02/10/2017
OPERÁRIAS MORREM APÓS TEREM CABEÇAS ESMAGADAS POR PRENSA EM FÁBRICA DE SP!
Três operárias da fábrica de processamento de couro Curtume Andradina (Andradina-SP) morreram na tarde de segunda-feira (25) após terem seus crânios esmagados por uma prensa de cerca de uma tonelada enquanto estavam em horário de trabalho. Ainda que o acidente de trabalho tenha sido de tamanha gravidade, a fábrica não dispõe sequer de uma equipe de segurança e as trabalhadoras tiveram de ser socorridas pelos próprios colegas de trabalho, que utilizaram uma empilhadeira para remover a prensa. Apesar do socorro, as operárias Ângela Evangelista, Carla Cristina e Thais Costa não resistiram aos ferimentos e morreram no caminho para um hospital local. Segundo perícia realizada após o acidente de trabalho, foi atestado que as trabalhadoras estavam sem quaisquer equipamentos de segurança e que a prensa, que baixou sem sequer ser acionada, carecia de manutenção devida. A perícia realizada parece confirmar algumas das leis do capitalismo no que diz respeito à segurança do trabalho: reduzir e comprimir cada vez mais os gastos com a manutenção do maquinário, tendo em vista desgastá-lo o mais rapidamente para obter um retorno mais rápido de investimento do capital; gastar o menos possível com as instalações fabris e ambiente de trabalho, obrigando a classe operária a trabalhar em locais insalubres, sem as devidas ventilação e iluminação, bem como segurança, tudo isso com o fim de reduzir os gastos e prolongar os lucros dos capitalistas.
Com as recentes “reformas” anti-operárias do regime reacionário e fascista de Temer, com a legalização da terceirização da atividade-fim nas empresas, ampla e irrestrita, e a famigerada “reforma trabalhista” de “prevalência do negociado sobre o legislado”, privilegiando os grandes capitalistas em prejuízo do povo trabalhador ainda mais explorado e escravizado, os acidentes de trabalho nas empresas – já rampantes num país com uma miserável classe operária como o Brasil – aumentarão exponencialmente, os operários estarão com sua integridade física e psicológica ainda mais vulneráveis, condicionando dessa maneira a eclosão de mais ações organizadas e combativas de resistência aos grandes capitalistas e ao imperialismo gr**go.
OPERÁRIAS MORREM APÓS TEREM CABEÇAS ESMAGADAS POR PRENSA EM FÁBRICA DE SP
Três operárias da fábrica de processamento de couro Curtume Andradina (Andradina-SP) morreram na tarde de segunda-feira (25) após terem seus crânios esmagados por uma prensa de cerca de uma tonelada enquanto estavam em horário de trabalho. Ainda que o acidente de trabalho tenha sido de tamanha gravidade, a fábrica não dispõe sequer de uma equipe de segurança e as trabalhadoras tiveram de ser socorridas pelos próprios colegas de trabalho, que utilizaram uma empilhadeira para remover a prensa. Apesar do socorro, as operárias Ângela Evangelista, Carla Cristina e Thais Costa não resistiram aos ferimentos e morreram no caminho para um hospital local. Segundo perícia realizada após o acidente de trabalho, foi atestado que as trabalhadoras estavam sem quaisquer equipamentos de segurança e que a prensa, que baixou sem sequer ser acionada, carecia de manutenção devida. A perícia realizada parece confirmar algumas das leis do capitalismo no que diz respeito à segurança do trabalho: reduzir e comprimir cada vez mais os gastos com a manutenção do maquinário, tendo em vista desgastá-lo o mais rapidamente para obter um retorno mais rápido de investimento do capital; gastar o menos possível com as instalações fabris e ambiente de trabalho, obrigando a classe operária a trabalhar em locais insalubres, sem as devidas ventilação e iluminação, bem como segurança, tudo isso com o fim de reduzir os gastos e prolongar os lucros dos capitalistas.
Com as recentes “reformas” anti-operárias do regime reacionário e fascista de Temer, com a legalização da terceirização da atividade-fim nas empresas, ampla e irrestrita, e a famigerada “reforma trabalhista” de “prevalência do negociado sobre o legislado”, privilegiando os grandes capitalistas em prejuízo do povo trabalhador ainda mais explorado e escravizado, os acidentes de trabalho nas empresas – já rampantes num país com uma miserável classe operária como o Brasil – aumentarão exponencialmente, os operários estarão com sua integridade física e psicológica ainda mais vulneráveis, condicionando dessa maneira a eclosão de mais ações organizadas e combativas de resistência aos grandes capitalistas e ao imperialismo gr**go.