura a si mesmo. O amor é a única medicina que beneficia igualmente quem doa e quem recebe.

Então olhe para dentro com honestidade. Quantas vezes hoje você foi o sacerdote? Quantas vezes foi o levita? E quantas — quantas mesmo — você teve a coragem de ser o samaritano?

Fora da caridade não há salvação. Não porque Deus puna. Mas porque uma alma fechada simplesmente não cabe na luz.

https://www.facebook.com/share/p/1AyRAz8ugs/
22/05/2026

https://www.facebook.com/share/p/1AyRAz8ugs/

POR QUE VOCÊ DESVIOU O OLHAR HOJE?

Você reza. Você frequenta o centro. Você cita Kardec. Mas hoje, na rua, viu alguém caído e fingiu não ver. Por quê?

Jesus contou uma história sobre alguém como nós. Um viajante foi assaltado e abandonado entre a vida e a morte. Passou um sacerdote — viu e desviou. Passou um levita — viu e desviou. Eram homens da religião, conhecedores das escrituras, cumpridores fiéis dos ritos. E passaram ao largo da dor.

Quem parou foi um samaritano, justamente aquele que a sociedade desprezava. Ele não calculou. Não perguntou de onde vinha o ferido, em que Deus acreditava, se merecia socorro. Curou as feridas com seu próprio azeite, gastou seu próprio dinheiro, ofereceu seu próprio tempo. E foi embora sem esperar agradecimento.

Aqui está a pergunta que Jesus crava na alma de cada um de nós: de que adianta conhecer a doutrina se o coração permanece fechado diante da dor alheia?

O Espiritismo é claro. A caridade não é o que sobra do nosso conforto — é o que doamos do que ainda nos custa. Cada gesto de amor genuíno marca o perispírito como luz que atravessa encarnações. Cada indiferença também deixa sua sombra.

A neurociência confirma o que a doutrina ensina há dois mil anos. Quando nos comovemos com o sofrimento do outro, nossos neurônios-espelho ativam no cérebro as mesmas regiões de quem sofre. Liberamos ocitocina, reduzimos cortisol, fortalecemos o nervo vago. Quem pratica a caridade verdadeira não cura apenas o próximo — cura a si mesmo. O amor é a única medicina que beneficia igualmente quem doa e quem recebe.

Então olhe para dentro com honestidade. Quantas vezes hoje você foi o sacerdote? Quantas vezes foi o levita? E quantas — quantas mesmo — você teve a coragem de ser o samaritano?

Fora da caridade não há salvação. Não porque Deus puna. Mas porque uma alma fechada simplesmente não cabe na luz.

https://www.facebook.com/share/p/18m6FER4Rb/
15/05/2026

https://www.facebook.com/share/p/18m6FER4Rb/

A SÍNDROME DO BOM SAMARITANO DE VITRINE

Você entrega o prato de comida ao morador de rua e, antes mesmo dele agradecer, já está ajeitando o celular para gravar o vídeo, escolhendo o ângulo, ensaiando a legenda emocionante. Pode olhar no espelho da própria alma, sem fugir? Você não ama aquele pobre. Você está apenas comprando aplausos com a miséria alheia. A sua caridade, do jeito que está, é lixo embrulhado em papel dourado.

As leis morais são implacáveis com a caridade ruidosa. Quem trabalha visando o aplauso terrestre já recebeu, integralmente, todo o prêmio que merecia: a vaidade humana, esse pagamento risível e perecível. Jesus foi explícito ao mandar que o bem fosse feito em silêncio, ocultando da mão esquerda o que a direita realiza. Não foi sugestão. Foi proteção espiritual.

O ato beneficente carregado de segundas intenções emite fótons de onda curta, pesada, presos ao egoísmo do doador. Eles não alcançam as esferas superiores. Apenas sintonizam aquele coração com egrégoras de espíritos frívolos, exibicionistas e interesseiros, que aplaudem do outro lado e cobrarão a fatura com juros invisíveis.

A neurociência da generosidade confirma. A doação anônima ativa circuitos cerebrais profundos de bem-estar e empatia. A doação performática ativa apenas o sistema de recompensa do ego, o mesmo dos vícios químicos. Uma cura. A outra, anestesia disfarçada.

E nós? Vamos continuar transformando a dor do irmão em conteúdo? Vamos seguir filmando lágrimas alheias para colher curtidas?

Da próxima vez, guarde o celular. Olhe nos olhos. Estenda a mão sem plateia. O céu vê o que ninguém vê. E é só isso que conta.

Endereço

Servidão Diocício Permino Ferreira, 145/Vargem Grande
Florianópolis, SC
88052‐620

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 16:00
Quarta-feira 19:00 - 21:00
Quinta-feira 18:00 - 20:30
Sábado 18:00 - 20:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando CEUF- Centro Espírita União Fraterna posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para CEUF- Centro Espírita União Fraterna:

Compartilhar