15/04/2024
Reproduzo imeio recebido da direção do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC:
Bom dia!
Seguem fotos das salas avariadas pelas chuvas no prédio A. Tudo isso poderia ser evitado caso a impermeabilização do edifício já tivesse sido feita. Há quanto tempo abordo esse assunto específico? No ano passado, quando aquela luminária caiu sobre o colo da estudante do Extracurricular (causando-lhe danos físicos permanentes), já era isso que estava em causa (os parafusos perderam o poder de sustentação por causa da umidade no teto). O problema é que, por morosidade da PROAD, não havia sequer empresa licitada para fazer o serviço. Desde o início deste ano, há -- mas o atendimento, agora sob a responsabilidade da PU, avança a passos de cágado.
Segue também foto do estado da casa de máquinas do prédio D, outro tópico que virou lenda na UFSC. Quantas vezes eu mencionei publicamente o problema? Conseguimos a muito custo fazer com que se erguesse uma plataforma de madeira para suspender as bombas que distribuem água da Casan pelo edifício. Isso faz com que a água que alaga a casa de máquinas demore muito mais a atingir as bombas. Mas uma hora, claro, ela chega lá. Solução? Colocar uma bomba de drenagem (a chamada sapo) no recinto. Custo do equipamento: 300 reais, 500x menos do que a vice-reitora gastou em suas viagens internacionais; umas 30x menos do que o Pró-Reitor da PROAD -- o mesmo cujo setor demora a fazer contratos, quando os faz -- gastou em recente viagem a Fortaleza para evento perfeitamente realizável on-line.
Cordialmente,
Fábio
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Fábio Lopes da Silva
Diretor do Centro de Comunicação e Expressão
Universidade Federal de Santa Catarina