Luiz Leonardo

Luiz Leonardo

29/05/2026

Paciente: Enfermeira! Tem uma barata na minha comida!
— Enfermeira: Senhor, o hospital está cortando custos…
— Paciente: E daí?
— Enfermeira: O setor de controle de qualidade agora é terceirizado. A barata veio inspecionar. 🪳😂, é uma barata sem fins lucrativos.

22/05/2026

Nos anos 90, quando fui policial civil, o discurso oficial era sempre o mesmo: “não há dinheiro para melhorar salários”. Mas, curiosamente, nunca faltava verba para comprar viaturas novas, distribuir armas, coletes, equipamentos e fazer anúncios de modernização. O policial seguia mal remunerado, acumulando desgaste físico e psicológico, enquanto o governo parecia acreditar que dignidade profissional podia ser substituída por marketing administrativo. Entregavam ferramentas para quem precisava, antes de tudo, de valorização humana e financeira.
Passaram-se décadas e a lógica continua exatamente igual — apenas mudou o personagem da propaganda. Hoje, os governos anunciam linhas de financiamento subsidiado para motoristas de aplicativo como se estivessem realizando uma grande revolução social. A promessa parece bonita no papel: crédito facilitado, carro novo, oportunidade de renda. Mas basta olhar cinco minutos para a realidade para perceber o desastre lógico da ideia.
Se qualquer pessoa que trabalhou um ano e fez cem corridas pode financiar um veículo novo, o que acontece? As ruas se enchem de novos motoristas. A concorrência explode. O valor das corridas, que já era insuficiente para cobrir combustível, manutenção, pneus, seguro e depreciação, cai ainda mais. O resultado é matematicamente previsível: mais gente disputando menos renda. O motorista passa a trabalhar dentro de um carro financiado sem ter garantia mínima de que conseguirá pagar as parcelas.
E então surge a pergunta inevitável: será que não existe ninguém nesses governos que saiba fazer uma conta básica? Porque não é necessário ser economista renomado para entender que aumentar brutalmente a oferta de trabalhadores em um mercado já saturado reduz a renda média de todos. Isso é matemática elementar. É lógica simples.
O mais preocupante é que esse tipo de improvisação parece ter virado método de gestão pública. Criam programas com enorme impacto social sem estudar efeitos de médio prazo, sem analisar sustentabilidade econômica e sem compreender a dinâmica real do trabalho. Tudo funciona até a “página 3” da apresentação bonita. Depois, a realidade aparece: profissionais endividados, atividades precarizadas e setores inteiros operando no limite da inviabilidade.
Existe uma espécie de política pública baseada apenas em aparência. O governo anuncia algo que soa moderno, tira foto, faz propaganda e produz manchete. Mas quase nunca enfrenta o problema central. O policial não precisava apenas de viatura nova; precisava de salário digno. O motorista de aplicativo não precisa apenas de crédito para trocar de carro; precisa de corridas que paguem de forma minimamente racional.
Quando o Estado passa a tratar consequência como se fosse causa, entra-se num ciclo permanente de soluções superficiais. E talvez o mais perigoso seja justamente isso: não parece falta de inteligência. Parece uma opção deliberada por medidas que produzem impacto visual imediato, mesmo quando o resultado prático já nasce condenado pela lógica mais básica.

22/05/2026

Hoje é um dia especial porque celebramos a vida de uma mulher extraordinária: minha esposa, Andressa.
Andressa, neste aniversário eu quero te agradecer não apenas pelo amor, mas principalmente pela força que você tem demonstrado em um dos períodos mais difíceis da minha vida. O desemprego tira muito mais do que estabilidade financeira; ele mexe com a autoestima, com o emocional e com a esperança. E, em meio a tudo isso, você permaneceu ao meu lado.
Obrigado por cada palavra de incentivo quando eu pensei em desistir. Obrigado por acreditar em mim até nos dias em que eu mesmo tive dificuldade de acreditar. Sua companhia, sua paciência e sua coragem têm sido fundamentais para eu continuar seguindo em frente.
Você não é apenas minha esposa. Você é minha parceira de batalha, meu abrigo nos dias difíceis e a prova de que amor verdadeiro existe justamente quando a vida deixa de ser fácil.
Desejo que este novo ciclo traga paz, saúde, alegria e o reconhecimento de tudo o que você merece. Que nunca lhe faltem motivos para sorrir, porque você merece um mundo inteiro de coisas boas.
Feliz aniversário, meu amor.
Eu te amo e jamais esquecerei tudo o que você fez — e faz — por nós.

Que eu não busque ser maior que ninguém,mas apenas verdadeiro.E que, ao fim do caminho,eu possa dizer que vivi com o cor...
05/05/2026

Que eu não busque ser maior que ninguém,
mas apenas verdadeiro.E que, ao fim do caminho,eu possa dizer que vivi com o coração aberto,em paz com tudo que existe.

02/05/2026
Há cinco anos Itapira tem esse  V da vitória. Será?
27/04/2026

Há cinco anos Itapira tem esse V da vitória. Será?

Estamos chegando!!!
05/04/2026

Estamos chegando!!!

02/04/2026

“O respeito deve ser conquistado pelo mérito; quando não for possível, impõe-se pela autoridade — mas, diante dos persistentes na desordem, que ao menos haja o peso das consequências.”

Negar a política é, na prática, aceitar a política dos outros.
26/03/2026

Negar a política é, na prática, aceitar a política dos outros.

Hoje Rafinha completa 16 anos. Feliz aniversário meu amor!
25/03/2026

Hoje Rafinha completa 16 anos. Feliz aniversário meu amor!

24/02/2026

Quem quer conduzir a orquestra precisa dar as costas ao público.

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São Paulo 618
Itapira, SP

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