Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá e região

Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá e região Fundado em 1988 o Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá e Região é uma referência de luta dos trabalhadores.

Greves dos trabalhadores da IMBEL, foram exemplos de lutas e resistência em toda nossa categoria.

04/08/2026

Todo apoio aos ferroviários de São Paulo que declararam greve por tempo indeterminado, a partir das 0h desta terça-feira (4). A paralisação irá ocorrer nas linhas 11 - Coral, 12 - Safira e 13 - Jade, da CPTM.

Os trabalhadores protestam contra as condições de transição após a concessão dessas linhas para a iniciativa privada (concessionária Trivia Trens).

A categoria exige garantias contra demissões, a manutenção dos direitos trabalhistas e apoia o Projeto de Lei nº 730/2025 para a absorção dos funcionários da estatal por órgãos públicos.

A CPTM havia reassumido as linhas temporariamente devido a graves falhas técnicas apresentadas pela concessionária privada nas últimas semanas.

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas tem como marca entregar o serviço público para empresários ganhar dinheiro, enquanto a população e os trabalhadores sofrem com a precarização.

É assim na distribuição de água, com a Sabesp, na educação, com o avanço da plataformização e também no transporte sobre trilhos. É preciso unir as diversas categorias, denunciar e barrar este movimento que penaliza o povo.

A CSP-Conlutas reitera que privatizar não é apenas característica do governo paulista. Em âmbito federal, Lula também atuou para dar de bandeja inúmeras riquezas públicas, como a Eletrobras e segue planejando novos ataques.

É preciso realizar a luta direta, com greves e manifestações. Por isso, nossa Central declara todo apoio aos ferroviários de São Paulo e que a categoria sirva de exemplo a muitas outras.

OS SERVIÇOS PÚBLICOS MELHORARIAM SE OS POLÍTICOS DEPENDESSEM DELES ?Imagine uma realidade em que um político da cidade p...
03/08/2026

OS SERVIÇOS PÚBLICOS MELHORARIAM SE OS POLÍTICOS DEPENDESSEM DELES ?

Imagine uma realidade em que um político da cidade para conseguir uma consulta com um especialista, precisasse aguardar meses na fila do SUS, ou precisando de atendimento de urgência enfrentasse a fila no Hospital das Clínicas para ser atendido.

Imagine um vereador dependendo de um ônibus da Valônia para chegar à Câmara Municipal. Imagine que os filhos do prefeito fossem estudar em uma escola pública que sofre com a falta de professores, de infraestrutura e salas lotadas.

Se os políticos vivessem como nós os trabalhadores, as condições sociais de saúde, educação, moradia e transporte seriam melhores ?

Os políticos se elegem com discursos inflamados, prometendo melhorar a vida do povo pobre e da classe trabalhadora. Porém, assim que o resultado das urnas se consolida, a primeira vida que muda para melhor é a do próprio eleito.

Salários astronômicos, planos de saúde privados, carros oficiais e verbas que resolvem todas as suas necessidades básicas. Eles desfrutam destes privilégios e não passam as dificuldades que o povo passa. Eles não dependem das filas dos postos de saúde e nem do transporte da Valonia e nem do hospital das Clínicas.

Assim quando um político não sente na pele a humilhação de um hospital lotado, a angústia de um orçamento apertado, a urgência para resolver o problema dos outros simplesmente desaparece.

Desta forma, a crise social para eles passa a ser um gráfico abstrato em um papel e assim eles se elegem prometendo resolver a nossa vida, quando na verdade resolvem a vida deles.

Por isso, o salário e os direitos dos políticos deveriam ser atrelados à realidade de quem trabalha e vive a realidade do caos social.

A política só vai servir ao povo quando o político viver exatamente como o povo vive, ou então a maioria, os trabalhadores e o povo pobre tomarem de conta de tudo, inclusive da "política."

31/07/2026
31/07/2026

Plenária da Federação dos Metalúrgicos de Minas reafirma a luta contra a escala 6x1 e a independência frente ao Governo Lula.

31/07/2026

Dia 15 tem assembleia geral no sindicato.

CARLINHOS É O CONVIDADO ESPECIAL DO PROGRAMA "BATE PAPO DE PEÃO" !Nesta semana, o nosso presidente, Carlinhos, participo...
30/07/2026

CARLINHOS É O CONVIDADO ESPECIAL DO PROGRAMA "BATE PAPO DE PEÃO" !

Nesta semana, o nosso presidente, Carlinhos, participou de uma entrevista exclusiva conduzida por Weller Gonçalves, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos no programa Bate Papo de Peão.

A entrevista abordou os principais desafios e as lutas urgentes da nossa categoria, como a desindustrialização e o impacto do fechamento de fábricas no Brasil e a produção de produtos de menor intensidade tecnológica, as condições de trabalho e a defesa por ambientes mais seguros além da situação dos trabalhadores e os rumos e desafios da classe trabalhadora.

O programa vai ao ar na próxima semana, por isso fique atento às nossas redes sociais para conferir a entrevista na íntegra e entender como essas discussões impactam o seu dia a dia no chão de fábrica.

PLR NA DOVALE SAPUCAÍ MIRIM !EMPRESA PROVOCA O IMPASSE E NEGOCIAÇÕES CONTINUARÃO NA DRT !A terceira reunião de negociaçã...
30/07/2026

PLR NA DOVALE SAPUCAÍ MIRIM !
EMPRESA PROVOCA O IMPASSE E NEGOCIAÇÕES CONTINUARÃO NA DRT !

A terceira reunião de negociação entre o Sindicato e a Dovale, realizada nesta quinta-feira (30), terminou sem acordo. A empresa insistiu na proposta de
R$ 1.000,00 divididos em duas vezes, valor que os trabalhadores em assembleia já havia rejeitado categoricamente.

O programa de PLR na Dovale exige o cumprimento de metas duras, aumento da produção e ritmo acelerado de trabalho por 12 meses.

Na ponta do lápis, o valor oferecido pela empresa é irrisório, pois significa dividido em 12 meses, R$ 83,00 por mês trabalhado, apenas R$ 2,90 por dia trabalhado, e se dividirmos este valor por hora trabalhada a desvantagem ainda é maior.

É injusto cobrar e impor mais esforço e qualidade, onde a empresa irá lucrar mais oferecendo 'centavos" em troca. A PLR não pode servir para aumentar exploração a produção apenas.

A conta não fecha
A Dovale é líder no mercado nacional e está expandindo a unidade de Sapucaí Mirim. Como tem dinheiro para investir em prédios e máquinas e ampliar a fábrica mas não na valorização de quem gera a riqueza da empresa?

Além disso, os salários em Sapucaí Mirim continuam muito abaixo dos pagos na unidade de São José dos Campos. Mesma empresa, lucros recordes, mas tratamento desigual.

A PLR não é uma bonificação oferecida pela empresa, ela é o pagamento pelo trabalho extra e o aumento do ritmo e da produção que virá. Quem está na produção e no chão de fábrica sabe o duro que se dá para manter a produção em dia.

"Diante do impasse criado pela empresa, as negociações continuarão na Delegacia do Trabalho, lá exigiremos a apresentação dos documentos contábeis da Dovale para provar a real capacidade financeira da empresa em pagar uma PLR justa." Disse Hugo diretor do Sindicato.

29/07/2026
28/07/2026

Liberou a rodovia Maria da Fé !

COM A SABOTAGEM NO SENADO SOMENTE A GREVE GERAL PODE COLOCAR FIM A ESCALA 6X1.A inércia do Senado Federal em votar o fim...
27/07/2026

COM A SABOTAGEM NO SENADO SOMENTE A GREVE GERAL PODE COLOCAR FIM A ESCALA 6X1.

A inércia do Senado Federal em votar o fim da escala 6x1 deixa nítido que o parlamento opera sob o ritmo dos patrões, ignorando o esgotamento físico e mental da nossa classe.

Aprovada na Câmara dos Deputados, a PEC 221/2019 que extingue esse regime degradante e reduz a jornada de trabalho encontrou um verdadeiro muro de omissão no Senado.

Sob o pretexto de calendários eleitorais e articulações políticas, o presidente da Casa mantém a proposta engavetada, adiando a dignidade de milhões de trabalhadores.

Para a nossa categoria, por exemplo essa paralisia institucional é um recado claro,os nossos direitos só avançam quando o chão de fábrica se levanta e as máquinas param.

A realidade do chão de fábrica exige o fim desse modelo, enfrentar turnos alternados e cumprir metas abusivas de produtividade sob a lógica de seis dias de trabalho por apenas um de descanso é uma fórmula de adoecimento.

O trabalhador não é uma extensão da máquina. Nós temos direito ao lazer, ao convívio familiar, à qualificação profissional e a uma vida que exista além dos portões da empresa.

Historicamente, nenhuma conquista da nossa categoria foi dada de presente; cada redução de jornada e cada direito garantido foram arrancados com greve, piquete e forte organização sindical.

O avanço tecnológico e a alta produtividade das indústrias provam que o setor tem plenas condições de eliminar a escala 6x1 mantendo os salários intactos. Se os senadores se recusam a votar, nós temos o dever de buscar garantir na luta.

Precisamos apostar em nossas próprias forças e construir uma grande greve geral para colocar abaixo a jornada 6x1 e exploração.

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